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Portal de Informações Institucionais

Universidade Federal de Pelotas

Nome da Disciplina
BIOLOGIA DA CONSERVAÇÃO
CÓDIGO
0050079
Carga Horária
68 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Modalidade
CRÉDITOS
4
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
4
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

A disciplina “Biologia da Conservação” enfoca a problemática da crise de biodiversidade, que tem eliminado populações e levado espécies à extinção. As principais ameaças às populações e espécies são abordadas, assim como as técnicas e ferramentas disponíveis para evitar ou minimizar a diminuição da biodiversidade.

Objetivos

Objetivo Geral:

1. Fornecer ao aluno o conhecimento teórico ecológico básico para o entendimento da biologia da conservação;
2. Analisar as causas das ameaças à diversidade biológica nos diferentes níveis da hierarquia ecológica;
3. Abordar os diferentes métodos e técnicas de conservação e manejo de populações e espécies da fauna.

Conteúdo Programático

- Introdução da disciplina de Biologia da Conservação: O que é Biologia da Conservação e histórico;
- Extinção e suas causas naturais e antrópicas;
- Ecologia de população: fatores intrínsecos que levam populações a se tornarem ameaçadas. O problema das populações pequenas. Vórtices de extinção. Problemas genéticos em populações pequenas;
- Fatores que ameaçam espécies e populações em ecossistemas terrestres: destruição e fragmentação de hábitats, introdução de espécies exóticas, introdução e proliferação de doenças, sobrexplotação de populações (caça e coleta) e poluição;
- Fatores que ameaçam espécies e populações em ecossistemas marinhos: destruição de habitats, introdução de espécies exóticas, sobrexplotação de populações (pesca e coleta) e poluição;
- Mudanças Climáticas: causas e consequências para a biodiversidade;
- Grupos taxonômicos ameaçados: estudos de casos de fauna e flora;
- Ferramentas e técnicas utilizadas em Biologia da Conservação: listas e livros vermelhos de espécies ameaçadas; Áreas protegidas: planejamento e manejo; Análise de viabilidade populacional (AVP); Manejo de fauna in situ em ecossistemas terrestres e marinhos/ costeiros; manejo de fauna ex situ: papel de zoolológico e aquários; planos de ação para recuperação de espécies ameaçadas;
- Políticas públicas nacionais e internacionais para a conservação da biodiversidade.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • Begon, M.; C.R. Townsend & J.L. Harper. 2007. Ecologia: de Indivíduos a Ecossistemas. Editora Artmed, Porto Alegre. 4º edição. 752p.
  • Fontana, C.S.; G.A. Bencke & R.E. Reis. 2003. Livro Vermelho da Fauna Ameaçada de Extinção no Rio Grande do Sul. Edipucrs, Porto Alegre (RS). 632p.
  • Gurevitch, J.; S.M. Scheiner & G.A. Fox. 2009. Ecologia Vegetal. Editora Artmed, Porto Alegre. 2ª edição. 574p.
  • Krebs, J.R. & N.B. Davies. 1996. Introdução à Ecologia Comportamental. Editora Atheneu, São Paulo. 420p.
  • Odum, E.P. 2004. Fundamentos de Ecologia. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. 7° edição. 927p.
  • Odum, E.P. & G.W. Barrett. 2007. Fundamentos de Ecologia. Editora Thomson, São Paulo. 612p.
  • Primack, R.B. & E. Rodrigues. 2001. Biologia da Conservação. Editora Planta, Londrina (PR). 328p.
  • Ricklefs, R.E. 1990. Ecology. W.H. Freeman Company, New York. 3º edição. 896p.
  • Ricklefs, R.E. 2010. A Economia da Natureza. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 6ª edição. 546p.
  • Rocha, C.F.D. et al. 2006. Biologia da Conservação: Essências. Editora Rima, São Carlos (SP). 582p.
  • Silva, J.S.V. & R.C.C.L. de Souza. 2004. Água de Lastro e Bioinvasão. Editora Interciência, Rio de Janeiro. 224p.
  • Townsend, C.R.; M. Begon & J.L. Harper. 2006. Fundamentos em Ecologia. Editora Artmed, Porto Alegre. 2ª edição. 592p.