Nome do Projeto
“Análise da freqüência do ácaro Demodex canis em cães atendidos por projetos de extensão do Hospital de Clínicas Veterinária da Faculdade de Veterinária da UFPel”
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
01/05/2010 - 01/06/2014
Unidade de Origem
Área CNPq
Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Doenças Parasitárias de Animais
Resumo
A sarna Demodécica apresenta-se de duas formas. A demodicose localizada é a forma mais comum da doença e afeta cães jovens, com até dezoito meses idade seu curso é benigno e normalmente resolve-se espontaneamente. A manifestação localizada caracteriza-se por presença de áreas eritematosas e alopécicas na região cefálica e membros anteriores, essas áreas lesionadas, são inferiores a cinco pontos A demodicose generalizada se apresenta como uma dermatite crônica de forma mais grave e de difícil tratamento, caracterizada por múltiplas áreas de alopecia eritematosas, que cobre grandes áreas do corpo. Esta forma da doença ocorre em cães com distúrbio imunossupressor subjacente ou debilitados por doenças sistêmicas, e sua ocorrência pode levar a linfopenia em decorrência a uma infecção bacteriana secundária. Em um levantamento realizado por Matos et al. (1982) quanto a freqüência de acarídeos em 294 cães no Brasil, verificaram que o ácaro D. canis representou 29,50% das infestações. Em estudo epidemiológico, onde analisaram 340 exames de raspado cutâneo de cães com afecções de pele, 96 (28,24%) demonstraram positividade para o ácaro D.canis. Deve ser considerado que os raspados cutâneos têm que ser profundo, pois o ácaro habita folículos pilosos, glândulas sebáceas, glândulas sudoríparas. Poucos estudos existem na região sobre a sarna demodécica apesar de ser uma enfermidade cutânea presente na rotina clínica veterinária. Considerando a casuística do ácaro demodécico acima citado, objetiva-se com este estudo verificar sua freqüência em cães sadios e enfermos, correlacionando o grau de positividade entre esses animais.

Objetivo Geral

• Quantificar o número de ácaros D. canis em cães sadios atendidos por projetos do Hospital de Clinicas Veterinária da Faculdade de Veterinária da UFPel.
• Quantificar o número de D. canis em cães dermatológicos e pacientes em estado grave e sadios atendidos por projetos do Hospital de Clinicas Veterinária da Faculdade de Veterinária da UFPel.
• Verificar a freqüência de cães positivos ao ácaro D. canis em pacientes sadios e doentes.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
2
4
4
8
8

Página gerada em 11/12/2018 05:59:50 (consulta levou 0.088356s)