Nome da Atividade
HISTÓRIA ORAL E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
CÓDIGO
11260112
Carga Horária
30 horas
Tipo de Atividade
DISCIPLINA
Periodicidade
Semestral
Modalidade
PRESENCIAL
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
2
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
2
CRÉDITOS
2
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

A disciplina tem como objetivo discutir aspectos teórico-metodológicos da História Oral e suas relaçõescom a produção científica em Educação Matemática. Parte-se da apresentação da História Oral comouma metodologia de pesquisa qualitativa aplicada a diferentes áreas das ciências humanas, identificandosuas especificidades no contexto da Educação Matemática. Serão exploradas as particularidades dessaabordagem em relação a outras metodologias que também utilizam entrevistas como procedimento decoleta de dados. Além disso, serão discutidos fundamentos teóricos relacionados à História Oral, taiscomo a relação entre oralidade e escrita, os vínculos entre história e memória, a produção e análise defontes orais e suas implicações na construção do conhecimento científico.

Objetivos

Objetivo Geral:

Conteúdo Programático

Fundamentos da História Oral como metodologia depesquisa;
A História Oral e suas interfaces com a EducaçãoMatemática;
Produção, análise e interpretação de fontes orais.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • BOSI, E. Memória e sociedade: lembrança dos velhos. São Paulo: Companhia dasLetras. 1994.
  • FERNANDES, T. M.; ARAÚJO, M. P. O Diálogo da história oral com ahistoriografia contemporânea. In: VISCARDI, C. M. R.; DELGADO, L. A. M. História oral, teoria, educação e sociedade. Juiz de Fora: UFJF, 2006.
  • GARNICA, A. V. M. História Oral e Educação Matemática: de um inventário a umaregulação. Revista Zetetiké, pp. 9-55, vol. 11, n. 19, Jan./Jun., 2003.
  • GARNICA, A. V. M. Resgatando oralidades para a História da Matemática e daEducação Matemática brasileiras: o Movimento Matemática Moderna. Zetetiké, v.16, p. 173-225, 2008.
  • GARNICA, A. V. M. História Oral em Educação Matemática: outros usos, outrosabusos. Guarapuava: UNICENTRO e SBHMat, 2007.
  • GARNICA, A. V. M.; FERNANDES, D. N.; SILVA, H. Entre a amnésia e a vontadede nada esquecer: notas sobre Regimes de Historicidade e História Oral. Bolema. p.213-250, v. 25, 2011.
  • GINZBURG, C. Sinais: raízes de um paradigma indiciário. In: ______.Mit os,Emblemas e Sinais: morfologia e história. São Paulo: Cia das Letras, 1989. p. 143-179.
  • LE GOFF. J. História e memória. Campinas: Editora da UNICAMP, 2013.
  • AMADO, J.; FERREIRA, M. M. (Org.). Usos e abusos da História Oral. Rio deJaneiro: Editora FGV, 1996.
  • MEIHY, J. C. S. B. Manual de História Oral. São Paulo: Loyola, 1996.
  • NORA, P. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História:História & Cultura. São Paulo, n. 10, p. 7-28, dez. 1993.
  • POLLAK, M. Memória e identidade social. Estudos históricos. Rio de Janeiro, v. 5,n. 10, p. 3-15, 1992.
  • POLLAK, M. Memória, esquecimento, silêncio. Estudos históricos. Rio de Janeiro,v. 2, n. 3, p. 3-15, 1989.
  • PORTELLI, A. A. Filosofia e os Fatos: narração, interpretação e significado nasmemórias e nas fontes orais. Tempo. Rio de Janeiro, v. 1, n. 2, dez 1996. p. 59-72.
  • PORTELLI, A. A. Ensaios de História Oral. São Paulo: Letra e Voz, 2010.
  • PORTELLI, A. A. História oral como gênero. Projeto História: História eOralidade. São Paulo, n. 22, p. 9-36, jun. 2001.
  • RICOEUR, P. A Memória, a história, o esquecimento. Campinas, Unicamp, 2007.
  • THOMPSON, P. R. A voz do passado: história oral. 3. Ed. São Paulo: Paz e Terra,2002.
  • VIANNA, C. R. Vidas e circunstâncias na Educação Matemática. 2000. 573 f.Tese (Doutorado em Educação), USP, São Paulo, 2000.

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