Nome da Atividade
ENSINO E APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
CÓDIGO
11260120
Carga Horária
60 horas
Tipo de Atividade
DISCIPLINA
Periodicidade
Semestral
Modalidade
PRESENCIAL
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
4
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
CRÉDITOS
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Análise e discussão de produções na área da Educação Matemática em relação ao ensino, àaprendizagem e à formação de professores, contemplando tendências atuais. O processoinvestigativo matemático em sala de aula. Dentre as produções a serem analisadas secontemplará: artigos em periódicos nacionais e internacionais, dissertações e teses.

Objetivos

Objetivo Geral:

Conteúdo Programático

Abordagens epistemológicas: inatismo, empirismo, construtivismo e outras epistemologias de ensino e aprendizagem em Educação Matemática;
Teorias de Ensino e Aprendizagem: Teorias elaboradas por Pavlov, Watson,Guthrie, Thorndike, Skinner, Gagné, Tolman, Teoria da Gestalt;
Teorias de Ensino e Aprendizagem: Teorias elaboradas por Piaget, Bruner,Vygotsky, Ausubel, Novak; Gowin, Johson-Laird, Gardner, e teóricos pós-construtivistas;
Processos de Ensino e Aprendizagem na perspectiva da pesquisa em Educação Matemática;
Análise de pesquisas atuais sobre ensino e aprendizagem de Matemática.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • ALENCAR, E. S. Novas contribuições da Psicologia aos processos de ensino eaprendizagem. S.P.: Cortez, 2a. ed. 1993.
  • AUSUBEL, D. P.et al. Psicologia educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, 2012.
  • BIGGE, M. L. Teorias da aprendizagem para professores . ão Paulo: EditoraPedagógica e Universitária, 2002.
  • BRUNER, J. S. Uma nova teoria de aprendizagem. Rio de Janeiro: Bloch, 1969.
  • CABRAL, T. C. B. Contribuições da Psicanálise à Educação Matemática: a lógicada intervenção nos processos de aprendizagem. Tese de doutorado, S.P.: USP, 1998.
  • CIANI, A. B. Aula Particular de Matemática: Uma Questão de Gosto e as Relaçõesde Poder. Dissertação de mestrado, Rio Claro: Unesp, 2000.
  • EMERIQUE, P. S. Alguns aspectos do processo de avaliação, na percepção deprofessores de Matemática e seus alunos . Bolema, ano 8. N. 9, 1993, 35-46.
  • EMERIQUE, P.S. Isto e aquilo: jogo e “ensinagem” matemática. In: BICUDO, M. A.V. (org.). Pesquisa em Educ. Matemática: concepções & perspectivas. S.P:EDUNESP, 1999.
  • KAMII, C.; DE CLARK, G. Reinventando a Matemática : implicações da teoria dePiaget. Campinas: Papirus, 2ª ed. 2005
  • MIZUKAMI, M. G. N. Ensino: as abordagens do processo. S. Paulo: EPU, 1986
  • MOREIRA, M. Ensino e Aprendizagem: enfoques teóricos. S. Paulo: Edit. Moraes,1985.
  • PIAGET, J. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Zahar, 2ª ed. 2010
  • PRENSKY, M. Aprendizagem baseada em jogos digitais. 1. ed. São Paulo: EditoraSenac: São Paulo, 2012
  • PRENSKY, M. Não me atrapalhe, mãe – Eu estou aprendendo! Como os videogamesestão preparando nossos filhos para o sucesso no século XXI - e como você podeajudar. São Paulo: Phorte, 2010.
  • PRENSKY, M. Nativos Digitais, Imigrantes Digitais . On the Horizon (NCBUniversity Press), v. 9, n. 5, 2001. Disponível em:http://crisgorete.pbworks.com/w/file/fetch/58325978/Nativos.pdf.
  • ROGERS, C. R. Liberdade para aprender em nossa década. Porto Alegre: ArtesMédicas, 1985.
  • ROGERS, C. R. Um jeito de ser. S. P.: EPU, 1983.
  • SIEMENS, G. Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. 2004.Disponível em: WWW.elearnspace.org/Articles/connectivism.html. Acesso em: 01jun. 2006.
  • SKINNER, B. F. Tecnologia do ensino. S P: Herder, 1972.
  • SOUZA, A. C. C.; EMERIQUE, P. S. Educação Matemática, jogos e abstração reflexiva. Bolema, ano 10, número 11, 1995, 77-86
  • VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.
  • VYGOTSKY, L. S. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. SP: Ícone /EDUSP, 1988.
  • WEILL, P. et al. Rumo a uma nova transdisciplinaridade: sistemas abertos deconhecimento. S.P: Summus, 1993, 75-124

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