Nome da Atividade
FEMINISMOS, ANTIRRACISMO E DECOLONIALIDADE
CÓDIGO
01180098
Carga Horária
45 horas
Tipo de Atividade
DISCIPLINA
Periodicidade
Semestral
Modalidade
PRESENCIAL
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
1
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
2
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
3
CRÉDITOS
3
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Gênero, raça, classe e colonialidade em Territórios de Abya Yala; Feminismos decoloniais; Feminismo negro latino-americano; Ecofeminismo latino-americano; Corpo-território e lutas de mulheres indígenas; Feminismo camponês popular.

Objetivos

Objetivo Geral:

Estudar como se constroem, se apresentam e se enfrentam as opressões de gênero, raça e classe social a partir da perspectiva decolonial.

Conteúdo Programático

Unidade 01 – A articulação das opressões de raça, gênero e classe social na América Latina - Colonialidade de poder e sistema de opressão raça, gênero e classe; - A centralidade da categoria raça na estrutura da colonialidade- modernidade; - Branquitude e racismo; - Decolonialidade, alteridade e resistência.

Unidade 02 – Colonialidade, Patriarcado e Feminismos Decoloniais - Colonialidade, patriarcado, violências e enfrentamento; - Feminismo negro latino-americano; - Feminismo comunitário; - Corpo-território e lutas de mulheres indígenas; - Ecofeminismo latino-americano e Agroecologia; - Feminismo camponês popular e movimentos sociais do campo na América Latina.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • CARNEIRO, S. Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser. Rio de Janeiro: Zahar, 2023
  • CARTA PELA VIDA E PELOS CORPOS-TERRITÓRIOS : “Nosso corpo é território! Somos as guardiãs do planeta pela cura da terra!”. 1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas, 2025. Disponível em: https://anmiga.org/wp-content/uploads/2025/08/CARTA-PELA-VIDA-EPELOS-CORPOS-TERRITORIOS-Nosso-corpo-e-territorio-Somos-as-guardias-do-planeta-pelacura-da-terra.pdf
  • COLECTIVO MIRADAS CRÍTICAS DEL TERRITORIO DESDE EL FEMINISMO. Mapeando El Cuerpo-Territorio: Guía Metodológica Para Mujeres Que Defienden Su Territorio. Quito, 2017. Disponible en: . GONZALEZ, L. Por um feminismo afro-latino-americano: ensaios, intervenções e diálogos. Orgs.: Flávia Rios e Márcia Lima. Primeira ed. RJ: Zahar, 2020.
  • MEZADRI, A. M. et al (Orgs.). Feminismo Camponês Popular: reflexões a partir de experiências do Movimento de Mulheres Camponesas. São Paulo: Outras Expressões, 2020.
  • MOTTA, V. D. Enquanto houver racismo, não haverá Agroecologia! Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – Programa de Pós-Graduação em Ciência Sociais, Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, 2023. Disponível em: < https://www.repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1397171>. Acesso em 05 jan. 2026
  • NASCIMENTO, B. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra.Afrodiáspora, ano 3, n. 6 e 7, 1985, p. 41-49.
  • PAREDES CARVAJAL, J. Despatriarcalización: una respuesta categórica del feminismo comunitario (descolonizando la vida). Revista de Estudios Bolivianos, v.21, 2015. Disponível em: . Acesso em 05 jan. 2026. PIEDADE, V. Dororidade. Coleção Conceitos. São Paulo: Ed. NOS, 2017.
  • QUIJANO, A. ¡Que tal raza! Ecuador Debate. Etnicidades e identificaciones, Quito: CAAP, n. 48, dic. 1999, p. 141-152.
  • QUIJANO, A. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, E. (org.).A decolonialidade e pensamento afrodiaspórico. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2018. p. 107-130.
  • SÁNCHEZ, G. P. Z.; CATACORA-VARGAS, G.; SILIPRANDI, E. (Orgs.). Agroecología en femenino: reflexiones a partir de nuestras experiencias. La Paz: SOCLA/CLACSO, 2018. Disponible en: < http://www.fao.org/agroecology/database/detail/es/c/1186327/>.
  • SANTOS, A. B. A terra dá, a terra quer. SP: Ubu Editora, 2023. SEGATO, R. L. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. Tradutor: Rose Barboza. E-cadernos CES, 18, 2012. Disponível em: < https://journals.openedition.org/eces/1533>.
  • SILIPRANDI, E. Mulheres e Agroecologia: transformando o campo, as florestas e as pessoas. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 2015.

Turmas Ofertadas

Turma Período Vagas Matriculados Curso / Horários Professores
T1 2026 / 2 10 0 Desenvolvimento Territorial e Sistemas Agroindustriais (Mestrado acadêmico)
CASSIANE DA COSTA
Professor responsável pela turma

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