Nome da Disciplina
SISTEMÁTICA DE FANERÓGAMAS
CÓDIGO
0010058
Carga Horária
51 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CRÉDITOS
3
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
1
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
2
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
3
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Reconhecimento das principais famílias fanerogâmicas através de dados morfológicos característicos.

Objetivos

Objetivo Geral:

• Evidenciar a importância do conhecimento da sistemática de plantas como suporte ao exercício da profissão do biólogo.
• Evidenciar a importância do estudo da sistemática vegetal em sua interrelação, e melhor aprendizagem, com outras disciplinas do curso.
• Despertar nos estudantes o sentido da observação, principalmente no campo, das peculiaridades das espécies vegetais e sua interação no ecossistema, bem como o respeito a natureza como fonte de vida e laboratório natural.
• Capacitar os estudantes ao reconhecimento das espécies mais freqüentes da vegetação nativa e que caracterizam o nosso estado.
• Enfatizar àquelas de maior importância para recuperação de áreas degradadas, paisagísticas, medicinais e aromáticas.
• Elaborar herbário didático com as coletas resultantes das saídas de campo.
• Dar condições aos futuros profissionais biólogos a acionarem como suporte ao exercício da profissão, os recursos disponíveis nos departamentos de botânica e herbários de universidades e instituições de pesquisas científicas.
• Facilitar o caminhar dos futuros biólogos no desafiante e maravilhoso mundo das plantas.

Conteúdo Programático

• Noções sobre Sistemática: identificação, classificação e nomenclatura
• Unidades Sistemáticas
• Principais sistemas de classificação
• Diferentes tratamentos taxonômicos dados às famílias fanerogâmicas.
• Estudo evolutivo das principais ordens e famílias de fanerógamas que compõem a flora brasileira
• Princípios filogenéticos
• Coletar e herborizar amostras das principais famílias encontradas no estado do Rio Grande do Sul
• Identificação prática de classes, subclasses e famílias através de manejo de chaves analíticas.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • BARROSO, G. M.; PEIXOTO, A. L.; ICHASO, C. L. F.; GUIMARÃES, E. F. & COSTA, C. G. &; 2002. Sistemática de Angiospermas do Brasil. 1o Vol. 2a ed. UFV ed., Viçosa. 309p
  • BARROSO, G. M.; PEIXOTO, A. L.; COSTA, C. G.; ICHASO, C. L. F.; GUIMARÃES, E. F. & LIMA, H. C. 1984. Sistemática de Angiospermas do Brasil. 2o Vol.. UFV ed., Viçosa. 377p
  • BARROSO, G. M.; PEIXOTO, A. L.; COSTA, C. G.; ICHASO, C. L. F.; GUIMARÃES, E. F. & LIMA, H. C. 1986. Sistemática de Angiospermas do Brasil. 3o Vol.. UFV ed., Viçosa. 326p
  • CRONQUIST, A. 1968. The evolution and classification of flowers plants. New York: William C. Steere. 395p.
  • CRONQUIST, A. 1981. A integrated system of classification of flowers plants. New York: Columbia Un. Press. 520p.
  • DAHLGREN, R. M. T., CLIFFORD, H. T. & YEO, P. F. 1985. The Families of Monocotyledons, Struture, Evolution and Taxonomy. Spring-Verlag Berlin Heidelberg. 520p
  • JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A. & STEVENS, P. F. 2009. Sistemática Vegetal, Um Enfoque Filogenético. 3ª Ed, Artmed. 632p.
  • LORENZI, H. & SOUZA, H. M. 2001. Plantas Ornamentais do Brasil – arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3o vol. Inst. Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa. 1120p
  • LORENZI, H. 2000. Plantas Daninhas do Brasil – terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 3a ed. Inst. Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa
  • RADFORD, A. F. et al. 1974. Vascular Plant Sistematics. Harper & Row Publish., New York. 891p
  • RAVEN, P.H., EVERT, R.T. & EICHORN, S. E. 2008. Biologia Vegetal. Guanabara Koogan. RJ. 906p.
  • SOUZA, V.C. & LORENZI, H. 2008. Botânica Sistemática. Instituto Plantarum de estudos da Flora Ltda, Nova Odessa. 640p

Página gerada em 08/12/2019 03:49:05 (consulta levou 0.103747s)