Nome da Atividade
OFICINA DE MODELAGEM URBANA 2
CÓDIGO
0128198
Carga Horária
51 horas
Tipo de Atividade
DISCIPLINA
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA EAD
0
CARGA HORÁRIA EXERCÍCIOS
1
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
3
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
1
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
1
CRÉDITOS
3
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Conhecer fundamentos e recursos de modelagem urbana com base em autômato celular e grafos; realizar experimentos práticos com modelos urbanos; estudar e discutir casos de teoria e prática de modelagem urbana.

Objetivos

Objetivo Geral:

Conhecer fundamentos e recursos de modelagem urbana com base em autômato celular e grafos; realizar experimentos práticos com modelos urbanos; estudar e discutir casos de teoria e prática de modelagem urbana.

Conteúdo Programático

Unidade de Ensino 1: introdução à modelagem urbana.


Unidade de Ensino 2: exercícios de modelagem urbana em ambiente vetorial e raster.


Unidade de Ensino 3: estudos de modelagem urbana; seminário.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • ALLEN, Peter (1997). Cities and regions as self-organizing systems: models of complexity. Amsterdam: Gordon and Breach Science Publishers. 275 p.
  • ALMEIDA, Cláudia Maria; CÂMARA, Gilberto; MONTEIRO, Antônio Miguel (2007). Geoinformação em urbanismo: cidade real X cidade virtual. São Paulo: Oficina de Textos. 368 p.
  • BATTY, Michael (1998). Urban evolution on the desktop: simulation with the use of extended cellular automata. Environment and Planning A, v. 30. p. 1943-1967.
  • BATTY, Michael (2003). The emergence of cities: complexity and urban dynamics. London: Casa, UCL. 18 p. [disponível em 17 de fevereiro de 2007 em http://eprints.ucl.ac.uk/archive/00000231/01/paper64.pdf
  • BATTY, Michael; TORRENS, Paul M. (2001): Modeling complexity: the limits to prediction. London: Casa, UCL. 36 p. [disponível em 17 de fevereiro de 2007 em http://www.casa.ucl.ac.uk/working_papers/paper36.pdf ]
  • BUZAI, Gustavo D. (1999). Geografía global: el paradigma geotecnológico y el espacio interdisciplinario em la interpretación del mundo del siglo XXI. Buenos Aires: Lugar Editorial. 216 p
  • ECHENIQUE, Marcial (Org.) (1975). Modelos Matemáticos de La Estrutura Urbana: Aplicaciones en América Latina. Buenos Aires: SIAP.
  • JOHNSON, Steven (2003). Emergência: a vida integrada de formigas, cérebros, cidades, softwares. Tradução de Maria C. P. Dias. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 231 p.
  • MATTEUCCI, Silvia Diana e BUZAI, Gustavo D. (Ed.). Sistemas ambientales complejos: herramientas de análisis espacial. Buenos Aires: Editoral Universitaria de Buenos Aires.
  • O’SULLIVAN, David; TORRENS, Paul M. (2000). Cellular models of urban systems. London: Casa, UCL. 11 p.[disponível em 7 de dezembro de 2001 em http://casa.ucl.ac.uk ]
  • PENA-VEJA, Alfredo (2003). O despertar ecológico: Edgar Morin e a ecologia complexa. Tradução de Renato do Nascimento e Elimar do Nascimento. Rio de Janeiro: Garamond. 104 p
  • PHILIPPE PANERAI (2006). Análise urbana. Tradução de Francisco Leitão; revisão técnica de Sylvia Fischer. Brasília: Editora Universidade de Brasília. 198 p.
  • PORTUGALI, Juval (2000). Self-organization and the city. Berlin: Springer. 352 p.
  • TORRENS, Paul (2000a). How land-use-transportation models work.. London: Casa, UCL. 75 p. [disponível em 19 de abril de 2002 em http://www.casa.ucl.ac.uk/working_papers.htm ]
  • TORRENS, Paul (2000b). How cellular models of urban systems work. London: Casa, UCL. 68 p. [disponível em 8 de dezembro de 2001 em http://casa.ucl.ac.uk/working_papers.htm ]

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