Nome da Atividade
DRAMATURGIA
CÓDIGO
05001025
Carga Horária
60 horas
Tipo de Atividade
DISCIPLINA
Periodicidade
Semestral
Modalidade
PRESENCIAL
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
4
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
CRÉDITOS
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%
NOTA MÉDIA APROVAÇÃO
7

Ementa

Panorama da dramaturgia ocidental. A estrutura do drama. Análise do texto dramático. A criação de textos teatrais. A aplicação de exercícios dramatúrgicos em espaços formativos.

Objetivos

Objetivo Geral:

- Discutir as transformações da dramaturgia ocidental, sobretudo nos séculos XIX e XX.
- Compreender o estudo detalhado de um texto dramático.
- Estudar a estrutura do drama.
- Produzir textos teatrais.
- Planejar exercícios dramatúrgicos em sala de aula.

Conteúdo Programático

UNIDADE 1 – O QUE É DRAMATURGIA?
1.1 A definição clássica, com base na identificação aristotélica.
1.2 Os gêneros literários: especificações do gênero dramático
1.3 A concepção de dramaturgia contemporânea.

UNIDADE 2 – PANORAMA DA DRAMATURGIA OCIDENTAL
2.1 O reinado, a deposição e a busca de um novo uso do texto (Roubine)
2.2 A crise do drama

UNIDADE 3 – A ESTRUTURA DO DRAMA
3.1 A unidade dramática
3.2 A personagem
3.3 O conflito
3.4 A rubrica e os diálogos
3.5 Os diferentes gêneros teatrais
3.6 Semiologia teatral: os signos no teatro
3.7 O modelo actancial de análise

UNIDADE 4 – A ANÁLISE DE UM TEXTO DRAMÁTICO/ÉPICO
4.1 Tema da peça
4.2 Argumento (enredo)
4.3 Relação dos acontecimentos
4.4 Principais conflitos
4.5 Gráfico de intensidade da peça (momentos de tensão x momentos de relaxamento)
4.6 Ficha de personagem
4.7 Principais objetivos das personagens
4.8 Atmosfera da peça
4.9 Modelo actancial

UNIDADE 5 - EXERCÍCIOS DE PRODUÇÃO DRAMATÚRGICA
5.1 Produção de textos teatrais
5.2 Recepção da dramaturgia produzida
5.3 Análise da criação ficcional

UNIDADE 6 – LABORATÓRIO DE CONSTRUÇÃO DRAMATÚRGICA EM ESPAÇOS FORMATIVOS
6.1 As possibilidades de criação dramatúrgica no ambiente escolar

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • ARISTÓTELES. Poética. 2ª ed. São Paulo: Editora 34, 2017.
  • GUINSBURG, J.; COELHO NETTO, Teixeira; CARDOSO, Reni Chaves (orgs). Semiologia do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2006.
  • REWALD, R. Dramaturgia: o texto e tudo mais ao redor. Sala Preta, [S. l.], v. 9, p. 281-291, 2009. DOI: 10.11606/issn.2238-3867.v9i0p281-291. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/salapreta/article/view/57412. Acesso em: 1 out. 2020.
  • RODARI, Gianni. Gramática da fantasia. São Paulo: Summus, 1982.
  • VIDOR, Heloise B. “A construção da narrativa cênica em sala de aula com base no jogo teatral — diferentes possibilidades”. In: OUVIROUVER, vol. 6, nº 1, 2010.p.111-122. Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/ouvirouver/article/view/8224/5284. Acesso em: 1 out. 2020.

Bibliografia Complementar:

  • HARTMANN, Luciana. “Arte” e a “ciência” de contar histórias: como a noção de performance pode provocar diálogos entre a pesquisa e a prática. MORINGA - Artes do Espetáculo, v. 5, n. 2, 23 dez. 2014. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/moringa/article/view/22211. Acesso em: 1 out. 2020.
  • JUGUERO, Viviane. Teatro infantil e teatro para crianças. Disponível em: https://cbtij.org.br/bando-de-brincantes-um-caminho-dialetico-teatro-para-criancas-capitulo-08/. Acesso em: 1 out. 2020.
  • LEHMANN, Hans-Thies. “Teatro pós-dramático doze anos depois”. Revista Brasileira de Estudos da Presença, Porto Alegre, v. 3, n.3 (2013). Disponível em: https://seer.ufrgs.br/presenca/article/view/39703. Acesso em: 1 out. 2020.
  • ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: Perspectiva, 1985.
  • UBERSFELD, Anne. Para ler o teatro. São Paulo: Perspectiva, 2005.

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