Nome da Disciplina
História da Filosofia Moderna e Contemporânea
CÓDIGO
D001124
Carga Horária
68 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Modalidade
A DISTÂNCIA
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
4
CRÉDITOS
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%
NOTA MÉDIA APROVAÇÃO
7

Ementa

O Idealismo Alemão: Subjetividade, Natureza e Arte em Fiche e Schelling. A filosofia do Romantismo. Origens do pensamento contemporâneo: Hegel e os jovens hegelianos de esquerda, Bruno Bauer, Feuerbach, Stirner. Desenvolvimento do materialismo histórico: Marx. Formação do pensamento existencial: Kierkegaard. Positivismo e utilitarismo: Comte, Spencer, Bentham e Stuart Mill. Primado da vontade e genealogia da moral: Schopenhauer, Nietzsche. Reação ao positivismo: intuicionismo e vitalismo de Bergson, neokantianismo, historicismo de Dilthey. Pragmatismo: Peirce, James, Dewey.

Objetivos

Objetivo Geral:

Analisar temas e textos de filósofos significativos do século XIX, desde o Idealismo alemão até o início do século XX, visando a uma discussão e aprofundamento de problemas e aspectos fundamentais da filosofia dessa época.

 

Objetivos Específicos:

Possibilitar uma visão crítica e reflexiva do pensamento moderno e contemporâneo, relacionando as concepções filosóficas com o horizonte histórico e social de sua instauração.

Conteúdo Programático

Introdução: Rupturas e transformações no pensamento do século XIX.
O Idealismo alemão
Fichte. Subjetividade e Ciência
Schelling. A filosofia da natureza e filosofia da arte
A filosofia do Romantismo: Schlegel, Schelling
Hegel: a dialética especulativa
A herança da filosofia hegeliana: Hegelianos de Direita e de Esquerda.
Max Stirner: O Eu, o Indivíduo e o Nada.
L. Feuerbach: A crítica ao cristianismo e a antropologia.
K. Marx: O materialismo histórico e dialético.
A crise do pensamento metafísico e da cultura ocidental.
Schopenhauer: o mundo como vontade e como representação;
Kierkegaard: o indivíduo, a angústia e o desespero;
O positivismo do século XIX;
A. Comte: a doutrina da ciência e a nova religião da humanidade;
J. Stuart Mill e o positivismo utilitarista inglês;
Nietzsche: a radicalização da crítica à metafísica, à moral e à cultura ocidentais.
A moral dos escravos e a moral dos senhores.
Vontade de potência e niilismo.
Bergson e as filosofias da vida: impulso vital e evolução criadora.
Conclusão: Tensões e impasses no pensamento filosófico na passagem do século XIX para o século XX.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

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