Nome da Disciplina
ANTROPOLOGIA RURAL
CÓDIGO
1670046
Carga Horária
68 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Modalidade
CRÉDITOS
4
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
4
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Introdução a teorias e abordagens pertinentes à prática da investigação antropológica junto a populações rurais.

Objetivos

Objetivo Geral:

Oportunizar a apreensão de noções e conceitos fundamentais aos estudos antropológicos do rural.

Conteúdo Programático

1. Antropologia Rural, Antropologia do Rural, Antropologia no Rural
2. Exorcizando fantasmas: o fim do campesinato
3. O campesinato como sistema econômico
4. O trabalho familiar
5. Família e estratégias de reprodução social do campesinato
6. Gênero e campesinato
7. Os estudos de comunidade no Brasil: uma aproximação
8. A comunidade rural camponesa
9. A comunidade rural como comunidade moral
10. A lógica e a simbólica da lavoura camponesa
11. Representações sobre a identidade camponesa
12. Relações campo-cidade

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • ABRAMOVAY, Ricardo. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. São Paulo: Hucitec, 1992.
  • ALMEIDA, Mauro William Barbosa. Narrativas agrárias e a morte do campesinato. Ruris, v. 1, n. 2. Campinas, 2007.
  • BAHIA, Joana. Práticas mágicas e bruxaria entre as pomeranas. Ciências Sociais e Religião, Porto Alegre, v. 2, n. 2, p. 153-176, 2000.
  • BOURDIEU, Pierre. O camponês e seu corpo. Revista de Sociologia e Política, n. 26. Curitiba, 2006.
  • CANDIDO, Antonio. Os parceiros do Rio Bonito: estudo sobre o caipira paulista e a transformação dos seus meios de vida. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1987.
  • COMERFORD, John. Sociabilidade e narrativa em sociedades camponesas. In: 24ª Reunião Brasileira de Antropologia, Olinda, 2004.
  • COMERFORD, John. Comunidade rural. In: MOTTA, Márcia (Org.). Dicionário da terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
  • HEREDIA, Beatriz Maria Alásia de. A morada da vida: trabalho familiar de pequenos produtores do Nordeste do Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.
  • HEREDIA, Beatriz Maria Alásia de. O lugar da mulher em unidades domésticas camponesas. In: AGUIAR, Neuma (Coord.). Mulheres na força de trabalho na América Latina. Petrópolis: Vozes, 1984.
  • MOURA, Margarida Maria. Camponeses. São Paulo: Ática, 1986.
  • PAULILO, Maria Ignez S. O peso do trabalho leve. Ciência Hoje, v. 5, n. 28, p.64-70, 1987.
  • POLANAH, Luís. Mexerico e mal dizer no meio rural. Revista de Guimarães, n. 103. Portugal, 1993.
  • SEYFERTH, Giralda. As contradições da liberdade: análise de representações sobre a identidade camponesa. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v.7, n.18, p.78-95, 1992.
  • WOORTMANN, Ellen F. Herdeiros, parentes e compadres: colonos do Sul e sitiantes do Nordeste. Brasília: Editora da UnB, 1995.
  • WOORTMANN, Ellen F.; WOORTMANN, Klaas. O trabalho da terra: a lógica e a simbólica da lavoura camponesa. Brasília: Editora da UnB, 1997.
  • WOORTMANN, Klaas. A Antropologia brasileira e os estudos da comunidade. Universitas, n. 11. Salvador, 1972.

Bibliografia Complementar:

  • BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Plantar, colher, comer: um estudo sobre o campesinato goiano. Rio de Janeiro: Graal, 1981.
  • CARNEIRO, Maria José. "Rural" como categoria do pensamento. Ruris, v. 2, n. 1. Campinas, 2008.
  • CARNEIRO, Maria José. O ideal rurbano: campo e cidade no imaginário de jovens rurais. In: TEIXEIRA DA SILVA, Francisco Carlos; SANTOS, Raimundo; COSTA, Luis Flávio (Org.). Mundo rural e política. Rio de Janeiro: Campus, 1998.
  • CHAYANOV, Alexander V. Sobre la teoría de los sistemas económicos no capitalistas. Cuadernos Políticos, México, n. 5, p. 15-31, 1975.
  • FELDMAN-BIANCO, Bela; RIBEIRO, Gustavo Lins (Org.). Antropologia e poder: contribuições de Eric R. Wolf. Brasília: Editora da UnB, 2003.
  • ITURRA, Raul. A reprodução no celibato. In: A religião como teoria da reprodução social: ensaios de antropologia social sobre religião, pecado, celibato e casamento. Lisboa: Escher, 1991.
  • VVAA. História Social do Campesinato Brasileiro. São Paulo: Ed. UNESP, 2009. 9 v.

Página dinâmica gerada em 0.050412s.