Nome da Disciplina
CULTURA BRASILEIRA E IDENTIDADE NACIONAL
CÓDIGO
1660053
Carga Horária
68 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CRÉDITOS
4
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
4
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

História do negro no Brasil: historiografia; Representações dos afro-descendentes nos Museus.

Objetivos

Objetivo Geral:

Discutir e problematizar as imagens construídas pela historiografia sobre o negro no Brasil, complexificando as representações destes nas instituições de memória do mesmo país.

 

Objetivos Específicos:

Provocar o reconhecimento da importância da participação do negro na história do país;

Discutir historiografia da escravidão e do pós-abolição.

Conhecer novas experiências de instituições de memória que abordem a questão da negritude.

Conteúdo Programático

O que pode ser Negro no Brasil.

O negro e a escravidão: Brasil e Rio Grande do Sul

O negro na sociedade livre: Brasil e Rio Grande do Sul

O negro em Pelotas: História e Memória

O negro nos Museus.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • AL-ALAM, Caiuá Cardoso. A Negra Forca da Princesa: Pena de Morte, Polícia e Correção em Pelotas (1830-57). São Leopoldo: UNISINOS, 2007. (Dissertação de Metsrado em História). ALGRANTI, Leila Mezan. O feitor ausente: estudo sobre a escravidão urbana no Rio de Janeiro. Petrópolis: Vozes, 1988. ARAUJO, Carlos Eduardo Moreira de. O Duplo Cativeiro: Escravidão urbana e o sistema prisional no Rio de Janeiro, 1790-1821. Rio de Janeiro: UFRJ/IFCS, 2004. (Dissertação de mestrado em História). ARRIADA, Eduardo. Pelotas: gênese e desenvolvimento urbano. Pelotas: Armazém Literário, 1994. ASSUMPÇÃO, Jorge Euzébio. Pelotas: escravidão e charqueadas (1780 – 1888). Porto Alegre: PUC/RS, 1995. (Dissertação de mestrado(.

Bibliografia Complementar:

  • BIBLIOGRAFIA BÁSICA: AL-ALAM, Caiuá Cardoso. A Negra Forca da Princesa: Pena de Morte, Polícia e Correção em Pelotas (1830-57). São Leopoldo: UNISINOS, 2007. (Dissertação de Metsrado em História). ALGRANTI, Leila Mezan. O feitor ausente: estudo sobre a escravidão urbana no Rio de Janeiro. Petrópolis: Vozes, 1988. ARAUJO, Carlos Eduardo Moreira de. O Duplo Cativeiro: Escravidão urbana e o sistema prisional no Rio de Janeiro, 1790-1821. Rio de Janeiro: UFRJ/IFCS, 2004. (Dissertação de mestrado em História). ARRIADA, Eduardo. Pelotas: gênese e desenvolvimento urbano. Pelotas: Armazém Literário, 1994. ASSUMPÇÃO, Jorge Euzébio. Pelotas: escravidão e charqueadas (1780 – 1888). Porto Alegre: PUC/RS, 1995. (Dissertação de mestrado(. COMPLEMENTAR: AZEVEDO, Célia Maria Marinho de. Onda Negra, Medo branco: o negro no imaginário das elites século XIX. São Paulo: Annablume, 2004. BAKOS, Margareth; BERND, Zilá. O negro: consciência e trabalho. Porto Alegre: UFRGS, 1998. BARCELLOS, Daisy Macedo de (e outros). Comunidade Negra de Morro Alto. Historicidade, Identidade e Territorialidade. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2004. CARDOSO, Fernando Henrique. Capitalismo e escravidão no Brasil Meridional: o negro na sociedade escravocrata do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. CARVALHO, Daniela Vallandro. “Entre a solidariedade e a animosidade”: Os conflitos e as Relações Interétnicas Populares Santa Maria – 1885 a 1915. São Leopoldo: UNISINOS, 2005. (Dissertação de mestrado). CASTRO, Hebe Maria Mattos de. Das Cores do Silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista (Brasil - século XIX). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. CUNHA, Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha. A difícil tradução: culturas africanas e afro-descendentes musealizadas. São Paulo/Dakar, 2002. ______. Memórias inst

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