Nome da Disciplina
ECOLOGIA DE COMUNIDADES VEGETAIS
CÓDIGO
0010062
Carga Horária
68 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CRÉDITOS
4
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
1
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
3
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

A disciplina visa apresentar processos que ocorrem em comunidades vegetais, assim como os materiais e métodos utilizados em estudos de comunidades vegetais.

Objetivos

Objetivo Geral:

- Proporcionar aos alunos conhecimentos básicos de sinecologia vegetal visando a compreensão dos processos que ocorrem em comunidades vegetais.
- Desenvolver habilidades de observação e análise de diferentes padrões e processos que ocorrem na vegetação regional.
- Evidenciar a importância do estudo da sinecologia vegetal como base à compreensão da vegetação atual, bem como sua interrelação com outras disciplinas.
- Capacitar os estudantes a estudar a ecologia de comunidades vegetais apresentando a metodologia utilizada nesses estudos.
- Dar conhecimento aos futuros profissionais dos recursos utilizados no estudo de comunidades vegetais.

Conteúdo Programático

Apresentação da disciplina. Conceitos básicos. Amostragem: seleção da área de estudo, métodos, localização, tamanho e forma de unidades amostrais, variáveis, suficiência amostral. Estudos de caso.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • CAIN, S.A. 1938. The species-area curve. American Midland Naturalist 119: 573-581.
  • CRAWLEY, M.J. (Ed.). 1986. Plant Ecology. Blackwell, Oxford.
  • GLENN-LEWIN, D.C.; PEET, R.K.; VEBLEN, T.T. 1992. Plant succession. Theory and prediction. Chapman & Hall, London. (Population and community).
  • LINDMAN, C.A.M. 1906. A vegetação no Rio Grande do Sul. Brasil Austral. Universal, Porto Alegre.
  • MATTEUCI, S.D. & COLMA, A. 1982. Metodologia para el estudio de la vegetacion. Secretaria General de la Organización de los Estados Americanos, Washington.
  • MILES, J. 1979. Vegetation Dynamics. Chapman & Hall, London.
  • MUELLER-DOMBOIS, D. & ELLENBERG, H. 1974. Aims and methods of vegetation ecology. J.Wiley, New York.
  • PILLAR, V. D. 1998. Sampling sufficiency in ecological surveys. Abstracta Botanica 22: 37-48.
  • PILLAR, V. D. 2004a. Integrated Character Set Analysis (SYNCSA). Software for character-based community analysis. Versão 2.2.3. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. http://ecoqua.ecologia.ufrgs.br/
  • PILLAR, V. D. 2004b. Multivariate Exploratory Analysis (MULTIV). Randomization Testing and Bootstrap Resampling. Versão 2.3.7. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. http://ecoqua.ecologia.ufrgs.br/
  • TEIXEIRA, M.B. & COURA NETO, A.B. 1986. Vegetação: as regiões fitoecológicas, sua natureza e seus recursos econômicos, estudo fitogeográfico. Pp. 541-620. In: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
  • Levantamento de recursos naturais. Folha SH. 22 Porto Alegre e SI.22 Lagoa Mirim.V. 33. Rio de Janeiro.

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