Nome da Disciplina
BIOLOGIA FLORAL E DISPERSÃO EM ANGIOSPERMAS
CÓDIGO
0010063
Carga Horária
51 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Modalidade
CRÉDITOS
3
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
1
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
2
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
3
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Estudo da biologia floral, síndromes de polinização e dispersão de frutos e sementes nas principais famílias de Angiospermas.

Objetivos

Objetivo Geral:

• Evidenciar a importância da Biologia Floral na interação inseto-planta, as síndromes de polinização e dispersão de frutos e sementes, relacionando estes assuntos com a evolução e o sucesso das Angiospermas.

 

Objetivos Específicos:

• Recapitular a organização floral.
• Estudar a evolução da biologia da flor.
• Reconhecer os principais tipos de polinização.
• Reconhecer as diferentes síndromes florais e sua relação direta com as síndromes de polinização.
• Evidenciar as diferentes estratégias das plantas para garantir o sucesso de sua reprodução.
• Apresentar a dispersão de frutos e sementes e sua importância no sucesso das angiospermas.
• Despertar nos estudantes o sentido da observação, principalmente em trabalhos de campo, salientando a grande variedade de estratégias desenvolvidas pelas plantas a fim de garantir o seu sucesso reprodutivo e de dispersão.

Conteúdo Programático

- Estudo da flor: organização e função de cada unidade constituinte.
- Evolução e diversidade da biologia floral: das flores mais primitivas às flores mais especializadas.
- Estudo das principais estruturas utilizadas pelas plantas para atração dos polinizadores.
- Tipos de polinização.
- Caracterização das principais síndromes florais e síndromes de polinização.
- Dispersão de frutos e sementes.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • COCUCCI, A.E. & MARIATH, J.E.A. 1995. Sexualidade das Plantas. Ciência Hoje 18(106): 50-62.
  • CRONQUIST, A. 1968. The evolution and classification of flowers plants. New York: William C. Steere. 395p.
  • CRONQUIST, A. 1981. A integrated system of classification of flowers plants. New York: Columbia University Press. 520p.
  • ENDRESS, P.K. 1998. Diversity and evolutionary biology of tropical flowers. Cambridge University Press. 511p.
  • JUDD, W. S.; CAMPBELL, C. S.; KELLOGG, E. A. & STEVENS, P. F. 1999. Plant Systematics, A Phylogenetic Approach. Sinauer Ass. Ed., Sunderland. 466p
  • LORENZI, H. & SOUZA, H. M. 2001. Plantas Ornamentais do Brasil – arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3o vol. Inst. Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa. 1120p.
  • PERCIVAL, M. 1965. Floral Biology. Pergamon Press. 242p.
  • PROCTOR, M. & YEO, P. 1973. The pollination of flowers. Londres: Collins. 418p.
  • RADFORD, A. F. et al. 1974. Vascular Plant Sistematics. Harper & Row Publish., New York. 891p.
  • RAVEN, P.H., EVERT, R.F. & EICHHORN, S.E. 2001. Biologia Vegetal. 6 ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A. 906 p.
  • SOUZA, V.C. & LORENZI, H. 2008. Botânica Sistemática. Instituto Plantarum de Estudos da Flora, Nova Odessa. 640p
  • STEBBINS, G.L. 1974. Flowering Plants: evolution above the species level. Massachusetts: Harvard University Press. 399p.
  • VAN DER PIJL, L. 1982. Principles of dispersal in higher plants. Berlin: Spring-Verlang. 214p.
  • VAN ROOSMALEN, M.G.M. 1985. Fruits of the guianan flora. Drukkerij Veenman B.V., Wageningen.

Página dinâmica gerada em 3.024695s.