Nome da Atividade
ANTROPOLOGIA E MEIO AMBIENTE
CÓDIGO
1678118
Carga Horária
51 horas
Tipo de Atividade
DISCIPLINA
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CRÉDITOS
3
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
2
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
1
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
3
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Relação sociedade, cultura e natureza, culturas-naturezas. Processos de (des/re) territorialização em tempos de globalização. A sociedade de risco e o movimento por justiça ambiental. Ecologia política. Modernidade ecológica e (in) sustentabilidade. Populações “tradicionais”, saberes sensíveis e conflitos ambientais.
Reflexão em torno da relação entre sociedade, cultura e natureza, a partir da contribuição da ecologia política, da teoria social contemporânea e da teoria das territorialidades. Enfoque sobre a diversidade sociocultural de grupos e/ou comunidades a partir da problematização de questões e gestões ambientais no âmbito de processos políticos históricos e sociais singulares

Objetivos

Objetivo Geral:

Compreender relação sociedade, cultura e natureza, culturas-naturezas.
Identificar processos de (des/re) territorialização em tempos de globalização.
Compreender a sociedade de risco e o movimento por justiça ambiental.
Estudar a Ecologia política, Modernidade ecológica e (in) sustentabilidade.
Estudar as Populações “tradicionais”, saberes sensíveis e conflitos ambientais.
Refletir sobre a relação entre sociedade, cultura e natureza, a partir da contribuição da ecologia política, da teoria social contemporânea e da teoria das territorialidades.
Estudar sobre a diversidade sociocultural de grupos e/ou comunidades a partir da problematização de questões e gestões ambientais no âmbito de processos políticos históricos e sociais singulares

Conteúdo Programático

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • CUNHA, M. C. da. Populações tradicionais e a Convenção da Diversidade Biológica .Estudos Avançados, v.13, n.36. São Paulo, 1999. DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: Hucitec, 1998. THOMAS, K. O homem e o mundo natural: mudança de atitude em relação às plantas e aos animais, 1500-1800. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

Bibliografia Complementar:

  • ACSELRAD, H. (Org.). Conflitos ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2004. ALMEIDA, A. W. B.. Terras de quilombo, terras indígenas, “babaçuais livres”, “castanhais do povo”, faxinais e fundos de pasto: terras tradicionalmente ocupadas. Manaus: PPGSCA/UFAM, 2006. FOLADORI, G.; TAKS, J. Um olhar antropológico sobre a questão ambiental. Mana, v.10, n.2. Rio de Janeiro, 2004. RIBEIRO, G. L.. Ambientalismo e desenvolvimento sustentado: nova ideologia/utopia do desenvolvimento. In: ______. Cultura e política no mundo contemporâneo. Brasília: Editora da UnB, 2000. LITTLE, P. E. Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade. Série Antropologia UnB, n. 322. Brasília, 2002.

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