Nome da Disciplina
ECONOMIA DOS RECURSOS HÍDRI. E TOM. DECISÃO
CÓDIGO
0960053
Carga Horária
51 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CRÉDITOS
3
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
1
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
2
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
3
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Natureza e método de economia. História do pensamento econômico. Teoria do desenvolvimento sócio-econômico. Teoria das relações internacionais.Economia dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente: Economia Ambiental: introdução a Gestão Ambiental e Análise Econômica do Ambiente. Instrumentos econômicos da Gestão Ambiental: mercado como instrumento de racionalização do uso do ambiente: exemplo da água; instrumentos jurídicos: outorga e licenciamento; instrumentos econômicos: cobrança e mercados de direitos; comparação e crítica, métodos de valoração. Análise de projetos de recursos hídricos: análises econômicas e financeiras: ponto de vista social e privado; Cobrança pelo uso de recursos naturais e ambientais: introdução, abordagens. Tarifação: água para abastecimento, esgoto, energia e irrigação.

Objetivos

Objetivo Geral:

Fundamentar aspectos econômicos, micro e macroeconomia, aplicados aos recursos hídricos, propiciando uma múltipla abordagem no entendimento da problemática relativa à gestão das águas. Contudo, espera-se qualificar o profissional para as intervenções nas tomadas de decisão quanto ao uso dos recursos hídricos e ao enfrentamento às dinâmicas naturais.

Conteúdo Programático

1) História do pensamento econômico
Origens
Principais Autores e Teorias Econômicas (Adam Smith, David Ricardo, Karl Marx e Joseph A. Schumpeter)

2) Teorias do Desenvolvimento
Ecodesenvolvimento
Desenvolvimento Sustentável3
Economia Verde
Decrescimento
3) Teoria das relações internacionais
4) Economia dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente
Análise Econômica do Ambiente
Economia Ambiental
Economia Ecológica
5) Instrumentos legais e econômicos da Gestão Ambiental
Licenciamento
Outorga
Cobrança

6) Métodos de valoração
7) Análise econômica e financeira de projetos de recursos hídricos

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • BORGHI, Anna Maria; KRIEGER, Maria da Graça. Dicionário de Direito Ambiental - Terminologia das Leis do Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Editora Lexikon Editorial, 2008.
  • CÁNEPA, E. M.; PEREIRA, J. S.; LANNA, A. E. L. A política de recursos hídricos e o princípio usuário-pagador. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, São Paulo:ABRH, v. 4, n. 1, p.103-117, 1999.
  • CÁNEPA, E. M; GRASSI, L. A, T. Os Comitês de Bacia no Rio Grande do Sul - uma experiência histórica. Porto Alegre: ABES-RS, [s.d.]. Disponivel em: http://www.abes-rs.org.br/rechid/comites-1.htm. Acesso em 02 abr 2008.
  • FURTADO, Celso. O Mito do Desenvolvimento Econômico. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1974.
  • HILL, R. C.; GRIFFITHS, W. E.; JUDGE, G. G. Econometria. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 496 p.Motta, R. S. Utilização de critérios econômicos para a valorização da água no Brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Texto para Discussão Nº 556. Rio de Janeiro: IPEA, 1998.80 p.
  • MILARÉ, Édis. Direito do Ambiente: A Gestão Ambiental em Foco. São Paulo: Editora RT (Revista dos Tribunais), 2011.
  • MACHADO, Paulo Afonso Leite. Recursos hídricos. Direito Brasileiro e Internacional. São Paulo: Malheiros, 2002. 216p.
  • PETRELLA, Riccardo. O Manifesto da Água. Rio de janeiro, Vozes, 2004

Bibliografia Complementar:

  • ANA – AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS. Plano Nacional de Recursos Hídricos. Brasília: ANA, [s.d.]. Disponível em: . Acesso: 02 abr 2004.
  • ANA – AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS. Conjuntura Nacional de Recursos Hídricos no Brasil. Brasília: ANA, [s.d.]. Disponível em: . Acesso: 02 abr 2012.
  • CAVALCANTI, Clóvis. Meio Ambiente, Celso Furtado e o Desenvolvimento Como Falácia. In: Ambiente e Sociedade. 2003.
  • COSTANZA, R. Economia ecológica: uma agenda de pesquisa. In: MAY, P. H.; MOTTA, R. S. Da. (Eds.). Valorando a natureza: análise econômica para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro: Campus, 1994. 198p.
  • LATOUCHE, Serge. Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2009.
  • MONTIBELLER-FILHO, Gilberto. O Mito do Desenvolvimento Sustentável. Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
  • MARTINS, Sérgio; SOLER, Antonio C. P; SOARES, Alexandre M. Instrumentos Tecnológicos e Jurídicos Para a Construção de Uma Sociedade Sustentável. In: O Desafio da Sustentabilidade: Um Debate Socioambiental no Brasil. São Paulo: Editora da Fundação Perseu Abramo. 2001.
  • PEARCE, D. W.; TURNER, R. K. Economics of natural resources and the environment. London: Harvester Wheatsheaf.. 1990. 378p.
  • PEPPER, David. Socialismo Ecológico: a ecologia profunda à justiça social. Lisboa: Instituto Piaget, 1992.
  • PEREIRA, J. S.; TAVARES, V. E. Q. Instrumentos de gestão ambiental: uma análise para o setor de recursos hídricos. Análise Econômica, Porto Alegre, v. 17, n. 31, p. 112-140, 1999.
  • ROGERS, P. P.; LLAMAS, M. R.; CORTINA, L. M. Water crisis: myth or reality? Londres: Taylor & Francis, 2006. 341 p.
  • SOLER, Antonio C. P. Antropocentrismo e Crise Ecológica: Direito Ambiental e Educação Ambiental como meios de (re) produção ou superação. 2011. 177f. Dissertação (Mestrado em Educação Ambiental)-Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental, Universidade Federal de Rio Grande, Rio Grande.
  • SACHS, Ignacy. Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro. Garamond: 2002.
  • THOMAS, Keith. O Homem e o Mundo Natural. São Paulo: Companhia das Letras. 1988.
  • TURNER, R. K.; Pearce, D. W.; BATEMAN, I. Environmental economics: an elementary introduction. London: Harvester Wheatsheaf, 1994. 328p.
  • WWF. Pegada Ecológica: que marcas queremos deixar no planeta? Brasília: WWF-Brasil. 2007.

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