Nome da Atividade
SENSORIAMENTO REMOTO AVANÇADO
CÓDIGO
15000572
Carga Horária
60 horas
Tipo de Atividade
DISCIPLINA
Periodicidade
Semestral
Modalidade
PRESENCIAL
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
2
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
2
CRÉDITOS
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%
NOTA MÉDIA APROVAÇÃO
7

Ementa

Sistemas sensores e a sua aplicação nas áreas de engenharia, urbanismo, agronomia, biologia e meio
ambiente. Processamento digital avançado de imagens. Rotação espectral; classificação digital; NDVI;
modelagem; quantificações. Análise e interpretação visual e digital de imagens. Comportamento Espectral
de Alvos. Métodos radiométricos.

Objetivos

Objetivo Geral:

Discutir a escolha do tipo de imagem a ser utilizada, em função de diferentes aplicações; apresentar as
principais técnicas de processamento digital de imagens; apresentar diferentes estudos de caso. Aprender a
discriminar alvos por meio de sensoriamento remoto.

 

Objetivos Específicos:

Utilizar imagens orbitais multiespectrais, de radar e outras para fins de mapeamento em diversas escalas e
estudos ambientais.
Aplicar a ferramenta de sensoriamento remoto às necessidades das diferentes áreas da engenharia,
urbanismo, agronomia, biologia e meio ambiente.

Conteúdo Programático

Os Sistemas Sensores: sensores fotográficos; sensores ótico-mecânicos; sensores eletrônicos; sensores
de radar. Os principais sistemas orbitais disponíveis; satélites de alta resolução.
 Imagens Hiper-espectrais.
 Métodos radiométricos.
 Processamento Digital de Imagens e Geoprocessamento. Rotação espectral; modelagem;
quantificações.
 Elementos de análise e interpretação de imagens, com vistas à discriminação espectral de alvos.
Exercícios práticos de reconhecimento e análise de feições em imagens de sensoriamento remoto.
 Aplicações do Sensoriamento Remoto às necessidades das diferentes áreas da engenharia, urbanismo,
agronomia, biologia e meio ambiente.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • BLASCHKE, T. & KUX, H. (orgs.). (2005). Sensoriamento Remoto e SIG: novos sistemas sensores: métodos inovadores. São Paulo: Oficina de Textos.
  • CARVALHO, M. S.; PINA, M. F.; SANTOS, S. M. (2000). Conceitos Básicos de Sistemas de Informação Geográfica e Cartografia Aplicados à Saúde. Rede Interagencial de Informações para a Saúde. Brasília.Ministério da Saúde.
  • KUX, H. & BLASCHKE, T. 2007. Sensoriamento Remoto e SIG Avançados. Oficina de Textos. 304 p
  • LILLESAND, T. M. & KIEFER, R. W. (1994). Remote Sensing and Image. SãoPaulo. Ed. UNESP.
  • INPE (2004b). Manual on-line do SPRING. Site:
  • MONICO, J. F. G. (2000). Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: Descrição, Fundamentos e Aplicações. SãoPaulo. Ed. UNESP.

Bibliografia Complementar:

  • CCRS (2004). Canada Centre for Remote Sensing. Site: www.ccrs.nrcan.gc.ca/ccrs. Acesso: 05/01/2004.
  • CROSTA, A. P. (1992). Processamento Digital de Imagens de Sensoriamento Remoto. Campinas - SP. 170p
  • INPE (2004a). Projeto de Estimativa de Desflorestamento da Amazônia – PRODES Digital. Site: http://www.obt.inpe.br/prodes. Acesso: 05/01/2004. http://www.dpi.inpe.br/spring/usuario/intro.htm. Acesso:
  • FLORENZANO, T. G. (2002). Imagens de Satélite para Estudos Ambientais. Oficina de textos. São Paulo.
  • GUPTA, R. P. 2003. Remote Sensing Geology. Springer Verlag Berlin, 655p
  • MELLO M. R., et al. 1996. Hydrocarbon prospecting in the Amazon rain forest: application of surface geochemical, microbiological, and remote sensing methods. The AAPG Memoir 66. Cap. 31, p. 401-411
  • MIRANDA, F. P. & BABINSKI, N. A. 1986. Confirmation of quantitative morphostructural analysis by seismic, aeromagnetic and geochemical data in the Amazon Basin, Brazil: 5th Thematic Conference Remote Sensing for Exploration Geology. Proceedings, vol. 2, p. 579-587.
  • MIRANDA, F. P. & BOA HORA, M. P. P., 1986, Morphostructural analysis as an aid to hydrocarbon exploration in the Amazonas Basin, Brazil: Journal of Petroleum Geology, 9: 163-178.
  • MIRANDA, F. P.E AL., 1994. Integração de dados de sensoriamento remoto, aeromagnetometria e topografia na definição do arcabouço estrutural da região do rio Uatumã (Bacia do Amazonas). CENPESSUPEP/SETEC. 62 p.
  • MORAES NOVO, E. M. L. (1992). Sensoriamento Remoto – Princípios e Aplicações. 2ª Edição. São Paulo.308p.
  • MOREIRA, M. A. (2001). Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. São José dosCampos – SP – INPE.
  • NOGUEIRA, C. R.; ROCHA, E. M. F.; CRUZ, C. B. M. (2003). Integração de Variáveis Socioeconômicas em Unidades Ambientais, o Caso da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara. In: XI Simpósio Brasileiro deSensoriamento Remoto. Belo Horizonte. CD-Rom.
  • ROBINSON, A.H., MORRISON, J. L., MUEHRCKE, P. C., KIMERLING, A. J. & GUPTILL, S. C.(1996). Elements of Cartography. 6a Ed., New York: John Wiley & Sons.
  • ROSA, R. Introdução ao Sensoriamento Remoto, EDUFUC, 1990.
  • SAUSEN, T. M. (1997). Cadernos Didáticos para Ensino de Sensoriamento Remoto. SELPER capítulo Brasil eINPE.
  • SCHOWENGERDT, R. A. Remote Sensing, Models and Methods for Image Processing. 2 Ed.. Academic Press, Toronto, 1997.522p.SEPER e INPE. Cadernos Didáticos 1 e 2. www.ltid.inpe.br/educacao.
  • MONICO, J. F. G. (2000). Posicionamento pelo NAVSTAR-GPS: Descrição, Fundamentos e Aplicações. SãoPaulo. Ed. UNESP.

Disciplinas Equivalentes

Disciplina Curso
SENSORIAMENTO REMOTO AVANÇADO Geoprocessamento (Tecnológico)

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