Nome do Projeto
A trama do crime na mídia: uma análise da cobertura jornalística de crimes de grande repercussão no Brasil sob a ótica da Análise das Narrativas e da Análise de Redes Sociais (ARS)
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
24/11/2025 - 27/11/2028
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Linguística, Letras e Artes
Resumo
Este estudo investiga a estrutura narrativa e o conjunto de relações causais (plot) presente na cobertura jornalística de crimes de grande repercussão no Brasil. Para isso, propõe-se a integração metodológica da Análise da Narrativa (AN), que diferencia a progressão cronológica (story) da progressão por conflito (plot), com a Análise de Redes Sociais (ARS). O objetivo é tratar o noticiário como uma rede complexa, onde atores-chave (vítimas, criminosos, advogados, imprensa) são os "nós" e suas interações reportadas são os "laços" de causalidade. A pesquisa visa quantificar e qualificar a centralidade desses atores na trama midiática, utilizando métricas da ARS e categorias da Narratologia (como as propostas por Todorov, Motta e Ricoeur) para decodificar como a imprensa constrói o sentido e modula o envolvimento do público em torno de eventos criminais. Espera-se, com isso, mapear os padrões estruturais que transformam o fato em drama e identificar os "nós centrais" que efetivamente conduzem a narrativa midiática, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada da cobertura jornalística no contexto brasileiro
Objetivo Geral
Analisar a estrutura narrativa e a rede de relações causais (plot) presentes na cobertura jornalística de crimes de grande repercussão no Brasil, utilizando a Análise da Narrativa (AN) e a Análise de Redes Sociais (ARS) como ferramentas complementares de investigação.
Objetivos Específicos
1. Mapear a dicotomia narrativa (story vs. plot): Identificar as estratégias discursivas empregadas pela mídia para construir o story (sequência cronológica) e o plot (rede de relações de causalidade e conflito) em casos selecionados de alta visibilidade.
2. Analisar a centralidade dos atores na trama: Aplicar métricas de centralidade da ARS (degree, betweenness, closeness) para identificar quais atores (personagens) são mais centrais na rede midiática e como essa centralidade se correlaciona com a função dramática na narrativa.
3. Decodificar as estratégias de engajamento: Investigar o uso de elementos narrativos (anacronias como flashbacks e subtramas) e a "unidade de impressão" da cobertura para sustentar o suspense e a imersão do público.
4. Identificar padrões estruturais e coesão: mapear díades, tríades e a formação de "comunidades na rede" (subtramas de alianças, conflitos ou interdependência de atores) para compreender as unidades narrativas fundamentais e as dinâmicas sociais reveladas pela cobertura.
Objetivos Específicos
1. Mapear a dicotomia narrativa (story vs. plot): Identificar as estratégias discursivas empregadas pela mídia para construir o story (sequência cronológica) e o plot (rede de relações de causalidade e conflito) em casos selecionados de alta visibilidade.
2. Analisar a centralidade dos atores na trama: Aplicar métricas de centralidade da ARS (degree, betweenness, closeness) para identificar quais atores (personagens) são mais centrais na rede midiática e como essa centralidade se correlaciona com a função dramática na narrativa.
3. Decodificar as estratégias de engajamento: Investigar o uso de elementos narrativos (anacronias como flashbacks e subtramas) e a "unidade de impressão" da cobertura para sustentar o suspense e a imersão do público.
4. Identificar padrões estruturais e coesão: mapear díades, tríades e a formação de "comunidades na rede" (subtramas de alianças, conflitos ou interdependência de atores) para compreender as unidades narrativas fundamentais e as dinâmicas sociais reveladas pela cobertura.
Justificativa
As discussões desenvolvidas no presente estudo permitem sublinhar que nosso interesse pela temática tem embasamento nas diferentes experiências profissionais e acadêmicas que vivenciamos, a priori, como jornalista na Rádio Colombo do Paraná, Rede Record de Televisão no Paraná e Rede Paranaense de Comunicação TV (Grupo GRPCOM, afiliada à TV Globo no Paraná (1994-2005), sempre exercendo a função de jornalista responsável pela produção de reportagens dos telejornais: Bom Dia Paraná, Meio-Dia Paraná e Boa Noite Paraná, além de auxiliar nas produções de programas de rede como Fantástico e Linha Direta, a partir da afiliada da Rede Globo de Televisão, RPCTV, em Curitiba.
No ambiente acadêmico, inicialmente como professor no Curso de Jornalismo desde fevereiro do ano 2000, e depois concomitante como pesquisador/mestrando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná (2003-2005), o tema do telejornalismo, cobertura jornalística, jornalismo cidadão, participativo e colaborativo se fez presente na dissertação de mestrado defendida sob a orientação da professora doutora Kati Eliana Caetano. Em seguida, sob a perspectiva de temática similar, pesquisei o telejornalismo e o jornalismo colaborativo com as novas mídias digitais na tese de doutorado defendida no Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008-2001), sob a orientação da professora doutora Lucrécia D´Alessio Ferrara, uma das fundadoras do PPGCOS, em 1968.
Na investigação pós-doutoral, fui bolsista no exterior da Fundação Capes, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade da Beira Interior, em Portugal (2013/2014), estive sob a supervisão do professor António Carreto Fidalgo, fundador do Laboratório de Comunicação e Conteúdos On-line (Labcom on-line): trabalhamos com as questões envolvendo a participação/interação da audiência do telejornal convergida nas redes sociais digitais.
Além de pesquisas realizadas no âmbito do Curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal do Cariri (UFCA), de 2010 a 2021, lotado no Instituto Interdisciplinar de Sociedade, Cultura e Arte (IISCA), importante também destacar o contato com pesquisadores vinculados a associações científicas, redes de pesquisa nacionais e internacionais e grupos de pesquisa, tais como: Intercom, SBPJor, Abejor (Associação de Pesquisadores do Ensino em Jornalismo), Compós, Rede Telejor (Pesquisadores em Telejornalismo do SBPJor), Rede de Comunicação Eleitoral (UFPR), Rede de Pesquisadores de Jornalismo em Dispositivos Móveis (Universidade da Beira Interior/Portugal). As experiências vivenciadas enquanto líder e fundador do Grupo de Pesquisa - Centro de Estudos e Pesquisas em Jornalismo, foi reconhecido pela Universidade Federal do Cariri (CEPEJor/UFCA/CNPq): de 2011 a 2021. E atualmente, como líder do Grupo de Pesquisa - Laboratório de Pesquisas Avançadas em Jornalismo (LAPAJor/UFPel/CNPq), agora reconhecido pela Universidade Federal de Pelotas: de 2021 até a presente data.
A justificativa da escolha do tema de pesquisa
O jornalismo de crimes de grande repercussão no Brasil constitui um campo fértil para a pesquisa em Comunicação, notadamente pela forma como as notícias sobre violência se transformam em narrativas complexas que mobilizam o imaginário social e influenciam o debate público sobre segurança e justiça.
Casos como os retratados no livro-reportagem "Tremembé: o presídio dos famosos", de Ulisses Campbell, demonstram a potência midiática dessas histórias, que vão além do mero registro factual. A mídia, ao cobrir esses eventos, não apenas relata a sequência de fatos (story), mas engendra uma trama (plot), estabelecendo relações de causa e efeito, hierarquias de importância e conflitos que sustentam o interesse e a interpretação do público.
O fenômeno é potencializado pela produção audiovisual do true crime em streaming, onde coberturas notórias como o Caso Richthofen (A menina que matou os pais - Prime Video), o Caso Elize Matsunaga (Era uma vez um crime - Netflix), e o Caso Nardoni (Isabella: O caso Nardoni - Netflix) ganham múltiplas abordagens, provando que a estrutura da narrativa (quem, o quê, como, e principalmente porque) é o motor do engajamento social. O desafio científico reside em desenvolver uma metodologia que transcenda a análise qualitativa tradicional para decodificar a estrutura da trama subjacente à cobertura.
A presente proposta se justifica pela inovação metodológica ao integrar a Análise da Narrativa (AN) — ancorada em preceitos da Narratologia de autores como Gérard Genette (1995), Luiz Gonzaga Motta (2021) e Paul Ricoeur (1994) — com a Análise de Redes Sociais (ARS). Essa fusão teórica e técnica permite tratar a trama jornalística como uma rede, mensurando a centralidade dos atores (nós) e as relações de causalidade (arestas), conforme modelos de Wasserman e Faust (1994) e Recuero, Bastos e Zago (2018). A ARS, neste contexto, se torna uma ferramenta interpretativa para medir a centralidade dos atores, demonstrando como essa centralidade, atribuída pela forma narrativa do veículo, pode alterar a percepção pública e o rumo da narrativa.
No ambiente acadêmico, inicialmente como professor no Curso de Jornalismo desde fevereiro do ano 2000, e depois concomitante como pesquisador/mestrando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Linguagens da Universidade Tuiuti do Paraná (2003-2005), o tema do telejornalismo, cobertura jornalística, jornalismo cidadão, participativo e colaborativo se fez presente na dissertação de mestrado defendida sob a orientação da professora doutora Kati Eliana Caetano. Em seguida, sob a perspectiva de temática similar, pesquisei o telejornalismo e o jornalismo colaborativo com as novas mídias digitais na tese de doutorado defendida no Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2008-2001), sob a orientação da professora doutora Lucrécia D´Alessio Ferrara, uma das fundadoras do PPGCOS, em 1968.
Na investigação pós-doutoral, fui bolsista no exterior da Fundação Capes, no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Universidade da Beira Interior, em Portugal (2013/2014), estive sob a supervisão do professor António Carreto Fidalgo, fundador do Laboratório de Comunicação e Conteúdos On-line (Labcom on-line): trabalhamos com as questões envolvendo a participação/interação da audiência do telejornal convergida nas redes sociais digitais.
Além de pesquisas realizadas no âmbito do Curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal do Cariri (UFCA), de 2010 a 2021, lotado no Instituto Interdisciplinar de Sociedade, Cultura e Arte (IISCA), importante também destacar o contato com pesquisadores vinculados a associações científicas, redes de pesquisa nacionais e internacionais e grupos de pesquisa, tais como: Intercom, SBPJor, Abejor (Associação de Pesquisadores do Ensino em Jornalismo), Compós, Rede Telejor (Pesquisadores em Telejornalismo do SBPJor), Rede de Comunicação Eleitoral (UFPR), Rede de Pesquisadores de Jornalismo em Dispositivos Móveis (Universidade da Beira Interior/Portugal). As experiências vivenciadas enquanto líder e fundador do Grupo de Pesquisa - Centro de Estudos e Pesquisas em Jornalismo, foi reconhecido pela Universidade Federal do Cariri (CEPEJor/UFCA/CNPq): de 2011 a 2021. E atualmente, como líder do Grupo de Pesquisa - Laboratório de Pesquisas Avançadas em Jornalismo (LAPAJor/UFPel/CNPq), agora reconhecido pela Universidade Federal de Pelotas: de 2021 até a presente data.
A justificativa da escolha do tema de pesquisa
O jornalismo de crimes de grande repercussão no Brasil constitui um campo fértil para a pesquisa em Comunicação, notadamente pela forma como as notícias sobre violência se transformam em narrativas complexas que mobilizam o imaginário social e influenciam o debate público sobre segurança e justiça.
Casos como os retratados no livro-reportagem "Tremembé: o presídio dos famosos", de Ulisses Campbell, demonstram a potência midiática dessas histórias, que vão além do mero registro factual. A mídia, ao cobrir esses eventos, não apenas relata a sequência de fatos (story), mas engendra uma trama (plot), estabelecendo relações de causa e efeito, hierarquias de importância e conflitos que sustentam o interesse e a interpretação do público.
O fenômeno é potencializado pela produção audiovisual do true crime em streaming, onde coberturas notórias como o Caso Richthofen (A menina que matou os pais - Prime Video), o Caso Elize Matsunaga (Era uma vez um crime - Netflix), e o Caso Nardoni (Isabella: O caso Nardoni - Netflix) ganham múltiplas abordagens, provando que a estrutura da narrativa (quem, o quê, como, e principalmente porque) é o motor do engajamento social. O desafio científico reside em desenvolver uma metodologia que transcenda a análise qualitativa tradicional para decodificar a estrutura da trama subjacente à cobertura.
A presente proposta se justifica pela inovação metodológica ao integrar a Análise da Narrativa (AN) — ancorada em preceitos da Narratologia de autores como Gérard Genette (1995), Luiz Gonzaga Motta (2021) e Paul Ricoeur (1994) — com a Análise de Redes Sociais (ARS). Essa fusão teórica e técnica permite tratar a trama jornalística como uma rede, mensurando a centralidade dos atores (nós) e as relações de causalidade (arestas), conforme modelos de Wasserman e Faust (1994) e Recuero, Bastos e Zago (2018). A ARS, neste contexto, se torna uma ferramenta interpretativa para medir a centralidade dos atores, demonstrando como essa centralidade, atribuída pela forma narrativa do veículo, pode alterar a percepção pública e o rumo da narrativa.
Metodologia
A pesquisa será conduzida em três fases principais ao longo de 36 meses, empregando uma abordagem qualiquantitativa baseada na fusão da Narratologia com a ARS.
Ano 1: Fundamentação e Corpus (mês 1 a 12);
Ano 2: Aplicação Metodológica e ARS (mês 13 a 24);
Ano 3: Interpretação e Disseminação (mês 25 a 36).
5.1. Corpus de Análise
O corpus será composto por reportagens completas (mídia impressa e/ou digital de grande circulação, além de programas jornalísticos de TV) sobre 3 a 5 crimes de grande repercussão no Brasil ocorridos nos últimos 25 anos, que tenham gerado intenso debate e inspirado produções de true crime em streaming. O recorte temporal para a coleta será do dia do fato até a primeira sentença judicial de relevo ou o momento de maior pico de cobertura midiática. A coleta será executada nas plataformas de streaming e em sites e portais de notícias: G1, GZH, UOL.
5.2. Procedimentos Metodológicos (AN + ARS) – (Análise da Narrativa – Análise de Redes Sociais)
1. Definição da Rede e Matriz ARS-AN: O noticiário será tratado como uma rede. Os nós (vértices) serão categorizados como atores principais (vítimas, acusados), atores secundários (advogados, peritos) e atores institucionais (veículos de comunicação). As arestas (laços) serão relações causais explícitas, citações diretas ou atribuições de intenção presentes no texto jornalístico, sendo valoradas pela frequência de interação.
2. Análise Quantitativa (ARS): Utilização de softwares (UCINET, Gephi) para cálculo e análise das métricas de centralidade (Degree, Betweenness, Closeness) para identificar os atores mais influentes na construção da trama.
3. Análise Narratológica Qualitativa (AN): Os resultados da ARS serão interpretados à luz da Narratologia (Genette, Motta), com foco nas categorias de ordem (anacronias), voz (focalização) e modo (distância da narração), complementando a análise estrutural da rede.
Ano 1: Fundamentação e Corpus (mês 1 a 12);
Ano 2: Aplicação Metodológica e ARS (mês 13 a 24);
Ano 3: Interpretação e Disseminação (mês 25 a 36).
5.1. Corpus de Análise
O corpus será composto por reportagens completas (mídia impressa e/ou digital de grande circulação, além de programas jornalísticos de TV) sobre 3 a 5 crimes de grande repercussão no Brasil ocorridos nos últimos 25 anos, que tenham gerado intenso debate e inspirado produções de true crime em streaming. O recorte temporal para a coleta será do dia do fato até a primeira sentença judicial de relevo ou o momento de maior pico de cobertura midiática. A coleta será executada nas plataformas de streaming e em sites e portais de notícias: G1, GZH, UOL.
5.2. Procedimentos Metodológicos (AN + ARS) – (Análise da Narrativa – Análise de Redes Sociais)
1. Definição da Rede e Matriz ARS-AN: O noticiário será tratado como uma rede. Os nós (vértices) serão categorizados como atores principais (vítimas, acusados), atores secundários (advogados, peritos) e atores institucionais (veículos de comunicação). As arestas (laços) serão relações causais explícitas, citações diretas ou atribuições de intenção presentes no texto jornalístico, sendo valoradas pela frequência de interação.
2. Análise Quantitativa (ARS): Utilização de softwares (UCINET, Gephi) para cálculo e análise das métricas de centralidade (Degree, Betweenness, Closeness) para identificar os atores mais influentes na construção da trama.
3. Análise Narratológica Qualitativa (AN): Os resultados da ARS serão interpretados à luz da Narratologia (Genette, Motta), com foco nas categorias de ordem (anacronias), voz (focalização) e modo (distância da narração), complementando a análise estrutural da rede.
Indicadores, Metas e Resultados
RESULTADOS ESPERADOS E IMPACTO
A pesquisa visa gerar um impacto significativo ao:
1. Desenvolver um modelo metodológico inovador: consolidar a metodologia Análise de Redes Sociais/Análise da Narrativa como um novo paradigma para o estudo de narrativas jornalísticas complexas no Brasil.
2. Identificar padrões estruturais da notícia policial: mapear os padrões recorrentes de construção de trama, permitindo que a pesquisa aponte os mecanismos estruturais que a imprensa utiliza para transformar o story em um plot dramático.
3. Publicação de alto impacto: produção de, no mínimo, dois artigos completos em periódicos científicos de qualis A1/A2/A3/A4/B1/B2 além de um produto de extensão/divulgação científica com a criação de um site de acesso aberto com o domínio da UFPEL sobre a pesquisa e a publicação de E-book pela Editora da UFPEL e disponibilizado de acesso aberto no site da instituição.
4. Formação de recursos humanos: servir como base teórica e metodológica para a orientação de alunos de iniciação científica e pós-graduação, garantindo a continuidade e expansão da linha de pesquisa.
A pesquisa visa gerar um impacto significativo ao:
1. Desenvolver um modelo metodológico inovador: consolidar a metodologia Análise de Redes Sociais/Análise da Narrativa como um novo paradigma para o estudo de narrativas jornalísticas complexas no Brasil.
2. Identificar padrões estruturais da notícia policial: mapear os padrões recorrentes de construção de trama, permitindo que a pesquisa aponte os mecanismos estruturais que a imprensa utiliza para transformar o story em um plot dramático.
3. Publicação de alto impacto: produção de, no mínimo, dois artigos completos em periódicos científicos de qualis A1/A2/A3/A4/B1/B2 além de um produto de extensão/divulgação científica com a criação de um site de acesso aberto com o domínio da UFPEL sobre a pesquisa e a publicação de E-book pela Editora da UFPEL e disponibilizado de acesso aberto no site da instituição.
4. Formação de recursos humanos: servir como base teórica e metodológica para a orientação de alunos de iniciação científica e pós-graduação, garantindo a continuidade e expansão da linha de pesquisa.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| FERNANDA NICHES FARINHA | |||
| PAULO EDUARDO SILVA LINS CAJAZEIRA | 20 |