Nome do Projeto
Fisioterapia nos Cuidados Primários de Saúde
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
12/11/2025 - 28/03/2026
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências da Saúde
Resumo
O fisioterapeuta da Atenção Primária à Saúde é responsável pela promoção de saúde, prevenção de doenças e reabilitação. Dessa forma, o presente projeto tem como objetivo descrever e avaliar a efetividade das intervenções fisioterapêuticas considerando as ações assistenciais, a gestão da assistência fisioterapêutica e as ações de promoção da saúde e da qualidade de vida em pacientes com condições crônicas de saúde em uma UBS-Escola no município de Pelotas, Rio Grande do Sul. As intervenções realizadas serão avaliadas conforme as dimensões de ações assistenciais, gestão da assistência fisioterapêutica e ações de promoção de saúde.
Objetivo Geral
O presente projeto tem como objetivo descrever e avaliar a efetividade das intervenções fisioterapêuticas realizadas na UBS-Escola, considerando as ações assistenciais, a gestão da assistência fisioterapêutica, as ações de promoção da saúde e da qualidade de vida em pacientes com condições crônicas de saúde.
Justificativa
A atuação do fisioterapeuta é historicamente vinculada ao nível terciário de atenção à saúde, com foco predominante na reabilitação de pacientes após o surgimento de doenças ou lesões graves. No entanto, estudos com o de Oliveira et al.(2012) demonstraram que a inserção do fisioterapeuta na atenção primária, em ações voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças e educação em saúde, pode ter um impacto significativo e transformador.
A presença dos fisioterapeutas nos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) tem sido um processo gradual, fortemente ligado à evolução da profissão, que tradicionalmente apresenta um perfil de reabilitação. Esse modelo histórico de atuação reabilitadora afastou o fisioterapeuta da Atenção Primária à Saúde, criando barreiras no acesso da população aos serviços preventivos e de promoção de saúde que poderiam ser oferecidos por esse profissional (Coutinho, 2018).
A dificuldade na gestão da assistência fisioterapêutica na rede pública de saúde pode repercutir no aumento dos custos com tratamento, criar barreiras para a reabilitação e gerar demanda reprimida nos ambulatórios de fisioterapia devido ao excesso de pacientes com perfil de condições crônicas de baixa complexidade que ocupam as vagas dos pacientes com condições agudas complexas, como os grandes traumas, as fraturas e os pós-operatórios, dificultando o acesso desses pacientes. Por isso, as condições crônicas de baixa complexidade, como lombalgia, artroses, dores musculoesqueléticas e doenças respiratórias crônicas devem ser cuidadas, inicialmente, na APS (Coutinho, 2018).
O fisioterapeuta, assim como os demais profissionais de saúde, possui uma formação acadêmica sólida, capacitando-o para atuar em programas de promoção de saúde, ampliando o escopo de suas atividades dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) e, consequentemente, promovendo maior acesso da população a esses serviços essenciais (Oliveira et al, 2012).
A atuação fisioterapêutica na APS, além das ações assistenciais, também contempla ações de gestão e de promoção da saúde e da qualidade de vida. Estas atividades são realizadas em consonância com os princípios e diretrizes do SUS e da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), com o objetivo de atender às principais demandas e expectativas coletivas e individuais da população, proporcionando um cuidado integral e efetivo que vai além da reabilitação física, abrangendo também aspectos preventivos e educacionais. (Fonseca et al, 2016).
A presença dos fisioterapeutas nos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) tem sido um processo gradual, fortemente ligado à evolução da profissão, que tradicionalmente apresenta um perfil de reabilitação. Esse modelo histórico de atuação reabilitadora afastou o fisioterapeuta da Atenção Primária à Saúde, criando barreiras no acesso da população aos serviços preventivos e de promoção de saúde que poderiam ser oferecidos por esse profissional (Coutinho, 2018).
A dificuldade na gestão da assistência fisioterapêutica na rede pública de saúde pode repercutir no aumento dos custos com tratamento, criar barreiras para a reabilitação e gerar demanda reprimida nos ambulatórios de fisioterapia devido ao excesso de pacientes com perfil de condições crônicas de baixa complexidade que ocupam as vagas dos pacientes com condições agudas complexas, como os grandes traumas, as fraturas e os pós-operatórios, dificultando o acesso desses pacientes. Por isso, as condições crônicas de baixa complexidade, como lombalgia, artroses, dores musculoesqueléticas e doenças respiratórias crônicas devem ser cuidadas, inicialmente, na APS (Coutinho, 2018).
O fisioterapeuta, assim como os demais profissionais de saúde, possui uma formação acadêmica sólida, capacitando-o para atuar em programas de promoção de saúde, ampliando o escopo de suas atividades dentro do Sistema Único de Saúde (SUS) e, consequentemente, promovendo maior acesso da população a esses serviços essenciais (Oliveira et al, 2012).
A atuação fisioterapêutica na APS, além das ações assistenciais, também contempla ações de gestão e de promoção da saúde e da qualidade de vida. Estas atividades são realizadas em consonância com os princípios e diretrizes do SUS e da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), com o objetivo de atender às principais demandas e expectativas coletivas e individuais da população, proporcionando um cuidado integral e efetivo que vai além da reabilitação física, abrangendo também aspectos preventivos e educacionais. (Fonseca et al, 2016).
Metodologia
Serão realizadas intervenções fisioterapêuticas por meio de atividades e atendimentos em disciplinas práticas, projetos de extensão, atividades da Liga Acadêmica de Fisioterapia nos Cuidados Primários e estágios de Fisioterapia na APS na Unidade Básica de Saúde Areal Leste, onde os participantes terão a oportunidade de assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Essas intervenções serão realizadas por acadêmicos de fisioterapia, sob supervisão da professora da área de Atenção Primária, assim como pelo fisioterapeuta técnico. Os dados da pesquisa serão coletados durante os atendimentos fisioterapêuticos (sejam eles individuais, em grupo, compartilhados ou em visitas domiciliares).
Atendimentos individuais
Os atendimentos individuais são ofertados para os usuários que necessitam de atendimento fisioterapêutico para condições agudas ou disfunções moderadas, que podem ser manejadas na APS (SCHMITT et al, 2020).
Atendimentos em grupo
Os atendimentos em grupo são oferecidos para usuários que podem ser manejados em um atendimento coletivo, para tratamento de disfunções crônicas ou para indivíduos com o mesmo perfil funcional (SCHMITT et al, 2020).
Atendimentos compartilhados
Os atendimentos compartilhados são realizados entre diferentes profissionais a respeito do usuário, quando verifica-se a necessidade de um atendimento amplo e da avaliação técnica de diferentes profissionais da APS, em que o conhecimento de diversas áreas é requerido para o manejo do paciente.
Visitas domiciliares
Para tratamento dos indivíduos com dificuldades de se deslocarem até a unidade de Saúde e/ ou com demandas específicas, estendendo-se também aos cuidadores do usuário (SCHMITT et al, 2020).
Avaliação pré e pós-tratamento fisioterapêutico
A avaliação da efetividade da atuação fisioterapêutica na atenção básica será realizada através dos seguintes indicadores: modificação da sintomatologia e melhora da independência física funcional; modificação na dependência física funcional; modificação no uso de medicamentos; resolubilidade da assistência fisioterapêutica na ABS em usuários com condições crônicas; garantia do cuidado a pessoas restritas ao domicílio; qualidade da gestão da assistência; oferta de educação permanente; modificação de comportamento relacionado ao estilo de vida a partir do tratamento fisioterapêutico; qualidade de vida.
Atendimentos individuais
Os atendimentos individuais são ofertados para os usuários que necessitam de atendimento fisioterapêutico para condições agudas ou disfunções moderadas, que podem ser manejadas na APS (SCHMITT et al, 2020).
Atendimentos em grupo
Os atendimentos em grupo são oferecidos para usuários que podem ser manejados em um atendimento coletivo, para tratamento de disfunções crônicas ou para indivíduos com o mesmo perfil funcional (SCHMITT et al, 2020).
Atendimentos compartilhados
Os atendimentos compartilhados são realizados entre diferentes profissionais a respeito do usuário, quando verifica-se a necessidade de um atendimento amplo e da avaliação técnica de diferentes profissionais da APS, em que o conhecimento de diversas áreas é requerido para o manejo do paciente.
Visitas domiciliares
Para tratamento dos indivíduos com dificuldades de se deslocarem até a unidade de Saúde e/ ou com demandas específicas, estendendo-se também aos cuidadores do usuário (SCHMITT et al, 2020).
Avaliação pré e pós-tratamento fisioterapêutico
A avaliação da efetividade da atuação fisioterapêutica na atenção básica será realizada através dos seguintes indicadores: modificação da sintomatologia e melhora da independência física funcional; modificação na dependência física funcional; modificação no uso de medicamentos; resolubilidade da assistência fisioterapêutica na ABS em usuários com condições crônicas; garantia do cuidado a pessoas restritas ao domicílio; qualidade da gestão da assistência; oferta de educação permanente; modificação de comportamento relacionado ao estilo de vida a partir do tratamento fisioterapêutico; qualidade de vida.
Indicadores, Metas e Resultados
Ações Assistenciais
Esta dimensão avalia o impacto das intervenções fisioterapêuticas em termos de modificação dos sintomas, independência física funcional e uso de medicamentos.
Indicador 1- Modificação da sintomatologia e melhora da independência física funcional
Indicador 2- Modificação na dependência física funcional
Indicador 3- Modificação no uso de medicamentos
Gestão da Assistência Fisioterapêutica
Indicador 4- Resolubilidade da assistência fisioterapêutica na APS em usuários com condições crônicas
Indicador 5- Garantia do Cuidado a Pessoas Restritas ao Domícilio
Indicador 6- Qualidade da Gestão da Assistência
Indicador 7- Oferta de Educação Permanente
Ações de Promoção da Saúde
Indicador 8 – Modificação de Comportamento Relacionado ao Estilo de Vida a partir do Tratamento Fisioterapêutico
Indicador 9 – Qualidade de Vida
Além disso, haverá um espaço para observações, onde o avaliador poderá registrar fatores adicionais relacionados às respostas fornecidas pelos usuários.
Esta dimensão avalia o impacto das intervenções fisioterapêuticas em termos de modificação dos sintomas, independência física funcional e uso de medicamentos.
Indicador 1- Modificação da sintomatologia e melhora da independência física funcional
Indicador 2- Modificação na dependência física funcional
Indicador 3- Modificação no uso de medicamentos
Gestão da Assistência Fisioterapêutica
Indicador 4- Resolubilidade da assistência fisioterapêutica na APS em usuários com condições crônicas
Indicador 5- Garantia do Cuidado a Pessoas Restritas ao Domícilio
Indicador 6- Qualidade da Gestão da Assistência
Indicador 7- Oferta de Educação Permanente
Ações de Promoção da Saúde
Indicador 8 – Modificação de Comportamento Relacionado ao Estilo de Vida a partir do Tratamento Fisioterapêutico
Indicador 9 – Qualidade de Vida
Além disso, haverá um espaço para observações, onde o avaliador poderá registrar fatores adicionais relacionados às respostas fornecidas pelos usuários.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| FABIO ALMEIDA PEDRA | |||
| FERNANDO CARLOS VINHOLES SIQUEIRA | 1 | ||
| FRANCISCO XAVIER DE ARAUJO | 1 | ||
| JOAO GABRIEL LATOSINSKI SOUZA | |||
| KATHARINE OLIVEIRA ROLLO | |||
| LAONE HARDTKE RODRIGUES | |||
| MAIRA JUNKES CUNHA | 5 | ||
| MAURÍCIO TATSCH XIMENES CARVALHO | 1 | ||
| MIGUEL MULLER RIBEIRO |