Nome do Projeto
Plataforma Vacinal Modular para Equinos
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
25/03/2026 - 25/03/2028
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Biológicas
Resumo
As doenças respiratórias, entéricas e hemoparasitárias representam desafios importantes para a saúde equina e a produtividade de haras. O garrotilho (Streptococcus equi subsp. equi), a piroplasmose causada por Theileria equi, a Enteropatia Proliferativa Equina (EPE) por Lawsonia intracellularis e as infecções virais por rotavírus e coronavírus são responsáveis por altas taxas de morbidade, perdas econômicas e comprometimento do desempenho esportivo e reprodutivo dos animais. Vacinas disponíveis apresentam limitações quanto à eficácia, segurança ou praticidade, e em alguns casos não existem vacinas licenciadas. O desenvolvimento de uma plataforma vacinal modular, baseada em antígenos recombinantes selecionados por ferramentas de vacinologia reversa, pode oferecer uma solução flexível e segura, permitindo proteger os animais de forma personalizada de acordo com o perfil epidemiológico de cada propriedade.

Objetivo Geral

Desenvolver e validar uma plataforma vacinal modular para equinos contra doenças respiratórias, entéricas e hemoparasitárias de maior impacto.

Justificativa

As s doenças respiratórias, entéricas e hemoparasitárias representam desafios importantes para a saúde equina e a produtividade de haras. O desenvolvimento de uma vacina eficiente diminuirá os impactos das infecçoes para o setor da equinocultura, aumentando o desempenho dos animais e diminuindo gastos.

Metodologia

Metodologia
Fase 1 – Seleção de Antígenos e Formulação (0–6 meses)
• Bioinformática para confirmação de epítopos B/T conservados.
• Clonagem, expressão e purificação de proteínas (SeM/Se18.9, EMA-1/EMA-2, Li0902, VP6/VP7, S1/N de ECoV).
• Preparação das formulações vacinais com diferentes adjuvantes.
• Controle de qualidade: pureza, conformação, endotoxinas, estabilidade.

Fase 2 – Segurança e Imunogenicidade (6–14 meses)
• Amostra: cavalos ≥ 2 anos, soronegativos, n=26/grupo.
• Esquema vacinal: D0 (prime), D28 (reforço), D180 (opcional).
• Avaliações:
o Reações locais e sistêmicas (escores de segurança).
o ELISA, VNT e ELISpot para anticorpos e citocinas.
o qPCR para expressão de IL-2, IL-4, IL-10, IFN-γ.

Fase 3 – Eficácia de Campo (12–30 meses)
• Estudos multicêntricos em 3–5 haras endêmicos.
• Comparação entre animais vacinados (plataforma modular) e controles (vacina comercial ou sem vacinação).
• Monitoramento clínico e laboratorial por 12 meses.
• Desfechos: incidência de doença, carga parasitária, excreção fecal/respiratória, dias de afastamento.

Indicadores, Metas e Resultados

Um dos indicadores diretos do projeto é o desenvolvimento de anticorpos específicos contra os antígenos vacinais, inferindo potencial protetor.
Espera-se reduzir as taxas das infeccções citadas nos haras com animais vacinados, aumentando a saúde e desempenho zootecnico dos animais.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
ANA VITÓRIA COSTA
FABIO PEREIRA LEIVAS LEITE2
NEIDA LUCIA CONRAD

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