Nome do Projeto
Ambientes Turísticos Seguros para Mulheres
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
11/05/2026 - 12/05/2028
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Sociais Aplicadas
Resumo
O turismo caracteriza-se como um setor intensivo em mão de obra feminina e, simultaneamente, como um campo de mobilidades e experiências de consumo que envolve crescente participação de mulheres enquanto turistas. Apesar dessa centralidade, evidências recentes indicam que a inserção feminina no setor permanece marcada por desigualdades estruturais. Paralelamente, estudos sobre mobilidade turística feminina demonstram que a percepção de insegurança e as experiências de constrangimento ou violência influenciam decisões relativas à escolha de destinos, formas de deslocamento, hospedagem e práticas de lazer, especialmente em viagens solo.
A partir da literatura nacional e internacional, observa-se que a segurança das mulheres no turismo deve ser compreendida de forma abrangente, contemplando simultaneamente a proteção no âmbito do trabalho e a promoção de ambientes seguros para mulheres enquanto turistas em espaços públicos e privados de fruição turística. Protocolos institucionais recentes evidenciam a consolidação de uma agenda voltada à prevenção da violência de gênero e à qualificação de ambientes turísticos, em diferentes escalas territoriais. Contudo, persistem lacunas relacionadas à avaliação da efetividade dessas iniciativas, à integração entre o diagnóstico territorial e a intervenção aplicada e à articulação entre as dimensões do trabalho feminino e da experiência turística.
Diante desse contexto, o presente projeto integrado de pesquisa e extensão tem como objetivo analisar as relações entre gênero e turismo nas dimensões das condições de trabalho das mulheres no setor e da experiência turística feminina, com vistas ao desenvolvimento de instrumentos que promovam ambientes turísticos seguros e igualitários. Metodologicamente, o estudo adotará uma abordagem mista, combinando procedimentos quantitativos e qualitativos. Serão aplicados questionários, entrevistas semiestruturadas com trabalhadoras do turismo, análise de dados secundários sobre a inserção laboral feminina e aplicação de questionários a mulheres turistas. Essas estratégias serão complementadas por observações em campo e por oficinas de mapeamento participativo das percepções de segurança.
Como desdobramento aplicado, o projeto prevê a construção participativa e a pilotagem de um protocolo voltado à promoção de ambientes turísticos seguros e igualitários no município de Pelotas, envolvendo empreendimentos turísticos, gestores/as públicos/as e redes locais de enfrentamento à violência de gênero. Espera-se produzir diagnósticos territoriais, instrumentos de gestão turística sensíveis às questões de gênero, publicações científicas e ações formativas junto ao trade turístico. Ao articular produção de conhecimento e intervenção social, o projeto busca contribuir para o desenvolvimento de destinos mais inclusivos e socialmente responsáveis, alinhados à promoção da equidade de gênero em consonância com o ODS 5 (Agenda 2030 da ONU).
Objetivo Geral
Analisar as relações entre gênero e turismo nas dimensões do trabalho feminino e da experiência turística de mulheres, com vistas ao desenvolvimento de instrumentos que promovam ambientes turísticos seguros e igualitários.
Justificativa
O turismo configura-se como um setor intensivo em mão de obra feminina e, simultaneamente, como um campo de mobilidades e experiências de consumo que envolve a crescente participação de mulheres como turistas. Entretanto, evidências recentes indicam que a inserção feminina no turismo permanece marcada por desigualdades estruturais, incluindo concentração ocupacional em funções de menor remuneração e prestígio, barreiras à progressão profissional associadas aos fenômenos conhecidos como glass ceiling e sticky floor, além de maior exposição a situações de assédio e violência simbólica e física no ambiente de trabalho (Gabrielli, 2021; 2022; Minasi; Mayer; Santos, 2022). Paralelamente, estudos sobre mobilidade turística feminina demonstram que o medo, a percepção de insegurança e as experiências de assédio constituem dimensões estruturantes da experiência de viagem, influenciando decisões relativas a destinos, deslocamentos, hospedagem e práticas de lazer, especialmente em viagens solo (Cabral et al., 2025).
A literatura nacional e internacional evidencia que a segurança das mulheres no turismo deve ser compreendida de forma ampliada, incorporando tanto a proteção no mundo do trabalho, incluindo a chamada violência por terceiros, praticada por clientes e usuários, quanto a segurança de mulheres enquanto turistas em espaços públicos e privados de fruição turística (OIT, 2019; Cabral et al., 2025).
Protocolos e diretrizes institucionais apontam componentes recorrentes para a mitigação desses riscos, tais como políticas organizacionais de tolerância zero à violência e ao assédio, mecanismos seguros de denúncia com proteção contra retaliações, treinamento contínuo das equipes e um desenho ambiental sensível ao gênero. Tais elementos estão presentes em iniciativas implementadas em diferentes escalas, como o programa estadual Viajantes + Seguras, no Paraná, que enfatiza a capacitação de profissionais e o acolhimento de mulheres viajantes (Paraná, 2025). No plano nacional, o protocolo “Não é Não”, instituído pela Lei nº 14.786/2023, voltado à prevenção da violência e do constrangimento contra mulheres em espaços de lazer e de grande circulação, bem como materiais informativos, como a cartilha “Mulheres viajam sozinhas”, do Ministério do Turismo, que orienta sobre práticas de segurança e planejamento de viagens (Brasil, 2023; 2025). E, no âmbito internacional, o programa Safe Cities and Safe Public Spaces, coordenado pela ONU Mulheres, promove auditorias de segurança e planejamento urbano sensível ao gênero (UN Women, 2020). Em conjunto, essas experiências evidenciam a consolidação de uma agenda institucional voltada à promoção de ambientes turísticos mais seguros e igualitários para mulheres, ao mesmo tempo em que permanece a lacuna de protocolos para ambientes seguros tanto para trabalhadoras quanto para turistas.
Persistem, também lacunas relevantes no campo das mulheres viajantes, em que observa-se predominância de estudos baseados em dados auto-relatados e ambientes digitais, com reduzida triangulação com dados territoriais e administrativos, bem como escassez de avaliações de intervenções concretas em destinos turísticos . Já no âmbito das políticas e práticas organizacionais, muitos protocolos e certificações carecem de evidências de efetividade e de mecanismos padronizados de monitoramento, o que limita a compreensão de seus impactos na redução de incidentes e na melhoria das condições de trabalho e de fruição turística .
Diante desse cenário, o presente projeto integrado de pesquisa e extensão tem como objetivo analisar as relações entre gênero e turismo a partir de duas dimensões complementares: (i) as condições de trabalho das mulheres no setor turístico e (ii) a experiência de segurança e inclusão das mulheres turistas. A pesquisa buscará identificar pontos críticos de vulnerabilidade, estratégias de enfrentamento e lacunas institucionais, articulando métodos quantitativos e qualitativos, incluindo questionários, entrevistas, observação de campo e mapeamento participativo.
Como desdobramento aplicado, o projeto propõe o desenvolvimento participativo de um protocolo voltado à promoção de ambientes turísticos seguros e igualitários para mulheres trabalhadoras e usuárias dos serviços turísticos. A ação extensionista será implementada no município de Pelotas, em parceria com atores públicos e privados do turismo e com redes locais de enfrentamento à violência de gênero, contribuindo para a qualificação da gestão turística e para o fortalecimento de destinos mais inclusivos e socialmente responsáveis. Ao articular produção científica e intervenção territorial, o projeto pretende avançar na tradução de diretrizes globais e evidências acadêmicas em instrumentos concretos de gestão, contribuindo para o desenvolvimento turístico alinhado à equidade de gênero e à sustentabilidade social, em consonância com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
A literatura nacional e internacional evidencia que a segurança das mulheres no turismo deve ser compreendida de forma ampliada, incorporando tanto a proteção no mundo do trabalho, incluindo a chamada violência por terceiros, praticada por clientes e usuários, quanto a segurança de mulheres enquanto turistas em espaços públicos e privados de fruição turística (OIT, 2019; Cabral et al., 2025).
Protocolos e diretrizes institucionais apontam componentes recorrentes para a mitigação desses riscos, tais como políticas organizacionais de tolerância zero à violência e ao assédio, mecanismos seguros de denúncia com proteção contra retaliações, treinamento contínuo das equipes e um desenho ambiental sensível ao gênero. Tais elementos estão presentes em iniciativas implementadas em diferentes escalas, como o programa estadual Viajantes + Seguras, no Paraná, que enfatiza a capacitação de profissionais e o acolhimento de mulheres viajantes (Paraná, 2025). No plano nacional, o protocolo “Não é Não”, instituído pela Lei nº 14.786/2023, voltado à prevenção da violência e do constrangimento contra mulheres em espaços de lazer e de grande circulação, bem como materiais informativos, como a cartilha “Mulheres viajam sozinhas”, do Ministério do Turismo, que orienta sobre práticas de segurança e planejamento de viagens (Brasil, 2023; 2025). E, no âmbito internacional, o programa Safe Cities and Safe Public Spaces, coordenado pela ONU Mulheres, promove auditorias de segurança e planejamento urbano sensível ao gênero (UN Women, 2020). Em conjunto, essas experiências evidenciam a consolidação de uma agenda institucional voltada à promoção de ambientes turísticos mais seguros e igualitários para mulheres, ao mesmo tempo em que permanece a lacuna de protocolos para ambientes seguros tanto para trabalhadoras quanto para turistas.
Persistem, também lacunas relevantes no campo das mulheres viajantes, em que observa-se predominância de estudos baseados em dados auto-relatados e ambientes digitais, com reduzida triangulação com dados territoriais e administrativos, bem como escassez de avaliações de intervenções concretas em destinos turísticos . Já no âmbito das políticas e práticas organizacionais, muitos protocolos e certificações carecem de evidências de efetividade e de mecanismos padronizados de monitoramento, o que limita a compreensão de seus impactos na redução de incidentes e na melhoria das condições de trabalho e de fruição turística .
Diante desse cenário, o presente projeto integrado de pesquisa e extensão tem como objetivo analisar as relações entre gênero e turismo a partir de duas dimensões complementares: (i) as condições de trabalho das mulheres no setor turístico e (ii) a experiência de segurança e inclusão das mulheres turistas. A pesquisa buscará identificar pontos críticos de vulnerabilidade, estratégias de enfrentamento e lacunas institucionais, articulando métodos quantitativos e qualitativos, incluindo questionários, entrevistas, observação de campo e mapeamento participativo.
Como desdobramento aplicado, o projeto propõe o desenvolvimento participativo de um protocolo voltado à promoção de ambientes turísticos seguros e igualitários para mulheres trabalhadoras e usuárias dos serviços turísticos. A ação extensionista será implementada no município de Pelotas, em parceria com atores públicos e privados do turismo e com redes locais de enfrentamento à violência de gênero, contribuindo para a qualificação da gestão turística e para o fortalecimento de destinos mais inclusivos e socialmente responsáveis. Ao articular produção científica e intervenção territorial, o projeto pretende avançar na tradução de diretrizes globais e evidências acadêmicas em instrumentos concretos de gestão, contribuindo para o desenvolvimento turístico alinhado à equidade de gênero e à sustentabilidade social, em consonância com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Metodologia
A pesquisa adotará uma abordagem mista, de natureza exploratória, descritiva e aplicada, estruturada por meio de procedimentos quantitativos e qualitativos voltados à análise das relações entre gênero e turismo nas dimensões do trabalho feminino no setor e da experiência turística de mulheres em três eixos. No primeiro eixo, serão aplicados questionários a trabalhadoras de diferentes segmentos do turismo, como hotelaria, gastronomia, agências de viagens, eventos, guiamento e transporte turístico, com o objetivo de identificar condições de inserção laboral, percepções de segurança, experiências de assédio, oportunidades de progressão profissional e barreiras estruturais. Complementarmente, serão realizadas entrevistas semiestruturadas com trabalhadoras selecionadas, com o objetivo de aprofundar a compreensão das trajetórias profissionais e das estratégias de enfrentamento de situações de vulnerabilidade. A análise será subsidiada por dados secundários provenientes de bases oficiais, como RAIS, Cadastur, Censo da Educação Superior (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e IBGE, permitindo contextualizar os resultados empíricos em relação à estrutura do mercado de trabalho turístico.
No segundo eixo, voltado à experiência turística feminina, serão aplicados questionários a turistas e usuárias de espaços turísticos urbanos, com o objetivo de investigar as percepções de segurança, as práticas de mobilidade, as estratégias de autoproteção e os fatores que influenciam a escolha e a fruição de destinos e serviços turísticos. A coleta de dados será complementada por atividades de mapeamento participativo de percepções de segurança, permitindo identificar espacialmente áreas de maior vulnerabilidade ou acolhimento no território turístico analisado. Além disso, serão realizadas observações em campo em áreas turísticas e em eventos, com o objetivo de compreender dinâmicas situacionais relacionadas à hospitalidade, ao uso do espaço público e às interações sociais que podem incidir na experiência turística feminina.
O terceiro eixo metodológico corresponde à dimensão extensionista do projeto, orientada à construção participativa de um protocolo voltado à promoção de ambientes turísticos seguros e igualitários para mulheres trabalhadoras e usuárias de serviços turísticos. Essa etapa envolverá oficinas de sensibilização e capacitação com empreendedores e atores institucionais do turismo, com foco na prevenção do assédio, no acolhimento de vítimas e na adoção de práticas organizacionais alinhadas às diretrizes nacionais e internacionais de segurança e igualdade de gênero. A partir do diagnóstico realizado nos eixos anteriores, será realizada a pilotagem do protocolo em empreendimentos selecionados, permitindo avaliar sua aplicabilidade e contribuir para o desenvolvimento de instrumentos de gestão turística sensíveis às questões de gênero.
No segundo eixo, voltado à experiência turística feminina, serão aplicados questionários a turistas e usuárias de espaços turísticos urbanos, com o objetivo de investigar as percepções de segurança, as práticas de mobilidade, as estratégias de autoproteção e os fatores que influenciam a escolha e a fruição de destinos e serviços turísticos. A coleta de dados será complementada por atividades de mapeamento participativo de percepções de segurança, permitindo identificar espacialmente áreas de maior vulnerabilidade ou acolhimento no território turístico analisado. Além disso, serão realizadas observações em campo em áreas turísticas e em eventos, com o objetivo de compreender dinâmicas situacionais relacionadas à hospitalidade, ao uso do espaço público e às interações sociais que podem incidir na experiência turística feminina.
O terceiro eixo metodológico corresponde à dimensão extensionista do projeto, orientada à construção participativa de um protocolo voltado à promoção de ambientes turísticos seguros e igualitários para mulheres trabalhadoras e usuárias de serviços turísticos. Essa etapa envolverá oficinas de sensibilização e capacitação com empreendedores e atores institucionais do turismo, com foco na prevenção do assédio, no acolhimento de vítimas e na adoção de práticas organizacionais alinhadas às diretrizes nacionais e internacionais de segurança e igualdade de gênero. A partir do diagnóstico realizado nos eixos anteriores, será realizada a pilotagem do protocolo em empreendimentos selecionados, permitindo avaliar sua aplicabilidade e contribuir para o desenvolvimento de instrumentos de gestão turística sensíveis às questões de gênero.
Indicadores, Metas e Resultados
a) Indicador: Número de trabalhadoras do turismo respondentes ao survey.
Meta: Aplicar no mínimo 100 questionários.
Resultado esperado: Diagnóstico empírico sobre condições de trabalho, desigualdades de gênero, percepções de segurança e barreiras à progressão profissional no setor turístico.
b) Indicador: Número de entrevistas em profundidade com trabalhadoras.
Meta: Realizar 10 entrevistas semiestruturadas.
Resultado esperado: Compreensão das trajetórias profissionais femininas e das estratégias de enfrentamento a situações de assédio e vulnerabilidade.
c) Indicador: Base de dados secundários sistematizada (RAIS, Cadastur, IBGE, Censo da Educação Superior).
Meta: Organizar 1 base integrada de dados sobre gênero e trabalho no turismo em Pelotas.
Resultado esperado: Subsídios analíticos para contextualização estrutural das desigualdades de gênero no setor turístico de Pelotas.
d) Indicador: Número de mulheres turistas respondentes ao questionário.
Meta: Aplicar no mínimo 100 questionários.
Resultado esperado: Identificação de fatores condicionantes da percepção de segurança e da experiência turística feminina.
e) Indicador Número de atividades de mapeamento participativo realizadas.
Meta: Realizar ao menos 2 oficinas com mulheres.
Resultado esperado: Identificação espacial de áreas de vulnerabilidade e acolhimento no território turístico analisado de Pelotas.
f) Indicador: Número de oficinas extensionistas com o trade e poder público.
Meta: Realizar 2 oficinas de capacitação.
Resultados esperados: Sensibilização e qualificação de atores institucionais e empresariais sobre prevenção ao assédio e promoção de ambientes seguros.
g) Indicador: Elaboração de instrumento aplicado (protocolo/guia metodológico).
Meta: Produzir 1 protocolo e 1 guia metodológico.
Resultados esperados: Disponibilização de ferramenta de gestão turística sensível às questões de gênero.
h) Indicador: Produção científica.
Meta: Submeter 2 artigos científicos e apresentar resultados em eventos e publicação científica.
Resultados esperados: Avanço do conhecimento acadêmico sobre gênero, segurança e turismo.
Meta: Aplicar no mínimo 100 questionários.
Resultado esperado: Diagnóstico empírico sobre condições de trabalho, desigualdades de gênero, percepções de segurança e barreiras à progressão profissional no setor turístico.
b) Indicador: Número de entrevistas em profundidade com trabalhadoras.
Meta: Realizar 10 entrevistas semiestruturadas.
Resultado esperado: Compreensão das trajetórias profissionais femininas e das estratégias de enfrentamento a situações de assédio e vulnerabilidade.
c) Indicador: Base de dados secundários sistematizada (RAIS, Cadastur, IBGE, Censo da Educação Superior).
Meta: Organizar 1 base integrada de dados sobre gênero e trabalho no turismo em Pelotas.
Resultado esperado: Subsídios analíticos para contextualização estrutural das desigualdades de gênero no setor turístico de Pelotas.
d) Indicador: Número de mulheres turistas respondentes ao questionário.
Meta: Aplicar no mínimo 100 questionários.
Resultado esperado: Identificação de fatores condicionantes da percepção de segurança e da experiência turística feminina.
e) Indicador Número de atividades de mapeamento participativo realizadas.
Meta: Realizar ao menos 2 oficinas com mulheres.
Resultado esperado: Identificação espacial de áreas de vulnerabilidade e acolhimento no território turístico analisado de Pelotas.
f) Indicador: Número de oficinas extensionistas com o trade e poder público.
Meta: Realizar 2 oficinas de capacitação.
Resultados esperados: Sensibilização e qualificação de atores institucionais e empresariais sobre prevenção ao assédio e promoção de ambientes seguros.
g) Indicador: Elaboração de instrumento aplicado (protocolo/guia metodológico).
Meta: Produzir 1 protocolo e 1 guia metodológico.
Resultados esperados: Disponibilização de ferramenta de gestão turística sensível às questões de gênero.
h) Indicador: Produção científica.
Meta: Submeter 2 artigos científicos e apresentar resultados em eventos e publicação científica.
Resultados esperados: Avanço do conhecimento acadêmico sobre gênero, segurança e turismo.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| GABRIELA EISENBRAUN | |||
| LETIANE DA COSTA FERNANDES | |||
| LUCIMARI ACOSTA PEREIRA | 6 | ||
| NATHAIS DA COSTA GADEA | |||
| SARAH MARRONI MINASI | 11 |