Nome do Projeto
Extensão e Sociedade - Sociologia Brasileira
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
30/04/2026 - 31/07/2026
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Humanas
Eixo Temático (Principal - Afim)
Educação / Educação
Linha de Extensão
Formação de professores
Resumo
O presente projeto de extensão tem como objetivo problematizar as principais questões sociais contemporâneas no Brasil: como desigualdades sociais, violência racial, miséria e pobreza etc, a partir do diálogo com as interpretações clássicas e contemporâneas do pensamento social brasileiro. Parte-se do pressuposto de que tais fenômenos não podem ser compreendidos apenas como questões conjunturais, mas como expressões históricas de formações sociais específicas, marcadas por heranças coloniais, escravistas e por processos desiguais de modernização.
O projeto mobiliza contribuições de autores como Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior, Florestan Fernandes, Lélia Gonzalez, José de Souza Martins, entre outros, com o intuito de construir perspectivas analíticas capazes de explicar os dilemas atuais. A proposta consiste em traduzir esse repertório teórico em linguagem acessível, promovendo sua circulação para além do espaço acadêmico.
Metodologicamente, o projeto será desenvolvido por meio de oficinas temáticas, rodas de conversa, ciclos de debates e produção de materiais didáticos (cartilhas, podcasts e conteúdos digitais), em articulação com escolas públicas. As atividades buscarão relacionar conceitos clássicos: como patrimonialismo, democracia racial, formação do mercado de trabalho e discriminação racial, com experiências concretas vividas pelas comunidades envolvidas.
Como resultado esperado, o projeto pretende fomentar a formação crítica de estudantes e participantes externos, fortalecendo a capacidade de interpretação da realidade social brasileira e estimulando práticas de reflexão e intervenção social informadas teoricamente. Ao aproximar universidade e sociedade, a iniciativa contribui para a democratização do conhecimento sociológico e para a construção de espaços públicos de debate qualificado sobre os problemas sociais do país.
Objetivo Geral
Promover a formação crítica de professores do ensino médio para a compreensão e problematização de desigualdades sociais, violência racial, miséria e pobreza no Brasil, a partir das principais interpretações do pensamento social brasileiro, traduzindo esse repertório em instrumentos pedagógicos aplicáveis ao contexto escolar.
Objetivos específicos:
1. Sistematizar e traduzir conceitos-chave de autores como Gilberto Freyre, Florestan Fernandes, Lélia Gonzalez, José de Souza Martins e Sérgio Buarque de Holanda em linguagem didática acessível ao ensino médio.
2. Capacitar professores para o uso crítico desses referenciais na análise de problemas sociais contemporâneos em sala de aula.
3. Produzir e difundir materiais pedagógicos multimídia que apoiem o ensino de sociologia e áreas afins nas escolas públicas.
Objetivos específicos:
1. Sistematizar e traduzir conceitos-chave de autores como Gilberto Freyre, Florestan Fernandes, Lélia Gonzalez, José de Souza Martins e Sérgio Buarque de Holanda em linguagem didática acessível ao ensino médio.
2. Capacitar professores para o uso crítico desses referenciais na análise de problemas sociais contemporâneos em sala de aula.
3. Produzir e difundir materiais pedagógicos multimídia que apoiem o ensino de sociologia e áreas afins nas escolas públicas.
Justificativa
O Brasil contemporâneo é marcado pela persistência e pela reconfiguração de problemas sociais históricos, como desigualdades sociais profundas, violência racial, pobreza e exclusão social. Esses fenômenos não são episódicos nem meramente conjunturais, mas expressam continuidades estruturais vinculadas à formação social brasileira, atravessada por heranças coloniais, escravistas e por processos desiguais de modernização. Nesse sentido, a compreensão crítica dessas questões exige ir além das meras descrições imediatas e do senso comum, é necessário o diálogo com tradições interpretativas consolidadas do pensamento social brasileiro.
Autores como Florestan Fernandes evidenciaram os limites da integração social da população negra em uma sociedade marcada pelo legado da escravidão; Lélia Gonzalez problematizou as articulações entre racismo, cultura e desigualdade; e Caio Prado Júnior destacou o caráter dependente e desigual da formação econômica nacional, José de Souza Martins além de assinala o ressurgimento da escravidão moderna mostra a inclusão precária e marginal das populações, por sua vez, Gilberto Freyre construí a ideia do equilíbrio dos antagonismo, base epistemológica da chama “democracia racial”, em oposição à tese do branqueamento e do “racismo científico”, mas que que oculta o sistema de opressão e violência contra o corpo do escravizado. Apesar da relevância dessas interpretações, observa-se que esse repertório teórico permanece, em grande medida, restrito ao espaço universitário, com circulação limitada no ensino básico.
No contexto do ensino médio, professores frequentemente enfrentam dificuldades relacionadas à escassez de materiais didáticos críticos, à sobrecarga de trabalho e à necessidade de abordar temas complexos em linguagens acessíveis e pedagogicamente eficazes. Além disso, as transformações recentes no campo educacional, incluindo reformas curriculares e disputas em torno do ensino de temas sociais, tornam ainda mais urgente a construção de instrumentos que fortaleçam uma abordagem reflexiva e fundamentada da realidade social. Essa é a contribuição deste projeto, criar produtos que possam ser utilizados pelos professores do ensino médio.
Diante desse cenário, o presente projeto de extensão justifica-se pela necessidade promover a tradução do conhecimento sociológico em recursos pedagógicos aplicáveis ao cotidiano escolar. Ao tomar como público-alvo professores do ensino médio, a proposta reconhece esses agentes como mediadores fundamentais na formação crítica dos estudantes e na construção de espaços de reflexão sobre a realidade social.
A relevância social do projeto reside, portanto, em sua capacidade de contribuir para a democratização do conhecimento, ampliando o acesso a interpretações sociológicas e propor práticas pedagógicas que estimulem o pensamento crítico. Do ponto de vista acadêmico, a iniciativa fortalece a função social da universidade pública, articulando ensino, pesquisa e extensão, e promovendo um diálogo efetivo com demandas concretas da sociedade.
Autores como Florestan Fernandes evidenciaram os limites da integração social da população negra em uma sociedade marcada pelo legado da escravidão; Lélia Gonzalez problematizou as articulações entre racismo, cultura e desigualdade; e Caio Prado Júnior destacou o caráter dependente e desigual da formação econômica nacional, José de Souza Martins além de assinala o ressurgimento da escravidão moderna mostra a inclusão precária e marginal das populações, por sua vez, Gilberto Freyre construí a ideia do equilíbrio dos antagonismo, base epistemológica da chama “democracia racial”, em oposição à tese do branqueamento e do “racismo científico”, mas que que oculta o sistema de opressão e violência contra o corpo do escravizado. Apesar da relevância dessas interpretações, observa-se que esse repertório teórico permanece, em grande medida, restrito ao espaço universitário, com circulação limitada no ensino básico.
No contexto do ensino médio, professores frequentemente enfrentam dificuldades relacionadas à escassez de materiais didáticos críticos, à sobrecarga de trabalho e à necessidade de abordar temas complexos em linguagens acessíveis e pedagogicamente eficazes. Além disso, as transformações recentes no campo educacional, incluindo reformas curriculares e disputas em torno do ensino de temas sociais, tornam ainda mais urgente a construção de instrumentos que fortaleçam uma abordagem reflexiva e fundamentada da realidade social. Essa é a contribuição deste projeto, criar produtos que possam ser utilizados pelos professores do ensino médio.
Diante desse cenário, o presente projeto de extensão justifica-se pela necessidade promover a tradução do conhecimento sociológico em recursos pedagógicos aplicáveis ao cotidiano escolar. Ao tomar como público-alvo professores do ensino médio, a proposta reconhece esses agentes como mediadores fundamentais na formação crítica dos estudantes e na construção de espaços de reflexão sobre a realidade social.
A relevância social do projeto reside, portanto, em sua capacidade de contribuir para a democratização do conhecimento, ampliando o acesso a interpretações sociológicas e propor práticas pedagógicas que estimulem o pensamento crítico. Do ponto de vista acadêmico, a iniciativa fortalece a função social da universidade pública, articulando ensino, pesquisa e extensão, e promovendo um diálogo efetivo com demandas concretas da sociedade.
Metodologia
A metodologia do projeto terá uma abordagem que pode ser denominada de formativo-produtiva, que tem como foco a “capacitação” de estudantes de graduação em Ciências Sociais para a tradução de conceitos do pensamento social brasileiro em materiais didáticos acessíveis ao ensino médio. Trata-se de uma etapa preparatória, cujo elemento central é a produção qualificada de conteúdos pedagógicos, a serem posteriormente validados e utilizados por professores da educação básica em uma segunda fase do projeto.
Assim podem ser definidas quatro etapas entrelaçadas
1. Formação teórica orientada
Os estudantes participarão de encontros formativos voltados à revisão e aprofundamento de interpretações clássicas e contemporâneas do Brasil, com base os autores já mencionados. Não se trata apenas uma revisão de conteúdos, mas identificar os conceitos centrais, as categorias de análise e as possibilidades de “tradução” pedagógica dessas ideias e interpretações, e por que não? das contradições e perspectivas conflitantes.
Como estratégia se propõe o seguinte: leitura dirigida, seminários e fichamentos analíticos com foco em “como ensinar” os conceitos.
2. Transposição didática:
Nesta etapa, os estudantes serão introduzidos aos princípios da transposição didática, isto é, ao processo de conversão do conhecimento acadêmico em conhecimento que podem ser utilizados no ensino. Para isto é necessário trabalhar alguns aspectos como: simplificação sem perda de rigor conceitual; uso de exemplos concretos e cotidianos; adequação de linguagem ao público do ensino médio; construção de narrativas, esquemas visuais e recursos multimídia. Os alunos deverão realizar a) exercícios de reescrita de textos acadêmicos; b) criação de analogias e exemplos didáticos e c) elaboração de roteiros pedagógicos.
3. Laboratório de criação de materiais (atividade orientada)
Os estudantes, organizados em grupos, desenvolverão produtos pedagógicos a partir dos conteúdos trabalhados.
Produtos possíveis:
a) podcasts temáticos;
b) áudios curtos explicativos;
c) cadernos didáticos (incluindo propostas visuais e atividades);
d) infográficos e esquemas conceituais;
e) roteiros de aula e sequências didáticas;
f) conteúdo para redes sociais (vídeos curtos, cards explicativos).
Cada grupo será acompanhado pelo docente e coordenador do projeto para garantir o rigor teórico; clareza pedagógica e a coerência entre conteúdo e formato.
4. Avaliação
Os materiais produzidos passarão por um processo de avaliação interna, considerando:
a) consistência conceitual;
b) adequação ao público-alvo;
c) potencial de uso em sala de aula;
d) qualidade comunicacional.
Serão realizados:
a) seminários de apresentação dos produtos;
b) revisão coletiva;
c) ajustes finais.
Ao final, os materiais serão organizados em um repositório digital (site do Curso de Ciências sociais), constituindo um banco de recursos pedagógicos a ser utilizado na etapa seguinte do projeto (interação com professores do ensino médio).
Assim podem ser definidas quatro etapas entrelaçadas
1. Formação teórica orientada
Os estudantes participarão de encontros formativos voltados à revisão e aprofundamento de interpretações clássicas e contemporâneas do Brasil, com base os autores já mencionados. Não se trata apenas uma revisão de conteúdos, mas identificar os conceitos centrais, as categorias de análise e as possibilidades de “tradução” pedagógica dessas ideias e interpretações, e por que não? das contradições e perspectivas conflitantes.
Como estratégia se propõe o seguinte: leitura dirigida, seminários e fichamentos analíticos com foco em “como ensinar” os conceitos.
2. Transposição didática:
Nesta etapa, os estudantes serão introduzidos aos princípios da transposição didática, isto é, ao processo de conversão do conhecimento acadêmico em conhecimento que podem ser utilizados no ensino. Para isto é necessário trabalhar alguns aspectos como: simplificação sem perda de rigor conceitual; uso de exemplos concretos e cotidianos; adequação de linguagem ao público do ensino médio; construção de narrativas, esquemas visuais e recursos multimídia. Os alunos deverão realizar a) exercícios de reescrita de textos acadêmicos; b) criação de analogias e exemplos didáticos e c) elaboração de roteiros pedagógicos.
3. Laboratório de criação de materiais (atividade orientada)
Os estudantes, organizados em grupos, desenvolverão produtos pedagógicos a partir dos conteúdos trabalhados.
Produtos possíveis:
a) podcasts temáticos;
b) áudios curtos explicativos;
c) cadernos didáticos (incluindo propostas visuais e atividades);
d) infográficos e esquemas conceituais;
e) roteiros de aula e sequências didáticas;
f) conteúdo para redes sociais (vídeos curtos, cards explicativos).
Cada grupo será acompanhado pelo docente e coordenador do projeto para garantir o rigor teórico; clareza pedagógica e a coerência entre conteúdo e formato.
4. Avaliação
Os materiais produzidos passarão por um processo de avaliação interna, considerando:
a) consistência conceitual;
b) adequação ao público-alvo;
c) potencial de uso em sala de aula;
d) qualidade comunicacional.
Serão realizados:
a) seminários de apresentação dos produtos;
b) revisão coletiva;
c) ajustes finais.
Ao final, os materiais serão organizados em um repositório digital (site do Curso de Ciências sociais), constituindo um banco de recursos pedagógicos a ser utilizado na etapa seguinte do projeto (interação com professores do ensino médio).
Indicadores, Metas e Resultados
Indicadores e metas
1. Indicadores de formação discente
Indicadores:
Número de estudantes participantes
Frequência e participação nos encontros formativos
Qualidade dos fichamentos e exercícios de transposição didática
Evolução na capacidade de tradução conceitual (avaliação comparativa inicial/final)
Metas:
Participação de pelo menos 10 a 20 estudantes de graduação
Taxa de conclusão mínima de 80%
Produção pelo menos de 2 fichamentos analíticos por estudante
2. Indicadores de produção de materiais (resultados concretos)
Indicadores:
Quantidade de produtos pedagógicos elaborados
Diversidade de formatos (áudio, visual, escrito, digital)
Adequação dos materiais ao público do ensino médio
Coerência entre teoria sociológica e linguagem didática
Metas:
Produção de pelo menos:
6 a 10 podcasts ou áudios temáticos
2 a 4 cadernos didáticos
5 a 10 conteúdos para redes sociais (cards, vídeos curtos)
Garantir que 100% dos materiais passem por revisão docente
Pelo menos 80% dos materiais considerados adequados ao ensino médio (segundo avaliação interna)
3. Indicadores de qualidade pedagógica
Indicadores:
Clareza na explicação de conceitos dos pensadores já mencionados
Capacidade de articulação entre teoria e exemplos concretos
Uso de linguagem acessível sem perda de rigor
Possibilidades de aplicação em sala de aula
Metas:
Desenvolvimento de uma rubrica avaliativa com critérios claros
Pelo menos 75% dos materiais atingindo nível “bom” ou “excelente”
Redução significativa de problemas de simplificação indevida ou distorção conceitual após revisão
4. Indicadores de sistematização e difusão
Indicadores:
Número de materiais organizados no repositório digital
Publicação no site institucional
Disponibilização em redes sociais
Metas:
100% dos materiais finalizados disponíveis online
Criação de um repositório digital organizado por temas
Alcance pretendido:
500 a 1.000 visualizações nas redes sociais
100 downloads dos materiais didáticos
5. Indicadores de preparação para a etapa seguinte (articulação futura com escolas)
Indicadores:
Grau de aplicabilidade dos materiais (avaliação e critica interna)
Organização dos conteúdos em formato utilizável por professores
Elaboração de guias ou roteiros pedagógicos de utilização
Metas:
100% dos materiais acompanhados de instruções de uso docente
Criação de um (1) kit pedagógico completo, com tema + plano de aula + material multimídia
Produção de um relatório final com potencialidades e limites dos materiais
1. Indicadores de formação discente
Indicadores:
Número de estudantes participantes
Frequência e participação nos encontros formativos
Qualidade dos fichamentos e exercícios de transposição didática
Evolução na capacidade de tradução conceitual (avaliação comparativa inicial/final)
Metas:
Participação de pelo menos 10 a 20 estudantes de graduação
Taxa de conclusão mínima de 80%
Produção pelo menos de 2 fichamentos analíticos por estudante
2. Indicadores de produção de materiais (resultados concretos)
Indicadores:
Quantidade de produtos pedagógicos elaborados
Diversidade de formatos (áudio, visual, escrito, digital)
Adequação dos materiais ao público do ensino médio
Coerência entre teoria sociológica e linguagem didática
Metas:
Produção de pelo menos:
6 a 10 podcasts ou áudios temáticos
2 a 4 cadernos didáticos
5 a 10 conteúdos para redes sociais (cards, vídeos curtos)
Garantir que 100% dos materiais passem por revisão docente
Pelo menos 80% dos materiais considerados adequados ao ensino médio (segundo avaliação interna)
3. Indicadores de qualidade pedagógica
Indicadores:
Clareza na explicação de conceitos dos pensadores já mencionados
Capacidade de articulação entre teoria e exemplos concretos
Uso de linguagem acessível sem perda de rigor
Possibilidades de aplicação em sala de aula
Metas:
Desenvolvimento de uma rubrica avaliativa com critérios claros
Pelo menos 75% dos materiais atingindo nível “bom” ou “excelente”
Redução significativa de problemas de simplificação indevida ou distorção conceitual após revisão
4. Indicadores de sistematização e difusão
Indicadores:
Número de materiais organizados no repositório digital
Publicação no site institucional
Disponibilização em redes sociais
Metas:
100% dos materiais finalizados disponíveis online
Criação de um repositório digital organizado por temas
Alcance pretendido:
500 a 1.000 visualizações nas redes sociais
100 downloads dos materiais didáticos
5. Indicadores de preparação para a etapa seguinte (articulação futura com escolas)
Indicadores:
Grau de aplicabilidade dos materiais (avaliação e critica interna)
Organização dos conteúdos em formato utilizável por professores
Elaboração de guias ou roteiros pedagógicos de utilização
Metas:
100% dos materiais acompanhados de instruções de uso docente
Criação de um (1) kit pedagógico completo, com tema + plano de aula + material multimídia
Produção de um relatório final com potencialidades e limites dos materiais
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| ALICE MATOS SIQUEIRA | |||
| ELAINE AMARAL DA COSTA | |||
| FABIANE ARAÚJO BOTELHO | |||
| GISLAINE COSTA CHAVES | |||
| GUILHERME BARROS SIMÕES LOPES | |||
| GUILHERME PORTO DA SILVA | |||
| JAQUELINE SCHNEIDER | |||
| MARIA DE FÁTIMA ORTIZ PEDROSO | |||
| SAIONARA ABDALLA MHAMED MAIHUB | |||
| TATIANA SOARES DE SOARES | |||
| WILLIAM HECTOR GOMEZ SOTO | 8 |