Nome do Projeto
Avaliação do impacto da mutação no gene da inibina em peixes editados geneticamente (linhagem i6), com foco na expressão gênica e na ativação de vias de regeneração
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
01/05/2026 - 01/01/2029
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Biológicas
Resumo
Em mamíferos, lesões severas em tecidos ou órgãos como o coração, membros ou medula espinhal, geralmente não desencadeiam processos regenerativos. Em vez disso, resultam em uma cicatrização convencional, caracterizada pela formação de tecido fibroso (ZHAO; QIN; FU, 2016). A limitação regenerativa desses organismos pode ser explicada por uma combinação de fatores anatômicos, fisiológicos e moleculares, incluindo a complexidade estrutural dos órgãos, o perfil de citocinas inflamatórias liberadas após o dano e a ausência de sinais morfogenéticos acessíveis (JAŹWIŃSKA; SALLIN, 2016). No caso dos seres humanos, a resposta tecidual frente a lesões é predominantemente cicatricial, com regeneração limitada, o que frequentemente leva a consequências clínicas graves, como a perda irreversível de membros ou danos cardíacos permanentes após um infarto. Em contrapartida, alguns vertebrados adultos não mamíferos — como o zebrafish, o tritão e o axolote — apresentam uma notável capacidade regenerativa. Esses organismos servem como modelos in vivo valiosos para investigar como tecidos adultos danificados conseguem alternar naturalmente entre estados de quiescência e regeneração ativa (BORCHARDT; BRAUN, 2007; GODWIN; ROSENTHAL, 2014). Com isso, este projeto tem como foco principal investigar, em nível molecular, os efeitos provocados pela mutação no gene da inibina em peixes geneticamente editados da linhagem i6. Esta linhagem foi produzida durante o doutorado do aluno Leandro Silva Nunes, na Universidade Federal do Rio Grande, e após análise de sequenciamento genético, foi observada deleção parcial de nucleotídeos no gene da inibina. A pesquisa busca compreender de forma aprofundada como essa mutação afeta processos celulares específicos, com ênfase especial na sua possível participação ou interferência em vias de regeneração tecidual, além de analisar padrões de expressão gênica relacionados. Ao explorar essas alterações, o estudo pretende contribuir para o entendimento dos mecanismos moleculares envolvidos na regeneração em organismos vertebrados, fornecendo informações relevantes para a biologia do desenvolvimento, genética funcional e aplicações em biotecnologia e medicina regenerativa. Para execução do projeto, o presente estudo utilizará peixes geneticamente editados da linhagem i6 e controles não editados para investigar os efeitos moleculares da mutação no gene da inibina, com foco em vias de regeneração e expressão gênica. Serão utilizados 15 peixes em cada grupo (editados e não editados). Os animais serão submetidos a dois cortes sucessivos na cauda, com coletas realizadas nos tempos de 0h, 24h e 72h pós-lesão. O tecido regenerado será utilizado para extração de RNA total, seguindo protocolo padronizado com TRIzol™, e posterior síntese de cDNA. A expressão gênica será avaliada por RT-qPCR, utilizando primers específicos para genes da via TGF-β, incluindo inhbaa, inhbb, tgfb1a, acvr1ba, acvr2ba, smad2, smad4a, jun, fosl1a e fosl1b. Serão analisadas diferenças entre grupos editados e não editados, em duplicata técnica. Além disso, o cDNA do gene da inibina será sequenciado para identificação de possíveis transcritos aberrantes.
Objetivo Geral
Avaliar o impacto da mutação no gene da inibina em peixes editados geneticamente (linhagem i6), com foco na expressão gênica e na ativação de vias de regeneração, comparando animais editados e não editados.
Justificativa
A regeneração é um fenômeno amplamente observado no reino animal, embora a extensão dessa capacidade varie significativamente entre as espécies. Invertebrados, como planárias e Hydra, possuem a habilidade de regenerar organismos inteiros (VAN WOLFSWINKEL; WAGNER; REDDIEN, 2014). Entre os vertebrados filogeneticamente mais primitivos, como anfíbios e peixes, a regeneração ocorre de maneira menos abrangente, permitindo a reconstrução de partes consideráveis do corpo, mas não de organismos completos. Anfíbios urodelos, como as salamandras, exibem uma extraordinária capacidade de regeneração. Estes são capazes de reconstruir uma ampla variedade de tecidos e órgãos, incluindo membros, caudas, mandíbulas, medulas espinhais e lentes oculares. De maneira semelhante, os peixes teleósteos, como o zebrafish (Danio rerio), possuem a habilidade de regenerar estruturas como corações, nadadeiras, lentes, retinas e medulas espinhais (ZHAO; QIN; FU, 2016).
No entanto, a evolução dos vertebrados levou à perda dessa capacidade regenerativa em alguns tecidos. Em relação aos mamíferos, lesões graves em tecidos ou órgãos, como corações, membros ou medulas espinhais, não desencadeiam processos regenerativos, mas resultam em cicatrização simples, acompanhada pela formação de cicatriz fibrosa (ZHAO; QIN; FU, 2016). A falta dessa capacidade pode ser atribuída a uma combinação de restrições anatômicas, fisiológicas e moleculares, como a complexidade estrutural dos órgãos dos mamíferos, o perfil de citocinas inflamatórias e a inacessibilidade de informações morfogenéticas (JAŹWIŃSKA; SALLIN, 2016).
Em humanos, a resposta a lesões frequentemente resulta em cicatrização, com regeneração insuficiente, o que pode levar a problemas patológicos graves, como a perda irreversível de membros ou danos permanentes ao coração após um infarto. Em contraste, certos vertebrados não-mamíferos adultos, como zebrafish, tritões e axolotes oferecem modelos in vivo únicos para explorar como tecidos maduros danificados podem alternar naturalmente entre fases de inatividade e regeneração (BORCHARDT; BRAUN, 2007; GODWIN; ROSENTHAL, 2014). Além disso, diversos membros da superfamília de hormônios do fator de transformação do crescimento β (TGF-β), notadamente as activinas e inibinas, têm se destacado por desempenharem funções relevantes nos processos de regeneração tecidual (JAŹWIŃSKA; BADAKOV; KEATING, 2007; SALLUSTIO et al., 2017; WANG et al., 2020). No estudo conduzido por Jaźwińska, Badakov e Keating (2007), foi demonstrado que o gene actβA, responsável pela codificação da subunidade beta da activina, apresentava indução significativa já nas primeiras seis horas após a amputação da nadadeira caudal em zebrafish, especificamente na região adjacente à ferida. Ademais, a inibição desse gene resultou em comprometimento da regeneração, evidenciando seu papel essencial nesse contexto biológico. A medicina regenerativa emerge neste campo buscando reconstituir tecidos, órgãos ou partes do corpo que foram perdidos devido a traumas, doenças ou pelo processo de envelhecimento. Assim, identificar um mecanismo regenerativo conservado poderia abrir caminho para o desenvolvimento de terapias que reativem a capacidade regenerativa adormecida em humanos adultos ou em indivíduos envelhecidos, oferecendo novas possibilidades terapêuticas (IISMAA et al., 2018).
No entanto, a evolução dos vertebrados levou à perda dessa capacidade regenerativa em alguns tecidos. Em relação aos mamíferos, lesões graves em tecidos ou órgãos, como corações, membros ou medulas espinhais, não desencadeiam processos regenerativos, mas resultam em cicatrização simples, acompanhada pela formação de cicatriz fibrosa (ZHAO; QIN; FU, 2016). A falta dessa capacidade pode ser atribuída a uma combinação de restrições anatômicas, fisiológicas e moleculares, como a complexidade estrutural dos órgãos dos mamíferos, o perfil de citocinas inflamatórias e a inacessibilidade de informações morfogenéticas (JAŹWIŃSKA; SALLIN, 2016).
Em humanos, a resposta a lesões frequentemente resulta em cicatrização, com regeneração insuficiente, o que pode levar a problemas patológicos graves, como a perda irreversível de membros ou danos permanentes ao coração após um infarto. Em contraste, certos vertebrados não-mamíferos adultos, como zebrafish, tritões e axolotes oferecem modelos in vivo únicos para explorar como tecidos maduros danificados podem alternar naturalmente entre fases de inatividade e regeneração (BORCHARDT; BRAUN, 2007; GODWIN; ROSENTHAL, 2014). Além disso, diversos membros da superfamília de hormônios do fator de transformação do crescimento β (TGF-β), notadamente as activinas e inibinas, têm se destacado por desempenharem funções relevantes nos processos de regeneração tecidual (JAŹWIŃSKA; BADAKOV; KEATING, 2007; SALLUSTIO et al., 2017; WANG et al., 2020). No estudo conduzido por Jaźwińska, Badakov e Keating (2007), foi demonstrado que o gene actβA, responsável pela codificação da subunidade beta da activina, apresentava indução significativa já nas primeiras seis horas após a amputação da nadadeira caudal em zebrafish, especificamente na região adjacente à ferida. Ademais, a inibição desse gene resultou em comprometimento da regeneração, evidenciando seu papel essencial nesse contexto biológico. A medicina regenerativa emerge neste campo buscando reconstituir tecidos, órgãos ou partes do corpo que foram perdidos devido a traumas, doenças ou pelo processo de envelhecimento. Assim, identificar um mecanismo regenerativo conservado poderia abrir caminho para o desenvolvimento de terapias que reativem a capacidade regenerativa adormecida em humanos adultos ou em indivíduos envelhecidos, oferecendo novas possibilidades terapêuticas (IISMAA et al., 2018).
Metodologia
1. Seleção e Alocação dos Animais
1.1 Para o teste de qPCR
Serão utilizados 16 zebrafish adultos, divididos igualmente entre dois grupos experimentais:
● Grupo Controle (n = 8): composto por animais selvagens (não editados geneticamente);
● Grupo Experimental (n = 8): composto por descendentes da linhagem i6, previamente editada via CRISPR no gene inhbaa, caracterizada geneticamente em etapa anterior.
1.2 Para o teste de Alizarin Red S
● Grupo Controle (n = 11): composto por animais selvagens (não editados geneticamente);
● Grupo Experimental (n = 11): composto por descendentes da linhagem i6, previamente editada via CRISPR no gene inhbaa, caracterizada geneticamente em etapa anterior.
Os animais serão previamente aclimatados e mantidos sob condições controladas de temperatura, fotoperíodo e alimentação, em conformidade com as boas práticas de manejo de zebrafish em biotério.
________________________________________
2. Indução da Regeneração Caudal
Para iniciar o processo regenerativo, será realizado um primeiro corte cirúrgico na nadadeira caudal dos peixes dos dois grupos. O corte é feito com animal anestesiado, usando lâmina de bisturi esterilizada, removendo aproximadamente 50% da extensão distal da nadadeira, respeitando os limites anatômicos estabelecidos por protocolos anteriores ( JAŹWIŃSKA; BADAKOV; KEATING; 2007, GEMBERLING, M. et al. 2013) . Após o corte, os animais se recuperam de anestesia em béquer contendo analgésico, retornando ao sistema de manutenção para recuperação em condições controladas. Ali eles serão monitorados quanto à saúde geral, motricidade e alimentação.
________________________________________
3. Segundo Corte e Coleta Principal (72h)
Usando da mesma metodologia, três dias (72h) após o primeiro corte, será realizada uma segunda intervenção nos mesmos animais, agora removendo a porção já em regeneração ativa da nadadeira caudal. Este segundo corte é fundamental para capturar a ativação precoce de vias moleculares relacionadas à regeneração, especialmente da via TGF-β.________________________________________
4. Extração de RNA e Análises Moleculares
As amostras coletadas serão submetidas à extração de RNA total utilizando o reagente TRIzol™, método padrão e eficaz para tecidos pequenos como nadadeiras. O RNA obtido será posteriormente utilizado para a síntese de cDNA e análises de expressão gênica por RT-qPCR. As análises moleculares focarão na via TGF-β, investigando a regulação de genes como inhbaa, inhbb, tgfb1a, acvr1ba, smad2, entre outros.
________________________________________
5. Teste de Alizarin Red S
Neste teste os peixes serão anestesiados com tricaína (MS-222, 150 mg/L), seguido de imersão por 15 minutos em solução de AR-S a 0,01% (pH 7,4). Após esse período, os animais serão fotografados e transferidos para aquário de recuperação com água limpa. Este teste será aplicado nos tempos 24h e 96h, ou seja, 24h depois de cada corte. Não há necessidade de eutanásia para os peixes que são submetidos a este ensaio.
6. Considerações Éticas e Justificativa
Todos os procedimentos foram cuidadosamente planejados para causar o mínimo de dor, estresse e sofrimento possível. O modelo de amputação de nadadeira é considerado de baixo impacto em zebrafish, dada sua alta capacidade regenerativa e rápida recuperação. O número de animais foi estimado com base em cálculos estatísticos, garantindo que nenhum animal seja utilizado em excesso, e que os resultados obtidos tenham validade estatística e biológica. Além disso, o uso da linhagem editada geneticamente — herdada por descendência dos peixes fundadores modificados via CRISPR — permite investigar mecanismos de regeneração sem necessidade de novas edições genéticas ou intervenções adicionais nos animais.
1.1 Para o teste de qPCR
Serão utilizados 16 zebrafish adultos, divididos igualmente entre dois grupos experimentais:
● Grupo Controle (n = 8): composto por animais selvagens (não editados geneticamente);
● Grupo Experimental (n = 8): composto por descendentes da linhagem i6, previamente editada via CRISPR no gene inhbaa, caracterizada geneticamente em etapa anterior.
1.2 Para o teste de Alizarin Red S
● Grupo Controle (n = 11): composto por animais selvagens (não editados geneticamente);
● Grupo Experimental (n = 11): composto por descendentes da linhagem i6, previamente editada via CRISPR no gene inhbaa, caracterizada geneticamente em etapa anterior.
Os animais serão previamente aclimatados e mantidos sob condições controladas de temperatura, fotoperíodo e alimentação, em conformidade com as boas práticas de manejo de zebrafish em biotério.
________________________________________
2. Indução da Regeneração Caudal
Para iniciar o processo regenerativo, será realizado um primeiro corte cirúrgico na nadadeira caudal dos peixes dos dois grupos. O corte é feito com animal anestesiado, usando lâmina de bisturi esterilizada, removendo aproximadamente 50% da extensão distal da nadadeira, respeitando os limites anatômicos estabelecidos por protocolos anteriores ( JAŹWIŃSKA; BADAKOV; KEATING; 2007, GEMBERLING, M. et al. 2013) . Após o corte, os animais se recuperam de anestesia em béquer contendo analgésico, retornando ao sistema de manutenção para recuperação em condições controladas. Ali eles serão monitorados quanto à saúde geral, motricidade e alimentação.
________________________________________
3. Segundo Corte e Coleta Principal (72h)
Usando da mesma metodologia, três dias (72h) após o primeiro corte, será realizada uma segunda intervenção nos mesmos animais, agora removendo a porção já em regeneração ativa da nadadeira caudal. Este segundo corte é fundamental para capturar a ativação precoce de vias moleculares relacionadas à regeneração, especialmente da via TGF-β.________________________________________
4. Extração de RNA e Análises Moleculares
As amostras coletadas serão submetidas à extração de RNA total utilizando o reagente TRIzol™, método padrão e eficaz para tecidos pequenos como nadadeiras. O RNA obtido será posteriormente utilizado para a síntese de cDNA e análises de expressão gênica por RT-qPCR. As análises moleculares focarão na via TGF-β, investigando a regulação de genes como inhbaa, inhbb, tgfb1a, acvr1ba, smad2, entre outros.
________________________________________
5. Teste de Alizarin Red S
Neste teste os peixes serão anestesiados com tricaína (MS-222, 150 mg/L), seguido de imersão por 15 minutos em solução de AR-S a 0,01% (pH 7,4). Após esse período, os animais serão fotografados e transferidos para aquário de recuperação com água limpa. Este teste será aplicado nos tempos 24h e 96h, ou seja, 24h depois de cada corte. Não há necessidade de eutanásia para os peixes que são submetidos a este ensaio.
6. Considerações Éticas e Justificativa
Todos os procedimentos foram cuidadosamente planejados para causar o mínimo de dor, estresse e sofrimento possível. O modelo de amputação de nadadeira é considerado de baixo impacto em zebrafish, dada sua alta capacidade regenerativa e rápida recuperação. O número de animais foi estimado com base em cálculos estatísticos, garantindo que nenhum animal seja utilizado em excesso, e que os resultados obtidos tenham validade estatística e biológica. Além disso, o uso da linhagem editada geneticamente — herdada por descendência dos peixes fundadores modificados via CRISPR — permite investigar mecanismos de regeneração sem necessidade de novas edições genéticas ou intervenções adicionais nos animais.
Indicadores, Metas e Resultados
Resultados Esperados
Alterações na expressão gênica: espera-se que peixes da linhagem i6 apresentem modulação diferencial de genes da via TGF-β, indicando interferência da mutação nos mecanismos de regeneração.
Impacto na regeneração tecidual: possíveis diferenças no ritmo ou padrão de regeneração da nadadeira entre grupos editados e controles.
Alterações na mineralização: variações na deposição óssea detectadas pelo teste de Alizarin Red S, sugerindo efeito da mutação em processos estruturais.
Identificação de transcritos aberrantes: confirmação de alterações no gene da inibina em nível de RNA, reforçando o impacto funcional da mutação.
Integração dos dados moleculares e fenotípicos: estabelecimento de uma relação entre expressão gênica, mutação genética e resposta regenerativa.
Contribuição científica: avanço no entendimento dos mecanismos moleculares da regeneração em vertebrados, com potencial aplicação em biotecnologia e medicina regenerativa.
Alterações na expressão gênica: espera-se que peixes da linhagem i6 apresentem modulação diferencial de genes da via TGF-β, indicando interferência da mutação nos mecanismos de regeneração.
Impacto na regeneração tecidual: possíveis diferenças no ritmo ou padrão de regeneração da nadadeira entre grupos editados e controles.
Alterações na mineralização: variações na deposição óssea detectadas pelo teste de Alizarin Red S, sugerindo efeito da mutação em processos estruturais.
Identificação de transcritos aberrantes: confirmação de alterações no gene da inibina em nível de RNA, reforçando o impacto funcional da mutação.
Integração dos dados moleculares e fenotípicos: estabelecimento de uma relação entre expressão gênica, mutação genética e resposta regenerativa.
Contribuição científica: avanço no entendimento dos mecanismos moleculares da regeneração em vertebrados, com potencial aplicação em biotecnologia e medicina regenerativa.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| AMANDA WEEGE DA SILVEIRA MARTINS | |||
| ANTONIO DUARTE PAGANO | |||
| ANTONIO UBATUBA DE FARIA RIBEIRO | |||
| EDUARDO NUNES DELLAGOSTIN | |||
| ISABELLA TEIXEIRA ESLABAO | |||
| ISABELLE DE SOUZA CAMEIS | |||
| KAYLANE PIEPER VASCONCELOS | |||
| LEANDRO SILVA NUNES | |||
| MARIANA CAVALCANTI NASCIMENTO | |||
| MARIANA HÄRTER REMIÃO | 2 | ||
| NATIÉLI MACHADO GONÇALVES | |||
| OLENKA ROCHA PAIVA | |||
| RAFAELA BACHAUS CENTENO | |||
| ROBERTA SELL RUTZ | |||
| TONY LEANDRO REZENDE DA SILVEIRA | 3 | ||
| VINICIUS FARIAS CAMPOS | 4 | ||
| VITOR BARCELOS CHAGAS |