Nome do Projeto
Desenvolvimento de um instrumento para o rastreamento da Fragilidade Oral como constructo multidimensional: Estudo piloto no Brasil
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
29/07/2026 - 31/08/2028
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências da Saúde
Resumo
A fragilidade oral tem sido descrita como uma condição multidimensional e potencialmente reversível, caracterizada pelo declínio progressivo das funções orais em interação com fatores físicos, psicológicos e sociais, aumentando a suscetibilidade a desfechos adversos em pessoas idosas. Apesar dos avanços conceituais, sua operacionalização permanece predominantemente centrada em marcadores funcionais, com limitada incorporação da dinâmica de vulnerabilidade associada ao envelhecimento, dificultando a identificação de estágios iniciais e mantendo sobreposição conceitual com a hipofunção oral. Esta tese teve como objetivo desenvolver um instrumento de rastreamento da fragilidade oral alinhado ao constructo multidimensional de vulnerabilidade. O estudo foi conduzido em três etapas complementares. A primeira consistiu em uma fundamentação conceitual baseada em duas revisões sistemáticas independentes da literatura, uma sobre fragilidade oral e outra sobre fragilidade geral, cujos achados foram integrados por meio de um painel comparativo e de síntese analítica para subsidiar a elaboração do arcabouço teórico-conceitual. Na segunda etapa, foi desenvolvido o instrumento, com elaboração dos itens e validação do conteúdo por especialistas e diferentes áreas relacionadas ao envelhecimento, utilizando o método Delphi. Por fim, realizou-se um estudo piloto com pessoas idosas residentes na comunidade para avaliar a compreensão dos itens, sua aplicabilidade e viabilidade de uso no contexto brasileiro. Como resultado, foi obtida uma versão preliminar de um instrumento de rastreamento fundamentado em um modelo multidimensional que integra componentes de vulnerabilidade da função oral e das dimensões física, psicológica, social e comportamental. O instrumento amplia a operacionalização do conceito de fragilidade oral e oferece uma base para estudos futuros de validação psicométrica, além de favorecer o rastreamento precoce da condição em contextos comunitários, com potencial para aplicação por diferentes profissionais da saúde.
Objetivo Geral
Desenvolver um instrumento de rastreamento, alinhado ao constructo multidimensional de vulnerabilidade, visando à identificação de diferentes formas de manifestação da fragilidade oral em pessoas idosas no contexto comunitário do Brasil.
Justificativa
A fragilidade oral consolidou-se, ao longo da última década, como um conceito emergente no campo da saúde bucal e do envelhecimento, inserindo-se progressivamente na agenda internacional de promoção do envelhecimento saudável. Sua relevância reside na capacidade de articular, em um mesmo constructo, alterações funcionais orais graduais e potencialmente reversíveis com dimensões mais amplas da vulnerabilidade da pessoa idosa. Evidências recentes demonstram que comprometimentos, ainda que discretos, em funções como mastigação, força e coordenação lingual, eficiência da deglutição e controle motor-sensorial associam-se a desfechos relevantes, incluindo pior estado nutricional, sarcopenia, redução da participação social, perda de autonomia e declínio funcional global (DIBELLO et al., 2021, 2023; JAPAN DENTAL ASSOCIATION, 2019; MINAKUCHI et al., 2018; TANAKA et al., 2024).
Apesar do avanço conceitual observado nos últimos anos, a literatura sobre fragilidade oral permanece marcada por expressiva heterogeneidade teórica e metodológica. O consenso mais recente, liderado por sociedades científicas japonesas, representa um avanço ao reconhecer a fragilidade oral como um constructo multidimensional, potencialmente reversível e sensível à interação entre fatores físicos, psicológicos e sociais (TANAKA et al., 2024). Esse enquadramento amplia a compreensão do fenômeno ao deslocar o foco exclusivo da cavidade oral para uma perspectiva integrada da saúde bucal no contexto de trajetórias mais amplas do envelhecimento.
Entretanto, a incorporação desse entendimento multidimensional da dinâmica da vulnerabilidade e da diminuição progressiva de reserva no envelhecimento ainda não se reflete de forma consistente na operacionalização do constructo. Os instrumentos atualmente disponíveis variam amplamente quanto à estrutura, finalidade e aplicabilidade. Por um lado, muitos demandam equipamentos específicos, custos elevados, treinamento especializado ou maior tempo de aplicação; enquanto outros são suscetíveis a elevada subjetividade. De modo geral, essas ferramentas utilizam conjuntos de indicadores com finalidade predominante de rastreamento, voltados à identificação de indivíduos em risco, sem uma organização conceitual que permita mensurar a fragilidade oral como um constructo integrado.
Na prática, o processo avaliativo frequentemente culmina na necessidade de uma avaliação clínica especializada voltada à confirmação da hipofunção oral, que passa a assumir o papel de principal referência diagnóstica. Essa lógica é explicitamente reconhecida inclusive no consenso sobre fragilidade oral, que recomenda o uso de instrumentos de triagem, como o Oral Frailty-5 (OF-5), seguido de avaliação especializada para os casos identificados com maior risco (TANAKA et al., 2024). Assim, embora conceitualmente apresentada como uma condição multidimensional, a fragilidade oral acaba sendo operacionalmente reduzida a um diagnóstico bucal funcional específico, o que contribui para ambiguidades conceituais, sobreposição entre constructos, limitações na comparabilidade entre estudos e dificuldades para sua incorporação em políticas públicas e estratégias de cuidado integradas. Além disso, essa ênfase funcional pode limitar a identificação de estados iniciais de vulnerabilidade individual que antecedem manifestações funcionais evidentes.
Outro aspecto crítico refere-se à concentração geográfica da produção científica sobre fragilidade oral, majoritariamente liderada por países asiáticos, especialmente o Japão. Embora essa liderança tenha impulsionado o desenvolvimento do campo, os instrumentos disponíveis foram concebidos em contextos socioculturais, assistenciais e demográficos específicos, o que limita sua transferência direta para outras realidades.
Na América Latina, onde o envelhecimento populacional ocorre de forma acelerada, coexistindo com desigualdades sociais e limitações estruturais dos sistemas de saúde, a pesquisa sobre fragilidade oral ainda é incipiente, evidenciando uma lacuna relevante na produção de conhecimento contextualizado.
Diante desse cenário, o desenvolvimento de um instrumento de rastreamento da fragilidade oral, fundamentado em um marco conceitual explícito que integre multidimensionalidade e vulnerabilidade no contexto do envelhecimento, operacionalmente viável e sensível às particularidades sociais, culturais e linguísticas do Brasil, configura-se como uma etapa necessária e estratégica para o avanço do campo na região. Ao assumir o desenvolvimento do instrumento como objeto central de investigação, este estudo piloto busca estabelecer bases conceituais e metodológicas sólidas que permitam, em etapas futuras, a avaliação rigorosa de suas propriedades psicométricas e sua adaptação a diferentes contextos.
Este projeto dialoga diretamente com a agenda internacional de envelhecimento saudável e alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ao ODS 3 (Saúde e Bem-estar), ao favorecer ações de prevenção e detecção precoce de condições relacionadas ao declínio funcional em idosos, fortalecendo práticas que reduzem vulnerabilidades e promovem o bem-estar integral ao longo do curso da vida, e ao ODS 10 (Redução das Desigualdades), ao promover a inclusão social e o empoderamento da população idosa como agentes ativos e responsáveis pelo cuidado de sua própria saúde.
Espera-se que os resultados deste estudo contribuam para qualificar as práticas de rastreamento em saúde bucal do idoso e para consolidar a fragilidade oral como um constructo relevante na interface entre saúde bucal e envelhecimento saudável.
Apesar do avanço conceitual observado nos últimos anos, a literatura sobre fragilidade oral permanece marcada por expressiva heterogeneidade teórica e metodológica. O consenso mais recente, liderado por sociedades científicas japonesas, representa um avanço ao reconhecer a fragilidade oral como um constructo multidimensional, potencialmente reversível e sensível à interação entre fatores físicos, psicológicos e sociais (TANAKA et al., 2024). Esse enquadramento amplia a compreensão do fenômeno ao deslocar o foco exclusivo da cavidade oral para uma perspectiva integrada da saúde bucal no contexto de trajetórias mais amplas do envelhecimento.
Entretanto, a incorporação desse entendimento multidimensional da dinâmica da vulnerabilidade e da diminuição progressiva de reserva no envelhecimento ainda não se reflete de forma consistente na operacionalização do constructo. Os instrumentos atualmente disponíveis variam amplamente quanto à estrutura, finalidade e aplicabilidade. Por um lado, muitos demandam equipamentos específicos, custos elevados, treinamento especializado ou maior tempo de aplicação; enquanto outros são suscetíveis a elevada subjetividade. De modo geral, essas ferramentas utilizam conjuntos de indicadores com finalidade predominante de rastreamento, voltados à identificação de indivíduos em risco, sem uma organização conceitual que permita mensurar a fragilidade oral como um constructo integrado.
Na prática, o processo avaliativo frequentemente culmina na necessidade de uma avaliação clínica especializada voltada à confirmação da hipofunção oral, que passa a assumir o papel de principal referência diagnóstica. Essa lógica é explicitamente reconhecida inclusive no consenso sobre fragilidade oral, que recomenda o uso de instrumentos de triagem, como o Oral Frailty-5 (OF-5), seguido de avaliação especializada para os casos identificados com maior risco (TANAKA et al., 2024). Assim, embora conceitualmente apresentada como uma condição multidimensional, a fragilidade oral acaba sendo operacionalmente reduzida a um diagnóstico bucal funcional específico, o que contribui para ambiguidades conceituais, sobreposição entre constructos, limitações na comparabilidade entre estudos e dificuldades para sua incorporação em políticas públicas e estratégias de cuidado integradas. Além disso, essa ênfase funcional pode limitar a identificação de estados iniciais de vulnerabilidade individual que antecedem manifestações funcionais evidentes.
Outro aspecto crítico refere-se à concentração geográfica da produção científica sobre fragilidade oral, majoritariamente liderada por países asiáticos, especialmente o Japão. Embora essa liderança tenha impulsionado o desenvolvimento do campo, os instrumentos disponíveis foram concebidos em contextos socioculturais, assistenciais e demográficos específicos, o que limita sua transferência direta para outras realidades.
Na América Latina, onde o envelhecimento populacional ocorre de forma acelerada, coexistindo com desigualdades sociais e limitações estruturais dos sistemas de saúde, a pesquisa sobre fragilidade oral ainda é incipiente, evidenciando uma lacuna relevante na produção de conhecimento contextualizado.
Diante desse cenário, o desenvolvimento de um instrumento de rastreamento da fragilidade oral, fundamentado em um marco conceitual explícito que integre multidimensionalidade e vulnerabilidade no contexto do envelhecimento, operacionalmente viável e sensível às particularidades sociais, culturais e linguísticas do Brasil, configura-se como uma etapa necessária e estratégica para o avanço do campo na região. Ao assumir o desenvolvimento do instrumento como objeto central de investigação, este estudo piloto busca estabelecer bases conceituais e metodológicas sólidas que permitam, em etapas futuras, a avaliação rigorosa de suas propriedades psicométricas e sua adaptação a diferentes contextos.
Este projeto dialoga diretamente com a agenda internacional de envelhecimento saudável e alinha-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente ao ODS 3 (Saúde e Bem-estar), ao favorecer ações de prevenção e detecção precoce de condições relacionadas ao declínio funcional em idosos, fortalecendo práticas que reduzem vulnerabilidades e promovem o bem-estar integral ao longo do curso da vida, e ao ODS 10 (Redução das Desigualdades), ao promover a inclusão social e o empoderamento da população idosa como agentes ativos e responsáveis pelo cuidado de sua própria saúde.
Espera-se que os resultados deste estudo contribuam para qualificar as práticas de rastreamento em saúde bucal do idoso e para consolidar a fragilidade oral como um constructo relevante na interface entre saúde bucal e envelhecimento saudável.
Metodologia
Trata-se de um estudo metodológico destinado ao desenvolvimento de um instrumento de rastreamento, alinhado ao constructo multidimensional de vulnerabilidade, voltado à identificação de diferentes formas de manifestação da fragilidade oral em pessoas idosas no contexto comunitário brasileiro.
A metodologia do projeto será conduzida em etapas sequenciais e inter-relacionadas, iniciando-se com a revisão da literatura como etapa de fundamentação conceitual, seguida do desenvolvimento e refinamento dos domínios e itens do instrumento, e culminando na aplicação em estudo piloto.
Etapa de fundamentação conceitual: Nesta etapa inicial do estudo serão realizadas duas revisões da literatura complementares, a primeira, voltada a fragilidade geral e a segunda a fragilidade oral com o intuito de identificar e sintetizar variáveis e fatores associados à vulnerabilidade, relacionada à fragilidade em pessoas idosas. Posteriormente, será realizado um painel de comparação com o objetivo de integrar criticamente os achados das duas revisões sistemáticas (fragilidade oral e fragilidade geral), identificando variáveis que apresentam consistência empírica e coerência conceitual, bem como convergências, lacunas e fatores diferencialmente explorados, a fim de organizar os achados em domínios multidimensionais de vulnerabilidade sustentados pela literatura científica disponível para subsidiar o desenvolvimento do instrumento de rastreamento da fragilidade oral.
[12:21, 29/07/2026] Diana Milena ALUNA: Tendo esse referencial como base, a construção teórico-conceitual desta etapa será desenvolvida a partir da articulação entre o constructo central adotado e os achados provenientes do painel de comparação e integração analítica das revisões sistemáticas da literatura realizadas na etapa anterior, orientando a identificação e organização das variáveis para a definição dos domínios e dos indicadores do instrumento.
Será formado um painel de 5 a 10 especialistas de diversas áreas, como geriatria, saúde pública e/ou coletiva, odontologia, psicologia, entre outras áreas relevantes. A seleção dos especialistas será realizada com base na experiência em fragilidade oral, geriatria, saúde do idoso, avaliação de constructos complexos na saúde e conhecimento sobre a medição de aspectos multidimensionais.
O método Delphi será utilizado para coletar as opiniões dos especialistas. O processo será conduzido em duas a quatro rodadas de avaliação, conforme a evolução do consenso entre os participantes.
[12:22, 29/07/2026] Diana Milena ALUNA: Após a finalização do instrumento com base no consenso alcançado pelo painel de especialistas, será realizado um estudo piloto com o objetivo de avaliar a compreensão dos itens, a adequação cultural, bem como a aplicabilidade e a viabilidade do instrumento de rastreamento da fragilidade oral em contexto comunitário.
O estudo piloto terá delineamento descritivo e será conduzido no município de Pelotas, Rio Grande do Sul, em razão da viabilidade operacional. Adicionalmente, a escolha do município insere-se em um contexto demográfico relevante, uma vez que o estado do Rio Grande do Sul apresenta uma das maiores proporções de pessoas idosas do Brasil (FARIA; SPODE, [s.d.]), configurando-se como um cenário oportuno para estudos voltados à saúde da população idosa.
A metodologia do projeto será conduzida em etapas sequenciais e inter-relacionadas, iniciando-se com a revisão da literatura como etapa de fundamentação conceitual, seguida do desenvolvimento e refinamento dos domínios e itens do instrumento, e culminando na aplicação em estudo piloto.
Etapa de fundamentação conceitual: Nesta etapa inicial do estudo serão realizadas duas revisões da literatura complementares, a primeira, voltada a fragilidade geral e a segunda a fragilidade oral com o intuito de identificar e sintetizar variáveis e fatores associados à vulnerabilidade, relacionada à fragilidade em pessoas idosas. Posteriormente, será realizado um painel de comparação com o objetivo de integrar criticamente os achados das duas revisões sistemáticas (fragilidade oral e fragilidade geral), identificando variáveis que apresentam consistência empírica e coerência conceitual, bem como convergências, lacunas e fatores diferencialmente explorados, a fim de organizar os achados em domínios multidimensionais de vulnerabilidade sustentados pela literatura científica disponível para subsidiar o desenvolvimento do instrumento de rastreamento da fragilidade oral.
[12:21, 29/07/2026] Diana Milena ALUNA: Tendo esse referencial como base, a construção teórico-conceitual desta etapa será desenvolvida a partir da articulação entre o constructo central adotado e os achados provenientes do painel de comparação e integração analítica das revisões sistemáticas da literatura realizadas na etapa anterior, orientando a identificação e organização das variáveis para a definição dos domínios e dos indicadores do instrumento.
Será formado um painel de 5 a 10 especialistas de diversas áreas, como geriatria, saúde pública e/ou coletiva, odontologia, psicologia, entre outras áreas relevantes. A seleção dos especialistas será realizada com base na experiência em fragilidade oral, geriatria, saúde do idoso, avaliação de constructos complexos na saúde e conhecimento sobre a medição de aspectos multidimensionais.
O método Delphi será utilizado para coletar as opiniões dos especialistas. O processo será conduzido em duas a quatro rodadas de avaliação, conforme a evolução do consenso entre os participantes.
[12:22, 29/07/2026] Diana Milena ALUNA: Após a finalização do instrumento com base no consenso alcançado pelo painel de especialistas, será realizado um estudo piloto com o objetivo de avaliar a compreensão dos itens, a adequação cultural, bem como a aplicabilidade e a viabilidade do instrumento de rastreamento da fragilidade oral em contexto comunitário.
O estudo piloto terá delineamento descritivo e será conduzido no município de Pelotas, Rio Grande do Sul, em razão da viabilidade operacional. Adicionalmente, a escolha do município insere-se em um contexto demográfico relevante, uma vez que o estado do Rio Grande do Sul apresenta uma das maiores proporções de pessoas idosas do Brasil (FARIA; SPODE, [s.d.]), configurando-se como um cenário oportuno para estudos voltados à saúde da população idosa.
Indicadores, Metas e Resultados
Metas:
1. Identificar, por meio de revisão sistemática da literatura, as variáveis físicas, comportamentais, psicossociais e de função oral associadas à fragilidade e fragilidade oral em pessoas idosas, analisando convergências e especificidades entre esses constructos e organizando-as em domínios multidimensionais que fundamentem a definição dos indicadores para o desenvolvimento de um instrumento de rastreamento.
2. Estruturar os domínios, itens e formato preliminar de um instrumento de rastreamento, a partir dos indicadores selecionados na revisão sistemática, assegurando coerência com o constructo multidimensional de vulnerabilidade e ampliando sua operacionalização para contemplar diferentes formas de manifestação da fragilidade oral, considerando o contexto sociocultural brasileiro.
3. Avaliar, por meio de um estudo piloto, a validade de conteúdo, a compreensão, a aplicabilidade e a viabilidade do instrumento de rastreamento da fragilidade oral em contexto comunitário de pessoas idosas no Brasil.
Indicadores e resultados esperados:
1. Artigo de revisão sistemática: Revisão sistemática da literatura para identificar, sintetizar e categorizar as variáveis e indicadores físicos, sociais, psicológicos/comportamentais e da função oral associados à fragilidade oral.
2. Artigo de revisão sistemática: Revisão sistemática da literatura para identificar, sintetizar e categorizar as variáveis e indicadores físicos/funcionais, sociais e psicológicos/comportamentais associados à fragilidade.
3. Artigo original: painel de comparação entre revisões sistemáticas da fragilidade oral e fragilidade geral.
4. Artigo de desenvolvimento metodológico do instrumento: Artigo científico descrevendo o processo de desenvolvimento do instrumento de rastreamento da fragilidade oral e os resultados do estudo piloto.
5. Produto técnico-científico: Elaboração da versão preliminar do instrumento de rastreamento da fragilidade oral em língua portuguesa, acompanhada de orientações para aplicação em contextos comunitários e de atenção primária à saúde.
6. Produto técnico científico: Produção de manual sobre o conceito de fragilidade oral, seus fundamentos teóricos e implicações para o cuidado em saúde bucal da pessoa idosa, destinado a profissionais de saúde e pesquisadores.
1. Identificar, por meio de revisão sistemática da literatura, as variáveis físicas, comportamentais, psicossociais e de função oral associadas à fragilidade e fragilidade oral em pessoas idosas, analisando convergências e especificidades entre esses constructos e organizando-as em domínios multidimensionais que fundamentem a definição dos indicadores para o desenvolvimento de um instrumento de rastreamento.
2. Estruturar os domínios, itens e formato preliminar de um instrumento de rastreamento, a partir dos indicadores selecionados na revisão sistemática, assegurando coerência com o constructo multidimensional de vulnerabilidade e ampliando sua operacionalização para contemplar diferentes formas de manifestação da fragilidade oral, considerando o contexto sociocultural brasileiro.
3. Avaliar, por meio de um estudo piloto, a validade de conteúdo, a compreensão, a aplicabilidade e a viabilidade do instrumento de rastreamento da fragilidade oral em contexto comunitário de pessoas idosas no Brasil.
Indicadores e resultados esperados:
1. Artigo de revisão sistemática: Revisão sistemática da literatura para identificar, sintetizar e categorizar as variáveis e indicadores físicos, sociais, psicológicos/comportamentais e da função oral associados à fragilidade oral.
2. Artigo de revisão sistemática: Revisão sistemática da literatura para identificar, sintetizar e categorizar as variáveis e indicadores físicos/funcionais, sociais e psicológicos/comportamentais associados à fragilidade.
3. Artigo original: painel de comparação entre revisões sistemáticas da fragilidade oral e fragilidade geral.
4. Artigo de desenvolvimento metodológico do instrumento: Artigo científico descrevendo o processo de desenvolvimento do instrumento de rastreamento da fragilidade oral e os resultados do estudo piloto.
5. Produto técnico-científico: Elaboração da versão preliminar do instrumento de rastreamento da fragilidade oral em língua portuguesa, acompanhada de orientações para aplicação em contextos comunitários e de atenção primária à saúde.
6. Produto técnico científico: Produção de manual sobre o conceito de fragilidade oral, seus fundamentos teóricos e implicações para o cuidado em saúde bucal da pessoa idosa, destinado a profissionais de saúde e pesquisadores.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| CLARISSE MARIANA FERNANDES RODOLFO | |||
| DIANA MILENA CUEVAS ESPINOSA | |||
| EDUARDO DICKIE DE CASTILHOS | 3 | ||
| LETÍCIA REGINA MORELLO SARTORI | |||
| MAICA GUTIERREZ ZUNIGA | |||
| MARIANA GONZALEZ CADEMARTORI | 4 |