Nome do Projeto
III Consciência Negra em Movimento - Violência Institucional: Racismo, Gênero e os Desafios da Justiça e da Permanência
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
29/09/2026 - 25/11/2026
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Sociais Aplicadas
Eixo Temático (Principal - Afim)
Direitos Humanos e Justiça / Direitos Humanos e Justiça
Linha de Extensão
Grupos sociais vulneráveis
Resumo
O Consciência Negra em Movimento - CNM é um projeto de extensão universitária de caráter permanente, desenvolvido com o objetivo de promover a educação para as relações étnico-raciais, fortalecer a comunidade negra e ampliar o acesso à informação, aos direitos e aos espaços institucionais. O projeto busca aproximar a Universidade da comunidade externa, especialmente da população negra, por meio da realização de eventos, palestras, mesas de debate, rodas de conversa, encontros formativos, atividades culturais e ações educativas.
A proposta parte da compreensão de que o enfrentamento ao racismo e às desigualdades raciais não se limita à discussão acadêmica, sendo fundamental possibilitar que a população negra conheça seus direitos, compreenda os mecanismos institucionais de acesso às políticas públicas e aos serviços, reconheça as diferentes formas de violência e discriminação e fortaleça sua capacidade de participação e ocupação dos espaços sociais, educacionais, profissionais, jurídicos e políticos.
Em 2026, o CNM chega à sua terceira edição, consolidando uma trajetória iniciada nas edições anteriores, que reuniram estudantes, pesquisadores, profissionais, representantes políticos e integrantes de coletivos e movimentos negros para discutir diferentes dimensões da experiência da população negra. A III edição terá como tema “Violência Institucional, Racismo, Gênero e os Desafios da Justiça e da Permanência”, buscando discutir as barreiras enfrentadas pela população negra nas instituições e, simultaneamente, valorizar trajetórias de resistência, permanência, ocupação e transformação. A iniciativa pretende consolidar-se como espaço anual de formação, diálogo, conscientização e articulação entre Universidade e comunidade, contribuindo para o fortalecimento da cidadania, da igualdade racial, da justiça social e da participação da população negra na sociedade.
Objetivo Geral
Fortalecer a comunidade negra por meio de ações de extensão voltadas à educação para as relações étnico-raciais, à difusão de informações sobre direitos e formas de acesso a políticas públicas e instituições, ao enfrentamento do racismo e das desigualdades e à promoção da ocupação e permanência da população negra nos espaços sociais, acadêmicos, profissionais, jurídicos e políticos.
Justificativa
O racismo constitui fenômeno estrutural que produz impactos nas diferentes dimensões da vida social, repercutindo no acesso à educação, saúde, justiça, trabalho, renda, representação política e demais direitos fundamentais.
A população negra, além de enfrentar desigualdades históricas, encontra barreiras institucionais que podem dificultar o acesso a direitos e a permanência em espaços de formação, trabalho, decisão e representação. Nesse contexto, o acesso à informação constitui importante instrumento de autonomia, cidadania e enfrentamento das desigualdades.
A Universidade, enquanto instituição de produção e circulação de conhecimento, possui papel relevante na construção de iniciativas que ultrapassem seus próprios muros e estabeleçam diálogo efetivo com a sociedade.
Nesse sentido, o Consciência Negra em Movimento – CNM propõe uma atuação extensionista que não tenha como único objetivo discutir a população negra, mas construir com a população negra espaços de informação, formação, diálogo e fortalecimento.
A proposta busca aproximar a comunidade externa da Universidade, possibilitando o contato com conhecimentos e profissionais de diferentes áreas e contribuindo para que pessoas negras conheçam seus direitos, compreendam os caminhos institucionais para acessá-los e reconheçam possibilidades de participação e ocupação dos espaços sociais.
O projeto também parte da compreensão de que a ocupação de espaços historicamente negados possui dimensão coletiva. A presença de pessoas negras em universidades, instituições jurídicas, serviços de saúde, espaços políticos, profissões e posições de liderança pode ampliar as possibilidades de acesso e permanência para outras pessoas negras.
Assim, o CNM pretende trabalhar não somente com a denúncia das violências e desigualdades, mas também com informação, conscientização, resistência, permanência, ocupação e transformação.
A cada ano, o projeto poderá desenvolver uma temática específica relacionada às relações raciais, mantendo como eixo permanente o fortalecimento da comunidade negra e a promoção da igualdade racial.
A população negra, além de enfrentar desigualdades históricas, encontra barreiras institucionais que podem dificultar o acesso a direitos e a permanência em espaços de formação, trabalho, decisão e representação. Nesse contexto, o acesso à informação constitui importante instrumento de autonomia, cidadania e enfrentamento das desigualdades.
A Universidade, enquanto instituição de produção e circulação de conhecimento, possui papel relevante na construção de iniciativas que ultrapassem seus próprios muros e estabeleçam diálogo efetivo com a sociedade.
Nesse sentido, o Consciência Negra em Movimento – CNM propõe uma atuação extensionista que não tenha como único objetivo discutir a população negra, mas construir com a população negra espaços de informação, formação, diálogo e fortalecimento.
A proposta busca aproximar a comunidade externa da Universidade, possibilitando o contato com conhecimentos e profissionais de diferentes áreas e contribuindo para que pessoas negras conheçam seus direitos, compreendam os caminhos institucionais para acessá-los e reconheçam possibilidades de participação e ocupação dos espaços sociais.
O projeto também parte da compreensão de que a ocupação de espaços historicamente negados possui dimensão coletiva. A presença de pessoas negras em universidades, instituições jurídicas, serviços de saúde, espaços políticos, profissões e posições de liderança pode ampliar as possibilidades de acesso e permanência para outras pessoas negras.
Assim, o CNM pretende trabalhar não somente com a denúncia das violências e desigualdades, mas também com informação, conscientização, resistência, permanência, ocupação e transformação.
A cada ano, o projeto poderá desenvolver uma temática específica relacionada às relações raciais, mantendo como eixo permanente o fortalecimento da comunidade negra e a promoção da igualdade racial.
Metodologia
O projeto será desenvolvido de forma contínua, por meio de ações anuais e atividades formativas realizadas ao longo de sua vigência, articulando comunidade acadêmica e comunidade externa.
As atividades poderão compreender:
eventos anuais do CNM;
palestras;
mesas de debate;
rodas de conversa;
oficinas;
encontros formativos;
atividades culturais;
campanhas educativas;
produção e divulgação de conteúdos informativos;
atividades de orientação e difusão de informações sobre direitos;
articulação com profissionais e instituições;
ações voltadas especificamente à comunidade externa;
atividades de formação e participação estudantil.
As ações serão construídas a partir de temas definidos conforme as demandas identificadas na comunidade e poderão envolver profissionais das áreas do Direito, saúde, educação, assistência social, história, comunicação, cultura e demais campos relacionados às temáticas trabalhadas.
O projeto buscará priorizar metodologias participativas, valorizando o diálogo entre os conhecimentos acadêmicos e os conhecimentos produzidos a partir das experiências da própria comunidade.
A comunidade externa será considerada público fundamental do projeto, não apenas como participante das atividades, mas como sujeito ativo na construção das demandas e dos debates.
As atividades poderão compreender:
eventos anuais do CNM;
palestras;
mesas de debate;
rodas de conversa;
oficinas;
encontros formativos;
atividades culturais;
campanhas educativas;
produção e divulgação de conteúdos informativos;
atividades de orientação e difusão de informações sobre direitos;
articulação com profissionais e instituições;
ações voltadas especificamente à comunidade externa;
atividades de formação e participação estudantil.
As ações serão construídas a partir de temas definidos conforme as demandas identificadas na comunidade e poderão envolver profissionais das áreas do Direito, saúde, educação, assistência social, história, comunicação, cultura e demais campos relacionados às temáticas trabalhadas.
O projeto buscará priorizar metodologias participativas, valorizando o diálogo entre os conhecimentos acadêmicos e os conhecimentos produzidos a partir das experiências da própria comunidade.
A comunidade externa será considerada público fundamental do projeto, não apenas como participante das atividades, mas como sujeito ativo na construção das demandas e dos debates.
Indicadores, Metas e Resultados
Realizar ao menos uma grande ação anual do CNM;
Ampliar progressivamente a participação da comunidade externa;
Desenvolver atividades formativas ao longo da vigência do projeto;
Estabelecer parcerias com instituições e profissionais de diferentes áreas;
Ampliar o acesso da população negra a informações sobre direitos e políticas públicas;
Envolver estudantes na construção e execução das ações;
Produzir conteúdos educativos sobre as temáticas trabalhadas;
Consolidar o CNM como projeto permanente de extensão da UFPel.
Ampliar progressivamente a participação da comunidade externa;
Desenvolver atividades formativas ao longo da vigência do projeto;
Estabelecer parcerias com instituições e profissionais de diferentes áreas;
Ampliar o acesso da população negra a informações sobre direitos e políticas públicas;
Envolver estudantes na construção e execução das ações;
Produzir conteúdos educativos sobre as temáticas trabalhadas;
Consolidar o CNM como projeto permanente de extensão da UFPel.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| GUILHERME CAMARGO MASSAU | 6 | ||
| MARA BEATRIZ NUNES GOMES | 6 | ||
| MARINÊS LOPES DE ROSA | |||
| TAUANE GOMES GARCIA |