Nome do Projeto
Influência da densidade microcotiledonária e da expressão de VEGF placentário no peso e altura de potros ao nascimento
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
01/05/2012 - 02/05/2014
Unidade de Origem
Área CNPq
Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Obstetrícia Animal
Resumo
A placenta, além de funcionar como um órgão de trocas metabólicas entre o feto e a mãe, é considerada um órgão endócrino transitório. Na égua, a placenta é classificada como difusa e caracteriza-se por conter microestruturas infiltradas no córion, conhecidas como microcotilédones. A maturidade morfológica da placenta é caracterizada pelo desenvolvimento dos microcotilédones, que se infiltram no endométrio uterino. Estes microcotilédones são regiões microscópicas de interface para a troca entre o feto e a égua, estando distribuídos por toda superfície coriônica, possibilitando o suprimento da demanda respiratória e nutricional pelo desenvolvimento do potro. O objetivo deste estudo é analisar a expressão do VEGF na placenta, buscando correlacioná-la com a densidade microcotiledonária e as características da égua e do potro recém-nascido. Serão utilizadas 30 éguas e 30 potros de um criatório da região de Bagé-RS durante a temporada reprodutiva de 2012 e 2013. Dados como altura, perímetro torácico e peso da égua serão obtidos por meio de hipômetro, fita métrica e balança convencional respectivamente, na data prevista para o parto, não necessitando de nenhum tipo de imobilização do animal. Logo após o nascimento será realizada a observação do sexo do produto, aferições de altura por meio do hipômetro, do peso por meio de balança convencional e do perímetro torácico por meio da fita métrica. As placentas serão recolhidas após a eliminação para a avaliação do peso total em balança convencional além do aspecto, integridade e coloração. O comprimento do cordão umbilical será medido por meio de fita métrica, em ambos os lados, placentário e neonatal. Serão coletados fragmentos de 3 (três) cm2 do corioalantóide, os fragmentos serão armazenados em formol a 10% à temperatura ambiente, identificados e permanecerão em formol por um período máximo de uma semana. O processamento e análise das amostras serão realizados no Departamento de Patologia, FMVZ-USP.

Objetivo Geral

• Analisar a expressão do VEGF na placenta da égua.
• Correlacionar a expressão de VEGF, a densidade microcotiledonária, peso da placenta e peso e altura do potro ao nascimento.
• Realizar correlação entre características morfológicas da placenta com as características morfológicas da égua e do potro.
• Avaliar a eficiência placentária da égua através das características morfológicas do potro.

Equipe do Projeto

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