Nome do Projeto
Variação fonológica - produção e percepção
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
17/03/2014 - 16/03/2016
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Linguística, Letras e Artes - Linguística
Resumo
Por meio deste estudo busca-se investigar a forma como falantes Rio Grande do Sul identificam dialetos regionais e pistas fonéticas utilizadas na categorização desses dialetos. De acordo com Thomas (2011, pág. 61), em experimentos para avaliação da percepção, qualquer fator a ser testado deve estar relacionado com fatores presentes na produção da fala. Dessa maneira, o estudo volta-se também para a forma de produção das vogais átonas nessa comunidade. Na análise da forma de realização das vogais utilizam-se dois bancos de dados: o VARSUL e o BDS Pampa. Tendo em vista que trabalhos anteriores mostram que há regiões no RS nas quais o quadro vocálico postônico assemelha-se ao pretônico, o estudo deve responder às seguintes questões: o quadro postônico ainda se mantém variavelmente com cinco vogais? Em que posição da palavra ocorre mais elevação das vogais médias? Que fatores influenciam uma forma de realização ou de outra? O comportamento linguístico nessas comunidades se alterou com o passar do tempo? Quais traços acústicos são proeminentes? Os ouvintes conseguem reconhecer/identificar diferentes falares? Como avaliam o falar de sua comunidade e de outras comunidades de fala? Quais pistas fonético-acústicas são utilizadas nessa identificação? No desenvolvimento deste estudo, trabalha-se com o pressuposto de que os indivíduos retêm na memória variedades de sua língua materna e que as representações dessas variedades desenvolvem-se naturalmente em função da experiência/ exposição do indivíduo a elas. Assim, quanto maior a exposição do indivíduo a diferentes falares melhor será o seu desempenho em testes de identificação e categorização (CL0PPER, 2004).

Objetivo Geral

Por meio deste estudo busca-se investigar a forma como falantes Rio Grande do Sul identificam dialetos regionais e pistas fonéticas utilizadas na categorização desses dialetos. De acordo com Thomas (2011, pág. 61), em experimentos para avaliação da percepção, qualquer fator a ser testado deve estar relacionado com fatores presentes na produção da fala. Dessa maneira, o estudo volta-se também para a forma de produção das vogais átonas nessa comunidade. Na análise da forma de realização das vogais utilizam-se dois bancos de dados: o VARSUL e o BDS Pampa. Tendo em vista que trabalhos anteriores mostram que há regiões no RS nas quais o quadro vocálico postônico assemelha-se ao pretônico, o estudo deve responder às seguintes questões: o quadro postônico ainda se mantém variavelmente com cinco vogais? Em que posição da palavra ocorre mais elevação das vogais médias? Que fatores influenciam uma forma de realização ou de outra? O comportamento linguístico nessas comunidades se alterou com o passar do tempo? Quais traços acústicos são proeminentes? Os ouvintes conseguem reconhecer/identificar diferentes falares? Como avaliam o falar de sua comunidade e de outras comunidades de fala? Quais pistas fonético-acústicas são utilizadas nessa identificação? No desenvolvimento deste estudo, trabalha-se com o pressuposto de que os indivíduos retêm na memória variedades de sua língua materna e que as representações dessas variedades desenvolvem-se naturalmente em função da experiência/ exposição do indivíduo a elas. Assim, quanto maior a exposição do indivíduo a diferentes falares melhor será o seu desempenho em testes de identificação e categorização (CL0PPER, 2004).Objetivo geral:
- Investigar a percepção que têm os falantes de diferentes regiões do Rio Grande do Sul a respeito da variação de vogais e as pistas fonéticas utilizadas na categorização desses dialetos.
Objetivos específicos:
- Identificar, em amostras de fala, variantes fonológicas que caracterizam diferentes regiões do RS e os fatores linguísticos e sociais que influenciam a realização dessas variantes.
- Identificar processos fonológicos que possam estar incidindo sobre vogais nos diferentes falares do RS.
- Levantar dados de percepção da variação das vogais.
- Identificar pistas fonéticas utilizadas pelos falantes na categorização de seu dialeto e de outros dialetos.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
MARIANA MÜLLER DE ÁVILA1201/08/201431/07/2015

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