Nome do Projeto
A capacidade resiliente como ferramenta estratégica para melhoria de desempenho em organizações públicas e privadas do Brasil
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
20/05/2016 - 20/05/2018
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Sociais Aplicadas - Administração
Resumo
A partir do ano 2000 se iniciou um período de crescimento de riscos sem precedentes para as organizações. O terrorismo internacional e a proliferação de ameaças ambientais, juntamente com outras mudanças rápidas, colocaram em perigo todos os setores da economia. Em 2007, o Governo Federal desencadeou um programa de desenvolvimento, o PAC – Plano de Aceleração do Crescimento, com objetivos de crescimento econômico, de aumento no número de empregos e de melhoria das condições de vida da população. Os principais resultados desta etapa do programa foram o crescimento do PIB de 16,4% em 2006 para 18,4% em 2010 e a geração de 8,9 milhões de empregos formais até 2011. A partir de março de 2010, com novas ações e recursos incorporados ao programa, foi lançado o PAC 2. Estes planos têm alterado o ambiente e o cenário brasileiro. Muitos setores da indústria brasileira estão diretamente relacionados com estes planos. O desempenho de empresas resilientes está alicerçado na sua capacidade de confiabilidade, ou seja, manter seus produtos atuais em oferta constante e consistente e na sua capacidade de inovação, que significa a capacidade da organização de melhorar sempre sem, no entanto, ter que aumentar seus custos, ou seja, manter competitividade e atualização no mercado envolvendo tecnologia e conhecimento (ADGER, 2000; VIEIRA, 2006; PEERRINGS, 2006; PETTIT; FIKSEL; CROXTON, 2010; MATHAISEL; COMM, 2011). As organizações de grande porte, a princípio, pela sua robustez, estariam melhor preparadas aos riscos. Isso não significa dizer que as pequenas e médias empresas não possam ser resilientes, pois a capacidade de aprendizagem e o reconhecimento da importância da transposição de obstáculos pode estar presente em qualquer organização que esteja aberta a novas descobertas e desafios (LENGNICK-HALL; BECK, 2009, WEDAWATTA; INGIRIGE; AMARATUNGA, 2010, PELISSIER, 2011). Estrategicamente as organizações procuram antecipar cenários para elaborarem suas estratégias e ações. Neste contexto, existem tanto as turbulências que são inerentes ao setor de atividade onde a organização. A meta da pesquisa é a identificação de características e de comportamentos que definem o ambiente da organização e que impactam no desempenho em inovação e confiabilidade. Como características serão consideradas as capacidades de aprendizagem e de adaptação. Os comportamentos estratégicos resilientes serão avaliados através da agilidade, da mudança, da liderança e da comunicação.

Objetivo Geral

O objetivo desta pesquisa é avaliar o uso da capacidade de resiliência como ferramenta estratégica para melhoria do desempenho organizacional, nos aspectos de maior impacto em organizações públicas e em organizações privadas. Especificamente:
- Caracterizar os principais eventos enfrentados pelas organizações, nos últimos dez anos;
- Identificar as melhorias potenciais de desempenho em relação a confiabilidade em organizações públicas e privadas;
- Identificar as melhorias potenciais de desempenho em relação a inovação em organizações públicas e privadas;
- Relacionar as características e os comportamentos resilientes com o desempenho organizacional de organizações públicas;
- Relacionar as características e os comportamentos resilientes com o desempenho organizacional de organizações privadas;
- Adaptar o instrumento de mensuração da capacidade estratégica de resiliência sobre o desempenho organizacional, para organizações públicas e para organizações privadas.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
JOSIANE LONGONI DE CAMPOS420/05/201620/05/2018
MÁRIO LUÍS DE FARIA BALLESTE420/05/201620/05/2018
YASMIN COUTO KANAAN420/05/201620/05/2018

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