Nome do Projeto
Relações Intensidade-Duração-Frequência com base em estimativas de precipitação por satélite para a bacia da Lagoa Mirim/RS
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
15/10/2018 - 28/02/2019
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola
Resumo
O Brasil destaca-se no cenário mundial como um importante mercado exportador de alimentos, sendo o estado do Rio Grande do Sul o maior produtor, responsável por 67,52% da produção nacional. O Rio Grande do Sul tem um histórico de ocorrência de estiagens e inundações que por vezes causaram perdas significativas na sua economia, além de problemas sociais. Assim como muitas áreas do Brasil, no Rio Grande do Sul existem grandes áreas sem quaisquer pluviômetros e/ou estações meteorológicas e ainda, a qualidade dos dados é, por vezes, pobre com um grande número de dados em falta, ou seja, com muitas falhas. Assim, justifica-se a necessidade de estudar a distribuição espacial e temporal da chuva no Rio Grande do Sul, mais especificamente na bacia Lagoa Mirim/RS, verificando a possibilidade da utilização de metodologias alternativas, como o uso de dados de precipitações de satélite em áreas sem dados meteorológicos disponíveis, visto que ha relação direta dessa variável ao desenvolvimento socioeconômico do estado.

Objetivo Geral

Verificar estatisticamente a aplicabilidade de estimativas de precipitação por satélite na determinação das relações IDFs na bacia da Lagoa Mirim/RS.
I) Construir as séries de precipitações máximas anuais a partir das estimativas de precipitação por satélite;
II) Comparar as séries de precipitações máximas anuais a partir das estimativas de precipitação por satélite ao redor de Pelotas/RS com as obtidas a partir de dados observados disponibilizados pela estação Agroclimatológica UFPel/INMET;
III) Aplicar a função de autocorrelação amostral para verificar a ausência ou presença de correlação serial (independência) das séries de precipitações máximas;
IV) Aplicar o teste de Mann-Kendall para verificar a ausência ou presença de tendência monotônica (estacionaridade) das séries de precipitações máximas;
V) Ajustar as séries de precipitações máximas à distribuição teóricas de probabilidade;
VI) Desagregar os valores de precipitações máximas diária nas seguintes durações: 5, 10, 15, 20, 30, 60 e 120 min.
VII) Estabelecer as relações Intensidade-Duração-Frequência a partir de estimativas de precipitação pluvial por satélite;
VIII) Desenvolver uma malha de equações IDF’s com escala espacial de 0,25º x 0,25º de latitude e longitude, geradas a partir das estimativas de precipitação pluvial por satélite.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
CLAUDIA FERNANDA ALMEIDA TEIXEIRA GANDRA2015/10/201828/02/2019
GABRIEL DA SILVA LEMOS415/10/201828/02/2019
MARIA CLOTILDE CARRE CHAGAS NETA215/10/201828/02/2019
PATRICK MORAIS VEBER215/10/201828/02/2019
RODRIGO RIZZI415/10/201828/02/2019

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