Nome do Projeto
SOMA-Mirim – Sistema de Observação e Monitoramento Ambiental
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
05/12/2025 - 17/08/2027
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Exatas e da Terra
Resumo
A Lagoa Mirim enfrenta desafios ambientais e climáticos que ameaçam sua sustentabilidade, como alterações na qualidade da água e eventos extremos cada vez mais frequentes, degradação dos ecossistemas e riscos à saúde pública. A ausência de um monitoramento integrado dificulta a gestão eficiente e a implementação de ações preventivas, comprometendo a segurança hídrica e ambiental da região. Mesmo com os investimentos oriundos do Plano Rio Grande e do Governo Federal, no que tange a ampliação da rede de monitoramento hidrometeorológico e de radares, não há investimento em diagnósticos e prognósticos voltados exclusivamente para bacias hidrográficas importantes como a Lagoa Mirim ou a Laguna dos Patos, por exemplo. Além disso, um diagnóstico de riscos e impactos abrangentes promove uma base fundamental para políticas públicas sensíveis à especificidade e necessidade
da população direta ou indiretamente impactada por essas bacias. Neste contexto, pretende-se desenvolver um sistema integrado de monitoramento biometeorológico (Meteorológico, hidrológico, de qualidade do ar e dos sedimentos) para avaliar os impactos climáticos e ambientais na Lagoa Mirim e na população adjacente, promovendo estratégias sustentáveis de conservação e gestão dos recursos hídricos. A rede proposta gerará dados que serão integrados com os as demais agências responsáveis pelo monitoramento hidrometeorológico no estado e disponibilizados à sociedade civil através de uma plataforma intuitiva, com ampla divulgação e engajamento da comunidade ribeirinha local. No curto prazo, espera-se a instalação das estações ambientais e hidrológicas e a coleta contínua de dados atmosféricos, hidrológicos e da qualidade da água. No médio e longo prazo, a consolidação da plataforma digital permitirá uma gestão sustentável e baseada em evidências para a Lagoa Mirim. Entre os impactos
esperados estão: melhoria da qualidade da água e redução da degradação ambiental por poluentes e sedimentos; conservação da biodiversidade aquática e estabilidade dos ecossistemas; apoio à adaptação climática local com base em informações científicas; fortalecimento da resiliência frente a eventos extremos; valorização do conhecimento técnico e comunitário no cuidado com os recursos hídricos; e ampliação da capacidade de resposta de gestores públicos, órgãos ambientais e Defesa Civil.
Objetivo Geral
Desenvolver um sistema integrado de monitoramento biometeorológico para avaliar os impactos climáticos e ambientais na Lagoa Mirim, promovendo estratégias sustentáveis de conservação e gestão dos recursos hídricos.
Justificativa
A Lagoa Mirim não possui monitoramento contínuo da qualidade do ar e das condições meteorológicas, mas há coletas periódicas de qualidade da água realizadas pela Agência da Lagoa Mirim (ALM/UFPel), além de campanhas pontuais conduzidas por pesquisadores da FURG e da CURE/UDELAR. A solução encontra-se em estágio intermediário, com metodologia estruturada e parcerias consolidadas. Após a implementação do projeto, a sustentabilidade será garantida por meio da articulação entre ALM, universidades e órgãos públicos locais, com estratégias de captação por editais nacionais e internacionais, integração ao sistema estadual de monitoramento e ampliação da plataforma digital como serviço público regional. A metodologia poderá ser aplicada em outras bacias hidrográficas do sul do Brasil, ampliando sua escala.
Metodologia
O projeto prevê cinco abordagens: o monitoramento contínuo com a instalação das Plataformas de Coleta de Dados e análise da água ao longo da borda da bacia; a realização de uma campanha de monitoramento das propriedades físico-químicas da Lagoa e sedimentos, com uso de embarcação; a integração dos dados coletados em uma plataforma digital intuitiva; a avaliação de impacto social e na saúde das populações direta ou indiretamente afetadas pela bacia estudada; e a modelagem da influência das mudanças climáticas na Lagoa Mirim, prevendo impactos ambientais e propondo medidas de adaptação e mitigação.
No monitoramento contínuo, serão instaladas estações ambientais (meteorológicas e de poluição atmosférica) e hidrológicas (qualidade da água, nível, vazão e temperatura) ao redor da Lagoa Mirim, permitindo a coleta contínua de dados atmosféricos e ambientais. Isso possibilitará uma análise integrada das interações entre clima e recursos hídricos. Esses dados serão utilizados para avaliar o impacto das condições biometeorológicas na qualidade da água, biodiversidade e ecossistemas, relacionando variações climáticas com alterações ambientais. A rede de monitoramento será composta por ao menos duas estações meteorológicas e de qualidade do ar, com torre e transmissão via GSM.
A qualidade da água será monitorada em duas frentes: uma nas áreas marginais e outra por embarcação nas áreas centrais da lagoa. Os parâmetros físico-químicos e biológicos serão os mesmos em ambos os casos para posterior comparação e definição dos locais fixos. Também serão realizados perfis de correnteza e caracterização dos sedimentos em suspensão. A qualidade dos sedimentos de fundo será analisada com ênfase na presença de agrotóxicos e metais potencialmente tóxicos, em colaboração com pesquisadores do Centro Universitário Regional del Este (CURE/UDELAR – Uruguai).
A campanha embarcada será realizada com a lancha Larus, em um roteiro de quatro a cinco dias, cobrindo a Lagoa Mirim e o Canal São Gonçalo (CSG). Estações de coleta foram planejadas com base em critérios hidrológicos e logísticos, abrangendo as margens brasileiras (Anexo I, em vermelho) e uruguaias (Anexo I, em azul), conforme esquema elaborado pela equipe técnica. Do lado brasileiro, estão previstas coletas em Santa Isabel, Sangradouro, Jaguarão e Santa Vitória, com início no CSG. Do lado uruguaio, pesquisadores do CURE/UDELAR realizarão coletas nos rios Cebollatí, Tacuari e Tigres e em três pontos na margem oriental da lagoa Mirim. Ao todo, serão processadas 26 amostras para análise microbiológica e de agrotóxicos e metais potencialmente tóxicos, com parte das coletas cruzadas (Brasil/Uruguai), promovendo dados comparáveis e integrados.
As informações coletadas serão integradas em uma plataforma digital pública e responsiva, com dados e produtos acessíveis, subsidiando ações locais de enfrentamento de eventos extremos e estratégias sustentáveis. A plataforma será compatível com a integração ao sistema estadual previsto no Plano Rio Grande.
As comunidades ribeirinhas terão papel ativo na implementação e operação da solução por meio de um programa de monitoramento participativo. Serão capacitadas para registrar dados observacionais locais (eventos extremos, alterações na cor da água, mortandade de peixes, entre outros), utilizando formulários acessíveis e ferramentas digitais simplificadas. Seus relatos serão integrados ao sistema de dados e considerados nas análises mensais, fortalecendo a corresponsabilidade no cuidado com a Lagoa Mirim.
Os dados ambientais coletados alimentarão modelos preditivos ambientais e hidrológicos, permitindo simulações sobre a influência das mudanças climáticas na dinâmica da Lagoa Mirim. Esses modelos serão utilizados para antecipar impactos, subsidiar o sistema de alerta precoce e orientar políticas públicas baseadas em evidências. A combinação entre dados observacionais contínuos e modelagem torna a solução replicável, sustentável e de alto valor para a gestão climática local e regional.
No monitoramento contínuo, serão instaladas estações ambientais (meteorológicas e de poluição atmosférica) e hidrológicas (qualidade da água, nível, vazão e temperatura) ao redor da Lagoa Mirim, permitindo a coleta contínua de dados atmosféricos e ambientais. Isso possibilitará uma análise integrada das interações entre clima e recursos hídricos. Esses dados serão utilizados para avaliar o impacto das condições biometeorológicas na qualidade da água, biodiversidade e ecossistemas, relacionando variações climáticas com alterações ambientais. A rede de monitoramento será composta por ao menos duas estações meteorológicas e de qualidade do ar, com torre e transmissão via GSM.
A qualidade da água será monitorada em duas frentes: uma nas áreas marginais e outra por embarcação nas áreas centrais da lagoa. Os parâmetros físico-químicos e biológicos serão os mesmos em ambos os casos para posterior comparação e definição dos locais fixos. Também serão realizados perfis de correnteza e caracterização dos sedimentos em suspensão. A qualidade dos sedimentos de fundo será analisada com ênfase na presença de agrotóxicos e metais potencialmente tóxicos, em colaboração com pesquisadores do Centro Universitário Regional del Este (CURE/UDELAR – Uruguai).
A campanha embarcada será realizada com a lancha Larus, em um roteiro de quatro a cinco dias, cobrindo a Lagoa Mirim e o Canal São Gonçalo (CSG). Estações de coleta foram planejadas com base em critérios hidrológicos e logísticos, abrangendo as margens brasileiras (Anexo I, em vermelho) e uruguaias (Anexo I, em azul), conforme esquema elaborado pela equipe técnica. Do lado brasileiro, estão previstas coletas em Santa Isabel, Sangradouro, Jaguarão e Santa Vitória, com início no CSG. Do lado uruguaio, pesquisadores do CURE/UDELAR realizarão coletas nos rios Cebollatí, Tacuari e Tigres e em três pontos na margem oriental da lagoa Mirim. Ao todo, serão processadas 26 amostras para análise microbiológica e de agrotóxicos e metais potencialmente tóxicos, com parte das coletas cruzadas (Brasil/Uruguai), promovendo dados comparáveis e integrados.
As informações coletadas serão integradas em uma plataforma digital pública e responsiva, com dados e produtos acessíveis, subsidiando ações locais de enfrentamento de eventos extremos e estratégias sustentáveis. A plataforma será compatível com a integração ao sistema estadual previsto no Plano Rio Grande.
As comunidades ribeirinhas terão papel ativo na implementação e operação da solução por meio de um programa de monitoramento participativo. Serão capacitadas para registrar dados observacionais locais (eventos extremos, alterações na cor da água, mortandade de peixes, entre outros), utilizando formulários acessíveis e ferramentas digitais simplificadas. Seus relatos serão integrados ao sistema de dados e considerados nas análises mensais, fortalecendo a corresponsabilidade no cuidado com a Lagoa Mirim.
Os dados ambientais coletados alimentarão modelos preditivos ambientais e hidrológicos, permitindo simulações sobre a influência das mudanças climáticas na dinâmica da Lagoa Mirim. Esses modelos serão utilizados para antecipar impactos, subsidiar o sistema de alerta precoce e orientar políticas públicas baseadas em evidências. A combinação entre dados observacionais contínuos e modelagem torna a solução replicável, sustentável e de alto valor para a gestão climática local e regional.
Indicadores, Metas e Resultados
A solução contribuirá diretamente para a conservação da Lagoa Mirim por meio do monitoramento contínuo da qualidade da água, do ar e dos sedimentos, permitindo a detecção precoce de alterações ambientais que impactam a biodiversidade e os ecossistemas aquáticos. A geração de alertas precoces a partir da previsão de eventos climáticos extremos permitirá ações preventivas por parte da Defesa Civil e gestores locais, reduzindo os impactos de enchentes, estiagens e poluição. A plataforma digital aberta viabilizará o acesso público aos dados ambientais, subsidiando a tomada de decisão por gestores, comunidades e pesquisadores, promovendo uma gestão hídrica baseada em evidências. O envolvimento da comunidade ribeirinha no monitoramento participativo fortalecerá o vínculo entre sociedade e natureza, estimulando a corresponsabilidade na conservação. Por fim, a integração dos dados à gestão ambiental regional contribuirá para a melhoria da governança e a replicabilidade da metodologia em outras bacias hidrográficas.
No curto prazo, espera-se a instalação das estações ambientais e hidrológicas e a coleta contínua de dados atmosféricos, hidrológicos e da qualidade da água. No médio e longo prazo, a consolidação da plataforma digital permitirá uma gestão sustentável e baseada em evidências para a Lagoa Mirim. Entre os impactos esperados estão: melhoria da qualidade da água e redução da degradação ambiental por poluentes e sedimentos; conservação da biodiversidade aquática e estabilidade dos ecossistemas; apoio à adaptação climática local com base em informações científicas; fortalecimento da resiliência frente a eventos extremos; valorização do conhecimento técnico e comunitário no cuidado com os recursos hídricos; e ampliação da capacidade de resposta de gestores públicos, órgãos ambientais e Defesa Civil.
O projeto SOMA-MIRIM gerará resultados indiretos relevantes para a conservação da natureza, ao produzir diagnósticos ambientais e climáticos integrados sobre a Lagoa Mirim, seus ecossistemas e populações vulneráveis. Esses diagnósticos, associados a cenários preditivos sobre qualidade da água, riscos à biodiversidade e eventos extremos, oferecerão subsídios diretos para gestores públicos, instituições ambientais e defesa civil estruturarem ações de mitigação, adaptação e conservação com base em evidências. A disponibilização dos dados em plataforma acessível também contribuirá para informar produtores rurais, pescadores e comunidades locais, fomentando a adoção de práticas sustentáveis e o uso racional dos recursos naturais. Espera-se, como impacto, o fortalecimento da governança ambiental local e regional, com o uso dos dados e recomendações do projeto em políticas públicas, planos de ação e processos de tomada de decisão. A metodologia desenvolvida, voltada à gestão ambiental participativa e integrada de bacias hidrográficas, poderá ser replicada em outras regiões, ampliando seu alcance como modelo de solução baseada na natureza.
O projeto incentivará práticas sustentáveis na agricultura e na pesca, contribuindo para a preservação dos ecossistemas aquáticos e costeiros da Lagoa Mirim, além de fortalecer a governança ambiental regional com base em dados integrados. Os diagnósticos ambientais e climáticos gerados, aliados aos cenários preditivos e à plataforma digital desenvolvida, fornecerão subsídios diretos para tomadas de decisão, podendo ser incorporados por órgãos públicos em políticas de conservação, gestão hídrica e adaptação às mudanças climáticas. Espera-se que os produtos do projeto orientem ações de mitigação por parte da Defesa Civil, gestores ambientais e comunidades locais, contribuindo para a prevenção de impactos extremos e a proteção da biodiversidade. A metodologia de gestão integrada proposta poderá ser replicada em outras bacias hidrográficas do estado, tornando-se referência em soluções baseadas na natureza. Além disso, os dados sistematizados poderão alimentar indicadores de sustentabilidade e clima em nível estadual, nacional e internacional, em alinhamento com metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 6 (água potável e saneamento) e 13 (ação contra a mudança global do clima).
No curto prazo, espera-se a instalação das estações ambientais e hidrológicas e a coleta contínua de dados atmosféricos, hidrológicos e da qualidade da água. No médio e longo prazo, a consolidação da plataforma digital permitirá uma gestão sustentável e baseada em evidências para a Lagoa Mirim. Entre os impactos esperados estão: melhoria da qualidade da água e redução da degradação ambiental por poluentes e sedimentos; conservação da biodiversidade aquática e estabilidade dos ecossistemas; apoio à adaptação climática local com base em informações científicas; fortalecimento da resiliência frente a eventos extremos; valorização do conhecimento técnico e comunitário no cuidado com os recursos hídricos; e ampliação da capacidade de resposta de gestores públicos, órgãos ambientais e Defesa Civil.
O projeto SOMA-MIRIM gerará resultados indiretos relevantes para a conservação da natureza, ao produzir diagnósticos ambientais e climáticos integrados sobre a Lagoa Mirim, seus ecossistemas e populações vulneráveis. Esses diagnósticos, associados a cenários preditivos sobre qualidade da água, riscos à biodiversidade e eventos extremos, oferecerão subsídios diretos para gestores públicos, instituições ambientais e defesa civil estruturarem ações de mitigação, adaptação e conservação com base em evidências. A disponibilização dos dados em plataforma acessível também contribuirá para informar produtores rurais, pescadores e comunidades locais, fomentando a adoção de práticas sustentáveis e o uso racional dos recursos naturais. Espera-se, como impacto, o fortalecimento da governança ambiental local e regional, com o uso dos dados e recomendações do projeto em políticas públicas, planos de ação e processos de tomada de decisão. A metodologia desenvolvida, voltada à gestão ambiental participativa e integrada de bacias hidrográficas, poderá ser replicada em outras regiões, ampliando seu alcance como modelo de solução baseada na natureza.
O projeto incentivará práticas sustentáveis na agricultura e na pesca, contribuindo para a preservação dos ecossistemas aquáticos e costeiros da Lagoa Mirim, além de fortalecer a governança ambiental regional com base em dados integrados. Os diagnósticos ambientais e climáticos gerados, aliados aos cenários preditivos e à plataforma digital desenvolvida, fornecerão subsídios diretos para tomadas de decisão, podendo ser incorporados por órgãos públicos em políticas de conservação, gestão hídrica e adaptação às mudanças climáticas. Espera-se que os produtos do projeto orientem ações de mitigação por parte da Defesa Civil, gestores ambientais e comunidades locais, contribuindo para a prevenção de impactos extremos e a proteção da biodiversidade. A metodologia de gestão integrada proposta poderá ser replicada em outras bacias hidrográficas do estado, tornando-se referência em soluções baseadas na natureza. Além disso, os dados sistematizados poderão alimentar indicadores de sustentabilidade e clima em nível estadual, nacional e internacional, em alinhamento com metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 6 (água potável e saneamento) e 13 (ação contra a mudança global do clima).
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| ANA JÚLIA VOLZ DA SILVA | |||
| DÉBORA DE SOUZA SIMÕES | 5 | ||
| EDUARDO GRILL DA SILVA CARVALHO | |||
| ELIANA VELEDA KLERING | 4 | ||
| ELIAS FERNANDO BERRA | |||
| ERIKA MATTE PERALTA | |||
| FELIPE DANIEL GARCIA RODRIGUEZ | |||
| JONAS DA COSTA CARVALHO | 4 | ||
| LUIS FELIPE FERREIRA DE MENDONÇA | |||
| Lucia Iracema Chipponelli Pinto | |||
| MARCELO FELIX ALONSO | 6 | ||
| MARILIA GUIDOTTI CORREA | |||
| OSMAR OLINTO MÖLLER JUNIOR | |||
| Pablo Eli Soares de Oliveira | |||
| RAIANE DA CUNHA PEREZ | |||
| REYNERTH PEREIRA DA COSTA | |||
| RODRIGO MACHADO DE ANDRADE BARTELL DA CRUZ | |||
| ROSE ANE PEREIRA DE FREITAS | 6 | ||
| RUBIA FLORES ROMANI | 4 | ||
| SILVIA INÉS ROMERO | |||
| WILIAM BOSCHETTI | 4 |