Nome do Projeto
Museu Interativo de Matemática da UFPel (MIM-UFPEL)
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
02/03/2026 - 02/03/2030
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Exatas e da Terra
Eixo Temático (Principal - Afim)
Educação / Comunicação
Linha de Extensão
Divulgação científica e tecnológica
Resumo
Este projeto propõe a criação do Museu Interativo de Matemática da UFPel (MIM-UFPEL), um espaço permanente de educação não-formal e divulgação científica que constituirá o legado principal das ações desenvolvidas pelo projeto "Vitrine Matemática IFM/UFPel". A iniciativa parte de uma fase dedicada de pesquisa e curadoria, que inclui o estudo de acervos e narrativas de museus nacionais e internacionais, para então definir uma identidade expositiva única e contextualizada. A partir desse referencial, o projeto estruturará, em etapas sequenciais, todas as dimensões necessárias à criação do museu: concepção narrativa, desenvolvimento expográfico, produção de experimentos interativos, réplicas históricas e adequação de espaço físico.
O museu tem como objetivo central reconfigurar a relação da sociedade com a matemática, apresentando-a não como um conjunto de fórmulas distantes, mas como uma linguagem criativa, uma ferramenta de investigação e um patrimônio cultural vivo. Dirigido a estudantes da Educação Básica e à comunidade geral, o espaço buscará:
Reconectar o público com a dimensão humana e histórica da matemática, mostrando-a como uma aventura intelectual coletiva;
Demonstrar sua presença e relevância no cotidiano, na tecnologia, na arte e na compreensão do mundo;
Servir como vitrine dinâmica e inspiradora dos cursos de licenciatura da UFPel, ilustrando a carreira docente como uma possibilidade criativa e impactante.
Ao oferecer experiências imersivas que integram história, conceitos fundamentais e experimentação lúdica, o museu visa criar uma memória afetiva positiva em relação à disciplina, combater a evasão nas licenciaturas e inspirar novas gerações de professores e pesquisadores, contribuindo para reverter o déficit de qualificação no estado.
A sustentabilidade do espaço será garantida por meio de um plano de gestão que contempla a diversificação de fontes de recursos e a formação de parcerias estratégicas, assegurando sua operação contínua e manutenção a longo prazo como um equipamento cultural da UFPel.
A ação se desenvolverá entre março de 2026 e março de 2030, organizada em três fases principais:
Pesquisa, Curadoria e Planejamento (2026-2027): estudo de referências, definição da narrativa central, concepção do projeto museológico e desenvolvimento aprofundado de protótipos e conteúdos históricos;
Implementação Física e Produção (2027-2029): fabricação dos experimentos definitivos e réplicas, adequação do espaço e montagem integral da exposição permanente;
Operação Piloto, Avaliação e Consolidação (2029-2030): inauguração, programa de visitas mediadas, avaliação contínua de impacto e estruturação do modelo de gestão sustentável.
Complementarmente, serão ofertadas ações de ensino para formação de mediadores. Como resultado, espera-se consolidar um espaço cultural e educativo de referência regional, que reposicione a matemática no imaginário coletivo e fortaleça permanentemente o vínculo da universidade com a sociedade.
Objetivo Geral
Conceber, implementar e consolidar a operação inicial do Museu Interativo de Matemática da UFPel como espaço permanente de extensão universitária, garantindo sua viabilidade técnica, educativa e financeira através de um modelo de gestão sustentável baseado na captação de recursos externos e em parcerias institucionais.
Justificativa
A formação de professores de matemática enfrenta desafios estruturais no Rio Grande do Sul, onde se projeta um déficit significativo de docentes qualificados para as próximas décadas. Embora a UFPel, através do projeto "Vitrine Matemática IFM/UFPel", tenha avançado na divulgação das licenciaturas e na desmistificação da disciplina por meio de abordagens lúdicas, as ações itinerantes possuem alcance temporal e espacial limitado. A criação de um museu interativo permanente representa a evolução natural e necessária deste trabalho, transformando iniciativas pontuais em um legado institucional duradouro.
O Rio Grande do Sul possui uma rica tradição em museus de ciência, tecnologia e história natural. No entanto, há uma lacuna evidente: não existe no estado um museu dedicado especificamente à Matemática, sua história, seus conceitos fundamentais e sua relevância contemporânea. Esta ausência representa uma perda cultural e educacional, pois deixa de apresentar a disciplina como uma construção humana dinâmica, acessível e central para o entendimento do mundo. O Museu Interativo de Matemática da UFPel surge para preencher essa lacuna, posicionando-se como a primeira referência estadual na área.
A implantação de um espaço físico permanente é a chave para maximizar e perpetuar o impacto social da extensão universitária, pois permitirá:
1. Atendimento Educacional Contínuo e Estruturado: Estabelecimento de um programa permanente de visitas agendadas para escolas, criando um vínculo pedagógico estável com a rede de ensino e ampliando exponencialmente o número de estudantes beneficiados, ano após ano.
2. Programação Cultural e Comunitária Permanente: Oferta de uma agenda cultural acessível e regular (exposições, oficinas, eventos temáticos) não apenas para escolas, mas para famílias e o público em geral, consolidando a UFPel como um polo de difusão científica e cultural para toda a região.
3. Ambiente Prático Único para a Formação Docente: O museu funcionará como um laboratório vivo de extensão, onde os licenciandos poderão vivenciar, na prática, a mediação do conhecimento e a comunicação pública da ciência. Essa experiência prática complementa sua formação acadêmica, preparando-os para atuar como professores mais criativos e conectados com a educação não-formal.
A estruturação como um projeto autônomo de médio prazo é imprescindível para viabilizar a criação e implantação de um equipamento cultural desta natureza e para buscar, de forma focada, os recursos financeiros e as parcerias institucionais – inclusive para a identificação e adequação de um espaço físico compatível com a proposta – necessários à sua implantação, operação qualificada e manutenção perene.
O Rio Grande do Sul possui uma rica tradição em museus de ciência, tecnologia e história natural. No entanto, há uma lacuna evidente: não existe no estado um museu dedicado especificamente à Matemática, sua história, seus conceitos fundamentais e sua relevância contemporânea. Esta ausência representa uma perda cultural e educacional, pois deixa de apresentar a disciplina como uma construção humana dinâmica, acessível e central para o entendimento do mundo. O Museu Interativo de Matemática da UFPel surge para preencher essa lacuna, posicionando-se como a primeira referência estadual na área.
A implantação de um espaço físico permanente é a chave para maximizar e perpetuar o impacto social da extensão universitária, pois permitirá:
1. Atendimento Educacional Contínuo e Estruturado: Estabelecimento de um programa permanente de visitas agendadas para escolas, criando um vínculo pedagógico estável com a rede de ensino e ampliando exponencialmente o número de estudantes beneficiados, ano após ano.
2. Programação Cultural e Comunitária Permanente: Oferta de uma agenda cultural acessível e regular (exposições, oficinas, eventos temáticos) não apenas para escolas, mas para famílias e o público em geral, consolidando a UFPel como um polo de difusão científica e cultural para toda a região.
3. Ambiente Prático Único para a Formação Docente: O museu funcionará como um laboratório vivo de extensão, onde os licenciandos poderão vivenciar, na prática, a mediação do conhecimento e a comunicação pública da ciência. Essa experiência prática complementa sua formação acadêmica, preparando-os para atuar como professores mais criativos e conectados com a educação não-formal.
A estruturação como um projeto autônomo de médio prazo é imprescindível para viabilizar a criação e implantação de um equipamento cultural desta natureza e para buscar, de forma focada, os recursos financeiros e as parcerias institucionais – inclusive para a identificação e adequação de um espaço físico compatível com a proposta – necessários à sua implantação, operação qualificada e manutenção perene.
Metodologia
A execução do projeto será organizada em três fases principais e sequenciais, que se desenvolvem ao longo dos 48 meses de vigência, com atividades de gestão, produção e avaliação integradas. A abordagem é incremental, onde cada fase consolida as bases para a seguinte, garantindo o amadurecimento da proposta e a qualidade do produto final.
FASE 1: PESQUISA, CURADORIA E PLANEJAMENTO FUNDAMENTAL (Março de 2026 – Dezembro de 2027)
Esta fase é dedicada à concepção intelectual e ao planejamento executivo do museu. Inicia-se com uma pesquisa de referências nacional e internacional sobre museus de matemática e ciências, visando definir uma identidade curatorial única. Paralelamente, será realizado um estudo técnico de viabilidade para identificar e avaliar potenciais espaços físicos para implantação, considerando critérios como localização, acessibilidade, infraestrutura e integração com a vida universitária, em articulação com os setores competentes da UFPel.
A partir dessas bases, será desenvolvido o projeto conceitual e expográfico preliminar, que definirá a narrativa, a identidade visual e o desenho dos módulos interativos. Em ciclo contínuo com essa definição, ocorrerá o desenvolvimento e validação de protótipos dos experimentos e réplicas históricas, que serão testados com públicos-piloto em eventos. Simultaneamente, uma pesquisa histórica aprofundada sustentará a elaboração dos conteúdos textuais e educativos. A fase se encerra com a consolidação do projeto executivo integrado, documento que detalhará todos os aspectos técnicos, expográficos e de engenharia para o espaço definido, junto com um plano de sustentabilidade.
FASE 2: IMPLEMENTAÇÃO FÍSICA E PRODUÇÃO (Janeiro de 2028 – Janeiro de 2029)
Com o projeto executivo aprovado, esta fase coloca o plano em prática. Envolve a produção e aquisição em escala real de todos os elementos expositivos: fabricação dos experimentos definitivos, réplicas, confecção de mobiliário, painéis gráficos, recursos multimídia e aquisição de equipamentos necessários. Concomitantemente, serão realizadas as obras de adequação e a montagem integral da exposição permanente no espaço predefinido. Para assegurar a operação, serão conduzidos testes técnicos de todos os sistemas e experimentos, ajustes finais na expografia e treinamento completo da equipe de mediadores.
FASE 3: OPERAÇÃO PILOTO, AVALIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO (Fevereiro de 2029 – Março de 2030)
A fase final marca a abertura do museu à comunidade. Será realizada a inauguração oficial, seguida pela implementação de um programa piloto de visitas mediadas e agendadas para escolas, além de horários de visitação livre para o público geral. Esta operação inicial será monitorada por um processo contínuo de avaliação, que coletará dados de satisfação e impacto por meio de instrumentos como questionários e observação sistemática, permitindo ajustes finos. Paralelamente, ao longo de toda a execução do projeto, serão ofertadas atividades de ensino na forma de cursos para a formação de estudantes – especialmente licenciandos – como mediadores culturais, integrando sua formação à prática extensionista. A fase e o projeto se encerram com a elaboração do manual definitivo de operações e do plano de sustentabilidade de longo prazo, documentos que serão entregues à gestão da UFPel para assegurar a perenidade do equipamento cultural criado.
FASE 1: PESQUISA, CURADORIA E PLANEJAMENTO FUNDAMENTAL (Março de 2026 – Dezembro de 2027)
Esta fase é dedicada à concepção intelectual e ao planejamento executivo do museu. Inicia-se com uma pesquisa de referências nacional e internacional sobre museus de matemática e ciências, visando definir uma identidade curatorial única. Paralelamente, será realizado um estudo técnico de viabilidade para identificar e avaliar potenciais espaços físicos para implantação, considerando critérios como localização, acessibilidade, infraestrutura e integração com a vida universitária, em articulação com os setores competentes da UFPel.
A partir dessas bases, será desenvolvido o projeto conceitual e expográfico preliminar, que definirá a narrativa, a identidade visual e o desenho dos módulos interativos. Em ciclo contínuo com essa definição, ocorrerá o desenvolvimento e validação de protótipos dos experimentos e réplicas históricas, que serão testados com públicos-piloto em eventos. Simultaneamente, uma pesquisa histórica aprofundada sustentará a elaboração dos conteúdos textuais e educativos. A fase se encerra com a consolidação do projeto executivo integrado, documento que detalhará todos os aspectos técnicos, expográficos e de engenharia para o espaço definido, junto com um plano de sustentabilidade.
FASE 2: IMPLEMENTAÇÃO FÍSICA E PRODUÇÃO (Janeiro de 2028 – Janeiro de 2029)
Com o projeto executivo aprovado, esta fase coloca o plano em prática. Envolve a produção e aquisição em escala real de todos os elementos expositivos: fabricação dos experimentos definitivos, réplicas, confecção de mobiliário, painéis gráficos, recursos multimídia e aquisição de equipamentos necessários. Concomitantemente, serão realizadas as obras de adequação e a montagem integral da exposição permanente no espaço predefinido. Para assegurar a operação, serão conduzidos testes técnicos de todos os sistemas e experimentos, ajustes finais na expografia e treinamento completo da equipe de mediadores.
FASE 3: OPERAÇÃO PILOTO, AVALIAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO (Fevereiro de 2029 – Março de 2030)
A fase final marca a abertura do museu à comunidade. Será realizada a inauguração oficial, seguida pela implementação de um programa piloto de visitas mediadas e agendadas para escolas, além de horários de visitação livre para o público geral. Esta operação inicial será monitorada por um processo contínuo de avaliação, que coletará dados de satisfação e impacto por meio de instrumentos como questionários e observação sistemática, permitindo ajustes finos. Paralelamente, ao longo de toda a execução do projeto, serão ofertadas atividades de ensino na forma de cursos para a formação de estudantes – especialmente licenciandos – como mediadores culturais, integrando sua formação à prática extensionista. A fase e o projeto se encerram com a elaboração do manual definitivo de operações e do plano de sustentabilidade de longo prazo, documentos que serão entregues à gestão da UFPel para assegurar a perenidade do equipamento cultural criado.
Indicadores, Metas e Resultados
PARA A FASE DE PESQUISA, CURADORIA E PLANEJAMENTO:
=> Indicador 1: Definição da proposta museológica.
• Meta: Concluir e aprovar o projeto conceitual, expográfico e executivo integrado.
• Resultado Esperado: Documento "Projeto Museológico do Museu Interativo de Matemática da UFPel".
=> Indicador 2: Definição do espaço físico e da proposta de custos.
• Meta: Identificar o espaço e elaborar uma proposta técnica e orçamentária para sua adequação e para a produção dos experimentos.
• Resultado Esperado: Projeto executivo com memorial descritivo, especificações técnicas e orçamento para captação.
=> Indicador 3: Desenvolvimento de conteúdo e protótipos.
• Meta: Desenvolver e validar protótipos de, no mínimo, 5 experimentos interativos principais e a linha do tempo histórica.
• Resultado Esperado: Protótipos funcionais.
=> Indicador 4: Captação de recursos para implementação.
• Meta: Assegurar os recursos necessários para a produção e montagem, através da aprovação em ao menos uma fonte de financiamento de médio/grande porte (editais nacionais/estaduais, emendas parlamentares, leis de incentivo, parcerias estratégicas).
• Resultado Esperado: Contrato, convênio ou termo de patrocínio formalizado, garantindo a viabilidade financeira da Fase 2.
PARA A FASE DE IMPLEMENTAÇÃO FÍSICA, PRODUÇÃO E PRÉ-OPERAÇÃO:
=> Indicador 5: Produção, montagem e testes.
• Meta: Concluir a fabricação, a aquisição de materiais e equipamentos, a adequação do espaço, a montagem integral e os testes técnicos de todos os sistemas.
• Resultado Esperado: Museu totalmente montado, testado e pronto para inauguração.
PARA A FASE DE INAUGURAÇÃO, OPERAÇÃO PILOTO E CONSOLIDAÇÃO:
=> Indicador 6: Inauguração e início da operação.
• Meta: Realizar a cerimônia de inauguração e estabelecer um programa piloto de visitação por 12 meses.
• Resultado Esperado: Realizar a Inauguração e relatórios bimestrais de visitação.
=> Indicador 7: Avaliação do impacto.
• Meta: Coletar e analisar dados de satisfação e percepção de, pelo menos, 120 visitantes durante a operação piloto.
• Resultado Esperado: Relatório final de avaliação do período piloto.
=> Indicador 8: Formação de recursos humanos e legado institucional.
• Meta 8.1: Oferecer 2 ciclos de formação para mediadores, capacitando pelo menos 8 estudantes.
• Resultado Esperado 8.1: Emissão de Certificados.
• Meta 8.2: Elaborar o manual de operações e o plano de sustentabilidade de longo prazo.
• Resultado Esperado 8.2: Documento "Manual de Gestão e Sustentabilidade do Museu" entregue à gestão da UFPel.
=> Indicador 1: Definição da proposta museológica.
• Meta: Concluir e aprovar o projeto conceitual, expográfico e executivo integrado.
• Resultado Esperado: Documento "Projeto Museológico do Museu Interativo de Matemática da UFPel".
=> Indicador 2: Definição do espaço físico e da proposta de custos.
• Meta: Identificar o espaço e elaborar uma proposta técnica e orçamentária para sua adequação e para a produção dos experimentos.
• Resultado Esperado: Projeto executivo com memorial descritivo, especificações técnicas e orçamento para captação.
=> Indicador 3: Desenvolvimento de conteúdo e protótipos.
• Meta: Desenvolver e validar protótipos de, no mínimo, 5 experimentos interativos principais e a linha do tempo histórica.
• Resultado Esperado: Protótipos funcionais.
=> Indicador 4: Captação de recursos para implementação.
• Meta: Assegurar os recursos necessários para a produção e montagem, através da aprovação em ao menos uma fonte de financiamento de médio/grande porte (editais nacionais/estaduais, emendas parlamentares, leis de incentivo, parcerias estratégicas).
• Resultado Esperado: Contrato, convênio ou termo de patrocínio formalizado, garantindo a viabilidade financeira da Fase 2.
PARA A FASE DE IMPLEMENTAÇÃO FÍSICA, PRODUÇÃO E PRÉ-OPERAÇÃO:
=> Indicador 5: Produção, montagem e testes.
• Meta: Concluir a fabricação, a aquisição de materiais e equipamentos, a adequação do espaço, a montagem integral e os testes técnicos de todos os sistemas.
• Resultado Esperado: Museu totalmente montado, testado e pronto para inauguração.
PARA A FASE DE INAUGURAÇÃO, OPERAÇÃO PILOTO E CONSOLIDAÇÃO:
=> Indicador 6: Inauguração e início da operação.
• Meta: Realizar a cerimônia de inauguração e estabelecer um programa piloto de visitação por 12 meses.
• Resultado Esperado: Realizar a Inauguração e relatórios bimestrais de visitação.
=> Indicador 7: Avaliação do impacto.
• Meta: Coletar e analisar dados de satisfação e percepção de, pelo menos, 120 visitantes durante a operação piloto.
• Resultado Esperado: Relatório final de avaliação do período piloto.
=> Indicador 8: Formação de recursos humanos e legado institucional.
• Meta 8.1: Oferecer 2 ciclos de formação para mediadores, capacitando pelo menos 8 estudantes.
• Resultado Esperado 8.1: Emissão de Certificados.
• Meta 8.2: Elaborar o manual de operações e o plano de sustentabilidade de longo prazo.
• Resultado Esperado 8.2: Documento "Manual de Gestão e Sustentabilidade do Museu" entregue à gestão da UFPel.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| BIANCA SCHULZ VARGAS | |||
| JULIA ELVIRA MADIERO | |||
| NATHALY ALVES PICANÇO | |||
| NEIDE PIZZOLATO ANGELO | 4 | ||
| OTAVIO PETER BELONI | |||
| PATRICIA DA CONCEICAO FANTINEL | 4 |