Nome do Projeto
Projeto Mais Juntas 2026-2030
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
05/05/2026 - 03/05/2030
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Engenharias
Eixo Temático (Principal - Afim)
Direitos Humanos e Justiça / Educação
Linha de Extensão
Direitos individuais e coletivos
Resumo
A violência de gênero atravessa todas classes sociais, faixas etárias e etnias, ainda que em diferentes graus. Vale destacar que movimentos característicos do feminismo e a criação da Lei Maria da Penha foram responsáveis de fazer com que a violência de gênero deixasse de ser naturalizada, passando a ser vista como social, complexa e multifacetada, considerada, atualmente, um problema social, de saúde pública e de direitos humanos, que se alastra pelo mundo como uma epidemia (O’Leary; Foran; Cohen, 2013; Guimarães; Pedroza, 2015; Macastena, 2019; Kero et al., 2020; Cerqueira; Bueno, 2025; ONU, 2025). Considerando esse cenário, o Projeto Mais Juntas (2026-2030) tem como objetivo geral cocriar tecnologias sociais para o enfrentamento a violência de gênero. Quanto a metodologia, cada ação apresentará uma metodologia específica para seu desenvolvimento. Em todas ações haverá um método que possibilite a cocriação de uma tecnologia social, ou seja, a verificação da necessidade da ação e seu melhor dimensionamento; e, em seguida, o método de execução. Como resultado tem-se a expectativa da cocriação e disseminação de tecnologias sociais efetinas para o enfrentamento a violência de gênero em Pelotas e nos municípios próximos (12 municípios, num raio de 100km).
Objetivo Geral
Cocriar tecnologias sociais para o enfrentamento a violência de gênero.
Justificativa
No Brasil, Cerqueira e Bueno (2025) mostram, no Atlas da Violência, que a violência de gênero segue sem solução definitiva à medida que a sociedade reproduz dinâmicas que subjugam pessoas do gênero feminino. Agrava o problema social violência de gênero, essa nem sempre ser reconhecida, assumida e denunciada pelas vítimas conforme mostraram as pesquisas de Tassinari (2020), Bezerra (2022) e Caipú, Giudice e Bolzan (2024). Sobre a não realização das denúncias cabe frisar que as vítimas informaram que não sabiam como proceder e desconheciam a existência da rede de atendimento a vítimas de violência de gênero (Tassinari, 2020; Bezerra, 2022; Stewart et al., 2023; Caipú; Giudice; Bolzan, 2024).
O Atlas da Violência de 2025, por meio da análise de dados nacionais, mostrou que entre os anos de “2022 e 2023, a taxa de homicídios femininos permaneceu inalterada, enquanto a taxa geral recuou 2,3%. Esse cenário sugere que, apesar da tendência geral de queda nos homicídios, a violência letal contra as mulheres não tem acompanhado o mesmo ritmo de redução, apontando para desafios persistentes em seu combate” (Cerqueira e Bueno, 2025, p. 49).
O Atlas da Violência de 2025, por meio da análise de dados nacionais, mostrou que entre os anos de “2022 e 2023, a taxa de homicídios femininos permaneceu inalterada, enquanto a taxa geral recuou 2,3%. Esse cenário sugere que, apesar da tendência geral de queda nos homicídios, a violência letal contra as mulheres não tem acompanhado o mesmo ritmo de redução, apontando para desafios persistentes em seu combate” (Cerqueira e Bueno, 2025, p. 49).
Metodologia
Quanto a metodologia, cabe destacar que cada ação apresentará uma metodologia específica para seu desenvolvimento. De maneira geral, em todas ações, haverá um método que possibilite a cocriação de uma tecnologia social, ou seja, a verificação da necessidade da ação e seu melhor dimensionamento; e, em seguida, o método de execução.
A saber:
- Métodos de verificação utilizados para coleta de dados: questionário lançado no Google Forms; Etnografia; Brainstorming (ou tempestade de ideias); Design Thinking e Teatro Fórum.
- Método de Execução: impressão de cartazes e informativos; Criação e manutenção de redes sociais , blogs, banco de dados e sites com vistas a disseminar informações; Organização de cursos de extensão, cartilhas, mostras, campanhas, palestras e seminários; Planejamento e execução de workshops à comunidade.
A saber:
- Métodos de verificação utilizados para coleta de dados: questionário lançado no Google Forms; Etnografia; Brainstorming (ou tempestade de ideias); Design Thinking e Teatro Fórum.
- Método de Execução: impressão de cartazes e informativos; Criação e manutenção de redes sociais , blogs, banco de dados e sites com vistas a disseminar informações; Organização de cursos de extensão, cartilhas, mostras, campanhas, palestras e seminários; Planejamento e execução de workshops à comunidade.
Indicadores, Metas e Resultados
INDICADORES:
- População atingida com as tecnologias socais cocriadas;
- Efetividade das tecnologias sociais cocriadas;
- Número de tecnologias sociais cocriadas;
METAS:
- Cocriar tecnologias sociais capazes de enfrentar a violência de gênero em Pelotas e nos municípios próximos (12 municípios, num raio de 100km).
- Contribuir efetivamente para minimizar a violência de gênero.
RESULTADOS ESPERADOS:
- Cocriação e disseminação de tecnologias sociais efetinas para o enfrentamento a violência de gênero em Pelotas e nos municípios próximos (12 municípios, num raio de 100km).
- População atingida com as tecnologias socais cocriadas;
- Efetividade das tecnologias sociais cocriadas;
- Número de tecnologias sociais cocriadas;
METAS:
- Cocriar tecnologias sociais capazes de enfrentar a violência de gênero em Pelotas e nos municípios próximos (12 municípios, num raio de 100km).
- Contribuir efetivamente para minimizar a violência de gênero.
RESULTADOS ESPERADOS:
- Cocriação e disseminação de tecnologias sociais efetinas para o enfrentamento a violência de gênero em Pelotas e nos municípios próximos (12 municípios, num raio de 100km).
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| ANA JULIA MARQUES DE AVILA | |||
| LARISSA MEDIANEIRA BOLZAN | 6 | ||
| LAURA ALVES DA SILVA |