Nome do Projeto
Vivências Médicas em Urgência e Emergência
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
01/09/2026 - 31/12/2029
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências da Saúde
Eixo Temático (Principal - Afim)
Saúde / Saúde
Linha de Extensão
Saúde humana
Resumo
O estágio consiste em proporcionar vivência prática em ambiente de atendimento pré-hospitalar móvel de urgência (SAMU), buscando proporcionar aos alunos de graduação em medicina, a partir do 4º semestre, experiência real de atendimentos de urgência e emergência e regulação médica. As atividades práticas ocorrerão de segunda à sexta-feira, das 14h às 20h. Para o ingresso e permanência, o acadêmico deve apresentar seguro de vida e se comprometer a adquirir o Equipamento de Proteção Individual (EPI) obrigatório, especificamente o sapato adequado/bota. A dinâmica envolve a participação nas Unidades de Suporte Básico (USB), Unidades de Suporte Avançado (USA) e na Central de Regulação.
Objetivo Geral
O projeto tem como propósito central proporcionar a vivência prática da rotina do SAMU, inserindo os alunos da graduação médica na assistência direta ao paciente no ambiente pré-hospitalar móvel e no processo de Regulação Médica das Urgências. Para alcançar essa meta, o estágio busca desenvolver as seguintes frentes:
Aplicação clínica e técnica: Colocar em prática os conhecimentos teóricos sobre Suporte Básico de Vida (SBV), Suporte Avançado de Vida (SAV) e os protocolos de atendimento inicial ao politraumatizado e às mais diversas emergências clínicas
Gestão e Regulação: Fazer com que o acadêmico compreenda a complexidade da Regulação Médica, reconhecendo o papel do médico como autoridade sanitária e gestor na administração do tempo e dos recursos limitados do sistema de saúde.
Comunicação e Humanização: Desenvolver habilidades interpessoais essenciais, como a escuta ativa e a comunicação eficaz com a população, exercitando a capacidade de traduzir a linguagem técnica para termos coloquiais e acolhedores durante situações de alto estresse.
Trabalho em Equipe: Integrar os alunos à dinâmica de uma equipe multidisciplinar de plantão (composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorristas), fomentando o respeito, a liderança e o espírito colaborativo.
Reflexão Teórico-Prática: Promover a análise reflexiva sobre a prática por meio de uma reunião mensal dedicada à apresentação e debate dos casos clínicos e de trauma atendidos ao longo do mês, abordando o raciocínio diagnóstico e as principais dificuldades enfrentadas no serviço.
Aplicação clínica e técnica: Colocar em prática os conhecimentos teóricos sobre Suporte Básico de Vida (SBV), Suporte Avançado de Vida (SAV) e os protocolos de atendimento inicial ao politraumatizado e às mais diversas emergências clínicas
Gestão e Regulação: Fazer com que o acadêmico compreenda a complexidade da Regulação Médica, reconhecendo o papel do médico como autoridade sanitária e gestor na administração do tempo e dos recursos limitados do sistema de saúde.
Comunicação e Humanização: Desenvolver habilidades interpessoais essenciais, como a escuta ativa e a comunicação eficaz com a população, exercitando a capacidade de traduzir a linguagem técnica para termos coloquiais e acolhedores durante situações de alto estresse.
Trabalho em Equipe: Integrar os alunos à dinâmica de uma equipe multidisciplinar de plantão (composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorristas), fomentando o respeito, a liderança e o espírito colaborativo.
Reflexão Teórico-Prática: Promover a análise reflexiva sobre a prática por meio de uma reunião mensal dedicada à apresentação e debate dos casos clínicos e de trauma atendidos ao longo do mês, abordando o raciocínio diagnóstico e as principais dificuldades enfrentadas no serviço.
Justificativa
Apesar da expansão da Política Nacional de Atenção às Urgências e do SAMU, o ensino sobre o ambiente pré-hospitalar e a regulação médica ainda é muito incipiente nas faculdades de medicina. Estudos demonstram que os estudantes de medicina possuem um conhecimento apenas mediano ou aquém do esperado sobre o funcionamento do SAMU, muitas vezes desconhecendo os critérios de acionamento, a composição das equipes de USA e USB, e o papel fundamental do médico regulador.
A imersão prática neste serviço é essencial para desconstruir o "mito do SAMU" de que o serviço se resume ao mero transporte de pacientes (ambulâncias à deriva). O contato direto com a população, o exercício do diagnóstico sindrômico rápido e o desenvolvimento da liderança em cenários de crise proporcionam um treinamento ímpar das habilidades técnicas e relacionais (soft skills) do futuro profissional. O estágio, portanto, preenche uma importante lacuna no currículo, integrando o ensino ao serviço e preparando o estudante de forma humanizada e resolutiva para o Sistema Único de Saúde (SUS)
A imersão prática neste serviço é essencial para desconstruir o "mito do SAMU" de que o serviço se resume ao mero transporte de pacientes (ambulâncias à deriva). O contato direto com a população, o exercício do diagnóstico sindrômico rápido e o desenvolvimento da liderança em cenários de crise proporcionam um treinamento ímpar das habilidades técnicas e relacionais (soft skills) do futuro profissional. O estágio, portanto, preenche uma importante lacuna no currículo, integrando o ensino ao serviço e preparando o estudante de forma humanizada e resolutiva para o Sistema Único de Saúde (SUS)
Metodologia
Requisitos: Os alunos devem estar cursando o 4º semestre ou superior. É obrigatório apresentar apólice de seguro de vida ativa no ato da matrícula e se comprometer a comprar o calçado de proteção adequado (botas), sendo o restante dos EPIs (luvas, máscaras) fornecidos pelo serviço.
Carga Horária e Escala: O estágio ocorrerá presencialmente de segunda à sexta-feira, no horário das 14h às 20h. Haverá uma reunião mensal para discussão de casos e dificuldades, e a falta no estágio cursará com a expulsão do aluno sem direito a certificação
Atividades Práticas: Os alunos acompanharão a Central de Regulação (atendimento telefônico, triagem, despacho de viaturas e orientação médica) e o atendimento nas ruas junto às viaturas de suporte, sob supervisão direta de preceptores/médicos intervencionistas.
Reunião Mensal e Avaliação: Haverá 1 reunião mensal dedicada à apresentação e discussão dos casos clínicos e de trauma atendidos ao longo do mês, abordando as principais condutas, o raciocínio diagnóstico e as dificuldades práticas enfrentadas pelos estagiários.
Critério de Exclusão: Alunos que faltarem ao plantão sem justificativa grave atestada serão sumariamente excluídos do estágio, perdendo o direito à certificação do mesmo
Carga Horária e Escala: O estágio ocorrerá presencialmente de segunda à sexta-feira, no horário das 14h às 20h. Haverá uma reunião mensal para discussão de casos e dificuldades, e a falta no estágio cursará com a expulsão do aluno sem direito a certificação
Atividades Práticas: Os alunos acompanharão a Central de Regulação (atendimento telefônico, triagem, despacho de viaturas e orientação médica) e o atendimento nas ruas junto às viaturas de suporte, sob supervisão direta de preceptores/médicos intervencionistas.
Reunião Mensal e Avaliação: Haverá 1 reunião mensal dedicada à apresentação e discussão dos casos clínicos e de trauma atendidos ao longo do mês, abordando as principais condutas, o raciocínio diagnóstico e as dificuldades práticas enfrentadas pelos estagiários.
Critério de Exclusão: Alunos que faltarem ao plantão sem justificativa grave atestada serão sumariamente excluídos do estágio, perdendo o direito à certificação do mesmo
Indicadores, Metas e Resultados
Aprofundamento nos conhecimentos práticos de urgência, emergência e regulação médica por parte dos alunos da graduação, superando a insegurança do atendimento sob pressão.
Maior familiarização com o SUS e a dinâmica do atendimento em rede (pré-hospitalar para o intra-hospitalar).
Melhoria das habilidades de comunicação clínica direta e por telemedicina (orientação via rádio e telefone) com a população.
Despertar o interesse acadêmico para o mercado de trabalho na medicina de emergência e no próprio SAMU
Maior familiarização com o SUS e a dinâmica do atendimento em rede (pré-hospitalar para o intra-hospitalar).
Melhoria das habilidades de comunicação clínica direta e por telemedicina (orientação via rádio e telefone) com a população.
Despertar o interesse acadêmico para o mercado de trabalho na medicina de emergência e no próprio SAMU
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| BERNARDO VIEIRA GIROTTO | |||
| CARLA ALBERICI PASTORE | 2 | ||
| CRISTIANO MARTINS DA ROSA | |||
| DAFNE VERONICA ARAUJO GARCIA | |||
| HELLENA GRUNER BIRCKHOLZ | |||
| HELOISA DOMINGUES | |||
| IZABELLI RODRIGUES SA TELES | |||
| LETÍCIA GARCIA DOS SANTOS | |||
| LUIZA SANTOS SILVEIRA ALVES | |||
| MARIA FERNANDA SIMIONATO DE LEMES | |||
| NIÚRA DA COSTA PINHEIRO | |||
| RAFAEL DE OLIVEIRA WEBER | |||
| RAFAELA DA COSTA | |||
| SAMIRA MARTINES | |||
| SARAH GARCIA FRITSCHE |