Nome do Projeto
Programa Permanente de Capacitação e Aperfeiçoamento em Monitoramento Hidrológico _ HIDROSEDI
Ênfase
Ensino
Data inicial - Data final
01/08/2026 - 31/12/2030
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Engenharias
Resumo
Este projeto tem como objetivo principal a capacitação, o aprimoramento técnico e o nivelamento de conhecimentos de toda a equipe. Para alcançar essa meta, será promovida uma série de minicursos de capacitação, ministrados por colaboradores parceiros, com ampla experiência prática. A iniciativa visa criar um espaço de troca de experiências e aprendizado contínuo, focado em minimizar dúvidas recorrentes sobre a utilização de métodos, mecanismos, equipamentos e softwares essenciais todos também alicerçados na execução de técnicas de campo.
As programações serão estruturadas para atender às demandas diretas das nossas rotinas de pesquisa e para atenção à projetos, englobando três módulos fundamentais:
Aerolevantamento: Treinamento focado no planejamento, execução e processamento de dados espaciais obtidos por veículos aéreos não tripulados (drones).
QGIS: Módulo voltado para o geoprocessamento, abrangendo desde as ferramentas básicas do software até análises espaciais aplicadas.
Topografia: Revisão e aprofundamento das técnicas clássicas e modernas de levantamento de campo, fundamentais para a aquisição de dados precisos.
Com essas atividades, espera-se otimizar o fluxo de trabalho do grupo, garantindo maior autonomia, rigor metodológico e segurança na aplicação de tecnologias nas nossas futuras campanhas e análises.
Objetivo Geral
Capacitar e nivelar o conhecimento técnico da equipe de investigação na utilização de tecnologias de aquisição, tratamento e análise de dados espaciais, através de capacitações focadas em aerolevantamento, sistemas de informação geográfica e topografia, visando a otimização das atividade em campo, campanhas de medição e análise laboratiais e de escritório, somados ao rigor metodológico necessários às análises científicas e aos projetos desenvolvidos pelo grupo.
Justificativa
A evolução contínua das tecnologias de monitorimento ambiental e de modelagem espacial exige que os investigadores possuam um elevado grau de proficiência nas ferramentas de obtenção e processamento de dados. Frequentemente, a complexidade inerente à operação de equipamentos sofisticados, de precisão e a manipulação de softwares avançados geram dúvidas operacionais que podem comprometer a celeridade e a exatidão dos resultados de produtos obtidos em pesquisas científicas, especialmente em áreas de grande escala hidro-geomorfológica.
A estruturação deste projeto de capacitação, através de minicursos ministrados por colaboradores com vasta experiência prática, surge como uma solução para mitigar estas lacunas. Esta iniciativa promoverá um ambiente de partilha de conhecimento, garantindo a harmonização de procedimentos técnicos essenciais. O investimento na formação interna traduz-se na consolidação de uma equipe mais autónoma e segura, refletindo-se diretamente na qualidade da obtenção de dados em campo, na precisão do processamento computacional e, consequentemente, na excelência técnica dos resultados e das futuras publicações do grupo.
A estruturação deste projeto de capacitação, através de minicursos ministrados por colaboradores com vasta experiência prática, surge como uma solução para mitigar estas lacunas. Esta iniciativa promoverá um ambiente de partilha de conhecimento, garantindo a harmonização de procedimentos técnicos essenciais. O investimento na formação interna traduz-se na consolidação de uma equipe mais autónoma e segura, refletindo-se diretamente na qualidade da obtenção de dados em campo, na precisão do processamento computacional e, consequentemente, na excelência técnica dos resultados e das futuras publicações do grupo.
Metodologia
O projeto será conduzido através de uma abordagem teórico-prática, estruturada em etapas de nivelamento, instrução e aplicação, organizadas nos seguintes módulos de capacitação:
1. Levantamento e Diagnóstico Prévio
Antes do início dos minicursos, será realizado um levantamento de expectativas capazes de identificar as principais dificuldades e dúvidas específicas dos membros do grupo relativamente ao uso de equipamentos, estruturas e softwares. Este passo permitirá que os colaboradores parceiros ajustem as metodologias de ensino às reais necessidades da rotina do laboratório.
2. Módulos de Formação (Minicursos)
A capacitação será dividida em três eixos centrais de atuação técnica, com aulas que combinam conceitos teóricos e exercícios práticos aplicados:
Módulo de Aerolevantamento: Focado no planeamento de missões de voo, operação segura de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs/drones) em ambiente de estudo fluvial e bacias, e processamento fotogramétrico básico para a geração de Ortomosaicos e Modelos Digitais de Superfície/Terreno.
Módulo de QGIS e Geoprocessamento: Instrução focada no ambiente de Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Abordará desde a configuração e gestão do espaço de trabalho, manipulação de dados vetoriais e matriciais, até ao uso de ferramentas avançadas de análise espacial e composição de layouts cartográficos finais.
Módulo de Topografia: Revisão técnica e prática dos métodos de levantamento de campo. Envolverá a correta locação, calibração e operação de equipamentos topográficos clássicos e modernos (como recetores GNSS RTK e Estações Totais), assegurando o rigor na obtenção de coordenadas e cotas para perfis batimétricos e de margens.
3. Aplicação Prática e Consolidação
No encerramento de cada módulo, aos participantes serão oportunizadas atividades prática baseadas em dados reais e cenários de trabalho rotineiros do grupo. Esta etapa servirá não só para fixar os conceitos abordados, mas também para elaborar ou atualizar os Procedimentos Operacionais Padrão (POP) do laboratório, documentando as melhores práticas para que o conhecimento permaneça acessível em consultas futuras.
1. Levantamento e Diagnóstico Prévio
Antes do início dos minicursos, será realizado um levantamento de expectativas capazes de identificar as principais dificuldades e dúvidas específicas dos membros do grupo relativamente ao uso de equipamentos, estruturas e softwares. Este passo permitirá que os colaboradores parceiros ajustem as metodologias de ensino às reais necessidades da rotina do laboratório.
2. Módulos de Formação (Minicursos)
A capacitação será dividida em três eixos centrais de atuação técnica, com aulas que combinam conceitos teóricos e exercícios práticos aplicados:
Módulo de Aerolevantamento: Focado no planeamento de missões de voo, operação segura de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs/drones) em ambiente de estudo fluvial e bacias, e processamento fotogramétrico básico para a geração de Ortomosaicos e Modelos Digitais de Superfície/Terreno.
Módulo de QGIS e Geoprocessamento: Instrução focada no ambiente de Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Abordará desde a configuração e gestão do espaço de trabalho, manipulação de dados vetoriais e matriciais, até ao uso de ferramentas avançadas de análise espacial e composição de layouts cartográficos finais.
Módulo de Topografia: Revisão técnica e prática dos métodos de levantamento de campo. Envolverá a correta locação, calibração e operação de equipamentos topográficos clássicos e modernos (como recetores GNSS RTK e Estações Totais), assegurando o rigor na obtenção de coordenadas e cotas para perfis batimétricos e de margens.
3. Aplicação Prática e Consolidação
No encerramento de cada módulo, aos participantes serão oportunizadas atividades prática baseadas em dados reais e cenários de trabalho rotineiros do grupo. Esta etapa servirá não só para fixar os conceitos abordados, mas também para elaborar ou atualizar os Procedimentos Operacionais Padrão (POP) do laboratório, documentando as melhores práticas para que o conhecimento permaneça acessível em consultas futuras.
Indicadores, Metas e Resultados
Indicadores de Acompanhamento e Metas Esperadas
Para garantir a eficácia da formação e a correta assimilação das tecnologias abordadas, o progresso da equipe será monitorada e avaliado através dos seguintes indicadores e das suas respetivas metas:
1. Taxa de Adesão e Nivelamento Técnico
Indicador: Percentagem de membros da equipe que frequentaram e concluíram integralmente os três módulos de formação.
Meta Esperada: 100% de participação e conclusão por parte dos membros envolvidos nas atividades operacionais, assegurando um nivelamento uniforme e garantindo que toda a equipe partilhe a mesma base de conhecimento nos domínios do Aerolevantamento, QGIS e Topografia.
2. Produção Técnica e Padronização Documental
Indicador: Número de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) e metodologias de campo elaboradas ou atualizadas após a conclusão dos minicursos.
Meta Esperada: Elaboração e validação interna de, no mínimo, 3 documentos normativos (um referente a cada módulo). Estes manuais deverão documentar fluxos de trabalho otimizados, desde o planeamento de voos com VANTs até às metodologias de geoprocessamento espacial, servindo de base de consulta para as rotinas do laboratório.
3. Aplicação Prática e Otimização de Processos
Indicador: Implementação das ferramentas e rotinas ensinadas nos projetos de investigação e obtenção de dados em campo.
Meta Esperada: Aplicação direta e autónoma das técnicas aprendidas num prazo de 2 a 4 meses após a capacitação. Espera-se a execução prática de um levantamento topográfico preciso com recursos GNSS RTK, a geração de ortomosaicos ou Modelos Digitais de Superfície (MDS) e a construção de mapas temáticos avançados sem a necessidade de supervisão externa constante.
4. Resolução de Dificuldades Operacionais (Feedback Contínuo)
Indicador: Grau de confiança dos investigadores e redução do tempo gasto na correção de erros de manipulação de softwares e equipamentos.
Meta Esperada: Atingir um nível de satisfação e de esclarecimento de dúvidas técnicas superior a 90%, mensurado através de um formulário de feedback interno aplicado no final da jornada de formação. Prevê-se uma redução substancial dos estrangulamentos operacionais e maior celeridade no tratamento dos dados brutos espaciais.
Para garantir a eficácia da formação e a correta assimilação das tecnologias abordadas, o progresso da equipe será monitorada e avaliado através dos seguintes indicadores e das suas respetivas metas:
1. Taxa de Adesão e Nivelamento Técnico
Indicador: Percentagem de membros da equipe que frequentaram e concluíram integralmente os três módulos de formação.
Meta Esperada: 100% de participação e conclusão por parte dos membros envolvidos nas atividades operacionais, assegurando um nivelamento uniforme e garantindo que toda a equipe partilhe a mesma base de conhecimento nos domínios do Aerolevantamento, QGIS e Topografia.
2. Produção Técnica e Padronização Documental
Indicador: Número de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) e metodologias de campo elaboradas ou atualizadas após a conclusão dos minicursos.
Meta Esperada: Elaboração e validação interna de, no mínimo, 3 documentos normativos (um referente a cada módulo). Estes manuais deverão documentar fluxos de trabalho otimizados, desde o planeamento de voos com VANTs até às metodologias de geoprocessamento espacial, servindo de base de consulta para as rotinas do laboratório.
3. Aplicação Prática e Otimização de Processos
Indicador: Implementação das ferramentas e rotinas ensinadas nos projetos de investigação e obtenção de dados em campo.
Meta Esperada: Aplicação direta e autónoma das técnicas aprendidas num prazo de 2 a 4 meses após a capacitação. Espera-se a execução prática de um levantamento topográfico preciso com recursos GNSS RTK, a geração de ortomosaicos ou Modelos Digitais de Superfície (MDS) e a construção de mapas temáticos avançados sem a necessidade de supervisão externa constante.
4. Resolução de Dificuldades Operacionais (Feedback Contínuo)
Indicador: Grau de confiança dos investigadores e redução do tempo gasto na correção de erros de manipulação de softwares e equipamentos.
Meta Esperada: Atingir um nível de satisfação e de esclarecimento de dúvidas técnicas superior a 90%, mensurado através de um formulário de feedback interno aplicado no final da jornada de formação. Prevê-se uma redução substancial dos estrangulamentos operacionais e maior celeridade no tratamento dos dados brutos espaciais.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| ALEXANDRE FELIPE BRUCH | 25 | ||
| ALINE MACHADO SIMÕES | |||
| ANNA NACHTIGALL DA CRUZ | |||
| ARLENE FEHRENBACH | |||
| EDUARDO MATIELO MORAES DA SILVA | |||
| EMANUELE KOSCHIER PINTO | |||
| GILBERTO LOGUERCIO COLLARES | 32 | ||
| GUILHERME DA FONSECA SILVEIRA | |||
| JUNIA PACHECO SPERB | |||
| KARINA XAVIER FOLHA | |||
| LUCIANA DALSOCHIO | |||
| LUCIANA SHIGIHARA LIMA | |||
| LUIZA SARAIVA MENDES | |||
| MATEUS MADAIL SANTIN | 8 | ||
| MAYARA DA SILVA DUARTE | |||
| NELVA BUGONI RIQUETTI | |||
| NICOLI PORTO MENA | |||
| POLIANA DO NASCIMENTO SILVEIRA | |||
| RAFAEL FERRARI ULGUIM EHLERT | |||
| REGINALDO GALSKI BONCZYNSKI | 24 | ||
| VITOR WALLY TIMM |