Nome do Projeto
LIGA ACADÊMICA DE MEDICINA INTENSIVA (LIGAMI/UFPel)
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
05/01/2024 - 31/12/2025
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências da Saúde
Eixo Temático (Principal - Afim)
Saúde / Saúde
Linha de Extensão
Saúde humana
Resumo
Este projeto pretende prestar atendimento médico à comunidade pelotense, além disso, busca a inserção do acadêmico de Medicina no atendimento aos pacientes em tratamento intensivo (UTI). Selecionamos a UTI da Santa Casa de Pelotas como foco da nossa atuação, por tratar-se de um hospital filantrópico, bastante comprometido com o Sistema Único de Saúde. Nossa proposta é que o aluno atue como auxiliar do médico da UTI durante o atendimento ao paciente sob terapia intensiva. Estimamos a realização de 2800 atendimentos anuais, atingindo um grupo de 600 pacientes/ano, onde, sob delegação e supervisão presencial do médico da UTI, o aluno realizará partes do atendimento que não configuram ato médico, como o exame físico e o registro em prontuário, e, na condição de observador, discutirá as condutas médicas propostas e acompanhará sua execução. Entendemos que tal proposta pode trazer benefícios aos pacientes, aos alunos envolvidos, e ao atendimento da UTI como um todo. Planejamos ainda a difusão e produção de conhecimento na área de Medicina Intensiva através de ações de ensino e pesquisa. Liga Afiliada a Sociedade de Terapia Intensiva do Rio Grande do Sul (SOTIRGS) e a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) Resp. Docente: Rafael Olivé Leite Resp. Discente: Luan Lucas Valins da Silveira

Objetivo Geral

Prestar atendimento médico na UTI da Santa Casa de Misericórdia de Pelotas, junto à inserção o aluno no ambiente de terapia intensiva, auxiliando no atendimento de pacientes internados na UTI da Santa Casa de Pelotas, e apresentá-lo à especialidade médica Medicina Intensiva, através de ações de ensino e pesquisa, evidenciando a participação da comunidade externa no projeto, alinhando-se com o conceito extensionista.

Justificativa

A medicina intensiva é uma das especialidades médicas cuja demanda mais cresceu nas últimas décadas, devido ao envelhecimento da população e a crescente complexidade dos tratamentos médicos. Além disso, existe uma clara falta de profissionais médicos para suprir as demandas das mais de 2000 UTIs brasileiras, resultando em uma distribuição muito desigual dos médicos especialistas, que tendem a se fixar nas capitais do sul e e sudeste do Brasil.
Não obstante a crescente demanda por especialistas, a Medicina Intensiva ainda não figura na grade curricular dos cursos de graduação em Medicina e ainda é pouco conhecida pelos graduandos em Medicina e pela comunidade em geral. Dados os currículos atuais, um aluno pode graduar-se em Medicina sem qualquer aproximação com a especialidade e sem sequer entrar em uma UTI. Consideramos que este desconhecimento dificulta a formação de novos médicos especialistas para as UTIs brasileiras.
Por outro lado, acreditamos que a atuação do aluno possa trazer benefício aos pacientes sob tratamento intensivo, que passarão a ter mais pessoas envolvidas com seu cuidado. Foi neste sentido a opção pela UTI da Santa Casa de Pelotas, hospital filantrópico, que na maior parte do tempo não conta com a atuação de acadêmicos no atendimento.
Desta forma, é justificável a exposição do graduando em Medicina ao ambiente de terapia intensiva, como auxiliar no atendimento aos pacientes, assim como sua inserção em atividades de ensino e pesquisa.

Metodologia

- Atendimento na UTI em horários livres, conforme uma escala de trabalho a ser elaborada.
- Identificação de profissionais médicos dispostos a engajar-se no projeto, para receberem os alunos.
- Realização de seminários, aulas expositivas e simulações voltadas aos temas da Medicina Intensiva.
- Participação dos alunos em projetos de pesquisa na mesma área.

Indicadores, Metas e Resultados

O resultado esperado é a inserção de acadêmicos no atendimento em terapia intensiva, beneficiando os pacientes, e desta forma apresentar ao aluno não só às questões técnicas do intensivismo, mas a um ambiente multidisciplinar e permeado por questões bioéticas,
Em termos de indicadores e metas, pretendemos produzir cerca de 2600 atendimentos ao ano para cerca de 600 pacientes.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
CLAUDIA CALDEIRA GOMES1
LUAN LUCAS VALINS DA SILVEIRA
RAFAEL OLIVE LEITE8

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