Nome da Disciplina
ESTÁGIO EM NUTRIÇÃO E SAÚDE PÚBLICA
CÓDIGO
0400045
Carga Horária
306 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
18
CARGA HORÁRIA PRÁTICA
18
CRÉDITOS
18
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%
NOTA MÉDIA APROVAÇÃO
5

Ementa

Atuação do estudante de nutrição em atenção primária à saúde.

Objetivos

Objetivo Geral:

Capacitar os estudantes para atuação no campo da alimentação e
nutrição em saúde pública.

 

Objetivos Específicos:

1. Participar de equipes multiprofissionais e intersetoriais destinadas a planejar, coordenar,
supervisionar, implementar, executar e avaliar políticas, programas, cursos nos diversos
níveis, pesquisas ou eventos de qualquer natureza.
2. Acompanhar a implementação do módulo de vigilância alimentar e nutricional, do Sistema
de Informação de Atenção Básica (SIAB).
3. Colaborar na consolidação, análise e avaliação dos dados de Vigilância Alimentar e
Nutricional, propondo ações de resolutividade, para situações de risco nutricional.
4. Promover ações de educação alimentar e nutricional.
5. Integrar fóruns de controle social, contribuir no planejamento, implementação, análise e
divulgação de estudos e pesquisas na área de alimentação e nutrição, promovendo o
intercâmbio técnico-científico, sempre que possível.
6. Identificar grupos populacionais de risco nutricional para doenças crônicas não
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transmissíveis (DCNT), visando o planejamento de ações específicas.
7. Participar do planejamento e execução de cursos de treinamento e aperfeiçoamento para
profissionais da área da saúde.
8. Colaborar com a revisão, padronização, implantação e implementação de protocolos de
atendimento nutricional adequados às características da população assistida.
9. Promover, junto à equipe de planejamento, a implantação, implementação e o
acompanhamento das ações de Segurança Alimentar e Nutricional.
10. Participar da elaboração do plano anual de trabalho do setor de alimentação e nutrição no
município.
11. Avaliar o impacto das ações de alimentação e nutrição na população assistida.
12. Prestar atendimento nutricional individual, em ambulatório ou em domicílio, elaborando o
diagnóstico nutricional com base nos dados clínicos, bioquímicos, antropométricos e dietéticos
e registrar em prontuário do usuário.
13. Orientar o usuário e/ou familiares/responsáveis quanto ao planejamento da dieta
estabelecido.
14. Participar de atividade em vigilância e saúde.

Conteúdo Programático

1. Métodos diretos e indiretos de avaliação nutricional.
2. Bases da alimentação normal.
3. Aleitamento materno.
4. Alimentação nos diferentes ciclos da vida.
5. Desnutrição e outras doenças carenciais.
6. Doenças crônico-degenerativas relacionadas com estado nutricional.
7. Políticas e programas de alimentação e nutrição.
8. Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional.
9. Educação alimentar e nutricional.
10. Segurança alimentar e nutricional.
11. Vigilância Sanitária.

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • 13. Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN). Disponível em nutricao.saude.gov.br 14. Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea). Disponível em www.planalto.gov.br/consea/exec/index.cfm 15. Portal da Saúde – Ministério da Saúde. Disponível em www.saude.gov.br/
  • 1. BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para crianças menores de 2 anos: MS 2002. Disponível em http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guiao.pdf 2. BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia alimentar para a população brasileira Brasília: MS 2005. 210 p. Disponível em www.saúde.gov.br/nutrição 3. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília, 2003. Disponível em http://nutricao.saude.gov.br/docs/geral/pnan.pdf 4. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde. 3. ed. Brasília: Ministério da 124 Saúde, 2010. 5. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 6. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Saúde da criança. Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. Brasília (DF): O Ministério; 2002. (Série de Cadernos de Atenção Básica, 11. Série A: Normas e Manuais técnicos, 173). 7. Cuppari, L. Nutrição Clínica do Adulto. Editora UNIFESP, São Paulo, 2005. 8. Kac G, Sichieri R, Gigante DP, organizadores. Epidemiologia Nutricional. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz/Atheneu; 2007. 580 pp. 9. ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD. La obesidad en la pobreza: un nuevo reto para la Salud pública. Washington DC, OPS, 2000. 132p (Publicación Científica, 576). 10. Rossi L; Caruso L; Galante AP. Avaliação nutricional. Novas Perspectivas. 2009. 11. Silva DO, Engstron EM, Zaborowski EM. SISVAN. Instrumento para o combate aos distúrbios nutricionais na atenção à saúde: o diagnóstico coletivo. Rio de Janeiro, FIOCRUZ, 2002.

Bibliografia Complementar:

  • 1. Barros FC & Victora CG. Epidemiologia da saude Infantil. São Paulo, Ed HUCITEC/UNICEF. 1994. 2. BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde - SUS - Princípios e conquistas. Brasilia DF. 2000. 3. BRASIL. Ministério da Saúde. SISVAN: Instrumentos para o Combate aos Distúrbios Nutricionais na Atenção à saúde - O diagnóstico coletivo. Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição - Região Sudeste. 2002. 4. BRASIL. Ministério da Saúde. Indicadores de Vigilância Alimentar e Nutricional, Brasil 2006. Série B. Textos Básicos de Saúde. Brasília, DF, 2009. 5. BRASIL. Ministério da Saúde. Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e 125 da Mulher - PNDS, 2006. Brasilia, DF, 2008. 6. Monteiro CA. Velhos e novos males de Saúde no Brasil. S.Paulo, Hucitec, 2000. Cap. 4, 8, 14. 7. Sociedade Brasileira de pediatria. Avaliação Nutricional da Criança e do Adolescente: manual de orientação. Departamento de Nutrologia. São Paulo, 2009. 8. WHO Expert Committee on Physical Status The use and interpretation of anthropometry: report of a WHO expert committee. WHO Technical SerieS-854. Geneva. 1995. 9. WHO, FAO, Expert Consultation on Diet, Nutrition and the prevention diseases. Diet Nutrition and the Prevention of Chronic diseases: report of a joint WHO/FAO WHO expert Consultation. Geneva: WHO Technical Report Series, 916 2003. 149 p. 10. WILLET. Nutritional Epidemiology. 2nd ed. New York: Oxford University Press 1998. 514 p.

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