Nome do Projeto
Aqui Não, Parasito!
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
16/03/2026 - 20/12/2028
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Biológicas
Eixo Temático (Principal - Afim)
Saúde / Saúde
Linha de Extensão
Saúde da família
Resumo
As infecções parasitárias apresentam elevada prevalência em populações em vulnerabilidade socioeconômica, principalmente em função da precariedade do saneamento básico e do acesso limitado à informação. O público infantil, por sua vez, apresenta maior suscetibilidade às infecções parasitárias em razão de seus comportamentos exploratórios e hábitos de higiene ainda em formação. Diante desse cenário, e em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelece a educação em saúde como eixo formativo no ensino básico, o presente projeto de extensão visa intervir em escolas públicas de educação básica do município de Pelotas, com o objetivo central de conscientizar crianças acerca da sintomatologia, tratamento e, sobretudo, da prevenção das principais doenças parasitárias. As ações ocorrerão por meio de divulgação científica em formato lúdico, utilizando metodologias ativas, jogos, maquetes e materiais didáticos adaptados à faixa etária, promovendo a transformação da sala de aula em um espaço de educação em saúde e promoção da qualidade de vida.
Objetivo Geral
Conscientizar crianças da rede pública de ensino sobre as doenças parasitárias que acometem populações em vulnerabilidade socioeconômica, promovendo a prevenção em saúde pública por meio da educação científica e sanitária.
Justificativa
A persistência das parasitoses intestinais na infância constitui um grave problema de saúde pública, especialmente em regiões marcadas por desigualdades sociais e sanitárias. A profilaxia eficaz das parasitoses depende intrinsecamente do conhecimento transmitido à população. Muitas dessas infecções apresentam caráter assintomático ou subdiagnosticado, estando associadas a quadros de desnutrição, anemia, déficit de aprendizado, além de prejuízos ao desenvolvimento físico e cognitivo infantil (Neves, 2011; Foletto e da Silva, 2025)
Nesse contexto, a universidade, enquanto instituição promotora do conhecimento técnico-científico, possui papel fundamental na transposição desse saber para a sociedade, por meio de ações extensionistas. A escola, enquanto espaço de formação cidadã, mostra-se um ambiente estratégico para a disseminação de informações em saúde (dos Santos e de Freitas, 2023). Ao atuar diretamente em instituições públicas de ensino de Pelotas, o projeto não apenas promove a educação científica básica, como também fortalece o autocuidado e a prevenção de agravos à saúde. Ademais, ressalta-se o papel das crianças como multiplicadoras de conhecimento no ambiente familiar e social, ampliando o impacto das ações desenvolvidas (dos Santos e de Freitas, 2023).
Além do impacto social esperado, o projeto contribuirá de forma significativa para a formação inicial dos estudantes de graduação vinculados à proposta, ao possibilitar a integração entre os conhecimentos teóricos adquiridos em disciplinas da área de Parasitologia e sua aplicação prática em contextos reais, bem como a compreensão e a valorização do conceito de One Health. A participação nas atividades extensionistas favorecerá o desenvolvimento de competências técnicas, pedagógicas e comunicacionais, como a elaboração de materiais didáticos, o uso de metodologias ativas e a adaptação da linguagem científica ao público infantil e ao público leigo, requisito fundamental para a divulgação científica na contemporaneidade. Ademais, a vivência em escolas públicas estimulará uma formação crítica, ética e socialmente comprometida, fortalecendo habilidades como trabalho em equipe, autonomia e responsabilidade profissional, essenciais à formação acadêmica e cidadã dos futuros profissionais.
Nesse contexto, a universidade, enquanto instituição promotora do conhecimento técnico-científico, possui papel fundamental na transposição desse saber para a sociedade, por meio de ações extensionistas. A escola, enquanto espaço de formação cidadã, mostra-se um ambiente estratégico para a disseminação de informações em saúde (dos Santos e de Freitas, 2023). Ao atuar diretamente em instituições públicas de ensino de Pelotas, o projeto não apenas promove a educação científica básica, como também fortalece o autocuidado e a prevenção de agravos à saúde. Ademais, ressalta-se o papel das crianças como multiplicadoras de conhecimento no ambiente familiar e social, ampliando o impacto das ações desenvolvidas (dos Santos e de Freitas, 2023).
Além do impacto social esperado, o projeto contribuirá de forma significativa para a formação inicial dos estudantes de graduação vinculados à proposta, ao possibilitar a integração entre os conhecimentos teóricos adquiridos em disciplinas da área de Parasitologia e sua aplicação prática em contextos reais, bem como a compreensão e a valorização do conceito de One Health. A participação nas atividades extensionistas favorecerá o desenvolvimento de competências técnicas, pedagógicas e comunicacionais, como a elaboração de materiais didáticos, o uso de metodologias ativas e a adaptação da linguagem científica ao público infantil e ao público leigo, requisito fundamental para a divulgação científica na contemporaneidade. Ademais, a vivência em escolas públicas estimulará uma formação crítica, ética e socialmente comprometida, fortalecendo habilidades como trabalho em equipe, autonomia e responsabilidade profissional, essenciais à formação acadêmica e cidadã dos futuros profissionais.
Metodologia
Público-Alvo e Escolas Parceiras
O presente projeto será desenvolvido por meio de ações educativas em escolas públicas do município de Pelotas, com as quais já possuímos autorização prévia, sendo elas:
• Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Augusto Simões Lopes;
• Colégio Municipal Pelotense;
• Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Francisco Simões;
• Instituto Estadual de Educação Assis Brasil.
O público-alvo do projeto será composto por estudantes do 5º e 6º anos do ensino fundamental.
Integrantes do Projeto
Poderão participar do projeto estudantes de graduação que tenham cursado a disciplina de Parasitologia, dos cursos de:
• Ciências Biológicas;
• Nutrição;
• Medicina;
• Zootecnia;
• Farmácia;
• Medicina Veterinária;
• Pós-graduação em Microbiologia e Parasitologia.
A seleção ocorrerá por meio de carta de intenção e análise do histórico escolar, sendo selecionados no mínimo 5 e no máximo 15 estudantes. Todas as visitas às escolas serão supervisionadas pela coordenadora, pela co-coordenadora (Francele Carlan) e por dois docentes de áreas afins à Parasitologia.
Materiais didáticos e estratégias pedagógicas
(i) Atividades práticas
Os estudantes de graduação integrarão o projeto de extensão “Aqui Não, Parasito”, sendo incentivados a planejar, propor e confeccionar atividades lúdicas e materiais educativos alinhados aos objetivos da proposta. As ações envolverão a demonstração de helmintos preservados, possibilitando sua observação a olho nu, por meio de estereomicroscópio e de imagens ampliadas, bem como a exposição de amostras, maquetes e jogos educativos, destinadas aos estudantes do 5º e 6º anos do ensino fundamental. Essas atividades abordarão os modos de transmissão, sintomas e diagnóstico das geo-helmintíases, favorecendo a aprendizagem significativa com base em metodologias ativas de ensino-aprendizagem.
(ii) Oficinas, palestras e divulgação online
Serão elaborados cartilhas e folders explicativos, com imagens ilustrativas e informações claras sobre as parasitoses e a importância da prevenção. Também serão confeccionados banners educativos, que permanecerão disponíveis nas escolas para apreciação de toda a comunidade estudantil. Jogos educativos, obras teatrais e rodas de discussão poderão ser utilizados como estratégias pedagógicas complementares. As atividades também poderão incluir a apresentação de vídeos curtos ou animações, disponíveis no YouTube ou elaboradas pelos integrantes do projeto e posteriormente publicadas na página oficial do Instagram (@parasitologiabasica), abordando história, sintomas, tratamento e generalidades das parasitoses.
Por fim, o projeto busca incentivar que os estudantes levem as informações aprendidas para suas famílias e amigos, tornando-se agentes multiplicadores da prevenção em saúde.
As atividades serão conduzidas pelos acadêmicos extensionistas, sob supervisão direta da equipe docente, e realizadas nas escolas parceiras, sendo organizadas de modo a estimular a participação ativa, o diálogo, a cooperação e a construção coletiva do conhecimento, respeitando a realidade social e a faixa etária do público-alvo.
O presente projeto será desenvolvido por meio de ações educativas em escolas públicas do município de Pelotas, com as quais já possuímos autorização prévia, sendo elas:
• Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Augusto Simões Lopes;
• Colégio Municipal Pelotense;
• Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Francisco Simões;
• Instituto Estadual de Educação Assis Brasil.
O público-alvo do projeto será composto por estudantes do 5º e 6º anos do ensino fundamental.
Integrantes do Projeto
Poderão participar do projeto estudantes de graduação que tenham cursado a disciplina de Parasitologia, dos cursos de:
• Ciências Biológicas;
• Nutrição;
• Medicina;
• Zootecnia;
• Farmácia;
• Medicina Veterinária;
• Pós-graduação em Microbiologia e Parasitologia.
A seleção ocorrerá por meio de carta de intenção e análise do histórico escolar, sendo selecionados no mínimo 5 e no máximo 15 estudantes. Todas as visitas às escolas serão supervisionadas pela coordenadora, pela co-coordenadora (Francele Carlan) e por dois docentes de áreas afins à Parasitologia.
Materiais didáticos e estratégias pedagógicas
(i) Atividades práticas
Os estudantes de graduação integrarão o projeto de extensão “Aqui Não, Parasito”, sendo incentivados a planejar, propor e confeccionar atividades lúdicas e materiais educativos alinhados aos objetivos da proposta. As ações envolverão a demonstração de helmintos preservados, possibilitando sua observação a olho nu, por meio de estereomicroscópio e de imagens ampliadas, bem como a exposição de amostras, maquetes e jogos educativos, destinadas aos estudantes do 5º e 6º anos do ensino fundamental. Essas atividades abordarão os modos de transmissão, sintomas e diagnóstico das geo-helmintíases, favorecendo a aprendizagem significativa com base em metodologias ativas de ensino-aprendizagem.
(ii) Oficinas, palestras e divulgação online
Serão elaborados cartilhas e folders explicativos, com imagens ilustrativas e informações claras sobre as parasitoses e a importância da prevenção. Também serão confeccionados banners educativos, que permanecerão disponíveis nas escolas para apreciação de toda a comunidade estudantil. Jogos educativos, obras teatrais e rodas de discussão poderão ser utilizados como estratégias pedagógicas complementares. As atividades também poderão incluir a apresentação de vídeos curtos ou animações, disponíveis no YouTube ou elaboradas pelos integrantes do projeto e posteriormente publicadas na página oficial do Instagram (@parasitologiabasica), abordando história, sintomas, tratamento e generalidades das parasitoses.
Por fim, o projeto busca incentivar que os estudantes levem as informações aprendidas para suas famílias e amigos, tornando-se agentes multiplicadores da prevenção em saúde.
As atividades serão conduzidas pelos acadêmicos extensionistas, sob supervisão direta da equipe docente, e realizadas nas escolas parceiras, sendo organizadas de modo a estimular a participação ativa, o diálogo, a cooperação e a construção coletiva do conhecimento, respeitando a realidade social e a faixa etária do público-alvo.
Indicadores, Metas e Resultados
1. Conscientização dos estudantes sobre as doenças parasitárias
Espera-se que os estudantes do 5º e 6º anos do ensino fundamental compreendam o que são e quais são as principais parasitoses, seus modos de transmissão, sintomas e formas de prevenção, reconhecendo a importância dos hábitos de higiene, do saneamento básico e do consumo seguro de água e alimentos.
2. Capacitação dos estudantes como multiplicadores de informação
Pretendemos que os estudantes capacitados adquiram conhecimento suficiente para falar sobre o aprendido com familiares, colegas e a comunidade sobre as formas de prevenção das parasitoses, atuando como multiplicadores de informação em saúde, ampliando o alcance das ações do projeto para além do ambiente escolar.
3. Redução de riscos associados às parasitoses no ambiente escolar e familiar
Esperamos que, a partir das ações educativas desenvolvidas, ocorram mudanças de comportamento relacionadas à higiene pessoal, alimentar e ambiental, contribuindo para a redução dos riscos de infecção por parasitos no ambiente escolar e no contexto familiar.
Espera-se que os estudantes do 5º e 6º anos do ensino fundamental compreendam o que são e quais são as principais parasitoses, seus modos de transmissão, sintomas e formas de prevenção, reconhecendo a importância dos hábitos de higiene, do saneamento básico e do consumo seguro de água e alimentos.
2. Capacitação dos estudantes como multiplicadores de informação
Pretendemos que os estudantes capacitados adquiram conhecimento suficiente para falar sobre o aprendido com familiares, colegas e a comunidade sobre as formas de prevenção das parasitoses, atuando como multiplicadores de informação em saúde, ampliando o alcance das ações do projeto para além do ambiente escolar.
3. Redução de riscos associados às parasitoses no ambiente escolar e familiar
Esperamos que, a partir das ações educativas desenvolvidas, ocorram mudanças de comportamento relacionadas à higiene pessoal, alimentar e ambiental, contribuindo para a redução dos riscos de infecção por parasitos no ambiente escolar e no contexto familiar.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| DANIELA OERTEL STEVENSON | |||
| FRANCELE DE ABREU CARLAN | 5 | ||
| LEDA MARGARITA CASTANO BARRIOS | 6 | ||
| LUISA HELENA ZORZI DA ROSA | |||
| NATÁLIA BERNE PINHEIRO | 5 | ||
| NIKOLAS STAINKI GOMES |