Nome do Projeto
Elos e laços na formação docente : ampliando as inter-relações a partir do Programa Escolas Protagonistas
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
02/03/2026 - 17/12/2027
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Humanas
Eixo Temático (Principal - Afim)
Educação / Trabalho
Linha de Extensão
Formação de professores
Resumo
Este projeto integra o Programa Escolas Protagonistas da PRE-UFPel, cujo propósito é consolidar parcerias entre a universidade e a rede pública de ensino nos municípios de Pelotas, Capão do Leão e Canguçu. Como atividade de extensão, busca estreitar a relação entre a educação superior e a básica, proporcionando aos acadêmicos de Licenciatura e Pedagogia residentes em Canguçu-RS uma imersão profunda no cotidiano escolar, fortalecendo a identidade e a prática dos futuros educadores. Para o ciclo de 2026, o projeto amplia seu raio de atuação. Além de manter a parceria com a Escola João de Deus Nunes, que abrange desde os anos iniciais ao ensino médio, o projeto passa a integrar a Escola Veridiano Ferreira. Esta expansão é estratégica: por ser uma instituição da zona rural e ofertar o Novo Ensino Médio Integrado, a Escola Veridiano Ferreira oferece aos licenciandos o contato com uma realidade educacional distinta, marcada pela interdisciplinaridade técnica e pelas especificidades do campo. A continuidade e ampliação deste projeto justificam-se pela necessidade de fortalecer os vínculos entre universidade e escola. Entende-se que a formação docente não se esgota em ações isoladas, mas exige uma relação contínua, duradoura e responsável. Ao repetir e expandir a proposta, busca-se consolidar a universidade como parceira efetiva na resolução de demandas reais da escola — seja na gestão, nas aprendizagens ou nas relações sociais — ao mesmo tempo em que se diversifica o repertório prático dos acadêmicos frente a diferentes contextos socioculturais. O projeto Elos e Laços, edição 2026, reafirma-se, assim, como uma ponte: um vínculo que não aprisiona, mas une as partes para consolidar o compromisso ético e político com a educação pública. Almeja-se que este diálogo crítico e reflexivo entre os sujeitos coautores (escola e universidade) resulte em práticas inovadoras que atendam às necessidades do "mundo da vida" e da formação profissional docente. A metodologia fundamenta-se na Pesquisa Participante, estabelecendo uma dinâmica de investigação-ação que articula diagnóstico e intervenção no cotidiano escolar. O percurso formativo é estruturado em ciclos de planejamento e reflexão, sustentados pelo conceito de Prática Reflexiva, onde os licenciandos analisam criticamente as demandas reais das escolas João de Deus Nunes e Prof. José Veridiano Ferreira. A estratégia operativa organiza-se em encontros presenciais mediados pela coordenação, grupos de trabalho para construção de ações específicas — respeitando as singularidades do contexto urbano e da educação rural — e seminários formativos online. Esta arquitetura metodológica dialoga com a proposta de reconhecer a escola como o locus privilegiado da formação docente, e com a Educação Dialógica, garantindo que a extensão se consolide como um processo de comunicação horizontal e simétrica. Assim, a práxis educativa é fortalecida pela indissociabilidade entre o saber acadêmico e a realidade social, promovendo uma formação profissional ética, crítica e territorializada.
Objetivo Geral
- Proporcionar experiências formativas de inter-relação entre acadêmicos da UFPel e sujeitos da educação básica (gestores, professores, alunos e comunidade escolar em geral) vivenciando aspectos teórico-práticos que circundam as questões do cotidiano escolar tanto no âmbito do ensino-aprendizagem, como da gestão, quanto das relações sociais, interpessoais e interculturais que fazem parte deste contexto.
Justificativa
Alinhado às diretrizes do Programa Escolas Protagonistas, este projeto originou-se de um diagnóstico prospectivo junto aos acadêmicos da UFPel residentes em Canguçu, visando identificar o interesse por uma práxis educativa que articulasse, de forma orgânica, a universidade e a educação básica. Diante da expressiva demanda discente e da relevância social da proposta, consolidou-se a parceria inicial com a Escola João de Deus Nunes, contando com o aporte institucional da coordenação geral do Programa.
Após o ciclo encerrado em 2025, a edição de 2026 propõe uma expansão qualitativa com a inserção da Escola Estadual de Ensino Médio Prof. José Veridiano Ferreira. Esta escolha é estratégica e fundamenta-se na natureza singular da instituição: uma escola situada na zona rural que implementou, recentemente, o Novo Ensino Médio em Tempo Integral. A integração desta nova unidade decorre de diálogos colaborativos com o corpo docente local e da exitosa interlocução estabelecida durante as atividades do projeto em 2025.
Com essa ampliação, reafirmamos a compreensão de que a imersão em cenários educativos plurais — contemplando as distinções entre os contextos urbanos e rurais, suas culturas intrínsecas e cotidianos específicos — é indispensável para robustecer o repertório teórico-prático dos universitários. Ao vivenciarem diferentes espaços formativos, os acadêmicos transcendem a formação convencional, desenvolvendo uma visão crítica e multifacetada sobre a complexidade da docência e o compromisso ético-político com a educação pública em suas diversas realidades.
A existência do projeto Elos e Laços na Formação Docente fundamenta-se na necessidade imperativa de concretizar um movimento de interlocução orgânica entre a universidade e a educação básica. Esta proposta assume o compromisso com uma formação docente de alta qualidade, compreendendo que a identidade profissional do educador se forja na vivência direta e reflexiva com seu lócus de atuação: a escola pública. Socialmente, o projeto cumpre uma função essencial ao descentralizar as ações da UFPel, alcançando os acadêmicos residentes em Canguçu. Para esses estudantes, a institucionalização de atividades em seu município de origem não representa apenas uma otimização de tempo e recursos financeiros, mas garante o direito à segurança e ao bem-estar, permitindo que o processo formativo ocorra em harmonia com sua realidade territorial.
Academicamente, a extensão é aqui concebida não como uma transferência unilateral de saber, mas como um campo de reciprocidade. Sob esta ótica, a atuação nas escolas João de Deus Nunes e Prof. José Veridiano Ferreira distancia-se de qualquer caráter impositivo, alinhando-se ao pensamento de Paulo Freire em sua obra Extensão ou Comunicação quando diz quue a extensão, enquanto transmissão de conteúdos, é uma invasão cultural e, vista como comunicação, ela é um diálogo.
Nesse sentido, a UFPel na promoção deste projeto de extensão reafirma sua responsabilidade política e social ao transcender os limites de seus campi, estabelecendo um diálogo simétrico com a sociedade. Ao promover a inserção dos licenciandos em contextos urbanos e rurais, o projeto fortalece a práxis educativa, garantindo que a formação desses futuros profissionais seja atravessada pela alteridade e pelo reconhecimento das diversas culturas que compõem o cotidiano escolar. O objetivo final é uma educação básica de qualidade, nutrida por uma universidade que se comunica e se transforma no encontro com a comunidade.
Após o ciclo encerrado em 2025, a edição de 2026 propõe uma expansão qualitativa com a inserção da Escola Estadual de Ensino Médio Prof. José Veridiano Ferreira. Esta escolha é estratégica e fundamenta-se na natureza singular da instituição: uma escola situada na zona rural que implementou, recentemente, o Novo Ensino Médio em Tempo Integral. A integração desta nova unidade decorre de diálogos colaborativos com o corpo docente local e da exitosa interlocução estabelecida durante as atividades do projeto em 2025.
Com essa ampliação, reafirmamos a compreensão de que a imersão em cenários educativos plurais — contemplando as distinções entre os contextos urbanos e rurais, suas culturas intrínsecas e cotidianos específicos — é indispensável para robustecer o repertório teórico-prático dos universitários. Ao vivenciarem diferentes espaços formativos, os acadêmicos transcendem a formação convencional, desenvolvendo uma visão crítica e multifacetada sobre a complexidade da docência e o compromisso ético-político com a educação pública em suas diversas realidades.
A existência do projeto Elos e Laços na Formação Docente fundamenta-se na necessidade imperativa de concretizar um movimento de interlocução orgânica entre a universidade e a educação básica. Esta proposta assume o compromisso com uma formação docente de alta qualidade, compreendendo que a identidade profissional do educador se forja na vivência direta e reflexiva com seu lócus de atuação: a escola pública. Socialmente, o projeto cumpre uma função essencial ao descentralizar as ações da UFPel, alcançando os acadêmicos residentes em Canguçu. Para esses estudantes, a institucionalização de atividades em seu município de origem não representa apenas uma otimização de tempo e recursos financeiros, mas garante o direito à segurança e ao bem-estar, permitindo que o processo formativo ocorra em harmonia com sua realidade territorial.
Academicamente, a extensão é aqui concebida não como uma transferência unilateral de saber, mas como um campo de reciprocidade. Sob esta ótica, a atuação nas escolas João de Deus Nunes e Prof. José Veridiano Ferreira distancia-se de qualquer caráter impositivo, alinhando-se ao pensamento de Paulo Freire em sua obra Extensão ou Comunicação quando diz quue a extensão, enquanto transmissão de conteúdos, é uma invasão cultural e, vista como comunicação, ela é um diálogo.
Nesse sentido, a UFPel na promoção deste projeto de extensão reafirma sua responsabilidade política e social ao transcender os limites de seus campi, estabelecendo um diálogo simétrico com a sociedade. Ao promover a inserção dos licenciandos em contextos urbanos e rurais, o projeto fortalece a práxis educativa, garantindo que a formação desses futuros profissionais seja atravessada pela alteridade e pelo reconhecimento das diversas culturas que compõem o cotidiano escolar. O objetivo final é uma educação básica de qualidade, nutrida por uma universidade que se comunica e se transforma no encontro com a comunidade.
Metodologia
A metodologia deste projeto transcende a mera execução de tarefas, consolidando-se como um dispositivo de formação docente clínica e reflexiva. Estruturamos nosso percurso em três pilares teóricos fundamentais que orientam as ações em Canguçu:
1. A Investigação-Ação e a Pesquisa Participante
Utilizamos o referencial de Carlos Rodrigues Brandão, compreendendo que o conhecimento não é "levado" da universidade para a escola, mas construído com a escola. O diagnóstico e o prognóstico das demandas escolares são realizados através de uma imersão crítica, onde acadêmicos e professores da rede básica atuam como sujeitos coautores. Não se trata de observar a escola como objeto, mas de participar de sua vida orgânica para compreender suas reais necessidades.
2. A Escola como Locus de Formação (António Nóvoa)
Baseamo-nos em António Nóvoa para justificar a importância da "formação dentro do magistério". A escola não é apenas o lugar onde o estagiário aplica o que aprendeu, mas o espaço onde o saber docente é produzido. Os encontros com a equipe escolar (escolas João de Deus Nunes e Prof. José Veridiano Ferreira) ocorrem sob demanda, respeitando a ecologia de cada instituição e fortalecendo o que Nóvoa chama de "identidade profissional".
3. A Prática Reflexiva e o Diálogo Freiriano
A rotina de encontros é desenhada para evitar o ativismo sem reflexão. Aqui, articulamos dois conceitos:
3.1 Professor Reflexivo (Donald Schön e Philippe Perrenoud), onde a prática é submetida a uma análise rigorosa antes e depois de sua execução, transformando a vivência escolar em objeto de estudo acadêmico. Os acadêmicos, em grupos menores, realizam o planejamento e a posterior análise das ações. Essa prática reflexiva permite ao futuro professor lidar com a complexidade e a imprevisibilidade do cotidiano escolar, especialmente no desafio do Novo Ensino Médio Integrado e da Educação Rural.
3.2 Educação como Comunicação (Paulo Freire): Os encontros presenciais e os ciclos formativos online são espaços de pronúncia do mundo. A presença constante da coordenação do projeto assegura que o diálogo entre licenciandos e comunidade escolar seja horizontal, evitando a "invasão cultural" e promovendo uma síntese entre o saber acadêmico e o saber popular/territorial.
Além de participar desta metodologia, convém destacar, que,É imperativo que todos os momentos presenciais de diálogo e intervenção ocorram com a mediação da coordenação do projeto, garantindo o alinhamento pedagógico e o suporte institucional necessário aos licenciandos e, ainda, nesta edição, serão incorporados encontros formativos em ambiente virtual. Tais momentos visam aprofundar as discussões sobre a natureza da extensão universitária e os desafios contemporâneos da docência, utilizando as tecnologias digitais como ferramentas de democratização do conhecimento e integração entre os diferentes campos de atuação.
1. A Investigação-Ação e a Pesquisa Participante
Utilizamos o referencial de Carlos Rodrigues Brandão, compreendendo que o conhecimento não é "levado" da universidade para a escola, mas construído com a escola. O diagnóstico e o prognóstico das demandas escolares são realizados através de uma imersão crítica, onde acadêmicos e professores da rede básica atuam como sujeitos coautores. Não se trata de observar a escola como objeto, mas de participar de sua vida orgânica para compreender suas reais necessidades.
2. A Escola como Locus de Formação (António Nóvoa)
Baseamo-nos em António Nóvoa para justificar a importância da "formação dentro do magistério". A escola não é apenas o lugar onde o estagiário aplica o que aprendeu, mas o espaço onde o saber docente é produzido. Os encontros com a equipe escolar (escolas João de Deus Nunes e Prof. José Veridiano Ferreira) ocorrem sob demanda, respeitando a ecologia de cada instituição e fortalecendo o que Nóvoa chama de "identidade profissional".
3. A Prática Reflexiva e o Diálogo Freiriano
A rotina de encontros é desenhada para evitar o ativismo sem reflexão. Aqui, articulamos dois conceitos:
3.1 Professor Reflexivo (Donald Schön e Philippe Perrenoud), onde a prática é submetida a uma análise rigorosa antes e depois de sua execução, transformando a vivência escolar em objeto de estudo acadêmico. Os acadêmicos, em grupos menores, realizam o planejamento e a posterior análise das ações. Essa prática reflexiva permite ao futuro professor lidar com a complexidade e a imprevisibilidade do cotidiano escolar, especialmente no desafio do Novo Ensino Médio Integrado e da Educação Rural.
3.2 Educação como Comunicação (Paulo Freire): Os encontros presenciais e os ciclos formativos online são espaços de pronúncia do mundo. A presença constante da coordenação do projeto assegura que o diálogo entre licenciandos e comunidade escolar seja horizontal, evitando a "invasão cultural" e promovendo uma síntese entre o saber acadêmico e o saber popular/territorial.
Além de participar desta metodologia, convém destacar, que,É imperativo que todos os momentos presenciais de diálogo e intervenção ocorram com a mediação da coordenação do projeto, garantindo o alinhamento pedagógico e o suporte institucional necessário aos licenciandos e, ainda, nesta edição, serão incorporados encontros formativos em ambiente virtual. Tais momentos visam aprofundar as discussões sobre a natureza da extensão universitária e os desafios contemporâneos da docência, utilizando as tecnologias digitais como ferramentas de democratização do conhecimento e integração entre os diferentes campos de atuação.
Indicadores, Metas e Resultados
1. Indicadores de Desempenho:
Os indicadores são as réguas que medirão o sucesso das ações. Estarão divididos em três frentes:
• Indicador de Engajamento: Taxa de assiduidade dos acadêmicos e frequência de participação dos professores da rede básica nos ciclos de planejamento.
• Indicador de Produção Acadêmico-Prática: Quantitativo de planos de ação construídos, materiais didáticos produzidos e intervenções realizadas (oficinas, palestras, mediações).
• Indicador de Impacto Percebido: Nível de satisfação e percepção de aprendizagem dos acadêmicos e da comunidade escolar, aferidos via formulários diagnósticos.
2. Metas Operacionais:
As metas devem ser específicas e mensuráveis:
• Consolidação das Parcerias: Realizar, no mínimo, 08 encontros presenciais de planejamento em cada escola parceira (João de Deus Nunes e Prof. José Veridiano Ferreira) ao longo do ano letivo.
• Formação Docente: Garantir que 100% dos acadêmicos participantes apresentem um relatório final de reflexão crítica, vinculando a prática escolar aos referenciais teóricos estudados (Nóvoa, Freire, Brandão entre outros).
• Alcance Geográfico: Efetivar a imersão de licenciandos em pelo menos duas realidades distintas (urbana e rural), promovendo a troca de experiências entre os contextos.
• Produção Intelectual: Submeter ao menos um relato de experiência ou artigo científico em evento acadêmico (UFPel ou outros local) detalhando os resultados da expansão para a zona rural.
Para coletar dados:
Formulário Google (Entrada e Saída): será aplicado um questionário no início do projeto e outro ao final para medir o quanto a visão do aluno sobre as escolas urbana e rural mudou ou ampliou em sua formação.
Atas Digitais Compartilhadas: Construção de documentos em nuvem para que os acadêmicos registrem em tempo real os encaminhamentos de cada encontro, facilitando a sua supervisão.
Matriz de Avaliação 360°: Ao final de cada semestre, será solicitado um breve feedback escrito dos diretores das escolas ou docentes que foram atendidos pelos alunos/futuros educadores. Isso serve como dado qualitativo valioso para o relatório final de extensão.
Os indicadores são as réguas que medirão o sucesso das ações. Estarão divididos em três frentes:
• Indicador de Engajamento: Taxa de assiduidade dos acadêmicos e frequência de participação dos professores da rede básica nos ciclos de planejamento.
• Indicador de Produção Acadêmico-Prática: Quantitativo de planos de ação construídos, materiais didáticos produzidos e intervenções realizadas (oficinas, palestras, mediações).
• Indicador de Impacto Percebido: Nível de satisfação e percepção de aprendizagem dos acadêmicos e da comunidade escolar, aferidos via formulários diagnósticos.
2. Metas Operacionais:
As metas devem ser específicas e mensuráveis:
• Consolidação das Parcerias: Realizar, no mínimo, 08 encontros presenciais de planejamento em cada escola parceira (João de Deus Nunes e Prof. José Veridiano Ferreira) ao longo do ano letivo.
• Formação Docente: Garantir que 100% dos acadêmicos participantes apresentem um relatório final de reflexão crítica, vinculando a prática escolar aos referenciais teóricos estudados (Nóvoa, Freire, Brandão entre outros).
• Alcance Geográfico: Efetivar a imersão de licenciandos em pelo menos duas realidades distintas (urbana e rural), promovendo a troca de experiências entre os contextos.
• Produção Intelectual: Submeter ao menos um relato de experiência ou artigo científico em evento acadêmico (UFPel ou outros local) detalhando os resultados da expansão para a zona rural.
Para coletar dados:
Formulário Google (Entrada e Saída): será aplicado um questionário no início do projeto e outro ao final para medir o quanto a visão do aluno sobre as escolas urbana e rural mudou ou ampliou em sua formação.
Atas Digitais Compartilhadas: Construção de documentos em nuvem para que os acadêmicos registrem em tempo real os encaminhamentos de cada encontro, facilitando a sua supervisão.
Matriz de Avaliação 360°: Ao final de cada semestre, será solicitado um breve feedback escrito dos diretores das escolas ou docentes que foram atendidos pelos alunos/futuros educadores. Isso serve como dado qualitativo valioso para o relatório final de extensão.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| AMANDA DE OLIVEIRA BEHLING | |||
| ERIKA DOS SANTOS GILLMEISTER BONOW | |||
| KAREN FRANCINE VOIGT LEDEBUHR | |||
| Karen Timm dos Passos da Silva | |||
| LARISSA RODRIGUES PUREZA | |||
| LAÍZE AMARAL DA COSTA | |||
| LUANA PERES GULARTE | |||
| MELINA NEUGEBAUER LEDEBUHR | |||
| NATANI BIERHALS WITH | |||
| RICHÉLE TIMM DOS PASSOS DA SILVA | 2 | ||
| STEFANE CASTRO SOARES DE OLIVEIRA | |||
| TAIS FONSECA DA FONSECA |