Nome do Projeto
Qualidade de vida na Insuficiência Renal Crônica: comparação entre pacientes em hemodiálise e em diálise peritoneal na cidade de Pelotas - RS
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
25/03/2014 - 30/06/2014
Unidade de Origem
Área CNPq
Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Resumo
O Censo Brasileiro de Diálise de 2011 identificou a DRC como um problema crescente de saúde pública no Brasil, tanto pelo sofrimento que acarreta em seus portadores, como também pelo custo que impinge ao sistema de saúde a manutenção crônica da TRS ou transplantes renais (3). Além disso, as prevalências dos principais fatores de risco para DRC (diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica) encontram-se também em ascensão no Brasil (2), o que deverá aumentar ainda mais o contingente de doentes renais crônicos nos próximos anos no país. No Brasil, o percentual de pacientes em DP não ultrapassa a 10% (3). Pelotas conta com três unidades de tratamento para pacientes com DRC, sendo oferecidas as duas modalidades de diálise (DP e HD). Duas unidades apresentam percentuais de DP inferiores a 5% e em uma, 40% dos pacientes fazem essa modalidade de diálise. A diferença entre as modalidades de tratamento é devida a critérios de seleção, doenças que originaram IRC, profissionais médicos e paramédicos treinados, nível educacional do paciente, distância da residência aos centros de diálises, idade, doenças associadas e remuneração médica. Pelotas, sede da III Delegacia Regional Estadual de Saúde, é a cidade de referência para o tratamento de pacientes renais crônicos em TRS, atendendo a demanda de quatorze municípios vizinhos, alguns destes com estradas de difícil acesso, distantes mais de 150 km. Essas características tornam Pelotas um local propício para comparar o efeito desses dois tipos de tratamento dialítico sobre a QV destes pacientes. O resultado deste estudo poderá auxiliar os nefrologistas, principalmente os locais, na escolha do método mais adequado a seu paciente, visando minimizar um pouco mais o sofrimento imposto pela doença e seu método dialítico. Vale informar que, no momento, a DP não tem uma remuneração financeira mínima que estimule a propagação da técnica.

Objetivo Geral

Comparar pacientes com DRC em DPAC e HD, na cidade de Pelotas, quanto a QV.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
ELIZABETH CRISTINA CARPENA RAMOS425/03/201430/06/2014
ROBERTA DE VARGAS ZANINI125/03/201430/06/2014

Fontes Financiadoras

Sigla / NomeValorAdministrador
Recursos própriosR$ 543,80

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