Nome do Projeto
Musealização da Arqueologia
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
10/07/2014 - 01/07/2016
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Sociais Aplicadas - Museologia
Resumo
Esta pesquisa tem como inspiração a tese de doutorado homônima, defendida em 2012, no Programa de Pós-Graduação em Arqueologia, da Universidade de São Paulo. Como premissa basilar, defendemos que existem barreiras, muitas vezes intransponíveis, entre a produção de conhecimento em arqueologia e a sociedade. Nesse cenário, os museus figuram como as principais janelas que se abrem entre o conhecimento construído em arqueologia e o público não especialista. Buscamos com esta pesquisa identificar e apontar para aqueles ruídos que interferem nos fluxos de informações gerados pela cadeia operatória de musealização da arqueologia, por intermédio de um diagnóstico museológico, aplicado nos museus e instituições congêneres que abarcam acervos arqueológicos no Rio Grande do Sul, buscando estabelecer um paralelo com dois estudos de caso já investigados: Museu de Arqueologia de Xingó (MAX) e o Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville (MASJ).

Objetivo Geral

Analisar as estratégias, métodos e procedimentos empreendidos no processo de formação do registro arqueológico, salvaguarda e representação pública do conhecimento arqueológico, cristalizado nos objetos e/ou coleções, mapeando as variáveis que incidem nessa ação.

Objetivos específicos

1. Observar quais são os encadeamentos de ações e gestos empregados nas atividades de coleta, documentação e preservação do acervo;
2. Mapear os profissionais envolvidos no processo de musealização e como os mesmos atuam nesses cenários;
3. Sistematizar a trajetória em que se insere o registro arqueológico desde a pesquisa pré-campo, passando pela própria prospecção e escavação arqueológicas, até o seu deslocamento ao laboratório de pesquisa;
4. Reconhecer as estratégias de intervenção museológica junto ao público com quem as instituições mantêm contato;
5. Verificar como se estabelece o processo de tradução no qual a informação arqueológica é transmutada em informação museológica;
6. Avaliar o uso que é feito da informação divulgada, no contexto específico de ação, pela população com quem mantém contato.
7. Mapear as condições curatoriais dos museus investigados.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
BIANCA QUENNEHEN GOMES310/07/201401/07/2016
LETICIA COUTO CASANOVA310/07/201401/07/2016
MARIANA BOUJADI MARIANO DA SILVA310/07/201401/07/2016

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