Nome do Projeto
Utilização da proteína EMA-2 recombinante, expressa em Pichia pastoris, como imunobiológico
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
11/08/2014 - 31/07/2018
Unidade de Origem
Área CNPq
Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Resumo
A Piroplasmose equina causada por Theileria equi e Babesia caballi, protozoários intracelulares, é considerada a mais importante doença dos equinos em regiões tropicais e subtropicais. O Brasil possui o maior rebanho de equinos na América Latina e o terceiro mundial. Somados aos muares (mulas) e asininos (asnos) são 8 milhões de cabeças, movimentando R$ 7,3 bilhões, somente com a produção de cavalos. Entre as enfermidades que acometem equinos, destacamos a Theileriose que provoca perdas associadas tanto a fatores clínicos como a restrição ao trânsito internacional de animais soropositivos (FRIEDHOFF, 1990). A transmissão de T. equi ocorre pela picada do carrapato contendo suas formas infectantes (esporozoítos), que penetram nos leucócitos antes de penetrarem nos eritrócitos. Theileriose pode ser diagnosticada por diversos métodos como: Esfregaços sanguíneos corados por Giemsa, TFC (Teste de Fixação do Complemento), IFAT (Teste de Imunofluorescência Indireta), PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) e ELISA utilizando lisados do parasito. Muitas limitações, incluindo baixa sensibilidade foram descritas para TFC e outros métodos de diagnóstico foram propostos para aumentar a detecção de equinos portadores. Em testes de diagnóstico imunológicos a especificidade, sensibilidade e custo dependem principalmente do antígeno utilizado. Preparações em larga escala são extremamente complicadas e laboriosas, por isto a utilização de antígenos recombinantes para a detecção de T. equi tornou-se uma alternativa. Vários ELISAs tem sido realizados com a utilização de antígenos recombinantes, o que demonstra que pode ser um teste útil para identificação de theileriose crônica em equinos. Em T. equi duas proteínas de superfície de merozoítos, equi merozoítos antígeno (EMAs): EMA-1 (34 kDa) e EMA-2 (30 kDa) foram identificadas como os antígenos imunodominantes. Entretanto, EMA-2 é liberada no citoplasma e na membrana deste eritrócito, sugerindo ser um dos primeiros antígenos a serem reconhecidos pelo sistema imune. A clonagem e expressão da EMA-2 de T. equi em Pichia pastoris como a obtenção desta glicoproteína recombinante em quantidades que permitam a avaliação desta como uma vacina de subunidade bem como uma ferramenta no diagnóstico de infecções por T. equi.

Objetivo Geral

Avaliar a proteína de superfície de Theileria equi, EMA-2 expressa em Pichia pastoris, como imunobiológico.

Objetivos específicos:
 Construir uma cepa de P. pastoris que expresse a EMA-2r de T. equi e LTB/EMA-2r;
 Padronizar o cultivo de P. pastoris e a expressão de EMA-2r e LTB/EMA-2r em Biorreator;
 Testar a imunogenicidade da proteína EMA-2r e LTB/EMA-2r em camundongos;
 Avaliar a resposta imune humoral e celular gerada pela vacina em camundongos;
 Avaliar a resposta vacinal em equinos utilizando o antígeno EMA-2r e LTB/EMA-2r.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
ANA MUÑOZ VIANNA4011/08/201431/07/2018
DIEGO FEIJÓ POLVORA1201/03/201631/07/2016
LEANDRO QUINTANA NIZOLI111/08/201431/07/2018
LUCIANO DA SILVA PINTO111/08/201431/07/2018
RÔMULO SILVA DE OLIVEIRA1201/08/201529/02/2016
YASMINE ALVES MENEGON1201/08/201531/07/2016

Fontes Financiadoras

Sigla / NomeValorAdministrador
FINEPR$ 150.000,00

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