Nome do Projeto
Volatilidade e crescimento: evidências em países emergentes e desenvolvidos
Ênfase
PESQUISA
Data inicial - Data final
02/02/2015 - 31/07/2016
Unidade de Origem
Área CNPq
Ciências Sociais Aplicadas - Economia
Resumo
A discussão entre as possíveis relações entre o crescimento econômico com a sua volatilidade (sua variabilidade ao longo do tempo) é objeto de curiosidade dos economistas e formuladores de política pública. O foco das pesquisas iniciais sobre o tema foi remediar a lacuna existente na macroeconomia e teorias de crescimento clássicas. O principal avanço destas investigações foi confrontar a hipótese de que mudanças tecnológicas e choques de produtividade eram a fonte exclusiva de variações no produto das economias modernas. Com o apoderamento dos métodos computacionais, foi possível abastecer as teorias desenhadas tanto pelos clássicos quanto pelos keynesianos com evidências empíricas mais robustas. Nesse contexto, devemos entender como se comportam as economias em diferentes estágios de desenvolvimento. Economias emergentes geralmente experimentam risco soberano e maior restrição ao crédito do que economias desenvolvidas. Este trabalho propõe uma desagregação, dado que pretendemos estudar economias desenvolvidas e subdesenvolvidas. Estudos anteriores também usaram dados de várias economias globais, contudo testar hipóteses nessas condições implica em pressupor que as teorias valham (na média) para economias em diferentes estágios de desenvolvimento (e por consequência diferentes níveis de inflação, salários, investimento privado, gastos públicos, acesso à crédito, respeito a contratos). Relaxar essa hipótese significa entender melhor quais os canais de transmissão da volatilidade do crescimento de acordo com as condições que cada país se defronta.

Objetivo Geral

O principal objetivo deste trabalho é analisar a relação entre o crescimento econômico e sua volatilidade entre países emergentes e desenvolvidos. Vamos observar a estabilidade e robustez dos resultados empíricos quando observamos economias em desenvolvimento e economias mais avançadas. Diferentes estudos apontam que estas relações são diversas para economias desenvolvidas e as economias ditas emergentes, em desenvolvimento. Este resultado pode ser observado à luz de diferentes corpos teóricos, dentre os quais aqueles que i) associam as decisões de consumo e investimento/poupança à incerteza; ii) explicam a volatilidade através dos ciclos reais de negócios; iii) atribuem esse tipo de comportamento à causas institucionais. Já na literatura de crescimento econômico, a principal motivação sempre foi identificar os seus determinantes. Introduzir medidas de risco e incerteza dos agentes têm trazido contribuições significativas, novas respostas, e por consequência novas perguntas.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
ANGELO SALTON802/02/201531/07/2016

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