Nome do Projeto
Rede Brasileira de estudos Geográficos sobre Comércio e Consumo
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
10/04/2022 - 05/04/2024
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Humanas
Resumo
A presente pesquisa trata do tema da Geografia do Comércio e do Consumo no âmbito da Rede Brasileira de Estudos Geográficos sobre Comércio e Consumo. Realiza a sistematização de publicações sobre a temática do Comércio e do Consumo no Rio Grande do Sul, no período de 2002 a 2022. Analisa o Atlas Nacional de Comércio e Serviços (IBGE, 2013) identificando e sistematizando indicadores para serem trabalhos em escala local, primeiramente com testagem em Pelotas, RS e, depois, com a participação de pesquisadores da rede, em estudos a serem replicados em outras cidades do Brasil. Utiliza como metodologia a análise de conteúdos para identificar, selecionar e classificar as publicações nas bases de dados QUALIS/CAPES, SCIELO e SCOPUS. Organiza a sistematização do banco de dados gerados em página na internet.

Objetivo Geral

Identificar os temas, problemas e autores com publicações em periódicos e eventos selecionados sobre Geografia do Comércio e do Consumo, no Rio Grande do Sul, no período de 2002 a 2022.
Secundariamente, se pretende identificar e selecionar no Atlas nacional de Comércio e Serviços (IBGE, 2013), categorias de análise capazes de serem pesquisadas em escala local na cidade de Pelotas, RS.
Para lograr êxito nesses objetivos será necessário também, selecionar os principais periódicos ranqueados pela CAPES na área da Geografia; analisar as categorias de análise utilizadas no Atlas Nacional de Comércio e Serviços (IBGE, 2013); e, selecionar os indicadores a serem utilizados em sistematização local.

Justificativa

Minha inserção na pesquisa sobre a Geografia do Comércio e do Consumo teve início em 1998, com o ingresso no doutorado em Geografia na Universidade Estadual Paulista, Campus de Rio Claro. A partir dos estudos ali iniciados passei a pautar também minha atuação no ensino e na extensão a partir de 2002, com a conclusão do curso. Desde então minha trajetória se vinculou definitivamente à área, tendo dado início à implantação do Laboratório de Estudos Urbanos e Regionais (Leur) na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com destaque para a linha de pesquisa, ensino e extensão estabelecida também pelo Grupo de Pesquisa homólogo por mim coordenado no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) sobre o tema.
Passados dezesseis anos de atuação na coordenação do Leur são já inúmeras as realizações em termos de pesquisa, ensino e extensão nessa área. Sobretudo, há que se destacar a organização de eventos periódicos (locais, nacionais e internacionais), a manutenção da linha de pesquisa com a inserção crescente de orientandos de graduação e pós-graduação sobre a temática e a inclusão desse tema no currículo do curso de graduação em Geografia na UFPel. Decorre dessa atuação a inserção cada vez maior em grupos de pesquisa no Brasil e no exterior, que culminou com a realização de dois estágios de pós-doutoramento realizados em Barcelona, na Espanha, um sob o patrocínio da Fundación Carolina, da Espanha e outro em edital compartilhado desta fundação com a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), do Brasil. Evidencia-se, a seguir, o itinerário de desenvolvimento e consolidação dessa atuação, tanto do ponto de vista teórico quanto profissional e acadêmico.
Os estudos sobre o comércio e o consumo na Geografia não são novidades. Na verdade o que alterou a perspectiva de análise e introduziu uma dinâmica diferente a esses estudos foram, de um lado, as próprias alterações paradigmáticas ocorridas na Geografia, responsáveis por uma mudança tanto na fundamentação teórica quanto na metodologia empregada; de outro, as modificações ocorridas na realidade, capazes de alterar sobremaneira as relações de troca e os padrões de produção e de consumo observados na sociedade. A globalização da cultura e a mundialização da economia, recentemente, são responsáveis diretas por muitas dessas alterações, produzindo espaços e comportamentos inéditos. Nesse sentido, as novas formas do comércio e as modernas (pós-modernas e até hipermodernas) maneiras de consumo apresentam uma variedade de possibilidades para a análise que, essas aparecem como inovações no campo científico e provocam desafios aos pesquisadores que buscam compreender e explicar a realidade. Nesse contexto a Geografia do Comércio e do Consumo aparece como uma perspectiva nova na análise do mundo que se produz no presente, principalmente no espaço urbano onde as relações sociais de produção se mostram responsáveis por produzir realidades novas a cada dia.
Salienta-se a impressão de Pintaudi (2012) acerca do tema, analisada adiante. Segundo a autora, na sociedade contemporânea o consumo “parece” ganhar uma vida própria, tal a centralidade alcançada por esta esfera da produção material da sociedade capitalista, particularmente nas últimas três décadas. Sem autonomizar este momento da produção, consideramos necessário destacá-lo da produção, distribuição e circulação de mercadorias para entendermos como esta subtotalidade se hipertrofia para sustentar a reprodução econômica crítica que se apresenta toda financeirizada. Constata-se uma valorização do próprio valor mediante a crise desse valor e a ênfase dada à esfera do consumo da produção social faz com que ela pareça não fazer parte do conjunto da economia. Mas apenas “parece”; o que ocorre é que se mobiliza a base econômica através da mercadoria que é consumida e o foco dado ao consumo aparentemente autonomiza esta esfera, como se ela atuasse independentemente das outras. Daí nossa discordância com autores que validam essa independência dos demais momentos da produção econômica da sociedade, pois essa leitura encobre a raiz do problema, o modo como se reproduz a sociedade em geral, e não permite desvelá-lo minimamente.
A trajetória da pesquisa mostra que essa nova Geografia do Comércio e do Consumo ainda não está consolidada na Geografia, nem mesmo nas correntes renovadas e pós-modernas que aparecem em substituição à Geografia Tradicional. A comprovação dessa argumentação está no fato de que mesmo no âmbito da União Geográfica Internacional (UGI) aparecem pouco consolidados os grupos que se dedicam a essa temática. Sob esse respeito se chama a atenção para o trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho “Geografia das Atividades Comerciais”, que se reuniu pela primeira vez em Paris (1985) e anualmente, cada vez em uma cidade diferente, até a última reunião em Lisboa (1992), sob a organização da professora Teresa Barata-Salgueiro com a colaboração do professor Herculano Alberto Pinto Cachinho, ambos, hoje, do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT) da Universidade de Lisboa. Depois, a temática, sob o patrocínio da UGI, passou a ser debatida no Grupo de Trabalho “Mundialização do Comércio”, a partir de reunião em Paris (1997). Em 1998, ganhou notoriedade o fato de que pela primeira vez em uma conferência regional da UGI, levada a efeito em Lisboa, o tema diretor proposto foi justamente o da mundialização do comércio, demonstrando a evidência que o tema adquiriu. A referida conferência foi realizada juntamente com o “Colóquio Internacional sobre a Internacionalização dos Espaços de Comércio e de Consumo”, uma vez mais sob a chancela da professora Teresa Barata-Salgueiro com a colaboração do professor Herculano Alberto Pinto Cachinho.
Foi nessa sequência que ocorreu em Barcelona, entre 7 e 10 de dezembro de 2009, o II Seminário Internacional sobre Comércio, Consumo e Cidade, sob a coordenação do professor Carles Carrera y Verdaguer, da Universidade de Barcelona, com vistas a retomar a proposta de internacionalização dessa temática.
No Brasil, na abrangência da Associação Nacional de Pós-Graduação em Geografia (ANPEGE), não se conseguiu até o momento a manutenção de um Grupo de Trabalho que conserve unido um número permanente de pesquisadores. As ações mais eficazes podem ser assim enumeradas. Entre 1992 e 1997 se deu a criação do Núcleo de Estudos Sobre o Comércio e o Consumo (NECC) na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, no campus de Rio Claro, SP. Já em 1997 esse núcleo passou a ser cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq, tendo como líder a professora Silvana Maria Pintaudi. Passei a integrar o NECC a partir de 1998 tendo tido a oportunidade de organizar, sob a coordenação da professora Silvana, o I Simpósio Internacional sobre Comércio, Consumo e Cidade, realizado em 2000 na cidade de São Paulo como evento sob os auspícios da UGI. O evento contou com a participação de vários pesquisadores estrangeiros, sobretudo europeus, que contribuíram em muito para o fortalecimento das pesquisas e do intercâmbio. Nesse contexto foi que pude desenvolver estágio de doutoramento em Lisboa, sob a orientação da professora Teresa Barata-Salgueiro, permitindo uma perfeita inserção na pesquisa sobre o tema em nível internacional. Atualmente, os pesquisadores do NECC se encontram vinculados a importantes universidades brasileiras, a Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal de Campina Grande, Universidade Estadual Paulista, Universidade Federal de São Carlos, Universidade Federal de São João Del Rei e Universidade de São Paulo.
Foi na esteira desses acontecimentos que surgiu o I Colóquio Internacional Sobre Comércio e Consumo Urbano, promovido pelo Laboratório de Estudos Urbanos e Regionais, em 2005. O evento, realizado em Pelotas, aparece como uma tentativa de criar um fórum permanente de discussão e pesquisa sobre a Geografia do Comércio e do Consumo, com vistas a manter, no Brasil, um foco de destaque nessa área. Pelo menos localmente o intento tem se consolidado, já que o “Colóquio” ganhou periodicidade, tendo sido realizado também em 2007, 2009, 2011, 2013 e 2015, mantendo o caráter bianual. Já em 2009 o evento contou com expressivo patrocínio garantido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS), o que demonstra o nível de sustentação e credibilidade do evento. A realização deste evento tem permitido integrar os pesquisadores nacionais e internacionais com a base da pesquisa no Leur, garantindo também a inserção das temáticas locais no mesmo nível de análise que se desenvolve no Brasil e no mundo. A participação dos colegas brasileiros e estrangeiros no evento atesta o nível de inserção alcançado pelo grupo local. Em especial, no evento mais recente, o de 2015, com a participação de pesquisadores de diversas universidades brasileiras.
Logo em seguida, em 2006, aparece o I Colóquio Internacional Sobre Comércio e Cidade: Uma Relação de Origem, organizado sob a presidência da professora Heliana Comin Vargas na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP), por intermédio do Laboratório de Comércio e Cidade. Esse evento segue a linha de discussão proposta pelo evento organizado pelo NECC em 2000, buscando retomar a discussão sobre a temática em uma perspectiva própria da arquitetura e do urbanismo. Pela semelhança das propostas passei a participar do evento e a integrar a comissão organizadora a partir do “II Colóquio” em 2008, em São Paulo. Recentemente, foi realizado o “IV Colóquio”, em 2016, na cidade de São Paulo, no qual, trabalho realizado no âmbito do Leur, de minha co-autoria com o colega Dione Dutra Lihtnov, e que possui o mesmo escopo do presente projeto, foi contemplado com a premiação de melhor trabalho apresentado. O artigo (Vieira e Lihtnov, 2016), intitulado “Localização Comercial no Tempo e no Espaço: Dinâmica da Cidade de Pelotas, RS”, mostra a possibilidade de uso de

Metodologia

No que se refere ao método de análise aqui proposto adotamos uma lógica dialética, que preconiza a leitura da realidade a partir do seu presente. Nesse sentido, o primeiro momento na exposição faz uma descrição da atualidade de nosso objeto de estudo. Não uma descrição pura e simples, porque consubstanciada pelo efetivo conhecimento da realidade e dotada de todas as informações disponíveis sobre o momento do presente. A seguir, busca-se o entendimento das relações sociais de produção a partir das relações sociais de produção do passado que explicam a realidade atual, num trabalho de relacionamento entre relações sociais do passado e seus desdobramentos no presente. Por fim, aponta-se para o virtual, aquilo que ainda não é, ou seja, as possibilidades que estão colocadas para o futuro, baseados na interpretação das proposições existentes, nos planos e perspectivas objetivados pela sociedade. Assim, se estabelece uma tríade entre presente, passado e futuro, pretensamente rica e complexa que nos possibilita entender a realidade de maneira mais segura.
Do ponto de vista analítico é possível reconhecer uma oposição conceitual entre os termos ruptura (metamorfoses) e permanência. Ruptura indica uma descontinuidade, uma mudança brusca de orientação no curso previsível dos acontecimentos. Trata-se de um corte com relação a um conjunto de valores e expectativas estabelecidos numa determinada época, acompanhado de um salto em direção a uma nova conjuntura, a ser instituída a partir da superação da conjuntura precedente. De qualquer modo, tais alterações se dão à luz das permanências, isto é, sobre o eixo temporal da continuidade dos processos estudados, que se pode pretender identificar e assinalar as rupturas. Uma não existe sem a outra: dialeticamente unidas, ruptura e permanência constituem um mesmo movimento, através do qual se opera a transformação dos processos em curso e que equivale, em última análise, ao próprio movimento da História.
Nesse sentido, a orientação metodológica segue o método regressivo-progressivo, cuja concepção, com base em Lefebvre, deve ser atribuída a Marx, visa compreender a gênese do presente, partindo sempre do atual em direção ao passado, não apenas para explicar o passado, mas, sobretudo, para esclarecer os processos em curso no presente que apontam para o futuro. Seguindo Duarte (2006, p. 27)
a dialetização do método, perseguida por Lefebvre, impõe a consideração de duas dimensões temporais entrelaçadas: a dimensão horizontal ou sincrônica, que permite estudar a inserção do objeto de estudo no contexto de sua época, e a dimensão vertical ou diacrônica, que estuda a coexistência de processos históricos diferentemente datados. O conhecimento deve ser submetido a um “movimento de duplo sentido: regressivo (do virtual ao atual, do atual ao passado) e progressivo (do superado e do terminado, ao movimento que determina aquela conclusão e que anuncia e faz surgir algo novo). Esta operação metodológica, à qual Lefebvre dá o nome de transducção, visa construir o objeto teórico como um objeto virtual, aberto ao devir e ligado, portanto, a um processo e a uma prática concreta. Nesse sentido, a transducção não se confunde com os procedimentos clássicos da indução e da dedução, nem com a construção de modelos ou simulação de cenários futurísticos.

Ainda, continuando com Duarte (2006), se compreende bem a postura analítica adotada, que pretende considerar a realidade atual como base para compreensão do processo mais amplo, que rege a produção do espaço urbano e possibilita compreender a lógica do setor terciário no modo de produção capitalista. Nesse sentido, Duarte (2006, p 27), continua
Apenas do ponto de vista analítico se pode justificar uma oposição conceitual entre os termos ruptura e permanência. Ruptura indica uma descontinuidade, uma mudança súbita de orientação no curso previsível dos acontecimentos, um corte com relação a um conjunto de valores e expectativas estabelecidos numa determinada época, acompanhado de um salto em direção a uma nova conjuntura, a ser instituída a partir da superação da conjuntura precedente. Em todos os casos, é sempre sobre o pano de fundo das permanências, isto é, sobre o eixo temporal da continuidade dos processos estudados, que se pode pretender identificar e assinalar as rupturas. Uma não existe sem a outra: dialeticamente unidas, ruptura e permanência constituem um mesmo movimento, através do qual se opera a transformação dos processos em curso e que equivale, em última análise, ao próprio movimento da História.
Essa será a postura adotada para analisar a dinâmica existente no setor terciário da cidade de Pelotas, ou seja, entender, a partir da descrição atual das formas, estruturas e funções existentes que possibilidades se pode apontar para o futuro, a partir da análise dos processos que explicam as permanências e rupturas do passado.
Do ponto de vista da metodologia de investigação se pretende fazer uma busca de dados em periódicos selecionados procurando por artigos contendo a temática. Na sequência, será feita a seleção dos artigos mais relevantes, direcionando a pesquisa para o período de vinte anos e para o rio Grande do Sul. Posteriormente, será feita uma análise de conteúdo do material analisado, com vistas a estabelecer uma classificação dos temas, das problemáticas tratadas e dos autores.
No mesmo sentido, será feita uma análise da publicação Atlas Nacional de Comércio e Serviços (IBGE, 2013), com vistas a definir categorias de análise para pesquisa local.

Indicadores, Metas e Resultados

Os indicadores de sucesso da pesquisa serão avaliados pela sistematização dos dados da pesquisa e sua reunião em um banco de dados capaz de gerar outras pesquisas sobre o tema. As metas a serem alcançadas são relativas às etapas da pesquisa estabelecidas no próprio cronograma.
Além desta organização geral da pesquisa, se pretende gerar produtos efetivos, tais como os elencados a seguir.
Banco de Dados em Página na Internet – A fim de que os resultados sejam efetivos pretende-se disponibilizar o resultado da pesquisa em uma página hospedada no site da Universidade Federal de Pelotas. A partir do site os usuários poderão fazer a consulta aos bancos de dados trabalhados. Também se disponibilizará ferramenta de edição de mapas, permitindo a elaboração de uma série de relações entre as informações levantadas, de modo que o usuário possa elaborar mapas de acordo com suas próprias demandas. A página poderá ser editada, mantendo sempre atualizadas as informações acerca do presente.
Além dos dados da pesquisa, propriamente dita, a página conterá informações sobre outros aspectos do setor de comércio e de serviços. Divulgará estudos relacionados e permitirá um blog de informações atualizadas para os pesquisadores da área. Será também um instrumento para a divulgação de trabalhos acadêmicos sobre o tema em Pelotas.
Trabalhos Acadêmicos – Por intermédio do Laboratório de Estudos Urbanos e Regionais diversos pesquisadores desde a Iniciação Científica até o Doutorado, estão trabalhando com a temática. Espera-se que os temas da Geografia do Comércio e do Consumo associados a este projeto, possam gerar, sobre Pelotas, trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado e, pelo menos, estar relacionado com uma tese de doutorado.
Artigos e Eventos – Também graças a inserção dos pesquisadores nas diversas redes de pesquisa nacional e internacional, pretende-se apresentar os resultados dos trabalhos desenvolvidos em todos os eventos temáticos, nomeadamente aqueles citados nos antecedentes e justificativas do presente trabalho, possibilitando a divulgação e debate em torno da questão. Desde logo, os estudos que embasam a presente proposta têm sido apresentados e congressos e eventos similares. Assim, pode-se afirmar que o trabalho gerará pelo menos dois artigos científicos para publicação em periódicos importantes, bem como cerca de dez comunicações em eventos científicos.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
AURÉLIO BANDEIRA AMARO
Ana Carolina Bilhalva Drehmer
DIONE DUTRA LIHTNOV
GIOVANA MENDES DE OLIVEIRA6
ROBINSON SANTOS PINHEIRO5
SIDNEY GONÇALVES VIEIRA12
TIARAJU SALINI DUARTE5

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