Nome do Projeto
Influência da radiação solar incidente e da época de poda no desenvolvimento fenológico de mirtileiro na região de Pelotas, RS
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
29/04/2022 - 31/12/2025
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Agrárias
Resumo
Considerando a carência de estudos em relação ao desenvolvimento fenológico aliado a eficiência do uso da radiação incidente em mirtileiro sob diferentes manejos de poda será desenvolvido um estudo num pomar comercial em Pelotas, RS. Este será executado durante duas safras em plantas de mirtileiro ‘Delite’. O delineamento experimental será em blocos casualizados, em esquema fatorial 2x3, sendo os fatores: poda de verão (com poda de verão x sem poda de verão) e épocas de poda de inverno (precoce x convencional x tardia), com quatro repetições e uma planta por repetição. As avaliações fenológicas serão realizadas semanalmente. Serão monitoradas as condições micrometeorológicas como: temperaturas média, máxima e mínima do ar, radiação solar global incidente, refletida e o saldo de radiação solar, a umidade relativa do ar e a precipitação pluviométrica. No momento em que os frutos atingirem o estádio de maturação completa, eles serão colhidos em cestas de plástico e, em seguida, serão levados ao laboratório, para as avaliações físico-químicas e colorimétricas. Os dados serão submetidos à análise de variância (0,05) e os efeitos dos tratamentos serão comparados pelo teste de Tukey (0,05).

Objetivo Geral

Determinar o aproveitamento da radiação solar incidente e suas influências no desenvolvimento fenológico, na produtividade, na qualidade dos frutos e nos processos fisiológicos da cultura do mirtilo submetido a diferentes épocas de poda.

Justificativa

A fruticultura é uma atividade de grande importância social e econômica. Atualmente, o Brasil se encontra entre os três maiores produtores mundiais, seguidamente da China e da Índia (ABRAFRUTAS, 2019) que, juntos, respondem por 45,9% do total mundial e têm suas produções destinadas principalmente aos seus mercados internos (DOSSA; FUCHS, 2017).
Segundo dados do IBGE (2019), no Brasil foram produzidas cerca de 41 milhões de toneladas de frutas em 2018, gerando cerca de cinco milhões de empregos, o que representa 16% do total de vagas no agronegócio brasileiro (ABRAFRUTAS, 2019; KIST et al., 2018).
A diversidade edafoclimática no Brasil possibilita o cultivo de espécies com diferentes exigências e origens. Dessa forma, além do vasto mercado interno, possui elevado potencial de atingir mercados consumidores no mundo todo, com a oferta de frutas de clima tropical, subtropicais e de temperado durante boa parte do ano (HOFFMANN; SEBBEN, 2003; FACHINELLO et al., 2011; ANDRADE, 2017).
Dentre as espécies frutíferas de clima temperado, um grupo que tem merecido atenção especial por parte de produtores, comerciantes, consumidores e pesquisadores é o das pequenas frutas. Nesse grupo estão o mirtileiro (Vaccinium spp.), a amoreira-preta (Rubus spp.), a framboeseira (Rubus idaeus), o morangueiro (Fragaria spp.) e a physalis (Physalis sp) (LEITZKE, 2007; ANTUNES; PERES, 2013; SALGADO, 2018).
O mirtilo pertencente à família Ericaceae, é nativo da Europa e dos Estados Unidos, onde é apreciado por seu sabor exótico, pelo valor econômico, além da ampla divulgação dos frutos como fonte da longevidade, devido à sua composição nutricional (RUFATO; ANTUNES, 2016).
A região Sul do Brasil apresenta grande potencial para o cultivo desta espécie (SCHUCH; TOMAZ, 2019), possibilitando alto retorno econômico em um curto período, sendo uma alternativa para os produtores (PASA et al., 2014), principalmente no nicho da agricultura familiar, devido ao uso intensivo de mão de obra, alto valor agregado, pequenas áreas para o cultivo, colheita de forma escalonada e baixo índice de mecanização, o que oferece inúmeras possibilidades para a indústria caseira e pequenas agroindústrias (MARANGON; BIASI, 2013).
Entretanto, a cultura encontra-se em fase de desenvolvimento, ocasião em que se busca um sistema de produção eficiente e competitivo para inserir o país no rol dos grandes produtores mundiais (RUFATO; ANTUNES, 2016). Dentre os principais fatores que limitam a expansão do cultivo de mirtilo são: disponibilidade, qualidade e preço das mudas, resultantes da dificuldade de propagação da maioria das cultivares; falta de cultivares com boa adaptação e baixa produtividade devido à má adaptação da espécie (PAGOT; HOFFMANN, 2003; TOMAZ, 2014).
Nesse caso, a caracterização fenológica e térmica das cultivares em diversos locais é de grande importância ao agricultor, pois possibilita estimar as fases fenológicas e o requerimento térmico para um determinado local, auxiliando na tomada de decisão acerca do momento mais adequado para realizar os tratos culturais, bem como, programar as prováveis datas de colheita, contribuir para o uso racional de agrotóxicos utilizados nos tratamentos fitossanitários e para a otimização da mão-de-obra (RADUNZ et al., 2012).
De acordo com o estádio de desenvolvimento em que se encontra a planta, os elementos climatológicos podem atuar de maneira diferente, determinando o potencial de produção do mirtileiro (HERTER; WREGE, 2007). Uma variável meteorológica de grande importância nesta cultura é a radiação solar, pois penetra no interior do dossel, sendo um fator determinante para a diferenciação floral, afetando a produção e o rendimento do próximo ano (YÁÑEZ et al., 2009). Além, de ser responsável por apresentar energia motriz para os processos físicos-químicos e biológicos que ocorrem na superfície terrestre e atmosfera (BORGES et al., 2010).
Alguns trabalhos sobre a radiação solar foram realizados em frutíferas, como: amoreira-preta (MACIEL, 2018), açaizeiro (CONFORTO; CONTIN, 2009), videira (MOTA et al., 2009; RADÜNZ et al., 2013) e também em outras culturas, como: erva-mate (CARON et al., 2014), alface (CARON et al., 2003), eucalipto (CARON et al., 2012), tomateiro (RADIN et al., 2003), entre outras. Porém, são inexistentes estudos com estes aspectos na cultura do mirtileiro.
Visando o aumento da penetração da radiação solar, a prática de manejo mais utilizada é a poda (YARBOROUGH, 2006). Desde a implantação do pomar de mirtileiro, a poda é feita para favorecer melhor desenvolvimento vegetativo, proporcionando produção aos três anos de idade. Na sequência, as intervenções de poda são realizadas no inverno (poda seca) e no verão (poda verde) (BOUNOUS, 2009).
Na poda de inverno prioriza-se a eliminação de galhos secos e de ramos mal localizados, principalmente aqueles que se desenvolvem para o interior da copa (RASEIRA; ANTUNES, 2004). Alguns trabalhos relacionados a épocas e intensidades poda seca de mirtileiro foram realizados na microrregião de Pelotas/RS, como por Radünz (2014), Souza et al. (2014), De Moura et al. (2017) e Camargo et al. (2018).
Em relação a poda de verão, após a colheita, são eliminados os ramos que produziram frutos, pois os mesmos tendem a secar, e também são selecionadas as brotações mais vigorosas desenvolvidas durante a fase de crescimento. Portanto faz-se uma poda de limpeza, de raleio de ramos e de varas oriundas de gemas das raízes ou da base do tronco das plantas, cuja finalidade é o arejamento da planta e fortalecimento de ramificações para a próxima safra (RASEIRA; ANTUNES, 2004).
Em trabalho realizado por Coutinho et al. (2005), verificou que a técnica de poda verde ou de verão, em pessegueiro incrementa a coloração vermelha da epiderme dos frutos e melhora a entrada de luz na subcopa, além de obter maior produtividade para pessegueiro ‘Cascata 805’ (GONÇALVES et al., 2014). Já Amorim et al. (2005), em videira ‘Syrah’ e Antunes et al. (2006) em amoreira-preta, têm utilizado a técnica para indução de produção extemporânea em Minas Gerais. No entanto, não existem estudos a respeito do manejo de poda na cultura do mirtilo na época de verão.
Para Pescie et al. (2011), a poda também provoca diferentes respostas nas plantas, devido as alterações nas condições microclimáticas que as plantas estarão expostas durante seu período reprodutivo, havendo possibilidade de influência na maturação dos frutos, que poderá acontecer em momentos climáticos distintos ao longo da safra. Além de que, poderá alterar a eficiência de conversão da radiação solar e produtividade entre as épocas em decorrência da alteração na disponibilidade energética (MACIEL, 2018).
Considerando a importância do manejo da cultura do mirtilo na fruticultura e a carência de estudos em relação ao desenvolvimento fenológico aliado a eficiência do uso da radiação incidente em mirtileiro sob diferentes manejos de poda, torna-se justificável o desenvolvimento de pesquisas que envolvam estes aspectos, principalmente, no que se refere à avaliação quanto a sua eficácia, para posterior implantação em pomares de propriedades familiares.

Metodologia

O estudo será realizado em um pomar comercial, no município de Pelotas/RS (31°33’S, 52°23’O; 110m de altitude), durante duas safras em plantas de mirtileiro ‘Delite’, pertencente ao grupo rabbiteye, o qual compõe as principais cultivares no Brasil, com 18 anos de idade.
O clima da região é do tipo "Cfa" - temperado úmido com verões quentes, conforme a classificação de Köppen. Quanto ao solo, foi classificado como do tipo Argissolo Vermelho-Amarelo. O pH da área experimental é de 4,5, segundo análise de solo, não necessitando de correção, devido a cultura necessitar de solos ácidos para produzir com regularidade (PASA et al., 2014).
O delineamento experimental será em blocos casualizados, em esquema fatorial 2x3, sendo os fatores: poda de verão (com poda de verão x sem poda de verão) e épocas de poda de inverno (precoce x convencional x tardia), com quatro repetições e uma planta por repetição.
As avaliações fenológicas serão realizadas uma vez por semana, de acordo com a descrição dos estádios de desenvolvimento de gema (CHILDERS; LYRENE, 2006), considerando o início da floração quando as plantas apresentavam mais de 5% das flores abertas, a plena floração quando verificado 50% das flores abertas e o fim da floração quando havia 90% das flores abertas; e o início da brotação, quando as gemas atingiram o estádio de ponta verde. Em relação as avaliações de maturação dos frutos, quando atingirem estágio de maturação completa, os frutos serão colhidos a cada sete dias, conforme recomendação de Mainland e Cline (2002).
Serão monitoradas as condições micrometeorológicas como: temperaturas média, máxima e mínima do ar, radiação solar global incidente, refletida e o saldo de radiação solar, a umidade relativa do ar e a precipitação pluviométrica.
Para medição das temperaturas de bulbo seco e bulbo úmido, serão obtidas a partir de um conjunto psicométrico, ao nível do dossel da cultura. A medição da temperatura de bulbo úmido será realizada com termômetro envolto por uma gaze de algodão embebido com água, em um recipiente fixado junto ao abrigo termométrico. Quanto a temperatura mínima (Tm) e máxima (TM) do ar, serão medidas por meio do termômetro de bulbo seco, sendo através delas a determinação da temperatura média para cada dia.
A partir da coleta de dados de temperatura mínima e máxima no interior do pomar, durante o período do experimento, será calculado o acúmulo térmico diário, sendo determinado através do método de graus-dias, realizado através da equação:
GD=((Tmáx+Tmín)/2)-Tb
Onde:
GD é Graus-dia;
Tmáx é a temperatura máxima do ar no dia;
Tmín é temperatura mínima do ar no dia;
Tb é a temperatura base da cultura, no caso 7,0ºC, considerada, para todo o ciclo (NESMITH; BRIDGES, 1992).
Para determinação do balanço de radiação e eficiência de conversão da radiação solar serão avaliadas: a área foliar, o índice de área foliar, o saldo de radiação, a radiação solar global incidente, o balanço de ondas curtas.
A área foliar (Af) será determinada a campo em intervalo de quatorze dias, conforme utilizado por Maciel (2018) na cultura da amoreira-preta, por meio da medição do maior comprimento e largura de cada um dos folíolos de cinco folhas de duas plantas marcadas em cada parcela, sendo realizada a contagem do número total de folhas presente nesta planta. E após será calculada como o produto de duas dimensões, comprimento (C) e largura (L), e um fator de forma da folha "f", conforme expresso pela equação a seguir:
AF=f×C×L
O fator de forma da folha “f” será determinado a partir da adaptação de metodologia de Adami et al. (2008), onde serão coletadas de forma aleatória no pomar 50 folhas, após serão levadas para laboratório onde com uso de uma régua irá se realizar a medição do maior comprimento e largura de cada folíolo, que posteriormente serão colocados em integrador de área foliar para obtenção da área foliar. Em seguida, os dados serão submetidos a uma regressão linear entre a área foliar obtida por meio do produto do comprimento e largura dos folíolos e a área foliar obtida por meio de integrador obtendo-se assim o fator de forma “f”.
Em relação ao índice de área foliar, será determinado conforme expresso na equação abaixo (OLIVEIRA; SILVA 1990):
IAF=Af/At
Onde:
Af é a área foliar (m-2)
At é área de terreno ocupada pela projeção do dossel (m-2)
Para a obtenção do saldo de radiação (Rn) serão instalados dois saldos radiômetros juntamente as linhas de cultivo, durante as épocas de poda. Já para a determinação da radiação solar global incidente (Rs) será por meio de um tubo solarímetro instalado acima dossel da cultura. Em relação a obtenção da radiação solar refletida (Rr), serão utilizados tubos solarímetros com a face sensível voltada para baixo, um em cada época de poda, também instalados acima do dossel da cultura.
Serão utilizados dois sistemas de aquisição de dados, programados para efetuarem leituras a cada segundo, armazenando as médias horárias, alimentados por bateria recarregável por painel solar.
O albedo (α) será determinado conforme expresso na equação a seguir:
alfa=Rr/Rs
Onde:
Rr é a radiação solar refletida (MJ m-2 d-1)
Rs é a radiação solar incidente (MJ m-2 d-1)
O Balanço de ondas curtas (BOC) será obtido conforme expresso por meio da equação abaixo:
BOC=(1−alfa)×Rs
Em relação ao balanço de ondas longa (BOL), será realizado a diferença entre o saldo de radiação (Rn), obtido por meio de leitura, e o BOC, conforme expresso na equação seguinte:
BOL=BOC−Rn
Para determinação da produção por planta de massa fresca (kg), peso médio dos frutos (g) e produtividade estimada (t ha-1), será realizada a colheita dos frutos em estádio completo de maturação semanalmente a partir da determinação visual do ponto de colheita, caracterizada pela coloração dos frutos, ou seja, quando a epiderme da fruta estiver escura (azulada) e com pruína. Em seguida, serão levados ao laboratório e com o auxílio de uma balança de precisão irá se obter a massa fresca, após serão colocados em estufa de circulação forçada de ar à temperatura de 65°C para obtenção da massa seca, até obtenção do peso constante. Quanto a produtividade estimada será realizada por meio do produto da produção de massa fresca por hastes, com o número de hastes por planta e a população por hectare, sendo por fim convertido o valor para toneladas.
A determinação da eficiência na conversão de radiação solar em massa seca será baseada no modelo de Monteith (1977), onde a produção de fitomassa é o produto do acumulado de radiação fotossinteticamente ativa interceptada pela eficiência de conversão dessa radiação em massa seca (εb). Pode-se estimar a eficiência de conversão de radiação solar, por meio da relação entre produção de massa seca e o acumulado de RFA, por meio da equação abaixo:
Eb=PMS/RFAἰ
Onde:
PMS é a produção de massa seca de frutos (g m-2);
RFAi é a radiação solar fotossinteticamente ativa incidente (MJ m-2);
Eb é a eficiência de conversão da radiação RFAi em massa seca produzida (g MJ-1).
A RFA será estimada com base na radiação solar global, conforme trabalho realizado por Assis e Mendez (1989), na estação agroclimatológica de Pelotas, a RFA representa uma fração de 47% da Rs.
Para a determinação da produção de massa seca dos frutos (PMS) e da produção de massa seca em gramas por metro quadrado, será considerado área ocupada por cada planta um quadrado, sendo o espaçamento entre linhas e plantas.
Após a coleta dos dados dos sistemas de aquisição, os mesmos serão transferidos para uma planilha eletrônica, onde serão organizados e tabulados, para realização dos cálculos e construção dos gráficos.
No momento em que os frutos atingirem o estádio de maturação completa, eles serão colhidos em cestas de plástico e, em seguida, serão levados ao laboratório, para as avaliações físico-químicas e colorimétricas, sendo realizadas em triplicata.
As análises químicas serão: Teor de sólidos solúveis (SS); pH e acidez titulável (AT). Os SS serão determinados utilizando-se refratômetro digital, com o resultado expresso em °Brix; o pH será determinado com o auxílio do peagâmetro; e a acidez titulável (AT), determinada pelo método de titulometria, utilizando 10 mL da amostra diluída em 90 mL de água destilada e a titulação feita com solução de NaOH 0,1N, com auxílio de pHmetro até se atingir pH 8,2, e os resultados expressos em porcentagem de ácido cítrico (INSTITUTO ADOLFO LUTZ, 1985).
Quanto as características físicas dos frutos serão avaliadas por meio de determinações da massa fresca por fruto (g), diâmetro longitudinal dos frutos (mm) e número de frutos com a utilização de balança e paquímetro digital.
Com relação à análise colorimétrica será determinada com auxílio de um colorímetro Konica Minolta CR 400, utilizando o espaço de cor L*a*b*, também conhecido como espaço de cor CIELAB, onde a coordenada L* indica a luminosidade, a coordenada a* indica vermelho/verde (-a é verde/ + a é vermelho) e a b* é a coordenada amarelo/azul (-b é azul/ +b é amarelo). Os valores de Hue (ângulo hº), expressos em graus, serão obtidos pela fórmula hº = tan-1 b*/a*. (MINOLTA, 2007). As medições de cor serão realizadas em faces opostas na região equatorial dos frutos.
Os dados serão submetidos à análise de variância (0,05) e os efeitos dos tratamentos serão comparados pelo teste de Tukey (0,05).

Indicadores, Metas e Resultados

A partir da execução do presente projeto, os resultados serão divulgados em quatro publicações em anais de congressos, revistas científicas e reuniões técnico-científicas, além de fazerem parte da tese de doutorado que será apresentada para a Universidade Federal de Pelotas, no Programa de Pós-Graduação em Sistemas de Produção Agrícola Familiar.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
BRUNA ANDRESSA DOS SANTOS OLIVEIRA
DÔRALICE LOBATO DE OLIVEIRA FISCHER
EDGAR RICARDO SCHOFFEL2
MATEUS DA SILVEIRA PASA1
ROBERTO TRENTIN3

Fontes Financiadoras

Sigla / NomeValorAdministrador
CAPES / Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível SuperiorR$ 8.000,00Coordenador

Plano de Aplicação de Despesas

DescriçãoValor
339030 - Material de ConsumoR$ 4.000,00
339018 - Auxílio Financeiro a EstudantesR$ 4.000,00

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