Nome do Projeto
Casa Passiva Brasil 2017 - II Congresso Internacional
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
15/06/2017 - 31/12/2017
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Sociais Aplicadas
Eixo Temático (Principal - Afim)
Tecnologia e Produção / Tecnologia e Produção
Linha de Extensão
Inovação tecnológica
Resumo
O projeto visa insitucionalizar o congresso Internacional Casa Passiva Brasil 2017. Esta será a segunda edifção do evento que será desenvolvido em conjunto com a Universidade Católica de Pelotas/Curso de Arquitetura e Urbanismo. O evento contará com a participação de plaestrantes português, alemão, chileno, brasileiro, além da equipe de pesquisadores do LABCEE/FAUrb/UFPel. Serão 3 dias de evento com palestras e mesas redondas pela manhã e 6 workshops no período da tarde nos 3 dias. Espera-se a participação de 450 pessoas entre estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais da área acadêmica e de construção civil.

Objetivo Geral

Como objetivo geral do evento destaca-se a discussão no âmbito brasileiro das possibilidades de adaptação do padrão Passive House à realidade climática do país. No primeiro encontro em 2016 a pesquisa de adaptação do padrão Passive House ao contexto da zona sul do país estava numa fase intermediário. Para o evento de 2017 teremos os resultados finais da pesquisa abordando a adaptação ao nosso contexto de forma pormenorizada.
Como objetivos específicos do evento destacam-se:
• promover uma discussão pormenorizada dos requisitos de uma Passive House possibilitando que pesquisadores brasileiros aprofundem o conhecimento na temática;
• apresentar as pesquisas existentes no continente sul americano, nomeadamente no Brasil no que diz respeito à adaptação dos requisitos da Passive House ao contexto da Zona Bioclimática 2 do Zoneamento Climático Brasileiro;
• consolidar uma rede de pesquisa que aborde a temática da adaptação dos requisitos de uma Passive House ao contexto brasileiro.

Justificativa

A necessidade de reduzir o elevado consumo de energia dos edifícios e a problemática relacionada com a emissão de gases com efeito de estufa (GEE) vem sendo, na atualidade, objeto de constante análise e investigação com vista ao desenvolvimento de novas tecnologias construtivas e produção de conhecimentos que possibilitem reduzir o consumo e as emissões de GEE produzidas pelos edifícios e ambientes construídos. Preocupada com essas questões a União Europeia publicou a Diretiva do Desempenho Energético dos Edifícios - Diretiva 2010/31/UE, que estabelece as metas para os novos edifícios, a serem alcançadas e cumpridas pelos Estados-Membros até 2020 de modo a produzir Edifícios de consumo de energia quase zero (Nearly-Zero Energy Buildings - nZEB) [EPBD 2010], sendo esta também uma preocupação registada a nível mundial. Em sua gênese, estes edifícios ou dispositivos sociotécnicos devem incorporar um conjunto de medidas passivas que lhes confiram elevada eficiência energética, capazes de reduzir as demandas de consumo de energia relacionados com seu uso e operação, sendo assim apenas necessário a produção de uma quantidade mínima de energia com recurso a energias renováveis.
A necessidade de redução da dependência dos combustíveis fósseis resultou na construção de propostas que, apoiadas nos conceitos da arquitetura bioclimática, possibilitam melhorar o desempenho energético, a habitabilidade, a acessibilidade e a sustentabilidade dos edifícios nas diferentes estações do ano no Rio Grande do Sul e nas diferentes regiões bioclimáticas do Brasil.
A Passive House ao aliar as reduzidas necessidades energéticas dos edifícios novos e existentes, através da redução de 75 a 90% das necessidades de energia para aquecimento e arrefecimento, à produção local dessa baixa necessidade energética, com recurso a fontes renováveis, responde de forma eficiente ao exigido pela EPBD. E esta é uma solução que pode ser implementada com o suporte de profissionais e empresas que respondam às necessidades de projeto e de construção com produtos e soluções adequadas às exigências Passive House, a disponibilizar no mercado nacional.

Metodologia

A segunda edição do evento ocorrerá durante três dias. No evento ocorrerão conferências durante as manhãs e um Workshop sobre os requisitos da Passive House no período da tarde. Na manhã do primeiro dia será apresentada a experiência portuguesa e alemã no que diz respeito às experiências com a Passive House. No segundo dia a conferência objetiva uma discussão da realidade brasileira no que diz respeito à eficiência energética de edificações residenciais e a experiência sul-americana no âmbito da Passive House com conferências da Associação Passivhaus Chile. No terceiro dia será apresentada o resultado da pesquisa CASA BIOCLIMÁTICA NZEB E QUALIDADE DO LUGAR: Entrelaçando Experiências – Portugal e Rio Grande do Sul/Brasil, por intermédio da qual está sendo desenvolvido um projeto de residência unifamiliar que atenda aos requisitos do Standard Passive House. No terceiro dia ainda está prevista realização de mesa redonda intitulada Desafios e Potencialidades da Casa Passiva Brasil. Por último ocorrerá o lançamento da criação da Associação Casa Passiva Brasil.
No período da tarde nos três dias ocorrerá um Workshop ministrado pelos pesquisadores Romeu Vicente, Maria Fernanda Rodrigues e Eduardo Grala da Cunha, como também dois workshops prommovidados pelo LINSE/FAUrb/UFPel sobre os regulamentos de eficiência energética brasileiros RTQ-R e RTQ-C..

Indicadores, Metas e Resultados

Espera-se uma participação de em torno de 450 pessoas. No primeiro evento participaram 140 pessoas. Em decorrência das limitações físicas não houve a possibilidade de uma participação maior. Nesta segunda edição que ocorrerá na Unniversidade Católica de Pelotas, teremos a possibilidade de participação de até 450 participantes. Espera-se com o evento, além de uma participação maior do que no evento anterior, a possibilidade de iniciar um processo de consolidação a cerca das possibilidades de fomentarmos uma prática voltada ao projeto de edificações com elevado nível de eficiência energética na projetualidade da arquitetura no sul do país.

Equipe do Projeto

NomeCH SemanalData inicialData final
ANTONIO CESAR SILVEIRA BAPTISTA DA SILVA3
CARLOS LEODARIO MONTEIRO KREBS
CELINA MARIA BRITTO CORREA2
DARA ELISA DOS SANTOS BANDEIRA
EDUARDO GRALA DA CUNHA4
IRIS BETINA MOREIRA VITORIA
ISABEL PIÚMA GONÇALVES
ISABEL TOURINHO SALAMONI2
JAQUELINE DA SILVA PEGLOW2
JULYE MOURA RAMALHO DE FREITAS
LISANDRA FACHINELLO KREBS2
LUAN MARQUES
LUIZA COELHO QUINTANA
MARINA ULIANA TRENTIN
PAULINE MARTINS REIS
PAULO AFONSO RHEINGANTZ
RENATA CAETANO PEREIRA
RENATA DALBEM
RODRIGO KARINI LEITZKE
STIFANY KNOP
THALITA DOS SANTOS MACIEL
VIVIANE MULECH RITTER

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