Nome do Projeto
AS TEMÁTICAS FÍSICO-NATURAIS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: REFLEXÕES SOBRE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE PELOTAS/RS
Ênfase
Pesquisa
Data inicial - Data final
06/03/2025 - 29/12/2028
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Humanas
Resumo
O projeto investiga as abordagens das temáticas físico-naturais no ensino de Geografia nas escolas públicas de Pelotas/RS, promovendo um intercâmbio de saberes entre Universidade e Escola e incentivando a criação de recursos didáticos inovadores para a Educação Básica. A necessidade de diversificação metodológica é um dos principais desafios enfrentados pelos docentes, pois o ensino da Geografia Física muitas vezes apresenta um caráter abstrato, exigindo estratégias que tornem os conteúdos mais acessíveis e significativos para os estudantes. A pesquisa se fundamenta na importância de metodologias dinâmicas que integrem diferentes abordagens, incluindo o uso de (geo)tecnologias e recursos multimodais, considerando que metodologias expositivas tradicionais podem levar à fadiga cognitiva e comprometer o aprendizado. A metodologia do projeto envolve parcerias institucionais com órgãos educacionais para fortalecer a formação de professores, levantamento de demandas pedagógicas relacionadas às temáticas físico-naturais, desenvolvimento de materiais didáticos inovadores, realização de oficinas pedagógicas e cursos de formação continuada, além da avaliação das intervenções implementadas. Entre os resultados esperados estão a criação de parcerias institucionais, a identificação das necessidades docentes e discentes, a produção de materiais que ampliem as possibilidades de ensino e a implementação de metodologias que favoreçam a aprendizagem ativa e contextualizada. O projeto busca reduzir desigualdades no aprendizado ao propor estratégias diversificadas que contemplem diferentes perfis de estudantes, conforme apontam Gardner (2010) e Rizzatti (2022), defendendo que abordagens variadas permitem maior compreensão dos fenômenos naturais. Além disso, pesquisas em neurociência e educação indicam que períodos prolongados de exposição a conteúdos podem comprometer a retenção de informações, destacando a necessidade de métodos mais interativos e engajadores. A pesquisa contribui com o ensino de Geografia Física ao fomentar práticas pedagógicas alinhadas às demandas contemporâneas, promovendo um ensino mais inclusivo e significativo. A integração entre Ensino, Pesquisa e Extensão é um dos pilares do projeto, pois cada etapa contempla ações que envolvem tanto a produção de conhecimento quanto sua aplicação na prática educacional. O estabelecimento de parcerias institucionais tem caráter extensionista, pois fortalece o vínculo entre Universidade e Escola, possibilitando trocas de saberes e a implementação de ações voltadas à formação docente. O levantamento das demandas pedagógicas, por sua vez, envolve tanto pesquisa quanto extensão, já que consiste na coleta de dados sobre as necessidades escolares e na interação direta com a comunidade acadêmica. A criação de recursos didáticos e a realização de oficinas pedagógicas contemplam Pesquisa e Ensino, pois demandam um embasamento teórico-metodológico e impactam diretamente a prática docente. Os cursos de formação continuada reforçam o caráter extensionista ao capacitar professores para o uso de novas metodologias e tecnologias educacionais, incentivando práticas inovadoras na Educação Básica. Por fim, a avaliação das intervenções implementadas engloba Pesquisa, Ensino e Extensão, pois permite refletir sobre os impactos das estratégias aplicadas e propor melhorias para consolidar parcerias futuras. Dessa forma, ao investigar como as temáticas físico-naturais estão sendo abordadas nas escolas públicas de Pelotas e ao propor alternativas metodológicas inovadoras, o projeto busca contribuir para um ensino de Geografia Física mais dinâmico, acessível e conectado com as necessidades da sociedade contemporânea.
Objetivo Geral
Compreender como se dão as abordagens das temáticas físico-naturais no ensino de Geografia nas escolas públicas de Pelotas, promovendo um intercâmbio de saberes entre Universidade-Escola e possibilitando a produção de recursos didáticos para a Educação Básica.
Justificativa
A compreensão das abordagens das temáticas físico-naturais no ensino de Geografia nas escolas públicas de Pelotas é essencial para fortalecer o processo de ensino-aprendizagem e estabelecer um intercâmbio de saberes entre Universidade e Escola. A inserção de novas metodologias e recursos didáticos pode contribuir para tornar o ensino da Geografia Física mais acessível e significativa para os estudantes da Educação Básica.
A relação entre o objetivo da pesquisa e a necessidade de diversificação metodológica no ensino de Geografia Física se torna ainda mais relevante quando analisamos os desafios enfrentados pelos docentes na Educação Básica. O ensino das temáticas físico-naturais muitas vezes apresenta um caráter abstrato, exigindo do(a) professor(a) a habilidade de tornar os conteúdos mais acessíveis e próximos à realidade dos estudantes. Nesse sentido, a repetição expositiva, embora possa contribuir para a fixação de informações, apresenta limitações significativas quando não acompanhada de abordagens práticas, inovadoras e/ou contextualizadas.
Nesse sentido, Gardner (2010) argumenta que diferentes abordagens permitem que alguns estudantes desenvolvam uma visão mais ampla do tema desde o início, enquanto outros necessitam de metodologias alternativas para construir um entendimento progressivo. Isso sugere que a adoção de estratégias diversificadas, conforme já discutido por Rizzatti (2022), pode reduzir desigualdades no aprendizado e ampliar as possibilidades de interpretação dos fenômenos naturais.
A pesquisa em neurociência e educação indica que a atenção humana é limitada, com períodos médios de concentração que não ultrapassam 15 minutos (Mckeachie, 1986; Wankat, 2002; Khan, 2013). No contexto escolar, onde os alunos passam várias horas consecutivas em aula, metodologias expositivas tradicionais podem levar à fadiga cognitiva, comprometendo o aprendizado. Dessa forma, a pesquisa proposta se alinha à necessidade de explorar novas estratégias didáticas que integrem recursos (geo)tecnológicos e multimodais, tornando o ensino mais interativo e atraente.
Ao promover um intercâmbio de saberes entre Universidade e Escola, o estudo possibilita a análise das práticas docentes atuais e a construção de materiais didáticos mais dinâmicos e adequados à realidade dos estudantes e dos(as) professores(as). A utilização de ferramentas analógicas e digitais, pode atuar como um facilitador no processo de ensino-aprendizagem, aproximando os alunos das temáticas físico-naturais por meio de linguagens e mídias com as quais já possuem familiaridade.
Portanto, ao investigar como as temáticas físico-naturais estão sendo abordadas nas escolas públicas de Pelotas e ao propor alternativas metodológicas baseadas em tecnologia e inovação pedagógica, esta pesquisa busca contribuir com o ensino de Geografia Física, e para uma prática docente mais inclusiva, interativa e alinhada às demandas da sociedade contemporânea.
A relação entre o objetivo da pesquisa e a necessidade de diversificação metodológica no ensino de Geografia Física se torna ainda mais relevante quando analisamos os desafios enfrentados pelos docentes na Educação Básica. O ensino das temáticas físico-naturais muitas vezes apresenta um caráter abstrato, exigindo do(a) professor(a) a habilidade de tornar os conteúdos mais acessíveis e próximos à realidade dos estudantes. Nesse sentido, a repetição expositiva, embora possa contribuir para a fixação de informações, apresenta limitações significativas quando não acompanhada de abordagens práticas, inovadoras e/ou contextualizadas.
Nesse sentido, Gardner (2010) argumenta que diferentes abordagens permitem que alguns estudantes desenvolvam uma visão mais ampla do tema desde o início, enquanto outros necessitam de metodologias alternativas para construir um entendimento progressivo. Isso sugere que a adoção de estratégias diversificadas, conforme já discutido por Rizzatti (2022), pode reduzir desigualdades no aprendizado e ampliar as possibilidades de interpretação dos fenômenos naturais.
A pesquisa em neurociência e educação indica que a atenção humana é limitada, com períodos médios de concentração que não ultrapassam 15 minutos (Mckeachie, 1986; Wankat, 2002; Khan, 2013). No contexto escolar, onde os alunos passam várias horas consecutivas em aula, metodologias expositivas tradicionais podem levar à fadiga cognitiva, comprometendo o aprendizado. Dessa forma, a pesquisa proposta se alinha à necessidade de explorar novas estratégias didáticas que integrem recursos (geo)tecnológicos e multimodais, tornando o ensino mais interativo e atraente.
Ao promover um intercâmbio de saberes entre Universidade e Escola, o estudo possibilita a análise das práticas docentes atuais e a construção de materiais didáticos mais dinâmicos e adequados à realidade dos estudantes e dos(as) professores(as). A utilização de ferramentas analógicas e digitais, pode atuar como um facilitador no processo de ensino-aprendizagem, aproximando os alunos das temáticas físico-naturais por meio de linguagens e mídias com as quais já possuem familiaridade.
Portanto, ao investigar como as temáticas físico-naturais estão sendo abordadas nas escolas públicas de Pelotas e ao propor alternativas metodológicas baseadas em tecnologia e inovação pedagógica, esta pesquisa busca contribuir com o ensino de Geografia Física, e para uma prática docente mais inclusiva, interativa e alinhada às demandas da sociedade contemporânea.
Metodologia
(1) Contatar os órgãos responsáveis pela Educação do município de Pelotas, como a Secretaria Municipal de Educação e Desporto e a 5ª Coordenadoria Regional de Educação, para realização de parcerias para fomentar a formação de professores;
(2) Realizar um levantamento de demandas pedagógicas frente as temáticas Físico-Naturais nas escolas parcerias, bem como referente ao uso (geo)tecnologias e atividades práticas para Ensino de Geografia Física na Educação Básica;
(3) Construir recursos didáticos para aplicação de oficinas pedagógicas, com temática sugerida pelo(s) professor(es) regente(s) das escolas;
(4) Promover cursos de formação continuada de professores para as instituições parceiras e outros interessados para instrumentalização pedagógica nas temáticas físico-naturais;
(5) Avaliar as intervenções realizadas nos espaços escolares e no(s) curso(s) de formação continuada, tecendo perspectivas para intervenções futuras e consolidações de parcerias.
(2) Realizar um levantamento de demandas pedagógicas frente as temáticas Físico-Naturais nas escolas parcerias, bem como referente ao uso (geo)tecnologias e atividades práticas para Ensino de Geografia Física na Educação Básica;
(3) Construir recursos didáticos para aplicação de oficinas pedagógicas, com temática sugerida pelo(s) professor(es) regente(s) das escolas;
(4) Promover cursos de formação continuada de professores para as instituições parceiras e outros interessados para instrumentalização pedagógica nas temáticas físico-naturais;
(5) Avaliar as intervenções realizadas nos espaços escolares e no(s) curso(s) de formação continuada, tecendo perspectivas para intervenções futuras e consolidações de parcerias.
Indicadores, Metas e Resultados
A) Com o desenvolvimento deste projeto, espera-se desenvolver as seguintes metas:
(1) Estabelecimento de parcerias institucionais com a Secretaria Municipal de Educação e Desporto e a 5ª Coordenadoria Regional de Educação, visando fortalecer a formação de professores e fomentar a implementação de novas práticas pedagógicas no ensino de Geografia Física.
(2) Identificação das demandas pedagógicas relacionadas às temáticas físico-naturais nas escolas parceiras, com ênfase no uso de (geo)tecnologias e atividades práticas, permitindo um diagnóstico preciso das necessidades docentes e discentes.
(3) Desenvolvimento de recursos didáticos inovadores, elaborados a partir das sugestões dos professores regentes das escolas, para aplicação em oficinas pedagógicas que aprimorem o ensino de Geografia Física na Educação Básica.
(4) Promoção de cursos de formação continuada para professores das instituições parceiras e demais interessados, proporcionando instrumentalização pedagógica para o ensino das temáticas físico-naturais, incentivando o uso de metodologias ativas e tecnologias educacionais.
(5) Avaliação das intervenções realizadas nos espaços escolares e nos cursos de formação continuada, a fim de gerar reflexões sobre os impactos das estratégias implementadas, bem como propor perspectivas para futuras intervenções e consolidação das parcerias estabelecidas.
B) Por se tratar de um projeto que integra atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, cada etapa contemplará ações de diferentes naturezas, conforme detalhado a seguir:
(1) Estabelecimento de parcerias institucionais → Extensão
A criação de parcerias com órgãos educacionais tem um caráter extensionista, pois promove a relação entre a Universidade e a comunidade escolar, possibilitando a troca de saberes e a implementação de ações voltadas à formação docente e à melhoria das práticas pedagógicas;
(2) Identificação das demandas pedagógicas → Pesquisa e Extensão
O levantamento das demandas pedagógicas nas escolas envolve pesquisa, pois se trata da coleta e análise de dados sobre as necessidades dos professores e alunos em relação às temáticas físico-naturais. Também possui caráter extensionista, pois essa identificação ocorre diretamente nas escolas, permitindo um diálogo entre a universidade e a comunidade escolar.
(3) Desenvolvimento de recursos didáticos inovadores → Pesquisa e Ensino
A pesquisa está presente na construção dos materiais, pois exige levantamento teórico, metodológico e análise das sugestões dos professores para a criação dos recursos. O ensino ocorre na aplicação desses recursos em oficinas pedagógicas, impactando a prática docente e o aprendizado dos alunos.
(4) Promoção de cursos de formação continuada → Extensão e Ensino
Tem caráter extensionista, pois a formação continuada envolve a capacitação de professores das escolas parceiras, promovendo a troca de conhecimento entre Universidade-Escola. Também está ligado ao ensino, já que se trata da formação e aperfeiçoamento de profissionais da educação, contribuindo para o aprimoramento das práticas pedagógicas.
(5) Avaliação das intervenções realizadas → Pesquisa, Ensino e Extensão
A pesquisa se manifesta na análise dos impactos das ações implementadas, gerando dados que podem fundamentar novas estratégias. O ensino refere-se à proposição e testagem de recursos didáticos e oficinas. A extensão está presente na continuidade da relação com as escolas parceiras, possibilitando reflexões para futuras intervenções e o fortalecimento das colaborações institucionais.
(1) Estabelecimento de parcerias institucionais com a Secretaria Municipal de Educação e Desporto e a 5ª Coordenadoria Regional de Educação, visando fortalecer a formação de professores e fomentar a implementação de novas práticas pedagógicas no ensino de Geografia Física.
(2) Identificação das demandas pedagógicas relacionadas às temáticas físico-naturais nas escolas parceiras, com ênfase no uso de (geo)tecnologias e atividades práticas, permitindo um diagnóstico preciso das necessidades docentes e discentes.
(3) Desenvolvimento de recursos didáticos inovadores, elaborados a partir das sugestões dos professores regentes das escolas, para aplicação em oficinas pedagógicas que aprimorem o ensino de Geografia Física na Educação Básica.
(4) Promoção de cursos de formação continuada para professores das instituições parceiras e demais interessados, proporcionando instrumentalização pedagógica para o ensino das temáticas físico-naturais, incentivando o uso de metodologias ativas e tecnologias educacionais.
(5) Avaliação das intervenções realizadas nos espaços escolares e nos cursos de formação continuada, a fim de gerar reflexões sobre os impactos das estratégias implementadas, bem como propor perspectivas para futuras intervenções e consolidação das parcerias estabelecidas.
B) Por se tratar de um projeto que integra atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão, cada etapa contemplará ações de diferentes naturezas, conforme detalhado a seguir:
(1) Estabelecimento de parcerias institucionais → Extensão
A criação de parcerias com órgãos educacionais tem um caráter extensionista, pois promove a relação entre a Universidade e a comunidade escolar, possibilitando a troca de saberes e a implementação de ações voltadas à formação docente e à melhoria das práticas pedagógicas;
(2) Identificação das demandas pedagógicas → Pesquisa e Extensão
O levantamento das demandas pedagógicas nas escolas envolve pesquisa, pois se trata da coleta e análise de dados sobre as necessidades dos professores e alunos em relação às temáticas físico-naturais. Também possui caráter extensionista, pois essa identificação ocorre diretamente nas escolas, permitindo um diálogo entre a universidade e a comunidade escolar.
(3) Desenvolvimento de recursos didáticos inovadores → Pesquisa e Ensino
A pesquisa está presente na construção dos materiais, pois exige levantamento teórico, metodológico e análise das sugestões dos professores para a criação dos recursos. O ensino ocorre na aplicação desses recursos em oficinas pedagógicas, impactando a prática docente e o aprendizado dos alunos.
(4) Promoção de cursos de formação continuada → Extensão e Ensino
Tem caráter extensionista, pois a formação continuada envolve a capacitação de professores das escolas parceiras, promovendo a troca de conhecimento entre Universidade-Escola. Também está ligado ao ensino, já que se trata da formação e aperfeiçoamento de profissionais da educação, contribuindo para o aprimoramento das práticas pedagógicas.
(5) Avaliação das intervenções realizadas → Pesquisa, Ensino e Extensão
A pesquisa se manifesta na análise dos impactos das ações implementadas, gerando dados que podem fundamentar novas estratégias. O ensino refere-se à proposição e testagem de recursos didáticos e oficinas. A extensão está presente na continuidade da relação com as escolas parceiras, possibilitando reflexões para futuras intervenções e o fortalecimento das colaborações institucionais.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| ADEMIR BOSEL RANGEL | |||
| ADRIANO LUIS HECK SIMON | 4 | ||
| AGATHA ALINE FRANÇA | |||
| ALEXANDRA LUIZE SPIRONELLO | |||
| ALUISIO SWENSON DA ROSA | |||
| AMANDA GARCIA LIMA | |||
| ANA LUIZA TORRES VIEIRA | |||
| ANA MARIA MACHADO FERREIRA | |||
| ANA MARIA SOUZA DE SOUZA | |||
| ANDREY DA SILVA LACERDA | |||
| ANELIZE MILANO CARDOSO | |||
| AUGUSTO CORREA KOHLS | |||
| AUGUSTO IVAN PEREIRA DE AVILA | |||
| BEN HUR NUNES CHAGAS | |||
| BRUNO NUNES BATISTA | |||
| BRUNO VELASQUEZ BETTIN | |||
| CAMILA BORGES BARAO | |||
| CARLOS ANDRE DE SOUSA FERREIRA | |||
| CAROLINA STECKER TAVARES | |||
| CAROLINE DAS NEVES LIMA | |||
| CASSIELY DA ROZA PACHECO | |||
| DARLENE CRISTINA DA SILVA TORRES RODRIGUES | |||
| DENISE DE OLIVEIRA ELISABETH | |||
| DOUGLAS DA SILVA FONTES | |||
| EDUARDA CALDERIPE RODRIGUES | |||
| EDUARDO CORDEIRO GOMES | |||
| Eduardo Augusto Werneck Ribeiro | |||
| FABRICIO CARDOSO AIRES | |||
| FELIPE REICHOW DA CUNHA | |||
| FELIPE XAVIER | |||
| FILIPE LUCERO COSTA | |||
| FLAVIA ALESSANDRA CARDOSO DA SILVA | |||
| GABRIEL JEREMIAS ALVES VIEIRA | |||
| GABRIELA DAMBROS | |||
| GABRIELA PEREIRA DA SILVA | |||
| GIAN LOPES DIAS | |||
| GREICE PATZLAFF LOURENCON | |||
| HENRIQUE SCHUCK JACKS | |||
| INGRID BEATRIZ MOURA FERREIRA | |||
| ISABEL CRISTINA MARAFINA VIEIRA PORTO | |||
| ISAIAS CARDOSO ORESTES FEIJO | |||
| ISAQUE CARDOSO ORESTES FEIJO | |||
| IURI OLIVEIRA DA SILVA | |||
| JAILTON GONÇALVES FERNANDES | |||
| JOSÉ FRANCISCO TEIXEIRA CORRÊA | |||
| JOÉRCIO BARBOSA DE FREITAS | |||
| JUAN PABLO MADRUGA DA SILVA | |||
| JURANDIR VIEIRA FRANCO | |||
| KASSIANE FREITAS PEREIRA | |||
| KAUANA SILVEIRA CARDOSO | |||
| KELI SIQUEIRA RUAS | |||
| KÁROLYN MACHADO DA ROSA | |||
| LARA BARBOSA AMARO | |||
| LARISSA PORTO MACIEL | |||
| LEONI MIZUNO | |||
| LETIARA CABISTANY GONCALVES BARBOZA | |||
| LIGIA CARDOSO CARLOS | 3 | ||
| LUCAS COSTA DE MATTOS | |||
| LUCAS DA SILVA AMARAL | |||
| LUCAS RANIELI MORENO GOMES | |||
| LUCIANE GONCALVES TEIXEIRA | |||
| LUIS OTAVIO DA SILVA DUARTE | |||
| LUIZA DE ALEXANDRE NIEVINSKI | |||
| LUÍS HENRIQUE CHRISTOFARI | |||
| MARCEL MEDRONHA DOS SANTOS | |||
| MARCIO ANDRÉ PACHECO MIDON | |||
| MARCOS MATHEUS ANDRADE VASCONCELOS | |||
| MATHEUS DA SILVA MULLER | |||
| MAURICIO MEURER | |||
| MICAEL DE ARAUJO AFONSO | |||
| MIRIAM LUCARDO SIQUEIRA | |||
| Maurício Rizzatti | 39 | ||
| NATALIA BERGMANN SCHMECHEL | |||
| Natália Lampert Batista | |||
| PATRICIA CHAVES PEREIRA DOS SANTOS | |||
| PEDRO HENRIQUE GONÇALVES DA LUZ | |||
| RAFAEL JUNIOR VALADÃO | |||
| RAFAELA SILVA LEIS | |||
| REBECA JERÔNIMO NUNES DA SILVA | |||
| RENAN BEMIK SOUZA | |||
| RENATO PEREIRA LOPES | 4 | ||
| ROBERTO LUIZ DOS SANTOS ANTUNES | |||
| ROBINSON DE MATTOS TAVARES | |||
| RODRIGO DE MOURA SOUZA | |||
| ROGÉRIO LEANDRO LIMA DA SILVEIRA | |||
| ROSANGELA LURDES SPIRONELLO | |||
| ROSANGELA RIBEIRO MEIRELES | |||
| SAMUEL DE JESUS CABRAL | |||
| SIDNEY GONÇALVES VIEIRA | 4 | ||
| STHEFANY WRAGE DAGAGNY | |||
| TALITA CASTRO AZEVEDO | |||
| TASSIA PINHEIRO DUARTE | |||
| TAUANE RIBEIRO NUNES | |||
| TAÍS CASTRO GARCIA | |||
| THAIS SANTOS GAUTERIO | |||
| VICTTOR DOS SANTOS MOURA | |||
| VICTÓRIA DEJAN PAGANOTTO | |||
| VINICIUS ALBUQUERQUE DE LIMA | |||
| VINICIUS ALBUQUERQUE DE LIMA | |||
| ZILDA MARA NUNES DE MELLO |