Nome da Disciplina
TEORIA ANTROPOLÓGICA IV
CÓDIGO
10910023
Carga Horária
60 horas
Atividade Complementar
Não
Periodicidade
Semestral
Unidade responsável
CRÉDITOS
4
CARGA HORÁRIA TEÓRICA
4
CARGA HORÁRIA OBRIGATÓRIA
4
FREQUÊNCIA APROVAÇÃO
75%

Ementa

Estudar as principais linhas de orientação e pesquisa que marcaram e ainda marcam a produção antropológica no Brasil.

Objetivos

Objetivo Geral:

Estudar os autores vinculados ao pensamento antropológico brasileiro, bem como, a influência e o sentido das suas formulações para a construção (intelectual) do país.

Conteúdo Programático

1. Uma Introdução à Antropologia Brasileira
1.1 A antropologia brasileira
1.2 A antropologia no sul do Rio Grande do Sul
2. A Antropologia na Primeira Metade do Século Xx
2.1 A teoria da miscigenação
2.2 Os estudos folclóricos
2.3 O regional e o nacional
2.4 A teoria da aculturação
2.5 Os conceitos de “estrutura” e “função” em Florestan Fernandes
2.6 Os conceitos de “participação” e “cisão” em Roger Bastide
3. Desenvolvimentos Recentes
3.1 O conceito de “fricção interétnica”
3.2 As sociedades rurais
3.3 A formação do estado e a diversidade cultural
3.4 A Antropologia das e nas “sociedades complexas”
3.5 Perspectivismo e Multiculturalismo

Bibliografia

Bibliografia Básica:

  • CÂNDIDO, Antônio. Os parceiros do Rio Bonito: estudo sobre o caipira paulista e a transformação de seus meios de vida. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1987.
  • CASTRO, Eduardo Viveiros de. Perspectivismo e multiculturalismo na América Indígena. In: A inconstância da alma selvagem. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.
  • DAMATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990.
  • DAMATTA, Roberto. A casa & a rua. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
  • DURHAM, Eunice Ribeiro. As comunidades rurais tradicionais e a migração / Migrantes rurais. In: THOMAZ, Omar Ribeiro (org.). A dinâmica da cultura: ensaios de antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.
  • FERNANDES, Florestan. A função social da guerra na sociedade Tupinambá. São Paulo: Globo, 2006.
  • FREYRE, Gilberto. Casa grande e senzala. Rio de Janeiro: Record, 1989.
  • GOMES, Laura Graziela; BARBOSA, Lívia; DRUMOND, José Augusto (orgs.). O Brasil não é para principiantes: carnavais, malandros e heróis 20 anos depois. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2000.
  • NIMUENDAJU, Curt. Etnografia e indigenismo. Campinas: Editora da Unicamp, 1993.
  • OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. O índio e o mundo dos brancos. São Paulo: DIFEL, 1964.
  • OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. Identidade, etnia e estrutura social. São Paulo: Livraria Pioneira, 1976.
  • RIBEIRO, Darci. O processo civilizatório: estudos de Antropologia da civilização. Petrópolis: Vozes, 1983.
  • VELHO, Gilberto. Individualismo e cultura: notas para uma Antropologia da sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1987.
  • VELHO, Otávio. Frentes de expansão e estrutura agrária. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.
  • WILLEMS, Emílio. A aculturação dos alemães no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1946.

Bibliografia Complementar:

  • OLIVEN, Ruben George. A parte e o todo: a diversidade cultural no BrasilNação. Petrópolis: Vozes, 1992.
  • ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 1985
  • PEIRANO, Mariza. Caminhos da Antropologia. In: A teoria vivida e outros ensaios de Antropologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.

Turmas Ofertadas

Turma Período Vagas Matriculados Curso / Horários Professores
T1 2020 / 1 60 39 Antropologia (Bacharelado)
Horários
ManhãTardeNoite
QUI19:00 - 19:50
19:50 - 20:40
20:40 - 21:30
21:30 - 22:20
FLAVIA MARIA SILVA RIETH
Professor responsável pela turma

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