Nome do Projeto
Grupo de Estudos em Aves e Suínos de Pelotas (GEASPEL)
Ênfase
Ensino
Data inicial - Data final
03/08/2026 - 02/08/2030
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Agrárias
Resumo
O presente projeto objetiva promover a difusão de conhecimentos teóricos e práticos nas áreas de avicultura (de postura e de corte) e suinocultura, integrando aspectos produtivos, econômicos e humanos das atividades. Serão desenvolvidas oficinas de conhecimento voltadas à capacitação de alunos dos cursos de graduação em Agronomia, Medicina Veterinária, Zootecnia e áreas afins da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) e do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia (PPGZ-UFPEL), através da integração da teoria com a prática, com o uso de metodologias participativas, levando ao intercâmbio de saberes entre estudantes, profissionais que atuam nas áreas de avicultura e suinocultura, e produtores. Adicionalmente, serão realizadas oficinas abordando a elaboração de projetos de ensino, de pesquisa e de extensão, tendo como eixos principais o manejo produtivo, nutricional, reprodutivo e sanitário de aves e suínos, além da elaboração de projetos de desenvolvimento pessoal para o meio rural. Dessa forma, espera-se fortalecer a formação dos acadêmicos, muitos dos quais poderão vir a se tornar profissionais atuantes no mercado da avicultura e/ou suinocultura, com maior eficiência técnica, capacidade de tomada de decisão, sustentabilidade econômica e ambiental, além da valorização do capital humano dedicado ao agronegócio.
Objetivo Geral
Promover a capacitação técnica e gerencial de acadêmicos da UFPEL, por meio de oficinas de conhecimento integradas, com ênfase nas áreas de avicultura e suinocultura.
Justificativa
A avicultura é uma das atividades que mais contribui para a geração e diversificação de renda e emprego no meio rural. O setor que ganha maior destaque é a produção de carne de frango, contudo a avicultura ainda apresenta diversos outros ramos, como a produção de ovos comerciais, seja de galinhas poedeiras ou de codornas, produção de carne de outras espécies, como patos e perus, e ainda produção de material genético avícola (ABPA, 2025). Além da diversidade e volume de produção, a avicultura brasileira ocupa lugar de destaque também nas exportações, tornando o Brasil reconhecido mundialmente por essa atividade. A produção de carne de frangos avançou de modo significativo nos últimos anos e deverá continuar a crescer ano após ano. Somente em 2025 foram produzidas 15,289 milhões de toneladas de carne de frango, com o país exportando 5,324 milhões de toneladas para 153 países, o que o tornou o terceiro maior produtor e o primeiro exportador mundial (ABPA, 2026). Esse crescimento é impulsionado pela demanda global e pela competitividade de preços da carne de aves em relação a outras fontes de proteína animal, como a carne bovina (FAO, 2022; Bist et al., 2024).
A suinocultura, do mesmo modo que a avicultura, contribui de modo significativo para a geração e diversificação de renda e emprego no meio rural, envolvendo tanto o produtor integrado ou cooperado, quanto o produtor independente. Adicionalmente, há a geração de um significativo número de empregos diretos e indiretos em função da atividade suinícola. O Brasil produziu em 2025 cerca de 5,592 milhões de toneladas de carne suína, gerando um valor bruto de produção na ordem de R$ 63,1 bilhões, sendo exportadas 1,510 milhão de toneladas para 94 países, gerando US$ 3,6 bilhões em receita cambial. Tais números consolidaram o país como o quarto maior produtor e o terceiro maior exportador mundial de carne suína, destinando cerca de 27% de sua produção para o mercado exterior (ABPA, 2026). Juntos, a avicultura e a suinocultura geraram mais de R$ 205 bilhões em valor bruto de produção, arrecadando mais de US$ 13,9 bilhões em receitas cambiais em 2025 (ABPA, 2026).
É nesse panorama que as oficinas de conhecimento integradas se tornam ferramentas fundamentais, aproximando a teoria da prática, promovendo uma troca de conhecimentos participativa entre técnicos e produtores direta e indiretamente ligados a avicultura e a suinocultura, professores e alunos.
Nessa perspectiva, o projeto fundamenta-se na necessidade de incorporar, à formação discente, competências técnicas, gerenciais e socioeconômicas alinhadas às demandas contemporâneas dos sistemas produtivos. Para tanto, os acadêmicos terão acesso à expertise de docentes e profissionais especializados, vinculados a empresas de diferentes regiões do Brasil e do exterior, favorecendo a ampliação do seu repertório técnico-científico, a atualização frente às inovações do setor e o desenvolvimento de competências para a condução de processos de transformação em distintos contextos de produção.
A suinocultura, do mesmo modo que a avicultura, contribui de modo significativo para a geração e diversificação de renda e emprego no meio rural, envolvendo tanto o produtor integrado ou cooperado, quanto o produtor independente. Adicionalmente, há a geração de um significativo número de empregos diretos e indiretos em função da atividade suinícola. O Brasil produziu em 2025 cerca de 5,592 milhões de toneladas de carne suína, gerando um valor bruto de produção na ordem de R$ 63,1 bilhões, sendo exportadas 1,510 milhão de toneladas para 94 países, gerando US$ 3,6 bilhões em receita cambial. Tais números consolidaram o país como o quarto maior produtor e o terceiro maior exportador mundial de carne suína, destinando cerca de 27% de sua produção para o mercado exterior (ABPA, 2026). Juntos, a avicultura e a suinocultura geraram mais de R$ 205 bilhões em valor bruto de produção, arrecadando mais de US$ 13,9 bilhões em receitas cambiais em 2025 (ABPA, 2026).
É nesse panorama que as oficinas de conhecimento integradas se tornam ferramentas fundamentais, aproximando a teoria da prática, promovendo uma troca de conhecimentos participativa entre técnicos e produtores direta e indiretamente ligados a avicultura e a suinocultura, professores e alunos.
Nessa perspectiva, o projeto fundamenta-se na necessidade de incorporar, à formação discente, competências técnicas, gerenciais e socioeconômicas alinhadas às demandas contemporâneas dos sistemas produtivos. Para tanto, os acadêmicos terão acesso à expertise de docentes e profissionais especializados, vinculados a empresas de diferentes regiões do Brasil e do exterior, favorecendo a ampliação do seu repertório técnico-científico, a atualização frente às inovações do setor e o desenvolvimento de competências para a condução de processos de transformação em distintos contextos de produção.
Metodologia
O projeto será desenvolvido através de oficinas de conhecimento integradas, presenciais e remotas, contando com a participação de docentes e profissionais qualificados atuantes no mercado da avicultura e/ou da suinocultura, além de produtores.
As atividades serão organizadas em módulos temáticos, conforme a expertise de cada palestrante, envolvendo diversas atividades, como palestras propriamente ditas, rodas de conversa com discussões de situações práticas de campo e trabalhos em grupo. Tais atividades permitirão uma troca de conhecimentos horizontal entre os participantes.
Também ocorrerão módulos com oficinas destinadas à elaboração de projetos de ensino, de pesquisa e de extensão, tendo como linhas principais o manejo produtivo, nutricional, reprodutivo e sanitário de aves e suínos, além da elaboração de projetos de desenvolvimento sustentável e de pessoal para o meio rural.
Cada módulo terá um sistema de controle de participação através de uma ata de presenças e contará também com um sistema de controle de qualidade, através do preenchimento de uma ficha avaliativa, o que permitirá determinar a sua qualidade pedagógica.
As atividades serão organizadas em módulos temáticos, conforme a expertise de cada palestrante, envolvendo diversas atividades, como palestras propriamente ditas, rodas de conversa com discussões de situações práticas de campo e trabalhos em grupo. Tais atividades permitirão uma troca de conhecimentos horizontal entre os participantes.
Também ocorrerão módulos com oficinas destinadas à elaboração de projetos de ensino, de pesquisa e de extensão, tendo como linhas principais o manejo produtivo, nutricional, reprodutivo e sanitário de aves e suínos, além da elaboração de projetos de desenvolvimento sustentável e de pessoal para o meio rural.
Cada módulo terá um sistema de controle de participação através de uma ata de presenças e contará também com um sistema de controle de qualidade, através do preenchimento de uma ficha avaliativa, o que permitirá determinar a sua qualidade pedagógica.
Indicadores, Metas e Resultados
Os indicadores de desempenho do projeto abrangerão as dimensões de execução, engajamento, aprendizagem e impacto formativo. Serão monitorados o quantitativo de oficinas ofertadas, o número de participantes e a taxa de frequência.
Como metas, o nível de engajamento e a satisfação dos participantes serão aferidos por meio de instrumentos avaliativos estruturados, como questionários eletrônicos, buscando-se, no mínimo, 80% de avaliações favoráveis e participação qualificada nas discussões. Quanto à aprendizagem, será mensurada mediante procedimentos de autoavaliação, com o auxílio de questionários eletrônicos, com a expectativa de incremento mínimo de 30% no domínio conceitual e na capacidade de aplicação prática dos conteúdos. A taxa de frequência mínima nas oficinas será de 75% e é esperado que o número total de alunos participantes no projeto ao longo de sua execução seja superior a 50 discentes.
Quanto ao impacto na formação dos estudantes, levando-se em consideração a possibilidade de articulação com o setor produtivo, o convívio com profissionais qualificados (professores, técnicos e produtores), espera-se que em conjunto tais fatores permitirão incrementar a qualificação técnico-profissional dos discentes e dessa forma levar à formação de recursos humanos qualificados e aptos a responder às diversas demandas existentes nos setores da avicultura e da suinocultura.
Como metas, o nível de engajamento e a satisfação dos participantes serão aferidos por meio de instrumentos avaliativos estruturados, como questionários eletrônicos, buscando-se, no mínimo, 80% de avaliações favoráveis e participação qualificada nas discussões. Quanto à aprendizagem, será mensurada mediante procedimentos de autoavaliação, com o auxílio de questionários eletrônicos, com a expectativa de incremento mínimo de 30% no domínio conceitual e na capacidade de aplicação prática dos conteúdos. A taxa de frequência mínima nas oficinas será de 75% e é esperado que o número total de alunos participantes no projeto ao longo de sua execução seja superior a 50 discentes.
Quanto ao impacto na formação dos estudantes, levando-se em consideração a possibilidade de articulação com o setor produtivo, o convívio com profissionais qualificados (professores, técnicos e produtores), espera-se que em conjunto tais fatores permitirão incrementar a qualificação técnico-profissional dos discentes e dessa forma levar à formação de recursos humanos qualificados e aptos a responder às diversas demandas existentes nos setores da avicultura e da suinocultura.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| ANDREA BICCA NOGUEZ MARTINS | 3 | ||
| CAMILA VON MÜHLEN | |||
| CRISTIANO HAETINGER HUBNER | 3 | ||
| EDUARDO GONCALVES XAVIER | 5 | ||
| FERNANDO RUTZ | 2 | ||
| PATRICIA FERNANDES SILVA | |||
| VICTOR FERNANDO BUTTOW ROLL | 5 |