Nome do Projeto
Desigualdades de gênero, raça e classe social no Território Zona Sul do RS: conhecer e enfrentar juntas(os)
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
06/07/2026 - 31/12/2029
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Multidisciplinar
Eixo Temático (Principal - Afim)
Direitos Humanos e Justiça / Cultura
Linha de Extensão
Desenvolvimento regional
Resumo
O Território Zona Sul do Rio Grande do Sul envolve vinte e três municípios. Esse lugar localizado no Pampa Brasileiro é marcado por desigualdades de gênero, raça e classe social que aparecem e se reproduzem de forma articulada ao longo do tempo. Nesse sentido, esse projeto busca pesquisar de que forma se articulam e se apresentam e desigualdades de gênero, raça e classe social no Território Zona Sul do RS, promovendo ações de enfrentamento com diferentes grupos sociais desse território, como quilombolas, pescadores(as) artesanais, indígenas, assentados(as) da reforma agrária, etc. Para tanto, o projeto está pautado sobre a participação dos grupos sociais que envolve. São priorizadas iniciativas de pesquisa e extensão que partam das demandas desses grupos sociais, respeitem seus modos de vida e que sejam realizadas em municípios que integram o Território Zona Sul do Rio Grande do Sul, conforme as possibilidades da equipe e de orçamento.
Objetivo Geral
Pesquisar de que forma se articulam e se apresentam e desigualdades de gênero, raça e classe social no Território Zona Sul do RS, promovendo ações de enfrentamento com diferentes grupos sociais desse território, como quilombolas, pescadores(as) artesanais, indígenas, assentados(as) da reforma agrária, etc.
Justificativa
O Território Zona Sul do Rio Grande do Sul envolve vinte e três municípios: Aceguá, Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Arroio Grande, Candiota, Canguçu, Capão do Leão, Cerrito, Chuí, Herval, Jaguarão, Morro Redondo, Pedras Altas, Pedro Osório, Pelotas, Pinheiro Machado, Piratini, Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Santana da Boa Vista, São José do Norte, São Lourenço do Sul e Turuçu. Esse lugar localizado no Pampa Brasileiro é marcado por desigualdades de gênero, raça e classe social que aparecem e se reproduzem de forma articulada ao longo do tempo.
As desigualdades atravessam a vida de diferentes grupos sociais que vivem nesse lugar, como quilombolas, pescadores(as) artesanais, indígenas, assentados(as) da reforma agrária, etc. Esses grupos utilizam diferentes estratégias para resistir às opressões e defender a vida no território. É necessário ampliar o leque de pesquisas sobre a forma como se constroem e se apresentam essas desigualdades no território, considerando a articulação entre elas. As práticas de resistências desses grupos sociais, bem como as informações oriundas da pesquisa, são ferramentas importantes para a construção participativa de ações de extensão voltadas ao enfrentamento dessas desigualdades.
Esse é o compromisso que move o presente projeto unificado.
As desigualdades atravessam a vida de diferentes grupos sociais que vivem nesse lugar, como quilombolas, pescadores(as) artesanais, indígenas, assentados(as) da reforma agrária, etc. Esses grupos utilizam diferentes estratégias para resistir às opressões e defender a vida no território. É necessário ampliar o leque de pesquisas sobre a forma como se constroem e se apresentam essas desigualdades no território, considerando a articulação entre elas. As práticas de resistências desses grupos sociais, bem como as informações oriundas da pesquisa, são ferramentas importantes para a construção participativa de ações de extensão voltadas ao enfrentamento dessas desigualdades.
Esse é o compromisso que move o presente projeto unificado.
Metodologia
Para alcançar os objetivos do projeto, ele está pautado sobre a participação dos grupos sociais que envolve, como quilombolas, pescadores(as) artesanais, indígenas, assentados(as) da reforma agrária, etc. São priorizadas iniciativas que partam das demandas desses grupos sociais, respeitem seus modos de vida e que sejam realizadas em municípios que integram o Território Zona Sul do Rio Grande do Sul, conforme as possibilidades da equipe e de orçamento.
No âmbito da pesquisa, com caráter qualitativo, ferramentas como entrevistas individuais com auxílio de roteiros de questões, grupos focais, fotografias, pesquisa em documentos das comunidades, etc, serão utilizadas, conforme as especificidades de cada caso e envolvendo os(as) grupos sociais. Já as ações de extensão serão construídas a partir de demandas desses grupos sociais e desenvolvidas com eles(as), em todas as fases.
No âmbito da pesquisa, com caráter qualitativo, ferramentas como entrevistas individuais com auxílio de roteiros de questões, grupos focais, fotografias, pesquisa em documentos das comunidades, etc, serão utilizadas, conforme as especificidades de cada caso e envolvendo os(as) grupos sociais. Já as ações de extensão serão construídas a partir de demandas desses grupos sociais e desenvolvidas com eles(as), em todas as fases.
Indicadores, Metas e Resultados
Como indicadores do projeto podemos citar número de pessoas participantes das ações, participação por gênero e grupos de idade, engajamento de mulheres e de jovens nas decisões do projeto, entre outros.
Como metas, estabelecemos:
- ouvir as demandas de grupos sociais como quilombolas, pescadores(as) artesanais, indígenas, assentados(as) da reforma agrária;
- planejar e realizar as ações em conjunto com representantes desses grupos;
- realizar as ações respeitando o modo de vida e os saberes de cada grupo, promovendo o diálogo entre diferentes saberes, etc.
Ao final do projeto espera-se aproximar os grupos sociais envolvidos e a UFPEL, contribuir, efetivamente, com o enfrentamento das desigualdades, de forma conjunta com as comunidades, e colaborar com a justiça social e o bem viver no território.
Como metas, estabelecemos:
- ouvir as demandas de grupos sociais como quilombolas, pescadores(as) artesanais, indígenas, assentados(as) da reforma agrária;
- planejar e realizar as ações em conjunto com representantes desses grupos;
- realizar as ações respeitando o modo de vida e os saberes de cada grupo, promovendo o diálogo entre diferentes saberes, etc.
Ao final do projeto espera-se aproximar os grupos sociais envolvidos e a UFPEL, contribuir, efetivamente, com o enfrentamento das desigualdades, de forma conjunta com as comunidades, e colaborar com a justiça social e o bem viver no território.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| AMELINHA LOPES DA SILVA | |||
| CASSIANE DA COSTA | 3 | ||
| EDWENS DORISCA | |||
| FELIPE FEHLBERG HERRMANN | 3 | ||
| HENRIQUE RADMANN SCAGLIONI | |||
| KAMILY EMANUELE DO NASCIMENTO ARAÚJO | |||
| MIKAELA KAUANA GRIEBLER GRAF |