Nome do Projeto
Cessação do Tabagismo UBS Campus Capão/UFPEL
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
12/11/2025 - 11/08/2026
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Multidisciplinar
Eixo Temático (Principal - Afim)
Saúde / Educação
Linha de Extensão
Drogas e dependência química
Resumo
O Projeto tem por proposição a cessação do tabagismo voltado aos pacientes tabagistas da área de abrangência da Unidade Básica de Saúde da Universidade Federal de Pelotas Campus Capão do Leão, veiculando a oportunidade de contribuir para a formação de discentes / UFPEL ( Graduação ou Pós-Graduação ); na elaboração de conhecimentos em área de dependência química; na construção de habilidades para o manejo de grupos, mediante abordagem cognitiva-comportamental direcionada a usuários tabagistas; e para o conhecimento de doenças crônicas em seu impacto na saúde pública.
Objetivo Geral
Desenvolver Grupo de Cessação do Tabagismo voltado a usuários tabagistas da Unidade Básica de Saúde da Universidade Federal de Pelotas Campus Capão do Leão e a fumantes da região de abrangência desta UBS.
Justificativa
O Brasil emprega anualmente cerca de R$ 125 bilhões para tratar as doenças e incapacitações provocadas pelo tabagismo, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Os custos da assistência médica atribuível ao tabagismo totalizaram R$ 59.280 bilhões, o que equivale a cerca de 7,8% de todos os gastos anuais em saúde, e os custos indiretos R$ 42.452 bilhões devido à produtividade perdida por morte prematura e incapacidade. Além de R$ 32.407 bilhões de custos indiretos de familiares e pessoas próximas que dedicam tempo ao cuidado de quem adoece por causa do tabagismo.
A arrecadação fiscal pela venda de derivados do tabaco foi de aproximadamente R$ 12.227 bilhões, valor que cobre apenas 10% dos custos econômicos totais provocados pelo tabagismo ao sistema de saúde e na sociedade.
Dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (Vigitel 2021) apontam que o percentual total de fumantes com 18 anos ou mais no Brasil é de 9,1%. Nesse cenário, 11,8% dos homens dessa faixa etária são fumantes, já as mulheres fumantes representam 6,7% dessa população.
Para reduzir a prevalência de fumantes e a consequente morbimortalidade relacionada ao consumo do tabaco, o Ministério da Saúde desenvolve, por meio do Instituto Nacional de Câncer, ações de prevenção e tratamento do tabagismo articuladas nacionalmente.
Embora o tratamento do tabagismo seja disponibilizado em todos os níveis de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS), a Atenção Primária à Saúde (APS) tem papel fundamental no enfrentamento à doença.
Para os casos em que há necessidade de tratamento mais intensivo, envolvendo abordagem multidisciplinar baseada em recomendações clínicas, o tratamento envolve avaliação, intervenção e manutenção da abstinência.
Indica-se a associação entre o aconselhamento terapêutico estruturado/abordagem intensiva e a farmacoterapia para tratar a dependência à nicotina.
A partir de tais pressupostos justifica-se a necessidade de desenvolver-se um programa de abordagem e tratamento ao tabagismo na Unidade Básica de Saúde da Universidade Federal de Pelotas/Capão do Leão.
Os custos da assistência médica atribuível ao tabagismo totalizaram R$ 59.280 bilhões, o que equivale a cerca de 7,8% de todos os gastos anuais em saúde, e os custos indiretos R$ 42.452 bilhões devido à produtividade perdida por morte prematura e incapacidade. Além de R$ 32.407 bilhões de custos indiretos de familiares e pessoas próximas que dedicam tempo ao cuidado de quem adoece por causa do tabagismo.
A arrecadação fiscal pela venda de derivados do tabaco foi de aproximadamente R$ 12.227 bilhões, valor que cobre apenas 10% dos custos econômicos totais provocados pelo tabagismo ao sistema de saúde e na sociedade.
Dados do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (Vigitel 2021) apontam que o percentual total de fumantes com 18 anos ou mais no Brasil é de 9,1%. Nesse cenário, 11,8% dos homens dessa faixa etária são fumantes, já as mulheres fumantes representam 6,7% dessa população.
Para reduzir a prevalência de fumantes e a consequente morbimortalidade relacionada ao consumo do tabaco, o Ministério da Saúde desenvolve, por meio do Instituto Nacional de Câncer, ações de prevenção e tratamento do tabagismo articuladas nacionalmente.
Embora o tratamento do tabagismo seja disponibilizado em todos os níveis de atenção do Sistema Único de Saúde (SUS), a Atenção Primária à Saúde (APS) tem papel fundamental no enfrentamento à doença.
Para os casos em que há necessidade de tratamento mais intensivo, envolvendo abordagem multidisciplinar baseada em recomendações clínicas, o tratamento envolve avaliação, intervenção e manutenção da abstinência.
Indica-se a associação entre o aconselhamento terapêutico estruturado/abordagem intensiva e a farmacoterapia para tratar a dependência à nicotina.
A partir de tais pressupostos justifica-se a necessidade de desenvolver-se um programa de abordagem e tratamento ao tabagismo na Unidade Básica de Saúde da Universidade Federal de Pelotas/Capão do Leão.
Metodologia
A realização do Projeto e do Programa dar-se-á com o trabalho conjunto da Coordenação de Saúde e Qualidade de Vida, através da Seção de Promoção e Prevenção da Saúde e a equipe da Unidade Básica de Saúde UFPel/Capão do Leão. O Município do Capão do Leão através da municipalização da saúde, provém mediante Ministério da Saúde, os medicamentos e a terapia de reposição de nicotina necessários ao suporte complementar ao tratamento dos participantes do Grupo de Cessação.
De acordo com a relação de fumantes inscritos na UBS, estes serão chamados e será procedida a avaliação clínica e outras com a finalidade de formação de Grupo de Cessação do Tabagismo segundo o Protocolo de Tratamento para Cessação do Tabagismo. Serão então realizadas seis sessões mediante abordagem Cognitivo-Comportamental com intervalo de uma semana e posteriormente duas sessões quinzenais passando a serem sessões mensais de manutenção até o fechamento de um ano a partir do início de formação do grupo.
O apoio medicamentoso será utilizado quando extremamente necessário de acordo com as Diretrizes de Tratamento do PNCT (Plano Nacional de Controle do Tabagismo).
De acordo com a relação de fumantes inscritos na UBS, estes serão chamados e será procedida a avaliação clínica e outras com a finalidade de formação de Grupo de Cessação do Tabagismo segundo o Protocolo de Tratamento para Cessação do Tabagismo. Serão então realizadas seis sessões mediante abordagem Cognitivo-Comportamental com intervalo de uma semana e posteriormente duas sessões quinzenais passando a serem sessões mensais de manutenção até o fechamento de um ano a partir do início de formação do grupo.
O apoio medicamentoso será utilizado quando extremamente necessário de acordo com as Diretrizes de Tratamento do PNCT (Plano Nacional de Controle do Tabagismo).
Indicadores, Metas e Resultados
Pretende-se atingir taxa de abstinência ao tabaco correlata a 30% após 12 meses (como o citado na Portaria nº 761, de 21 de junho de 2016), através da intervenção deste Programa, procedendo ao acompanhamento dos pacientes em abstinência pelo período de um ano, reforçando a estabilidade e verificando a eficácia do programa. Ao final da participação dos discentes no Projeto, espera-se que estes tenham construído o conhecimento relacionado à relacionado ao tabagismo, dependência e suas particularidades, processo de abstinência, funcionamento de grupo de cessação e impactos na saúde pública.
Equipe do Projeto
| Nome | CH Semanal | Data inicial | Data final |
|---|---|---|---|
| ALESSANDRA DE ALMEIDA BILHALVA | 2 | ||
| ANDRÉA GONÇALVES BRANDÃO | 4 | ||
| CRISTINA HELOÍSA MÜLLER | 2 | ||
| DECIANE PINTANELA DE CARVALHO | 2 | ||
| FRANCIESCA SOUZA PINTO | 2 | ||
| MARIA HELENA CONCEICAO SILVEIRA | 4 | ||
| NATALIA DOS SANTOS ROSA |