Nome do Projeto
Curricularização da Extensão no Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial
Ênfase
Extensão
Data inicial - Data final
31/10/2025 - 31/10/2029
Unidade de Origem
Coordenador Atual
Área CNPq
Ciências Agrárias
Eixo Temático (Principal - Afim)
Tecnologia e Produção / Educação
Linha de Extensão
Desenvolvimento regional
Resumo
Este projeto visa integrar o DCTA em atividades de ensino, pesquisa e extensão na formação de estudantes do Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial (DCTA/FAEM/UFPel), promovendo a curricularização da extensão por meio de atividades práticas voltadas à valorização de produtos agroindustriais, inovação tecnológica e sustentabilidade.
As ações do projeto envolvem o desenvolvimento de soluções e produtos com base em matérias-primas regionais (arroz, soja, milho, frutas e oleaginosas), o aperfeiçoamento de processos industriais e a capacitação de produtores, cooperativas e agroindústrias locais. Os estudantes serão protagonistas na elaboração e execução das atividades, articulando o conhecimento científico às demandas reais da comunidade e do setor produtivo.
O projeto também busca fomentar a cultura empreendedora e inovadora no cursos de graduação em Agronomia e Zootecnia, fortalecendo o vínculo universidade–sociedade. Os resultados esperados incluem o desenvolvimento de novos produtos e processos sustentáveis, publicações técnicas e científicas, capacitações de agentes locais e a consolidação da curricularização da extensão como eixo estruturante da formação universitária.
Objetivo Geral
Promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial, por meio do desenvolvimento de ações práticas, inovadoras e sustentáveis que articulem o conhecimento científico à solução de demandas reais da cadeia agroindustrial, fortalecendo a formação acadêmica dos estudantes e contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental da região.
Justificativa
A curricularização da extensão constitui um dos pilares da formação universitária contemporânea, ao aproximar os estudantes das realidades sociais, produtivas e ambientais do território em que a universidade está inserida. No contexto do Departamento de Ciência e Tecnologia Agroindustrial (DCTA/FAEM/UFPel), essa integração é especialmente relevante, dado o papel estratégico do setor agroindustrial no desenvolvimento econômico e na geração de inovação tecnológica no país.
O projeto propõe-se a fortalecer a relação entre universidade e sociedade, transformando o conhecimento técnico-científico em práticas aplicadas que contribuam para a solução de desafios reais enfrentados por produtores, cooperativas e pequenas agroindústrias regionais. Além de consolidar a aprendizagem significativa dos estudantes, a iniciativa amplia o impacto social das atividades acadêmicas, estimulando o empreendedorismo, a sustentabilidade e a inovação.
Assim, o projeto justifica-se pela necessidade de formar profissionais mais críticos, criativos e comprometidos com o desenvolvimento sustentável e com a transformação positiva das cadeias produtivas agroindustriais, em consonância com as diretrizes da UFPel e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
O projeto propõe-se a fortalecer a relação entre universidade e sociedade, transformando o conhecimento técnico-científico em práticas aplicadas que contribuam para a solução de desafios reais enfrentados por produtores, cooperativas e pequenas agroindústrias regionais. Além de consolidar a aprendizagem significativa dos estudantes, a iniciativa amplia o impacto social das atividades acadêmicas, estimulando o empreendedorismo, a sustentabilidade e a inovação.
Assim, o projeto justifica-se pela necessidade de formar profissionais mais críticos, criativos e comprometidos com o desenvolvimento sustentável e com a transformação positiva das cadeias produtivas agroindustriais, em consonância com as diretrizes da UFPel e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
Metodologia
A metodologia proposta baseia-se em aprendizagem ativa e formação por competências, integrando teoria e prática através de projetos extensionistas aplicados às cadeias agroindustriais regionais. Cada disciplina contribuirá de forma articulada e progressiva para o desenvolvimento das ações, em um ciclo que conecta compreensão científica, aplicação tecnológica e impacto social.
Integração interdisciplinar e planejamento das ações
Os docentes das disciplinas envolvidas atuarão de forma integrada, planejando temas e atividades que dialoguem entre si e com as demandas da comunidade e do setor produtivo.
Serão definidos problemas reais a serem enfrentados (por exemplo, perdas pós-colheita, aproveitamento de resíduos, qualidade de alimentos, eficiência de processos).
As turmas serão organizadas em grupos extensionistas, cada um com um foco temático ou produto específico.
Etapas de desenvolvimento por disciplina
Química e Introdução à Tecnologia de Alimentos: estudo dos fundamentos químicos e físico-químicos de matérias-primas e processos; análise de amostras agroindustriais reais; visitas técnicas a agroindústrias e unidades experimentais.
Bromatologia de Alimentos: realização de análises nutricionais e de qualidade de produtos regionais, com elaboração de relatórios técnicos e propostas de melhoria baseadas em evidências.
Pós-Colheita e Agroindustrialização I e II: aplicação prática dos conhecimentos em armazenamento, processamento e desenvolvimento de novos produtos, com enfoque em sustentabilidade e agregação de valor.
As atividades culminarão em ações extensionistas (minicursos, oficinas, consultorias técnicas, eventos comunitários e relatórios de devolutiva à sociedade).
Metodologias ativas e instrumentos de aprendizagem
Utilização de aprendizagem baseada em projetos (PBL), resolução de problemas reais (RPA) e estudos de caso locais.
Desenvolvimento de projetos extensionistas integradores, apresentados em seminários abertos, feiras tecnológicas ou mostras de inovação.
Avaliação contínua, contemplando participação, desempenho técnico-científico, impacto extensionista e reflexão crítica sobre o papel social do conhecimento.
Integração com a comunidade e o setor produtivo
Parcerias com cooperativas, agroindústrias, laboratórios de inovação e produtores locais.
As atividades serão acompanhadas por docentes e técnicos do DCTA e poderão envolver a Unidade EMBRAPII InovaAgro-UFPel, o LABGRÃOS e outros laboratórios parceiros.
A extensão será entendida como campo de prática e transformação, e não apenas como ação complementar.
Integração interdisciplinar e planejamento das ações
Os docentes das disciplinas envolvidas atuarão de forma integrada, planejando temas e atividades que dialoguem entre si e com as demandas da comunidade e do setor produtivo.
Serão definidos problemas reais a serem enfrentados (por exemplo, perdas pós-colheita, aproveitamento de resíduos, qualidade de alimentos, eficiência de processos).
As turmas serão organizadas em grupos extensionistas, cada um com um foco temático ou produto específico.
Etapas de desenvolvimento por disciplina
Química e Introdução à Tecnologia de Alimentos: estudo dos fundamentos químicos e físico-químicos de matérias-primas e processos; análise de amostras agroindustriais reais; visitas técnicas a agroindústrias e unidades experimentais.
Bromatologia de Alimentos: realização de análises nutricionais e de qualidade de produtos regionais, com elaboração de relatórios técnicos e propostas de melhoria baseadas em evidências.
Pós-Colheita e Agroindustrialização I e II: aplicação prática dos conhecimentos em armazenamento, processamento e desenvolvimento de novos produtos, com enfoque em sustentabilidade e agregação de valor.
As atividades culminarão em ações extensionistas (minicursos, oficinas, consultorias técnicas, eventos comunitários e relatórios de devolutiva à sociedade).
Metodologias ativas e instrumentos de aprendizagem
Utilização de aprendizagem baseada em projetos (PBL), resolução de problemas reais (RPA) e estudos de caso locais.
Desenvolvimento de projetos extensionistas integradores, apresentados em seminários abertos, feiras tecnológicas ou mostras de inovação.
Avaliação contínua, contemplando participação, desempenho técnico-científico, impacto extensionista e reflexão crítica sobre o papel social do conhecimento.
Integração com a comunidade e o setor produtivo
Parcerias com cooperativas, agroindústrias, laboratórios de inovação e produtores locais.
As atividades serão acompanhadas por docentes e técnicos do DCTA e poderão envolver a Unidade EMBRAPII InovaAgro-UFPel, o LABGRÃOS e outros laboratórios parceiros.
A extensão será entendida como campo de prática e transformação, e não apenas como ação complementar.
Indicadores, Metas e Resultados
INDICADORES DE DESEMPENHO
Participação discente: número de estudantes envolvidos nas ações extensionistas (por disciplina e semestre).
Integração docente: quantidade de professores participantes de diferentes áreas (Química, Bromatologia, Tecnologia e Pós-Colheita).
Projetos e produtos desenvolvidos: número de protótipos, análises, relatórios técnicos ou soluções aplicadas junto à comunidade ou agroindústrias.
Ações extensionistas realizadas: oficinas, cursos, feiras tecnológicas, visitas técnicas e eventos de devolutiva.
Impacto comunitário: número de beneficiários diretos (produtores, cooperativas, agroindústrias) e avaliação qualitativa de satisfação.
Produção técnico-científica: trabalhos apresentados em eventos, publicações em anais, relatórios e materiais didáticos produzidos.
Integração com os ODS: grau de aderência das ações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 2, 8, 9, 12 e 13).
METAS QUANTITATIVAS Q(primeiro ciclo anual)
Categoria Meta Anual (2025) Observação
Estudantes envolvidos ≥ 120 Incluindo todos os cursos com disciplinas integradas
Docentes participantes ≥ 8 Professores do DCTA e colaboradores externos
Ações extensionistas realizadas ≥ 10 Oficinas, palestras, dias de campo, feiras ou consultorias
Agroindústrias/comunidades atendidas ≥ 6 Parcerias com cooperativas, produtores e empresas locais
Relatórios técnicos e análises bromatológicas ≥ 15 Entregues a parceiros e comunidades
Produtos/protótipos desenvolvidos ≥ 5 Incluindo produtos inovadores ou sustentáveis
Trabalhos acadêmicos gerados ≥ 8 Resumos, artigos, pôsteres e relatórios integradores
Resultados Esperados
Formação acadêmica ampliada: estudantes mais preparados para compreender e atuar nas interfaces entre ciência, tecnologia e sociedade, aplicando o conhecimento de forma prática e ética.
Curricularização efetiva da extensão: inserção estruturada das ações extensionistas nas disciplinas, com carga horária validada e integrada aos planos de ensino.
Integração interdisciplinar: fortalecimento das conexões entre as áreas de Química, Tecnologia, Bromatologia e Pós-Colheita, promovendo aprendizagem significativa.
Inovação e sustentabilidade: desenvolvimento de soluções técnicas, produtos e processos agroindustriais com foco em eficiência, qualidade e uso racional de recursos.
Impacto territorial positivo: fortalecimento da relação da FAEM/UFPel com o setor produtivo e com comunidades locais, ampliando a transferência de conhecimento e tecnologia.
Visibilidade institucional: consolidação do DCTA/FAEM como referência regional em formação prática, inovação e extensão tecnológica agroindustrial.
Participação discente: número de estudantes envolvidos nas ações extensionistas (por disciplina e semestre).
Integração docente: quantidade de professores participantes de diferentes áreas (Química, Bromatologia, Tecnologia e Pós-Colheita).
Projetos e produtos desenvolvidos: número de protótipos, análises, relatórios técnicos ou soluções aplicadas junto à comunidade ou agroindústrias.
Ações extensionistas realizadas: oficinas, cursos, feiras tecnológicas, visitas técnicas e eventos de devolutiva.
Impacto comunitário: número de beneficiários diretos (produtores, cooperativas, agroindústrias) e avaliação qualitativa de satisfação.
Produção técnico-científica: trabalhos apresentados em eventos, publicações em anais, relatórios e materiais didáticos produzidos.
Integração com os ODS: grau de aderência das ações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 2, 8, 9, 12 e 13).
METAS QUANTITATIVAS Q(primeiro ciclo anual)
Categoria Meta Anual (2025) Observação
Estudantes envolvidos ≥ 120 Incluindo todos os cursos com disciplinas integradas
Docentes participantes ≥ 8 Professores do DCTA e colaboradores externos
Ações extensionistas realizadas ≥ 10 Oficinas, palestras, dias de campo, feiras ou consultorias
Agroindústrias/comunidades atendidas ≥ 6 Parcerias com cooperativas, produtores e empresas locais
Relatórios técnicos e análises bromatológicas ≥ 15 Entregues a parceiros e comunidades
Produtos/protótipos desenvolvidos ≥ 5 Incluindo produtos inovadores ou sustentáveis
Trabalhos acadêmicos gerados ≥ 8 Resumos, artigos, pôsteres e relatórios integradores
Resultados Esperados
Formação acadêmica ampliada: estudantes mais preparados para compreender e atuar nas interfaces entre ciência, tecnologia e sociedade, aplicando o conhecimento de forma prática e ética.
Curricularização efetiva da extensão: inserção estruturada das ações extensionistas nas disciplinas, com carga horária validada e integrada aos planos de ensino.
Integração interdisciplinar: fortalecimento das conexões entre as áreas de Química, Tecnologia, Bromatologia e Pós-Colheita, promovendo aprendizagem significativa.
Inovação e sustentabilidade: desenvolvimento de soluções técnicas, produtos e processos agroindustriais com foco em eficiência, qualidade e uso racional de recursos.
Impacto territorial positivo: fortalecimento da relação da FAEM/UFPel com o setor produtivo e com comunidades locais, ampliando a transferência de conhecimento e tecnologia.
Visibilidade institucional: consolidação do DCTA/FAEM como referência regional em formação prática, inovação e extensão tecnológica agroindustrial.